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sábado, 9 de agosto de 2014

Juízes ordenados a dar tratamento preferencial às mulheres

Foi dito aos juízes [Britânicos] que tratassem as criminosas de uma forma mais branda que os homens no momento em que eles vierem a estabelecer uma sentença. As novas directrizes declaram que as mulheres sofre "desvantagens" e que os tribunais "têm que levar estes assunto em conta".

As novas regras declaram que as criminosas normalmente têm uma má saúde mental ou têm pouca educação formal, não cometeram violência e têm crianças para cuidar. Segundo a "Equal Treatment Bench Book",

As experiências femininas como vitimas, testemunhas, e infractoras são, em muitos aspectos, diferentes das experiências masculinas. Estas diferenças ressalvam a importância dos sentenciadores terem estas coisas bem cientes quando estabelecem uma sentença.

A controversa sugestão veio do Conselho de Estudos Judiciários ("Judicial Studies Board"), que é responsável por treinar a judiciária. No passado, o conselho causou comoção ao sugerir que os Rastafaris têm crenças religiosas que os permite usar  canabis. Para além disso, o conselho tentou também banir dos tribunais palavras tais como "imigrante", "requerente de asilo", e até "Indiano Ocidental" alegando que são palavras ofensivas.

As últimas directrizes causaram também irritação, mas desta vez junto dos activistas que militam em prol das vítimas masculinas da violência doméstica. O "Bench Book" diz aos juízes que o problema "centra-se essencialmente na violência dos homens contra as mulheres", acrescentando ainda que "a realidade dos factos é que alguns dos incidentes físicos mais violentos são cometidos por homens contra as mulheres". O documento sugere ainda que os actos agressivos das mulheres contra os homens são "raros", afirmando também que "os homens e os parceiros em relações homossexuais podem também ser vítimas de violência".

No entanto, os activistas pelas vítimas masculinas da violência doméstica alegaram que os homens estão a ser tratados como cidadãos de segunda classe nestas novas directrizes. Eles ressalvam também uma análise aos números oficiais feitos pelo grupo "Parity", que concluiu na semana passada que 4 em cada 10 vítimas de violência doméstica são homens. Mark Brooks, do grupo ManKind, afirmou:

Para um documento que se centra na igualdade sexual, ele claramente deixa a impressão de que as vítimas masculinas são vistas como cidadãos de segunda classe quando, obviamente, todos deveriam ser vistos da mesma forma. É inaceitável que os homens, muitas vezes sofrendo em silêncio em casa, sejam exibidos como vítimas de segunda por parte daqueles que controlam o sistema legal. Admitir com má vontade que os homens podem também ser vítimas é varrer o problema para baixo do tapete, quando os próprios números do governo mostram que anualmente centenas de milhares de homens sofrem.

O estudo feito pelo grupo "Parity" baseia-se nas estatísticas do "Home Office" e da "British Crime Survey", as medidas criminais mais fiáveis por parte de Whitehall. O grupo disse que a proporção média de vítimas de violência doméstica do sexo masculino tem sido de 40%.

As directrizes actualizadas em torno da forma como as criminosas devem ser sentenciadas foi distribuída em Abril último na secção da "igualdade de género" [sic], e elas dizem:

As mulheres permanecem em desvantagem em muitas áreas públicas e privadas das suas vidas: elas estão sub-representadas na judiciária, no Parlamento, e em cargos de chefia um pouco por todos os empregos; e ainda existem diferenças salariais substanciais entre os homens e as mulheres.

Em relação às mulheres acusadas de crimes, o documento-directriz cita a Juíza Baronesa Hale, a única mulher entre os 11 do Tribunal Supremo, que se descreve como "ligeiramente feminista":

Actualmente é amplamente reconhecido que uma concepção de igualdade mal orientada resultou num tratamento desigual para as mulheres e para as raparigas.

As regras foram preparadas por uma equipa liderada pela juiza Dama Laura Cox, que escreveu:

Dificilmente pode ser considerado revolucionário o facto dos juízes terem que saber dos assuntos fulcrais para as vidas daqueles que se fazem presentes nos tribunais, e buscar formas de gerar juízes com esse conhecimento.

Fonte:  http://bit.ly/bwGZJD

* * * * * * *

Duas feministas colocadas em lugares-chave exercem o seu poder para perverter o normal curso da justiça (que deveria ser cega) de modo a que pessoas com uma configuração genética específica (XX) sejam tratadas de uma forma mais privilegiada do que pessoas com outra configuração genética (XY). Imagine-se a comoção que seria se um tribunal Europeu usasse outra configuração genética imutável (a quantidade de melanina na pele) para favorecer um grupo de pessoas acima de outras. Sem dúvida, e justificadamente, esse sistema legal seria acusado de preconceituoso e discriminador.

Mas então, porque é que um país Europeu, ou qualquer país, considera justo tratar melhor pessoas com uma configuração genética em detrimento das outras? O que há de tão especial no cromossoma XX que faça com que os crimes levados a cabo por pessoas com esse alinhamento genético vejam os seus crimes punidos com penas mais leves?

Este texto revela-nos um pouco mais da mentalidade por trás do "Equal Treatment Bench Book".


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terça-feira, 11 de março de 2014

Os 10 Mitos Feministas Mais Comuns

Fonte [*]

1. Uma em cada quatro mulheres na universidade foram vitimas de estupro ou de tentativa de estupro.

Fato: A mãe de todos os factóides é baseada em um estudo feminista falacioso encomendado pela Ms. magazine. A pesquisadora, Mary Koss, escolhida a dedo pela feminista radical Gloria Steinem, reconhece que 73% das mulheres jovens que ela contou como vítimas de estupro não tinham conhecimento que haviam sido estupradas. 43% por cento delas estavam namorando seu “agressor” novamente.

Estupro é um crime exclusivamente horrível. É por isso que precisamos de sobriedade e responsabilidade na pesquisa. As mulheres não serão ajudadas por hipérboles e histeria. A verdade não é inimiga da compaixão, e a falsidade não é amiga.

(Nara Schoenberg and Sam Roe, “The Making of an Epidemic,” Toledo Blade, October 10, 1993; and Neil Gilbert, “Examining the Facts: Advocacy Research Overstates the Incidence of Data and Acquaintance Rape,” Current Controversies in Family Violence eds. Richard Gelles and Donileen Loseke, Newbury Park, CA.: Sage Publications, 1993, pp.120-132; and Campus Crime and Security, Washington, D.C.: U.S. Department of Education, 1997. *According to this study, campus police reported 1,310 forcible sex offenses on U.S. campuses in one year. That works out to an average of fewer than one rape per campus.)

2. Mito: As mulheres ganham 75 centavos para cada dólar que um homem ganha.

Fato: A idéia dos 75 centavos é terrivelmente enganosa. Esta estatística é uma breve estimativa de todos os atuais trabalhadores de tempo integral. Ela não considera fatores importantes, como período de tempo no local de trabalho, educação, ocupação e número de horas trabalhadas por semana. (A diferença de experiência é particularmente grande entre homens e mulheres mais velhos no local de trabalho.) Quando os economistas fazem o controle adequado, a chamada ‘diferença salarial’ entre homens e mulheres se estreita a ponto de desaparecer.

(Essential reading: Women’s Figures: An Illustrated Guide to the Economic Progress of Women in America, by Diana Furchtgott-Roth and Christine Stolba, published by the Independent Women’s Forum and the American Enterprise Institute, Washington, D.C. 2000.)

3. Mito: 30% dos atendimentos de emergência por ano a mulheres são o resultado de lesões causadas por violência doméstica.

Fato: Esta estatística alarmante é promovida pelas feministas radicais, cujo principal objetivo parece ser impugnar os homens. Dois estudos governamentais confiáveis informam que essa situação de âmbito nacional está mais perto de 1%. Embora estes estudos possam ter omitido alguns casos de violência doméstica, a porcentagem de 30% é um grande exagero.

(National Center for Health Statistics, National Hospital Ambulatory Medical Care Survey: 1992 Emergency Department Summary , Hyattsville, Maryland, March 1997; and U.S. Bureau of Justice Statistics, Violence-Related Injuries Treated in Hospital Emergency Departments: Washington, D.C., August 1997.)

4. Mito: A “regra do polegar”[1] se originou no direito de um homem bater em sua esposa, desde que a largura do porrete não fosse maior do que o seu polegar.


Fato: Isso é uma lenda urbana que ainda é levada a sério por ativistas [professores de direito e palestrantes de seminários sobre assédio sexual]. O Dicionário Oxford de Inglês tem mais de vinte citações de “regra do polegar” (o mais antigo de 1692), e nenhuma única menção de espancamentos, porretes, ou esposas e maridos.

(For a definitive debunking of the hoax see Henry Ansgar Kelly, “Rule of Thumb and the Folklaw of the Husband’s Stick,” The Journal of Legal Education, September 1994.)

5. Mito: As mulheres têm sido enganadas em pesquisas médicas.

Fato: O Instituto Nacional de Saúde (NIH) e as indústrias farmacêuticas rotineiramente incluem as mulheres em ensaios clínicos de testes para a eficácia de medicamentos. Em 1979, mais de 90% de todos os testes financiados pelo NIH incluía mulheres. No início de 1985, quando o Centro Nacional de Câncer do NIH começou a manter um controle financeiro sobre os gastos com o câncer, soube-se que foi gasto anualmente mais dinheiro com o câncer de mama do que com qualquer outro tipo de câncer. Atualmente, a temática ‘mulheres’ representa mais de 60% de todos os ensaios clínicos financiados pelo NIH.

(Essential reading: Cathy Young and Sally Satel, “The Myth of Gender Bias in Medicine,” Washington, D.C.: The Women’s Freedom Network, 1997.)

6. Mito: Garotas têm sido prejudicadas nas nossas escolas devido ao preconceito de gênero.

Fato: Nenhuma pessoa imparcial pode rever os dados sobre educação e concluir que as meninas estão em desvantagem. Os meninos estão um pouco à frente das meninas em matemática e ciências; meninas estão dramaticamente à frente na leitura e escrita. (A escrita de garotos de 17 anos está no mesmo nível que a das garotas de 14 anos.) Garotas tiram melhores notas, mas os meninos têm aspirações mais altas, e eles são mais propensos a ir para a faculdade.

(See: Trends in Educational Equity of Girls & Women, Washington, D. C.: U.S. Department of Education, June 2000.)

7. Mito: “Nossas escolas são campos de treinamento do assédio sexual (...) os meninos raramente são punidos, enquanto as meninas são ensinadas que é o seu papel de tolerar esta conduta humilhante”

(National Organization of Women, “Issue Report: Sexual Harassment,” April 1998.)

Fato: “Hostile Hallways” é o estudo mais conhecido de assédio nas classes da 8ª série até as da 3ª série do ensino médio. Foi encomendado pela Associação Americana de Mulheres Universitárias (AAUW) em 1993, e é o favorito de muitos especialistas em assédio sexual. Mas esta pesquisa revelou que as meninas estão cometendo quase tanto assédio quanto os meninos. Segundo o estudo, “85% das meninas e 76 % dos meninos entrevistados disseram que experimentaram indesejados e desagradáveis comportamentos sexuais que interferem em suas vidas.”

(Quatro estudiosos da Universidade de Michigan fizeram um estudo complementar meticuloso dos dados da AAUW e concluíram: “A maioria de ambos os sexos (53%) se descreveram como tendo sido vítima e autor de assédio - ou seja, a maioria dos alunos tinha sido assediado e estiveram assediando outros.” E estes pesquisadores chegaram à conclusão certa: “Nossos resultados nos levaram a questionar o modelo simplório de agressor-vítima...”)

(See: American Education Research Journal, Summer 1996.)

8. Mito: As meninas sofrem uma perda dramática de auto-estima durante a adolescência.

Fato: Este mito da Incrível Menina que Encolheu[2] foi iniciado por Carol Gilligan, professora de estudos de gênero na Harvard Graduate School of Education. Gilligan sempre gozou de maior prestígio entre as ativistas feministas e jornalistas do que entre os pesquisadores acadêmicos em psicologia. Estudiosos que seguem os protocolos da ciência social rejeitam a realidade de uma “crise” de confiança na adolescente e uma “perda da voz”. Em 1993, uma psicóloga americana relatou o novo consenso entre os pesquisadores no desenvolvimento do adolescente: “Sabe-se agora que a maioria dos adolescentes de ambos os sexos adaptam-se com sucesso a este período de desenvolvimento, sem qualquer distúrbio psicológico ou emocional grande e desenvolvem um senso positivo de identidade pessoal.”

(Anne C. Petersen et al. “Depression in Adolescence,” American Psychologist February 1993; see also, Daniel Offer, and Kimberly Schonert-Reichl, “Debunking the Myths of Adolescence: Findings from Recent Research,” Journal of the American Academy of Child and Adolescent Psychiatry, November 1992.)

9. Mito: O gênero é uma construção social.

Fato: Embora o ambiente e a socialização desempenhem um papel significativo na vida humana, um volume cada vez maior de pesquisas em neurociência, endocrinologia e psicologia nos últimos 40 anos sugere que há uma base biológica para as diferenças sexuais em muitas aptidões e preferências. Em geral, os machos têm melhor capacidade de raciocínio espacial; fêmeas melhores habilidades verbais. Os machos assumem mais riscos; fêmeas são mais carinhosas.

É óbvio que isso não significa que as mulheres devem ser impedidas de buscar seus objetivos em qualquer área que escolher; o que ela sugere é que não devemos esperar que haja paridade em todos os campos. Mais mulheres do que homens continuarão a querer ficar em casa com crianças pequenas e seguir carreiras em áreas como educação infantil ou psicologia; homens continuarão a ser maioria em áreas como mecânica de helicóptero e de engenharia hidráulica.

Aviso: A maioria dos estudiosos de gênero em nossas universidades têm títulos acadêmicos em áreas como Inglês ou literatura comparativa e não em biologia ou neurociência. Estes peritos auto-intitulados em sexualidade são cientificamente analfabetos. Eles substituem o estudo fundamentado por dogmas e propaganda.

(For a review of recent findings on sex differences see a special issue of The Scientific American “Men: The Scientific Truth,” Fall 2000.)

10. Mito: O Departamento de Estudos Feministas deu poder e voz às mulheres na academia.

Fato: O Departamento de Estudos Feministas delegou poderes a um pequeno grupo de carreiristas unidas por convicções comuns. Elas criaram um ‘Clube da Luluzinha’ mais elitista, inflexível e fechado que qualquer grupo masculino que elas criticam intensamente. Um grande número de mulheres acadêmicas [moderadas ou dissidentes] tem sido marginalizadas, excluídas e silenciadas.

(Essential reading: everything by Camille Paglia; Daphne Patai and Noretta Koertge–Professing Feminism: Cautionary Tales from the Strange World of Women’s Studies; and Christina Hoff Sommers–Who Stole Feminism? How Women have Betrayed Women)

[*] Tradução revisada a partir do texto original em inglês disponível aqui
[1] “Regra do polegar” é uma tradução literal da expressão idiomática “Rule of Thumb” que significa tomar uma decisão baseada no empirismo, prática e/ou experiência própria ao invés de se adotar métodos respaldados pela ciência ou baseados em alguma teoria.
[2] Carol Gilligan causou uma histeria generalizada quando espalhou sem qualquer evidência plausível que as meninas americanas estavam sendo psicologicamente esgotadas, socialmente “silenciadas” e academicamente “enganadas”.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Lésbicas violentas

O governo escocês publicou os números policiais mais recentes em torno da violência doméstica através do país, onde se verificou que a violência doméstica entre os homoeróticos subiu mais do que a violências doméstica entre os casais.

Uma análise aos 60,080 incidentes de violência doméstica ocorridos na Escócia revelam um aumento do número de vítimas masculinas com uma mulher como agressora bem como um aumento de violência doméstica entre as lésbicas e os homens homossexuais.

Foram reportados à polícia 6.9% mais incidentes de abuso doméstico entre as duplas lésbicas, e um aumento de 1.21% entre os homens homossexuais. De modo geral, houve um aumento de 0.5%.

Os casais são 2.3% de todos os relatórios em torno da violência doméstica. Uma estatística recente da Office of National Statistics apurou que 1.5% da população do Reino Unido identifica-se como sodomita, lésbica ou bissexual. Shona Robison, a ministra escocesa para a Igualdade disse:

Ninguém pode colocar em causa o nosso compromisso de acabar com a violência doméstica. Estes incidentes de violência doméstica continuam bastante elevados e os avanços na tecnologia criaram novos meios através dos quais algumas pessoas podem abusar e explorar os outros. 

É precisamente por isso que estamos a desenvolver esforços para ajudar as vítimas de tais ataques, e estamos a disponibilizar apoio financeiro considerável para ajudar as vítimas e impedir que o abuso ocorra.

Estamos a desenvolver uma nova estratégia para lidar com a Violência contra a Mulher na Escócia, e saúdo a resposta proactiva e decidida contra a violência doméstica por parte da Polícia Escocesa, que têm feito da violência doméstica e da violação duas das suas três prioridades.


* * * * * * *
Estranho que a "ministra da igualdade" (tacho) tenha falado na violência contra a mulher sem dizer que 1) a violência contra os homens aumentou e 2) a violência contra a mulher feita por outras mulheres também aumentou. Mas essa narrativa não se enquadra na lógica esquerdista, e como tal, esses dados têm que ser colocados de lado.
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