Mostrando postagens com marcador Jizya. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jizya. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Os 4 estágios da conquista islâmica

Por Civilus Defendus

Fonte


ESTÁGIO 1: INVASÃO

Muçulmanos começam a imigrar para países não-muçulmanos frequentemente, e o início dos conflitos culturais já são visíveis, mesmo que na maior parte das vezes esses sejam sutis.
  • Primeira onda de imigração no país não-muçulmano.
  • Apelos para uma tolerância humanitária por parte da sociedade local.
  • Tentativas de descrever o islã como uma religião pacífica, e os muçulmanos como vítimas da ignorância e do racismo (mesmo o islã não sendo uma “raça”)
  • Alta taxa de natalidade nas famílias muçulmanas residentes no país que as recebeu causa o crescimento da população muçulmana.
  • Mesquitas são usadas para disseminar o islã e desmoralizar o país onde residem e sua cultura.
  • Pressões para a criminalização da “islamofobia” como discurso de ódio.
  • Apontamento de todo tipo de ação legal contra muçulmanos como uma suposta discriminação
  • São propostos “diálogos interreligiosos” para indoutrinar os não-muçulmanos.
Quantos países estão hoje sofrendo uma invasão muçulmana? Um? Cinco? Praticamente todos? As “lideranças” islâmicas da Irmandade Muçulmana e de outras organizações desejam acabar com a soberania de todos os países e substituí-las com a imposição global da Sharia, a lei islâmica. A Sharia, baseada no Alcorão, na Sira e no Hádice, condena a liberdade e o estado democrático de direito, sendo portanto incompatível com as leis de todos os países ocidentais, como o autor e historiador Serge Trifkovic afirma:

A recusa das elites ocidentais em proteger seus países da invasão jihadista é a maior traição da história”.


ESTÁGIO 2: CONSOLIDAÇÃO DO PODER

Muçulmanos imigrantes e nativos convertidos continuam a exigir mais e mais assistência estatal: emprego, educação, serviços sociais, financiamentos e benefícios legais.
  • O proselitismo cresce: estabelecimento e admissão de células jihadistas.
  • Dedicação na conversão dos segmentos alienados da sociedade para o islã.
  • Esforços revisionistas são empregados para islamizar a história.
  • Empenho na destruição das evidências históricas que revelam a verdade sobre o islã.
  • Intensificação da propaganda anti-ocidental e da guerra psicológica.
  • Busca por alianças com os que compartilham dos mesmos objetivos (comunistas, anarquistas).
  • Tentativas de indoutrinar as crianças com a cosmovisão islâmica.
  • Intensificação dos esforços para intimidar, calar e eliminar os não-muçulmanos.
  • Pressão para a criação de leis contra a “islamofobia” e a blasfêmia para calar os críticos.
  • Foco contínuo no crescimento da população muçulmana via reprodução e imigração.
  • Uso de ONG's para atrair patrocinadores e financiar a jihad.
  • Esforços são empregados para converter os cidadãos nativos e assim causar a destruição da sociedade local a partir de dentro.
  • Criação de bases políticas muçulmanas na sociedade não-muçulmana.
  • Redes islâmicas de financiamento sustentam o crescimento político e financiam a aquisição de terras.
  • Ostensivos assassinatos de críticos, com objetivo de intimidar oposição.
  • Tolerância com os não-muçulmanos diminui.
  • Aumento das reivindicações para adoção de condutas estritamente islâmicas
  • Criação de arsenais clandestinos reunindo armas e explosivos
  • Ostensiva rejeição e desconsideração da cultura e do sistema legal do país não-muçulmano
  • Esforços voltados para o enfraquecimento e para a destruição dos pilares de sustentação das religiões não-muçulmanas, em especial os do judaísmo e do cristianismo.
Não é óbvio que existe uma tendência aqui? Theo van Gogh assassinado na Holanda por “insultar” o islã; apelos por parte da Organização das Conferências Islâmicas para a criação de leis “anti-blasfêmia” nos países da ONU; França volta e meia atacada por “jovens” (leia-se muçulmanos); ódio perpetrado contra cristãos, judeus, hindus e budistas; aumento do número de assassinatos em nome da (des-)honra… negação do holocausto… anti-semitismo… a fraude é um dos princípios do islã. A tendência que vemos em tudo isso é ascensão da intolerância islâmica e da jihad cultural silenciosa para a recriação das sociedades locais conforme a Sharia, as destituindo de sua soberania e substituindo-a pela lei islâmica, que condena todo o tipo de liberdade terrena e individual, rejeitando por extensão o convívio pacífico entre as religiões, a igualdade entre os sexos e ideia de soberania nacional fora da esfera de influência islâmica (doutrina Dar al-islam).


ESTÁGIO 3: GUERRA ABERTA CONTRA AS LIDERANÇAS E A CULTURA

A violência é usada como instrumento para imposição da Sharia e das restrições culturais associadas a ela; cresce a rejeição ao governo local e a subjugação das outras religiões e costumes.
  • Ações intencionais para o enfraquecimento do governo e da cultura local.
  • Atos de barbaridade para intimidar os cidadãos e fomentar o medo e a subserviência.
  • Esforços, tanto visíveis como secretos, para causar o colapso econômico da sociedade.
  • Toda a oposição é confrontada e, então, erradicada ou calada.
  • Execução em massa de não-muçulmanos.
  • Limpeza étnica generalizada por parte das milícias islâmicas.
  • Rejeição e provocações à cultura e às leis seculares da sociedade local.
  • Assassinato dos intelectuais muçulmanos “moderados” que não apoiam a islamização.
  • Destruição de igrejas, sinagogas e outras instituições não-muçulmanas.
  • Mulheres têm seus direitos restringidos, de acordo com a Sharia.
  • Extermínio populacional em grande escala, assassinatos e bombardeios.
  • Deposição do governo e usurpação do poder político.
  • Imposição da Sharia.
O site  www.thereligionofpeace.com  mantém um registro do número de ataques violentos dos jihadistas da melhor forma que pode. O site lista mais de 14.000 ataques desde setembro de 2001, vale a visita. No entanto, acontece que é praticamente impossível estimar o número de ocorrências onde muçulmanos são ameaçados pelos seus próprios correligionários por não serem “muçulmanos o suficiente”, onde não-muçulmanos são intimidados e forçados a fazer o que os muçulmanos desejam, onde o restante da população está numa espiral de mortes pelo simples fato de não ser muçulmana em uma área predominantemente muçulmana. Cristãos, judeus, hindus, budistas, animistas e ateus convivem diariamente com a iminência da morte, com o confisco e a destruição de suas propriedades, com estupros, conversões forçadas, excessiva taxação (a jizya), escravidão, multidões furiosas e várias outras formas de (in-)justiças islâmicas nas mãos dos muçulmanos no Sudão, nas Filipinas, no Quênia, na Malásia, na Índia e em outros países, isso sem contar a “morte aos apóstatas” em todo o mundo.

ESTÁGIO 4: “TEOCRACIA” TOTALITÁRIA ISLÂMICA

O Islã se torna a única ideologia religiosa/política/judicial/cultural.
  • A Sharia se torna a “lei da terra”.
  • Todos os direitos humanos são anulados.
  • Escravidão e genocídio da população não-muçulmana.
  • A liberdade de expressão e a imprensa são erradicadas.
  • Todas as religiões, exceto o islã, são proibidas e aniquiladas.
  • Destruição de todas as evidências que apontem para a existência dos povos não-muçulmanos, sua cultura e seus símbolos (budas, casas de culto, obras de arte, etc).
A “Casa do Islã” (“paz”), ou Dar al-Islam, inclui aqueles países que se submeteram aos princípios islâmicos, e, portanto, à discriminatória lei Sharia, que condena a liberdade e desintegra a alma. O resto do mundo está na Casa da Guerra, Dar al-harb, pois esse não se submete a Sharia, e vive em uma condição de rebelião ou guerra com a vontade de “Alá”. Nenhum país não-muçulmano e seus cidadãos é “inocente”, sendo possíveis alvos de ataques enquanto não acreditarem em “Alá”. As pessoas cristãs, judias, coptas, hindus e zoroastrianas de todo o mundo tem sofrido subjugação por séculos. Os Dhimmis (súditos não-muçulmanos de um estado muçulmano) são proibidos de construir casas de culto e reparar as já existentes e, além de serem economicamente incapacitados pelos pesados impostos (jizya) e socialmente humilhados, sofrem com a discriminação legalizada, são tidos como alvos das autoridades que os consideram criminosos e geralmente são mantidos num permanente estado de fraqueza, medo e vulnerabilidade pelos governos islâmicos.

Aterrador, não?
Deve-se destacar que as conversões forçadas (Egito) e a escravidão (Sudão) ainda são denunciadas. Homossexuais enforcados em praça pública no Irã, adolescentes forçadas a casar com homens mais velhos, apóstatas ameaçados de morte, rotineiros assassinatos em nome da “honra”, mulheres legalmente tratadas como cidadãs de segunda classe, ainda que os homens muçulmanos insistam em dizer que elas são “mais bem tratadas” em seus países do que no ocidente… Estas manifestações mais óbvias acabam tirando o foco de outras menos evidentes como a ausência de investigação intelectual nas ciências, reduzido âmbito de escrita, artes e música praticamente inexistentes, uso e abuso sexual de jovens e mulheres, e um descaso para com a satisfação pessoal, a busca pela felicidade e a admiração da realidade. Olhe nos olhos de uma menina de 12 anos recém-casada e veja a consequência da depravação moral gerada pelo islã.



sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

A verdade sobre a "civilização árabe"

Esta carta foi enviada a Carly Fiorina, CEO [Chief Executive Officer] da "Hewlett Packard Corporation", em resposta a um discurso dado por ela no dia 26 de Setembro de 2001.



Por Peter BetBasoo - 7 de Novembro de 2001

Cara Senhora Fiorina:

Foi com grande interesse que li o seu discurso dado no dia 26 de Setembro de 2011, com o título "Technology, Business and Our way of Life: What's Next" [sic]. Fiquei particularmente interessado na história que você contou no final do seu discurso em torno da civilização Árabe/Muçulmana. Como um Assírio, não-Árabe, nativo do Médio Oriente cujos ancestrais remontam a 5,000 antes de Cristo, quero esclarecer alguns pontos que você fez nesta pequena história, e alertá-la para os perigos de ser involuntariamente atraída para a ideologia Arabista/Islamita, que tem como propósito assimilar todas as culturas e religiões para dentro da "pasta" Árabe/Islâmica.

Sei que você é uma mulher ocupada, mas por favor separe 10 minutos para ler o que se segue uma vez que é uma perspectiva que você dificilmente obterá em algum outro lugar. Irei responder aos pontos específicos que você levantou no seu discurso, e concluir com uma breve perspectiva desta ideologia Arabista/Islamita.

Os Árabes e os Muçulmanos apareceram na cena mundial em 630 A.D. quando os exércitos de Maomé começaram a conquistar o Médio Oriente. Temos que ser bastante claros em ver que isto foi uma conquista militar, e não uma iniciativa missionária, e que através do uso da força, autorizada por uma declaração de Jihad contra os infiéis, os Árabes/Muçulmanos foram capazes de converter e assimilar os não-Árabes para o seu grupo. Muito poucas comunidades indígenas sobreviveram a isto - maioritariamente Assírios, Judeus, Arménios e Coptas (do Egipto).

Havendo conquistado o Médio Oriente, os Árabes colocaram estas comunidades sob um sistema de governo com o nome de "Dhimmi" (ver o livro "Dhimmi", por Bat Ye'Or), onde estas comunidades tinham permissão para se governarem como uma minoria religiosa (Cristãos, Judeus, Zoroastristas). Estas comunidades tinham, no entanto,  que pagar um imposto (com o nome de Jizya em arábico) que era, para todos os efeitos, uma penalização por não serem Muçulmanos, e era normalmente 80% do rendimento em tempos de tolerância, e 150% em épocas de opressão. Esta imposto forçou muitas comunidades a converterem-se ao islão, tal como era suposto.
Você diz:

Os seus [dos Árabes/Muçulmanos] arquitectos construíram edifícios que desafiavam a gravidade.

Não sei bem do quê é que você está a falar, mas se por acaso você tem em mente as abóbodas e os arcos, a inovação fundamental arquitectónica de se usar a forma parabólica em vez da forma circular nestas estruturas foi feita pelos Assírios cerca de 1300 anos antes, tal como pode ser confirmado pelos registos arqueológicos.
Você diz:

Os seus matemáticos criaram a álgebra e os algorítmos que permitiriam mais tarde a construção de computadores, e a criação de criptografia.

As bases fundamentais da matemática moderna foram estabelecidas não centenas mas milhares de anos antes pelos Assírios e pelos Babilônios, que já conheciam o conceito do zero, já usavam o Teorema de Pitágoras e muitos outros desenvolvimentos expropriados pelos Árabes/Muçulmanos (ver "History of Babylonian Mathematics", Neugebauer).

Você diz:

Os seus médicos examinaram o corpo humano e descobriram novas curas para as doenças.

A maior parte destes médicos (99%) eram Assírios. Durante o 4ª, o 5ª e o 6ª séculos os Assírios começaram uma tradução sistemática do corpo de conhecimento Grego para o Assírio. Inicialmente eles concentraram-se nos trabalhos religiosos, mas rapidamente passaram para a ciência, a filosofia e a medicina. Sócrates, Platão, Aristóteles, Galeno e muitos outros foram traduzidos para o Assírio, e do Assírio para o Arábico.

Foram estas traduções Arábicas que os Mouros trouxeram para a Espanha, e que os Espanhóis traduziram para o latim e espalharam por toda a Europa, dando assim início ao Renascimento Europeu.

Por volta do século 6, os Assírios começaram a exportar de volta para Bizâncio os seus próprios trabalhos de ciência, filosofia e medicina. Na área da medicina, a família Assíria com o nome de Bakhteesho produziu 9 gerações de médicos, e fundaram a grande escola de medicina em Gundeshapur (Irão). Também na área da medicina, o livro de medicina centrado na oftalmologia escrito em 950 AD pelo Assírio Hunayn ibn-Ishaq foi a fonte autoritária do tópico até 1800 AD.

Na área da filosofia, o filósofo Assírio Job of Edessa desenvolveu uma teoria física para o universo (na língua Assíria) que rivalizou com a teoria de Aristóteles, e que buscou forma de substituir a matéria com forças (teoria que antecipou algumas ideias da mecânica quântica, tais como a criação e a destruição espontânea que ocorrem no vácuo quântico).

Uma das maiores realizações Assírias do 4ª século foi o estabelecimento da primeira universidade do mundo. A Escola de Nisibis, que tinha três departamentos, Teologia, filosofia e medicina, tornou-se num imã e centro de desenvolvimento intelectual no Médio Oriente. Os estatutos da Escola de Nisibis, que foram preservados, tornaram-se mais tarde no modelo sobre o qual a primeira universidade Italiana se baseou (ver "The Statutes of the School of Nisibis", por Arthur Voobus).

Quando os Árabes e o Islão varreram o Médio Oriente por volta de 630 AD, eles encontraram 600 anos de Civilização Cristã Assíria, com uma rica herança, uma cultura altamente desenvolvida e instituições de ensino avançados. Foi esta civilização que se tornou na base da civilização Árabe.

Você declara:

Os seus astrónomos olharam para os céus, deram nomes às estrelas, e pavimentaram o caminho para as viagens e para as explorações espaciais.

Isto é ligeiramente melodramático. Na verdade, os astrónomos dos quais você se refere não eram Árabes mas Caldeus e Babilónios (da parte que é hoje o Sul do Iraque), que há milénios eram conhecidos por serem astrónomos e astrólogos, e que foram Arabizados e Islamizados à força - tão rapidamente que por volta de 750 AD eles tinham desaparecido completamente.

Você declara:

Os seus escritores criaram milhares de histórias. Histórias de coragem, romance, e magia. Os seus poetas falaram de amor quando os outros estavam demasiado imersos no medo para falar de tais coisas.

Há muito pouco literatura na língua árabe que procede do período do qual você se refere (sendo o Alcorão a única obra de literatura significativa), enquanto que a produção literária dos Assírios e dos Judeus era enorme. O terceiro maior corpo de literatura Cristã, depois do Latim e do Grego, foi feita pelos Assírios na língua Assíria (também conhecida como "Siríaco"; ver aqui.)

Você declara:

Enquanto que as outras nações tinham receio das ideias, esta civilização prosperou por causa delas, e manteve-as vivas. Quando os censuradores ameaçaram apagar o  conhecimento das antigas civilizações, esta civilização manteve o conhecimento vivo e passou-o aos outros.

Este ponto que você levanta é muito importante, e é o cerno do que a civilização Árabe/Islâmica representa.

Eu revi um livro com o nome "How Greek Science Passed to the Arabs", onde o autor lista importantes tradutores e interpretadores da ciência Grega. Dos 22 estudiosos listados, 20 eram Assírios, 1 era Persa e 1 era Árabe. No final da minha revisão, declarei:

A conclusão saliente que pode ser feita do livro de O'Leary é que os Assírios desempenharam um papel significante na construção do mundo islâmico através do corpo de conhecimento dos Gregos. Se isto é assim, temos que perguntar o que foi que aconteceu com as comunidades Cristãs que fez com que elas perdessem todo este grande empreendimento intelectual que elas haviam estabelecido. O mesmo pode ser perguntado sobre os Árabes. Infelizmente, o livro de O'Leary não responde a esta pergunta, e como tal, temos que procurar respostas noutros sítios.

Eu não respondi a esta pergunta que coloquei na minha revisão porque não era o lugar próprio para a responder, mas a resposta é bastante clara.

A comunidade Assíria foi drenada da sua população através da conversão forçada para o islão (através da jizya), e mal a comunidade foi reduzida para abaixo dum limiar crítico, ela parou de produzir os grandes estudiosos que eram a força condutora da civilização islâmica. e foi aí que assim chamada "Idade de Ouro do Islão" chegou ao fim (por volta de 850 AD).

A própria religião islâmica foi significativamente moldada pelos Assírios e pelos Judeus (ver "Nestorian Influence on Islam" e "Hagarism: the Making of the Islamic World").

A civilização Árabe/Islâmica não é uma força de progresso mas sim força de retrocesso; ela não dá ímpeto, ela atrasa. A grande civilização que você descreve não era Árabe/Muçulmana mas sim uma civilização baseada nos avanços Assírios - avanços esses que foram expropriados e subsequentemente perdidos quando eles [os Muçulmanos] usaram as conversões forçadas para o islão como forma de drenar a fonte de vitalidade intelectual que impulsionou a tal civilização "Arabe/Islâmica".

Você declara:

E muito provavelmente podemos aprender uma lição do seu [Suleiman] exemplo: foi uma liderança baseada no mérito e não na herança. Foi uma liderança que aproveitou todo o potencial da população diversa que incluíam tradições Cristãs, Islâmicas e Judaicas.

Na verdade, os Otomanos eram extremamente opressivos em relação os não-Muçulmanos. Por exemplo, rapazes Cristãos eram levados à força das suas famílias - normalmente com idades dos 8 aos 10 -  e introduzidos os janízaros, (yeniceri em Turco) onde eles eram islamizados e forçados a combater do lado dos Otomanos.

Que empreendimentos artísticos e científicos podem ser atribuídas aos Otomanos? Podemos, por outro lado, apontar para o genocídio de 750,000 Assírios, 1,5 milhões de Arménios, e 400,000 Gregos durante a Primeira Grande Guerra sob o governo dos "Jovens turcos" Kemalistas. Esta é a verdadeira face do islão.

Os Árabes/Muçulmanos estão envolvidos numa campanha explícita de destruição e expropriação de culturas, comunidades, identidades e ideias. Sempre que a civilização Árabe/Muçulmana se depara com uma civilização não-Árabe/não-Muçulmana, ela tenta destruir (tal como as estátuas Budistas foram destruídas no Afeganistão, tal como Persépolis foi destruída pelo Ayotollah Khomeini). Este é um padrão que tem sido recorrente desde o advento do islão - há cerca de 1400 anos - e está amplamente confirmado pelos registos históricos.

Se a cultura "estrangeira" não pode ser destruída, ela é então expropriada, e os historiadores revisionistas alegam que era uma civilização Árabe, como aconteceu no seu discurso com a maior parte das realizações "Árabes". Por exemplo, os textos em torno da história dos Árabes no Médio Oriente ensinam que os Assírios eram Árabes, quando nenhum estudioso respeitável afirmaria tal coisa, e nenhum Assírio vivo o aceitaria.

Os Assírios estabeleceram-se inicialmente em Nínive (uma das maiores cidades Assírias) por volta de 5000 AC, o que é 5630 anos antes dos Árabes chegarem a essa área. A própria palavra "Árabe" é uma palavra Assíria que significa "Ocidental" (a primeira referência escrita foi feita pelo Rei Assírio Senaqueribe, onde ele fala de conquistar os  "ma'rabayeh" -- Ocidentais. Ver "The Might That Was Assyria", por H. W. F. Saggs).

Até nos Estados Unidos esta política de Arabização continua. No dia 27 de Outubro uma coligação de 7 organizações Assírias e Maronitas enviou uma carta carta oficial ao "Instituto Árabe Americano" pedindo-lhes que parassem de identificar os Assírios e os Maronitas como Árabes, coisa que eles faziam de um modo deliberado.

Existem minorias e nações que lutam para sobreviver no oceano Árabe/Muçulmano do Médio Oriente e em África (Assírios, Arménios, Coptas, Judeus, Sul-Sudaneses, Etíopes, Nigerianos....) e como tal temos que ser muito sensíveis para que, inadvertidamente e involuntariamente, ofereçamos o nosso apoio ao fascismo islâmico e ao imperialismo Árabe na sua tentativa de erradicar todas as outras culturas, religiões e civilizações.

Cabe a cada um de nós fazer o nosso trabalho de cada e a nossa pesquisa sempre que fazemos declarações e discursos sobre temas sensíveis.

Espero que esta informação lhe seja iluminadora. Para mais informação, refira-se aos links mais em baixo. Você pode-me contactar no email keepa@ninevehsoft.com para mais questões.

Obrigado pelas suas considerações.

Links:

Brief History of Assyrians | Assyrian International News Agency | Assyrian American National Federation  | Assyrian Academic Society | Zinda Magazine
Beth Suryoyo | Nineveh Online | World Maronite Union  | Maronite Research Council | World Lebanese Organization | Coptic Web
...........................

Entrevista ao autor do texto.

.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis