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domingo, 18 de maio de 2014

A vida duma criança com duas "mães"


Dito de forma simples, crescer com pais homossexuais foi muito difícil para mim, e não devido ao preconceito dos vizinhos. ... Quando a tua casa é tão drasticamente diferente das casas à tua volta, e duma forma fundamental que incide nas relações físicas básicas, tu cresces duma forma estranha. Não tenho qualquer tipo de desordem mental ou qualquer problema biológico; eu apenas cresci numa casa tão fora do comum que eu estava destinado a crescer como um pária social.

Robert Lopez
Os meus semelhantes aprenderam as regras de conduta implícitas e a linguagem corporal dentro das suas casas; eles entenderam o que era apropriado em certas situações e o que não era; eles aprenderam tanto os mecanismos sociais tradicionais masculinos como os femininos. Mesmo que os pais dos meus pares se tivessem divorciado, e muitos tinham, mesmo assim eles cresceram a observar modelos sociais masculinos e femininos. Eles aprenderam, de forma típica, como ser corajoso e inabalável por parte das figuras masculinas, e como escrever cartões de agradecimento e ser sensível por parte das figuras femininas.

Claro que isto são estereótipos, mas eles são úteis quando inevitavelmente se abandona o conforto do casa-reboque da mãe lésbica, e se tem que trabalhar para sobreviver num mundo onde toda as pessoas pensam duma forma estereotipada - até os homossexuais.

Eu nunca tive uma figura masculina a quem seguir, e a minha mãe bem como a sua parceira eram ambas totalmente diferentes dos pais tradicionais ou das mães tradicionais. Como resultado, eu tive muito poucas dicas sociais reconhecíveis a oferecer aos potenciais amigos e às potenciais amigas visto que eu nem era confiante nem sensível aos outros.

Sem surpresa alguma, eu raramente fazia amigos, e facilmente alienava os outros. Os homossexuais que crescem em casas com pais heterossexuais podem ter problemas com a sua orientação sexual, mas no que toca ao vasto universo social de adaptações não relacionadas com a sexualidade - como agir, como falar, como se comportar - eles têm a vantagem de aprender em casa. Muitos homossexuais não se apercebem da bênção que é ser criado numa família tradicional.

A minha casa não era tradicional e nem convencional. Devido a isso, eu sofri de formas que é difícil para os psicólogos classificar. Tanto nervoso mas frontal, mais tarde eu seria considerado estranho mesmo aos olhos dos homossexuais e bissexuais adultos que tinham pouca paciência para alguém como eu. Eu era demasiado estranho para eles, como o era para os heterossexuais.

A vida é difícil quando se é estranho. Mesmo agora, eu tenho muito poucos amigos e frequentemente sinto-me como se não entendesse as pessoas devido as dicas sexuais não-mencionadas que todas as pessoas à minha volta, mesmo os homossexuais criados em lares tradicionais, tomam por certo. Embora eu seja trabalhador e seja uma pessoa que aprende depressa, tenho problemas dentro dos ambientes profissionais porque os colegas de trabalho acham que eu sou bizarro.

Em termos de sexualidade, os homossexuais que cresceram em lares tradicionais beneficiaram do facto de pelo menos observarem alguns rituais de cortejamento à sua volta. Eu não sabia como me tornar mais atraente para as raparigas. Sempre que saia da casa-reboque da minha mãe, eu era imediatamente classificado como um pária devido aos meus maneirismos femininos, roupas estranhas, pronúncia defeituosa, e estranheza. Sem surpresa alguma, eu acabei a escola secundária sendo ainda virgem, nucna tendo tido uma namorada, e em vez disso, tendo ido a 4 bailes de formatura como um amigo próximo contador de piadas que apenas queria alguém que lhe ajudasse a obter uma limusine.

Quando entrei para a universidade, eu rapidamente activei os detectores de homossexuais (inglês: "gaydar") de todos, e o grupo lgbt da faculdade rapidamente caiu sobre mim, afirmando que estavam 100% certos que eu era homossexual. Quando eu me assumi como bissexual, eles disseram que eu estava a mentir e que eu apenas ainda não estava pronto para me assumir como homossexual.

O SUBMUNDO HOMOSSEXUAL

Assustado e traumatizado com a morte da minha mãe, deixei a faculdade em 1990 e caí no que só pode ser classificado de submundo homossexual. Coisas terríveis aconteceram comigo por lá.

Só quando tinha 28 anos é que subitamente dei por mim numa relação com uma mulher... Eu identifico-me como bissexual porqur seriam necessárias várias novelas para explicar o porque de ter acabado como "heterossexual" depois de quase 30 anos como homem homossexual. Não tenho vontade de lidar com activistas homossexuais a investigar-me da mesma forma que eles se envolvem e missões de "busca-e-destruição" contra os ex-homossexuais, "enrustidos", ou "homocons" [conservadores homossexuais].

Mark Regnerus
Embora eu tenha uma biografia particularmente relevante para os assuntos homossexuais, a primeira pessoa a entrar em contacto comigo, agradecendo-me por partilhar a minha perspectiva dos assuntos lgbt, foi Mark Regnerus num email com a data do dia 17 de Julho de 2012. Eu não fiz parte do seu estudo gigantesco, mas ele reparou num comentário que eu deixei num site em torno do estudo, e tomou a iniciativa de dar início a correspondência por email.

Já vivi 41 anos e ninguém - muito menos os activistas homossexuais - quis falar comigo de forma honesta acerca dos complicados tópicos homossexuais da minha vida. Só por esta razão, Mark Regnerus merece créditos - e a comunidade homossexual deveria agradecê-lo em vez de tentar silenciá-lo.

O estudo de Regnerus identificou 248 adultos que haviam sido educados por duplas homossexuais. Levados a dar uma resposta franca com a vantagem de já serem adultos, eles deram testemunhos pouco favoráveis em favor da agenda da igualdade do casamento [sic] homossexual. No entanto, os resultados tem o apoio duma coisa importante na vida chamada de senso comum: crescer duma forma diferente das outras pessoas é complicado e as dificuldades aumentam o risco da criança desenvolver desajustes  ou o risco de se auto-medicar com álcool e outros comportamentos perigosos. Sem dúvida que cada uma das 248 histórias humanas tinha muitas complexidades.

Tal como a minha história, a história destas 248 pessoas merece ser contada. O movimento homossexual está a fazer de tudo para que ninguém oiça estas histórias, mas eu preocupo-me mais com as histórias do que com os números (especialmente como professor de Inglês), e, sem ser a sua vontade, Regnerus deparou-se com uma narrativa preciosa como uma arca de tesouro.

Porquê, então, o código de silêncio por parte dos lideres lgbt? De onde me encontro, só posso especular. Valorizo muito a memória da minha mãe, mas não poupo palavras quando descrevo o quão duro foi crescer num lar homossexual. Estudos prévios examinaram crianças que ainda viviam com os seus pais [sic] homossexuais, e desde logo, eles não eram livres para falar, governados que estavam (tal como todas as crianças) por sentimentos de piedade paterna, culpa e medo de perder as suas mesadas. Por tentar falar de forma honesta, eu fui literalmente reprimido durante décadas.

SEXO DOENTIO LEVA A DOENÇAS

Especialmente prejudicial é a atitude liberal [esquerdista] de que não deveríamos fazer juízos de valor em relação ao sexo. No mundo homossexual de Bronx, eu limpei apartamentos suficientes de homens que morreram de SIDA para entender que resistir a tentação sexual é central para qualquer tipo de sociedade humana. O sexo pode ser prejudicial não só devido às infecções médicas, mas também porque nos deixa mais vulneráveis e mais susceptíveis de prendermo-nos emocionalmente a pessoas que não nos amam, de chorar aqueles que nos deixam, e de não saber como fugir daqueles que precisam de nós mas que nós não amamos. A esquerda política não entende nada sobre isto. É por isso que eu sou conservador.

As nossas crianças não chegam até nós com uma ficha limpa de imunidade legal. Embora eu seja bissexual, eu não posso lançar fora a mãe da minha criança como se ela fosse um incubadora usada. Eu tive que ajudar a minha esposa durante as dificuldades da gravidez e durante as dificuldades da depressão pós-parto. Quando ela batalha contra a discriminação contra as mães ou contra as mulheres nos locais de trabalho sexistas, eu tenho que ser paciente e escutar. Eu tenho que satisfazer as suas necessidades sexuais.

Mal eu passei  ser um pai, eu coloquei de lado o meu passado homossexual e fiz um compromisso de nunca me divorciar da minha esposa ou tomar outra pessoa - homem ou mulher - até morrer. Escolhi esse compromisso como forma de proteger a minha criança de lidar com drama prejudicial, até mesmo quando crescem e passam a ser adultos. Quando se é um pai, as questões éticas giram em volta da criança, e nós colocamos o nosso interesse próprio fora dos nossos planos . . . . para sempre.

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O facto dos líderes lgbt quererem censurar as pessoas que revelam a verdadeira natureza dos relacionamentos homoeróticos diz muito sobre a sua verdadeira agenda. Nenhuma ideologia do lado da verdade teme a livre circulação de informação.
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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Fazer sexo em escolas públicas não é motivo para se perder o emprego de professor.....

....desde que se faça parte de um dos "grupos protegidos" da esquerda militante.

Um painel de apelação composto por 5 membros (2 homens e 3 mulheres) determinou que é permitido aos professores terem relações sexuais nas salas de aulas sem que percam o seu emprego. Têm é que ser homossexuais. Os juízes da "Manhattan Appellate Division" ordenaram a "James Madison High School" que voltasse a aceitar as professoras lésbicas que foram despedidas depois do porteiro as ter encontrado em actividade sexual numa das salas de aulas enquanto lá fora decorria um evento escolar.

A professora de Francês Cindy Mauro, de 38 anos, e a professora de Espanhol Alini Brito, 34 anos, foram a um bar depois de terem estado na escola, e regressaram mais tarde para presenciarem a competição de voz que decorreu em Janeiro de 2011. Elas abandonaram o evento e foram para a sala 337 onde foram encontradas pelo porteiro envolvidas numa actividade sexual. Ambas estavam nuas da cintura para cima.

A escola despediu as duas, mas ambas tinham "tenure". As professoras negaram algum tipo de transgressão (afirmando que Alini precisava de algo para comer como forma de estabilizar o açucar no sangu) e processaram a escola.

Na Quinta-Feira o painel determinou que, "a penalização de término do seu emprego é chocantemente desproporcional à sua má conduta". Eles acrescentaram ainda que as professoras havia ido mais além do que as exigências da sua profissão ao tomarem parte do evento escolar, algo que "não era exigido a elas". O advogado Michael Valentine disse que, "Ambas são boas no que fazem".

A decisão legal foi assinado pelos juízes Richard Andrias, Leland DeGrasse, Helen Freedman, Judith Gische, e Angela Mazzarelli.

Bill Donohue, da Liga Católica, disse que a falta de cobertua mediática em relação a esta história com 3 anos revelou um óbvio padrão duplo:

Se dois padres tivessem sido encontrados envolvidos em actividade sexual numa sala de aula, e tivessem recebido "luz verde" por parte das autoridades católicas, isso seria a notícia mais mediática do momento, recebendo cobertura nacional. No entanto, esta história quase que nem passa o nível duma história local visto que as mulheres eram lésbicas, professoras numa escola pública, tinham obtido "tenure", condições que representam um "trio".

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Ficamos a saber portanto que os homossexualistas (lésbicas e sodomitas) têm permissão para se envolverem em actividade sexual dentro das escolas públicas, mas os heterossexuais não (e nem querem).

Isto demonstra mais uma vez que quando se pertence a um "grupo oprimido", tudo é permitido. 

Homossexuais, mulheres, minorias étnicas e minorias religiosas têm um estatuto mais valioso dentro da agenda esquerdista, e como tal, as suas más acções têm que ser analisadas à luz dos "anos de opressão histórica". Para um esquerdista o certo e o errado tem que ser analisados à luz da sua utilidade pragmática para o avanço da sua ideologia.





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segunda-feira, 31 de março de 2014

A Revolução Sexual Sombria – A Pressão Para Legalizar a Pedofilia


Não há nenhuma lei contra ser um pedófilo. Legalmente você pode ter um interesse sexual em crianças. A ilegalidade está em colocar esse interesse em prática. Mas isso vai mudar.

As Origens do Movimento Pró-Pedofilia

O movimento pró-pedofilia moderno tem suas raízes no trabalho controverso de Alfred Kinsey. O livro de Kinsey publicado em 1953, Sexual Behavior in the Human Male, tem sido uma fonte essencial para esse movimento. Kinsey coletou dados de pedófilos, incluindo do ex-comandante nazista Dr. Fritz von Balluseck, que ofereceu a suas vítimas uma escolha: estupro ou a câmara de gás. Com a “pesquisa” do Dr. Balluseck, e a informação vinda de outros pedófilos, Kinsey mapeou a frequência e duração dos orgasmos de crianças e bebês. Ele constatou que crianças e bebês reagiram com “convulsões violentas do corpo inteiro; respiração intensa, gemidos, soluços, ou muitos gritos violentos, as vezes com uma abundância de lágrimas (especialmente entre as crianças pequenas).” Foi assim que ele mediu os orgasmos.

De acordo com Janice Shaw Crouse,

Cinco dessas crianças e bebês foram cobaias por meses ou anos, e é provado que maioria dos “testes” ocorreu quando elas estavam amarradas ou sendo imobilizadas. Não há evidência que o instituto deu continuidade no acompanhamento para constatar se eles foram afetados adversamente como resultado desse abuso/experimento sexual. Nós sabemos que hoje muitos dos adultos que serviram de cobaia recusam-se a discutir sobre a pesquisa de Kinsey; 50 anos mais tarde, eles nem mesmo desejam falar sobre as experiências horríveis.

Kinsey concluiu que bebês com 2 meses de idade “obtém um prazer venéreo definitivo” com a estimulação sexual e que crianças precisam transar umas com as outras, e com adultos.

De 1948 a 1972, a pedofilia e o homossexualismo eram considerados parafilias pela American Psychiatric Association (APA). Uma parafilia é um termo usado para “descrever uma família de persistentes fantasias intensas, impulsos aberrantes ou comportamentos envolvendo excitação sexual por objetos não-humanos, dor ou humilhações experimentadas por alguém ou pelo parceiro sexual desse alguém, criança ou sem o consentimento do outro indivíduo, ou parceiro sexual inadequado.” Em 1973, a APA removeu o homossexualismo do Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders e a agenda “gay” explodiu no mainstream.

Engenhosamente escondido dentro dessa agenda está a sub-agenda para legalizar a pedofilia. A “1972 Gay Rights Platform in the United States” reivindicava pela “revogação de todas as leis regulamentando a idade de consentimento sexual.” Essa plataforma foi aprovada pelo esquerdista candidato a presidência [pelo partido dos Democratas] George McGovern, que mandou um telegrama de apoio. Haviam outras organizações homossexuais, como a Canadian Lesbian and Gay Rights Coalition e a Gay Alliance Towards Equality, que também se opunham as leis de consentimento de idade. O apoio deles a causa desapareceria em 1977.

Houve diversos eventos em 1977 no qual a pedofilia brilhou sob os holofotes. Um jornal de Toronto para homossexuais, The Body Politic, publicou uma história chamada “Men Loving Boys Loving Men.” Essa publicação resultou em uma batida policial aos seus escritórios.

Além disso, em um intervalo de semanas, Judianne Densen-Gerber, diretora do New York’s Odyssey House, uma instalação para o tratamento da dependência química e Anita Bryant do Save Our Children iniciaram campanhas separadas denunciando gays por molestar crianças e por envolvimento com pornografia infantil.

E a polícia em Revere, MA, fez uma incursão a casa onde foi descoberto que meninos foram aliciados com cerveja e maconha pelos homens da casa, que os incentivaram a descansar sem suas camisas. Eventualmente, os meninos eram incentivados a ter relações sexuais uns com os outros, e com os homens da casa. A súbita batida policial resultou em 24 acusações e na cobertura massiva da mídia. Um membro da mídia fez objeções  a incursão.

Um jornal homossexual extinto da região, com sede em Boston o Fag Rag pensou que as incursões foram motivadas por políticos e decidiu revidar. Eles formaram o comitê Boston-Boise, nomeado por causa de um incidente parecido ocorrido em Boise na década de 1950. Essa campanha foi um sucesso e o promotor público de acusação não foi reeleito. O novo promotor público disse que nenhum homem deve temer a prisão por ter feito sexo com um adolescente. Todas as acusações foram retiradas. O grupo Boston-Boise deu origem ao North American Man Boy Love Association (NAMBLA). Se tornando rapidamente uma pária.

A Ascensão e Queda da NAMBLA

Em 1979, a conferência que organizou a primeira parada gay em Washington incluiu “direitos plenos para a juventude gay, incluindo a revisão nas leis da idade de consentimento” como uma de suas cinco demandas. Um contingente de lésbicas no National Coordinating Commitee derrubou a demanda e a substituiu por outra: “Proteger a juventude lésbica e gay de quaisquer leis usadas para discriminar, oprimir, e/ou irritá-los em suas casas, escolas, trabalho e atividades sociais.” Parece que essas mulheres não queriam ser associadas com o movimento pró-pedofilia.

Em 1980, outro grupo lésbico chamado Lesbian Caucus – O Lesbian & Gay Pride March Committee recomendou que as mulheres se desvinculassem da New York City Gay Pride March. Elas sentiram que esta estava aparelhada por membros e simpatizantes da NAMBLA. Um ano mais tarde a organização gay da Cornell University, a Gay PAC (Gay People At Cornell), declinou um convite de David Thorstad, fundador da NAMBLA. Ele seria o orador principal no May Gay Festival. Daí em diante, os grupos de ativismo gay aproveitariam toda a oportunidade que tivessem para boicotar a NAMBLA de participar de paradas gays. Isso motivou um líder do ativismo gay, Harry Hay, a carregar um cartaz com os dizeres “A NAMBLA caminha comigo” na parada gay de 1986 em Los Angeles.

Por causa das acusações que receberam, rotulando-os de molestadores de crianças e de aliciar adolescentes para uma vida homosexual, os ativistas gays se distanciaram da NAMBLA e deram um fim a atitude inclusive radical dos anos iniciais do movimento. O apoio a NAMBLA desapareceu. No entanto, um grupo de ativistas homossexuais continuou a permitir a NAMBLA como membro, e isso lhes custou uma posição poderosa.

Em 1993 a ONU conferiu status consultivo para a International Lesbian and Gay Association (ILGA). A ILGA incluiu a NAMBLA como associado. No início de 1993, a ILGA queria que todos os seus membros tratassem todas as minorias sexuais com respeito. Eles escrevem, “O reconhecimento dos pedófilos como uma distinta ‘minoria sexual’ é a demanda fundamental para os defensores do sexo entre homens e crianças. Fazendo reivindicações como uma ‘minoria,’ pederastas podem seguir essencialmente os passos dos ativistas homossexuais e reivindicar mudanças legais e sociais para garantir seus ‘direitos.’” A nomeação concedida pela ONU foi reprovada pelos Estados Unidos. O senador Jesse Helms elaborou a legislação retendo 119 milhões de dólares em contribuições para a ONU até o então presidente Bill Clinton se certificar que “nenhuma agência da ONU concede status oficial, credenciamento ou reconhecimento de qualquer organização que promove, tolera ou reinvidica a legalização da pedofilia, ou seja, o abuso sexual de crianças.” Nenhum senador se opôs ao projeto de lei e Bill Clinton assinou a lei em abril de 1994. Mesmo que a ILGA tenha aprovado uma resolução declarando que “os jovens têm o direito de auto-determinação sexual e social,” eles ainda votaram para remover a NAMBLA da organização. A ILGA afirmou que a iniciativa se deu porque foi decidido que a NAMBLA tem “objetivo predominante de apoiar ou promover a pedofilia.” Como eles não perceberam essa posição antes é um fato desconhecido e inacreditável. A ONU voltou atrás em sua decisão de conceder o status consultivo a ILGA, e recusou-se a conceder-lhes [tal título] desde então.

A NAMBLA continuou a levar uma surra na década de 1990. Em 1994, a Gay and Lesbian Alliance Against Defamation (GLAAD), disse que “Lamenta os objetivos da North American Man Boy Love Association” Também em 94, o Board of Directors of the National Gay and Lesbian Task Force afirmou que: A NGLTF condena os objetivos organizacionais da NAMBLA.”

A NAMBLA esteve envolvida em uma série de casos civis e criminais na década de 1990 e início de 2000, o mais controverso sendo [o caso] Curley vs NAMBLA. Em 2000, os pais de Jeffrey Curley, Robert e Barbara Curley, processaram a NAMBLA pela morte de seu filho. Salvatore Sicari e Charlie Jaynes levaram Jeffery a Biblioteca Pública de Boston, onde os dois homens acessaram o site da NAMBLA. Jaynes mais tarde tentou abusar sexualmente de Jeffery, que reagiu. Por ter reagido, ele foi amordaçado com um pano embebido de gasolina e depois morto. Jaynes então abusou sexualmente do cadáver do menino. De acordo com o processo:

Jaynes e Sicari “perseguiram Jeffrey Curley... torturam, assassinaram e mutilaram [seu] corpo em 1 outubro de 1997. Após a informação e imediata  convicção antes do referido ato de Charles Jaynes ter acessado o site da NAMBLA na Biblioteca Pública de Boston.” De acordo com a polícia, Jaynes tinha oito edições de publicações da NAMBLA em sua casa, no momento de sua prisão. O processo alega ainda que a “NAMBLA serve como um canal para uma rede subterrânea de pedófilos nos Estados Unidos que usam a sua associação e contatos na NAMBLA e na Internet para obter pornografia infantil e promover a pedofilia.”

A ACLU defendeu a NAMBLA neste caso, ganhando uma dispensa judicial “baseada na questão legal específica que a NAMBLA é organizada como uma associação, não uma corporação.” Uma morte catastrófica permanece recaindo sobre alguns membros individuais da NAMBLA e membros do Comitê Diretivo da NAMBLA. A ACLU está ajudando os réus neste caso também.

A exposição na mídia de metas e atividades da NAMBLA tem sido o suficiente para se fazer a associação [entre o homossexualismo e a pedofilia]. Hoje, não tenho conhecimento de qualquer grupo de direitos gays que apóia ou tolera a NAMBLA ou seus objetivos. A NAMBLA é considerada inexistente hoje, composto apenas por alguns membros que mantêm o site e publicam um boletim informativo.

O movimento para normalizar e legalizar a pedofilia, no entanto, continua.

Defensores da Terceira Via

Em 1977, Ruth Bader Ginsberg escreveu “Sex Bias in the U.S. Code” para a U.S. Commission on Civil Rights. Ginsberg defendeu a redução da idade de consentimento de 16 para 12 anos de idade. Ela escreve:

“Elimine a frase “conhecimento carnal de qualquer mulher, com exceção da esposa, que não completou os 16 anos de idade” e substitua a definição federal da ofensa por uma definição sexual neutra. (...) Uma pessoa é culpada por uma ofensa se ela consumar ato sexual com outra pessoa. (...) [e] a outra pessoa tem, de fato, menos de 12 anos de idade.”

Ela era uma advogada da ACLU na época, e mais tarde foi indicada para a Suprema Corte pelo presidente Bill Clinton. Ela permanece na Suprema Corte até hoje.

Em 1981 foi feito um estudo da University of Utrecht, na Holanda, pelo co-diretor do programa do Department of Gay and Lesbian Studies. Para o estudo, o Dr. Theo Sandfort entrevistou 25 meninos de 10 a 16 anos de idade atualmente envolvidos em relações sexuais com homens adultos. Ele entrevistou-os nas casas dos seus respectivos molestadores e concluiu que “Para praticamente todos os meninos... o contato sexual foi vivido de forma positiva...”

Em 1982, a American Civil Liberties Union levou o caso à Suprema Corte para legalizar a venda e distribuição de pornografia infantil. No caso Nova York vs Ferber, a ACLU lutou para tornar a venda e distribuição de pornografia infantil protegida pela Primeira Emenda.

Eles apresentaram o mesmo caso mais tarde ao U.S. Attorney General’s Commission on Pornography:

Como conselheiro jurídico da ACLU, em 1985, Barry Lynn disse ao U.S. Attorney General Commission on Pornography (do qual o presidente do Focus on the Family, Dr. James C. Dobson, era membro) que a pornografia infantil foi protegida pela Primeira Emenda. Enquanto a produção de pornografia infantil pode ser prevenida por lei, segundo ele, a sua distribuição não poderia ser. Alguns anos mais tarde (1988), Lynn disse ao Comitê Judiciário do Senado que até mesmo exigir dos produtores de pornografia a guarda dos registros de idade de seus artistas era inadmissível.

Se não houver nenhuma exigência federal de manutenção de registros para as pessoas retratadas em Road and Track ou Star Wars, disse ele, não pode haver tal exigência para Hustler ou Debbie Does Dallas.

O Journal on Homosexuality publicou “Intimidade Masculina Intergeracional: Perspectiva Histórica, Socio-Psicológica e Legal,” em 1990. Na sua frente, Gunter Schimdt, Professor do Sex Research da Universidade de Hamburgo, na Alemanha detalha:

“Relacionamentos pedófilos de sucesso ajudam e incentivam a criança, apesar da criança muitas vezes consentir com o sexo enquanto na verdade está em busca de conforto e carinho. Estes são muitas vezes emocionalmente carentes, profundamente solitários, crianças socialmente isoladas que buscam, por assim dizer, um refúgio no amor de um adulto e para quem, por causa de sua miséria, o vêem como um golpe de sorte por ter encontrado uma ‘relação extremamente carinhosa’.”

Schimdt também escreveu sobre como a proibição legal da pedofilia era primitiva:

Parece que as crianças que não estão emocionalmente carentes são, por assim dizer, “imunes” aos avanços de um adulto em busca do contato sexual. Cada caso deve ser encarado por seus próprios méritos e, por esta razão, a ameaça de fazer todo ato pedófilo punível por lei mal pode ser rotulado de civilizado, pelo contrário, é injusto, pois implica na discriminação e perseguição de uma minoria e deve ser abolida.

Richard Gardner, M.D., publicou “True and False Accusations of Child Sex Abuse.” Nela, ele afirmou que a atitude dos Estados Unidos em relação a encontros sexuais com crianças estavam fora de sintonia com o resto do mundo. Ele alegou que a Bíblia foi responsável pela visão americana de pedofilia e disse: “...de todos os povos antigos, pode muito bem ser que os judeus eram os únicos que puniam pedófilos.”

Uma edição de julho 1998 do Psychological Bulletin da Associação Psicológica Americana apresentou um artigo dos autores Bruce Rind, Philip Tromovitch e Robert Bauserman intitulado: “A Meta-Analytic Examination of Assumed Properties of Child Sexual Abuse Using College Samples.” No artigo, o objetivo dos autores era “... para abordar a questão: na população de pessoas com histórico de CSA [abuso sexual infantil], essa experiência causa danos psicológicos intensos de forma generalizada para ambos os sexos?”

Eles concluíram que “os efeitos negativos (do abuso sexual de crianças) não eram nem onipresente, nem tipicamente intenso e que os homens reagiram muito menos negativamente do que as mulheres.” Isso causou uma tempestade de críticas no mainstream.

A Dr. Laura Schlessinger denunciou o artigo em março de 1999 como um esforço midiático de normalizar a pedofilia. De maneira tipicamente rápida, um ano depois que o artigo foi publicado, ele foi condenado por unanimidade no Congresso. O artigo foi acusado de utilizar amostragem enviesada, devido à “exclusão de vítimas tão traumatizadas que sequer passam a frequentar a faculdade.” Os autores também foram acusados ​​de charlatanismo. No artigo de 1990 do Journal of Homosexuality mencionado acima, o co-autor Robert Bauserman afirmou que a ideologia que rotula todos os meninos como “vítimas” e todos os pedófilos adultos como “agressores” estava errada. Ele também se queixou de que a pesquisa objetiva era impossível por causa do clima social que condena as relações sexuais entre homens e meninos. Bruce Rind afirmou que os termos “vítimas, sobreviventes, infratores e criminosos eram cientificamente inválidos.” Em seu relatório, eles realmente se colocam como uma referência para apoiar estas afirmações.

Stephanie J. Dallum autora do argumento denunciando o estudo intitulado: “Science or Propaganda? An examination of Rind, Tromovitch & Bauserman (1998).” Ela concluiu:

Depois de um exame cuidadoso das evidências, conclui-se que Rind et al. pode ser melhor descrito como um artigo de defesa que inadequadamente usa a ciência na tentativa de legitimar suas descobertas.

Em 1999, Harris Mirkin escreveu um artigo no Journal of Homosexuality intitulado “The Patterns of Sexual Politics: Feminism, Homosexuality and Pedophilia.”  Sua posição é que a pedofilia é uma “criação específica de cultura e classe” e que pode e deve ser legalizada. Ele compara a luta pela legalização da pedofilia com o esforço da comunidade negra por direitos civis. Mirkin escreve que se é para a legalização da pedofilia ter sucesso, a discussão tem que se mover das questões morais do passado para os direitos das crianças de desfrutar do sexo. Esta mudança levaria o foco de “não é permitido” para “quando que isto é permitido.” Isso, ele supõe, seria a porta de entrada para a legalização.

Um artigo intitulado simplesmente “Pedofilia” foi destaque no Jornal da Associação Médica Americana em 2002. Peter J. Fagen, Ph.D., et al, fez a afirmação de que a pedofilia é apenas outra orientação sexual:

Durante o desenvolvimento psicossexual, ninguém decide se terá atração por mulheres, homens, meninas ou meninos. Em vez disso, os indivíduos descobrem os tipos de pessoas por quem são sexualmente atraídos, ou seja, sua orientação sexual.

Dr. Fred Berlin, do Departamento de Psiquiatria John Hopkins apoia essa posição. Em um artigo que apareceu em Behavioral Health Management, Douglas Edwards cita Berlim, afirmando que Berlim rejeita a idéia de que a pedofilia é uma escolha consciente, mas sim uma orientação sexual ao longo da vida.

Judith Levine publicou Harmful to Minors: The Perils of Protecting Children from Sex em 2002. O préfacio do livro foi escrito pela ex-Cirurgiã Geral Joycelyn Elders. Levine escreve: “Os pedófilos geralmente não são violentos, se é que existe tal coisa como pedófilos de algum modo. Mais importante, o contato sexual com uma criança não é um ato pedófilo.”

Jan LaRue, chefe do conselho de Concerned Women of America e Mary Eberstadt, pesquisadora do Hoover Institute, destacaram que as afirmações de Levine foram baseadas exclusivamente em fontes pró-pedofilia, como o Boletim NAMBLA.

O Los Angeles Times deu um prêmio a Levine pelo seu livro.

Há outros casos em que a pedofilia é minimizada, tolerada e ignorada. O Estado da Califórnia aprovou uma lei apelidada de Lei de Proteção à Pedofilia, removendo os requisitos de notificação obrigatória [*]. Isso foi em reação à descoberta da Planned Parenthood tratar crianças a partir dos seis anos com doenças sexualmente transmissíveis, e ainda não denunciar isso. Parece que na Califórnia, a proteção da Planned Parenthood prevalece sobre a proteção das crianças contra o abuso sexual.

Richard Dawkins, um ateu fanático, afirma que se um padre católico fosse abusar sexualmente de uma criança, o abuso faria menos danos do que se o padre fosse ensinar a Bíblia. Em um breve ensaio para o The Dubliner, Dawkins escreveu:

Quanto às acusações de abuso sexual de crianças por padres católicos, deploráveis ​​e repugnantes como os abusos são, em primeiro lugar eles não são tão prejudiciais para as crianças como o dano mental grave de educar a criança dentro da doutrina católica.

Dawkins permitiu que o seu ódio da religião deixasse-o cego para o dano da pedofilia. Isso é pouco para ferir a religião, mas muito para o esforço de legalizar a pedofilia.

A Hungria estava considerando permitir pornografia para crianças a partir de 14 anos de idade, uma vez que a idade de consentimento tinha baixado para essa idade. Houve uma indignação entre os membros conservadores do governo da Hungria. Até agora, a mudança não aconteceu.

O movimento atual para legalizar e normalizar a pedofilia pode parecer irreal para alguns. Eu ainda encontrarei alguém que concorde comigo quando afirmo que [a pedofilia] será legalizada nos próximos 25-30 anos. Mas há muitos, como eu detalhei aqui, que vêem os pedófilos como uma minoria oprimida. Eles enxergam o caminho para a liberdade seguindo o mesmo percurso que os homossexuais traçaram. O primeiro passo seria a remoção da pedofilia como uma doença mental, um movimento que a APA já considerou. Em seguida, usando a pesquisa de Kinsey e de outros mencionados acima, a mudança seria feita para abolir a idade de consentimento. Com o apoio aparente da ciência, isso poderia ser possível e efetivamente legalizaria a pedofilia. Com o peso jurídico retirado, o esforço seria então voltado para a normalização e aceitação. Isso é feito por pedófilos lançando-se como uma minoria, vítimas de uma cultura que os rejeita. Marcha após marcha fazem com que a visão de um homem de 50 anos beijando profundamente um menino de seis anos de língua nada mais é do que um sinal de tolerância dos Estados Unidos, independentemente de quem se prejudique.

Há algumas coisas que não devemos tolerar. A legalização e normalização da pedofilia é uma delas. 

[*] O projeto da Lei de Proteção à Pedofilia foi apresentado e promovido no Legislativo pela senadora Sheila Keuhl, que é abertamente lésbica. A nova lei reduz drasticamente os requisitos de notificação obrigatória de abuso sexual, físico e emocional de crianças. Sob a lei anterior da Califórnia, todas as pessoas que regularmente entram em contato com as crianças, como parte de seus trabalhos são obrigadas a comunicar qualquer caso em que há razão para acreditar que uma criança foi molestada ou abusada. A nova lei elimina a notificação obrigatória para quem trabalha como voluntário em qualquer profissão, também elimina a notificação compulsória nos casos em que as crianças estão fazendo sexo umas com as outras, e elimina o “abuso emocional severo” como uma ocorrência a ser notificada.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Abuso sexual e Adopção Homossexual

Por Reality

Crianças criadas por "pais" do mesmo sexo reportaram 3-12 vezes mais incidência de abuso sexual do que as crianças que viveram com os pais biológicos.

Estudo publicado em Julho de 2012, revisto por pares na revista científica Social Science Research, e levado a cabo pelo Professor Mark Regnerus (Universidade do Texas) apurou o seguinte:
• Crianças de mães lésbicas são 12 vezes mais susceptíveis de afirmar que foram sexualmente tocadas por um dos "pais" do que as crianças criadas pelos pais biológicos.
31% daqueles criados por mães lésbicas e 25% daqueles criados por pais (dois homens) homossexuais, foram sexualmente violados - comparados com 8% daqueles que foram criados pelos pais biológicos.
• 90% das crianças educadas numa família normativamente heterossexual eram heterossexuais, enquanto que 61% daqueles educados por lésbicas e 71% daqueles criados por um pai homossexual não eram heterossexuais.
Para além disso, as crianças de duplas homoeróticas eram:
• Entre duas a quatro vezes mais susceptíveis de estar a viver com assistência pública.
• Acima duas vezes mais susceptíveis de estar sem emprego.
• Duas vezes mais susceptíveis de ter considerado o suicídio.
• Mais susceptíveis de buscar tratamento por motivos de doença mental.
• Mais susceptíveis de se terem envolvido em sexo fora do casamento.
• Mais vulneráveis à pobreza, consumo de substâncias e criminalidade.
..
Os defensores do homoerotismo naturalmente que não gostaram dos resultados do estudo, e como tal, deram início a uma campanha de intimidação visto que era imperativo desacreditar o estudo e destruir a credibilidade do Professor Regnerus. Consequentemente, eles acusaram-no de má-conduta científica e académica, possível falsificação de pesquisas e desvio dos padrões éticos.

Devido à crueldade destes ataques, a universidade criou um comité composto por 4 profissionais e um expert de fora da Universidade (perito em "integridade na investigação") para levaram a cabo um inquérito ao estudo. Este comité concluiu que nenhuma das alegações contra o Professor Regnerus eram verdadeiras e que o seu estudo não se tinha baseado em má-conduta científica.

Ponto Mais Importante do Estudo de Regnerus

As crianças precisam de estabilidade nas suas vidas enquanto estão em processo de crescimento. Regnerus apurou que adultos que estavam envolvidos numa relação homoerótica eram os menos susceptíveis de exibir a estabilidade que as crianças tanto precisam. No seu estudo, as crianças criadas por duplas homoeróticas exibiram a incidência mais elevada de crianças a viver nos orfanatos, a viver com os avós, ou a viverem sozinhos antes de terem 18 anos.

De facto, menos de 2% daqueles com uma mãe numa relação homoerótica reportaram terem vivido com ela durante os 18 anos da sua infância e adolescência.

A instabilidade das duplas homoeróticas é tal que investir capital económico, político, legal e social para apoiar tais relacionamentos não se justifica. Para além disso, as crianças não podem ser usadas como cobaias como forma de avançar a dúbia causa do pseudo-casamento homoerótico.

* * * * * * * 

Os Illuminati usam o activismo homossexual como forma de destruir o casamento natural e a família - um propósito muito antigo do Manifesto Comunista. Os mais recentes dados científicos, verificados por pares, revelam o quão perigosa a adopção homoerótica é para as crianças.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

A mentira da garçonete lésbica

Aparentemente, a garçonete de New Jersey que se tornou numa celebridade menor depois de ter alegado que um dos clientes se recusou a dar-lhe gorjeta devido ao facto dela (a garçonete) ser lésbica, foi despedida ou despediu-se depois de terem sido produzidas evidêncidas que demonstram que ela inventou a história toda.

No Sábado à tarde, o restaurante onde ela trabalhava - Gallop Asian Bistro - colocou uma nota na sua página do Facebook afirmando que eles haviam levado a cabo uma investigação e que após a sua conclusão, e numa "decisão comum", a garçonete Dayna Morales "não continuará a trabalhar no restaurante."

O post recusou-se a declarar de modo definitivo se Dayna tinha inventado todo o incidente, caracterizando o que foi apurado de "inconclusivo".

Os problemas tiveram início no mês passado, numa página do Facebook de temática homoerótica, quando a empregada colocou uma foto dum recibo de restaurante que tinha a mensagem supostamente escrita pelo cliente que ela serviu:

"Sinto muito, mas não lhe posso dar qualquer tipo de gorjeta porque não concordo com o seu estilo de vida e nem com a forma como você vive."


A história da Dayna quase que imediatamente recebeu uma quantidade enorme de cobertura mediática. A CNN, as estações locais de televisão e numeros sites e jornais dedicaram bastante tempo a este evento. Pessoas simpatéticas com o seu alegado "sofrimento" começaram a enviar donaticos para a compensar.

Mas as coisas começaram a se desembaraçar quando a estação de televisão WNBC (de Nova Yorque) falou com o homem e a mulher que alegaram ser o casal em questão e que eles tinham, de facto, deixado gorjeta. 

Eles apresentaram também uma cópia do recibo e uma declaração do cartão de credito indicando que eles tinham deixado uma gorjeta de $18 na sua refeição de $93.55.


A reportagem da WNBC levou a que o restaurante Gallop Asian Bistro desse inicio à sua investigação que, por fim, levou a que Dayna Morales abandonasse o restaurante.

Fonte

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Quando um grupo "oprimido" vê-se constantemente na contingência de inventar casos de "opressão", é seguro afirmar que esse mesmo grupo não sofre a "opressão" que serve de base para o seu vitimismo militante. A lésbica mentiu porque ela sabe que a cultura, no seu todo, se colocará do seu lado, mas o próprio acto dela ter que mentir para ganhar a simpatia social demonstra que ela não a merece.

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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Lésbicas violentas

O governo escocês publicou os números policiais mais recentes em torno da violência doméstica através do país, onde se verificou que a violência doméstica entre os homoeróticos subiu mais do que a violências doméstica entre os casais.

Uma análise aos 60,080 incidentes de violência doméstica ocorridos na Escócia revelam um aumento do número de vítimas masculinas com uma mulher como agressora bem como um aumento de violência doméstica entre as lésbicas e os homens homossexuais.

Foram reportados à polícia 6.9% mais incidentes de abuso doméstico entre as duplas lésbicas, e um aumento de 1.21% entre os homens homossexuais. De modo geral, houve um aumento de 0.5%.

Os casais são 2.3% de todos os relatórios em torno da violência doméstica. Uma estatística recente da Office of National Statistics apurou que 1.5% da população do Reino Unido identifica-se como sodomita, lésbica ou bissexual. Shona Robison, a ministra escocesa para a Igualdade disse:

Ninguém pode colocar em causa o nosso compromisso de acabar com a violência doméstica. Estes incidentes de violência doméstica continuam bastante elevados e os avanços na tecnologia criaram novos meios através dos quais algumas pessoas podem abusar e explorar os outros. 

É precisamente por isso que estamos a desenvolver esforços para ajudar as vítimas de tais ataques, e estamos a disponibilizar apoio financeiro considerável para ajudar as vítimas e impedir que o abuso ocorra.

Estamos a desenvolver uma nova estratégia para lidar com a Violência contra a Mulher na Escócia, e saúdo a resposta proactiva e decidida contra a violência doméstica por parte da Polícia Escocesa, que têm feito da violência doméstica e da violação duas das suas três prioridades.


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Estranho que a "ministra da igualdade" (tacho) tenha falado na violência contra a mulher sem dizer que 1) a violência contra os homens aumentou e 2) a violência contra a mulher feita por outras mulheres também aumentou. Mas essa narrativa não se enquadra na lógica esquerdista, e como tal, esses dados têm que ser colocados de lado.
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sábado, 9 de novembro de 2013

O fascismo homossexual

Por Linda Harvey

É bem provável que sejas alguém tentado a abraçar os "direitos dos homossexuais" como uma causa justa. Se sim, então tu és alguém que regressou aos EUA depois duma longa viagem numa ilha deserta. Todas as pessoas com quem falo perguntam-me o mesmo: "Como foi que chegamos aqui?", e "O que é que podemos fazer?". Os EUA não são um pais cheio de ódio, e os conservadores não são intimidadores em potência. Na verdade, essas qualificações ajustam-se melhor a quem se encontra do outro lado da esfera política.

A boa notícia é que actualmente nós temos evidências. Os abusos levados a cabo pelo "empoderecimento" homossexual estão a ser documentados e as evidências amontoam todas as semanas. Todos os dias, Americanos são vítimas, mas podemos aprender com estes incidentes de modo a que ninguém mais também seja vitimizado.

A realidade dos factos é que a "não-descriminação por motivos de identidade de género ou orientação sexual" traduz-se para uma carta branca para forçar os demais a respeitar o anormal. Se por acaso tu te recusares a prestar obediência, então pagarás por isso - os teus direitos constitucionais são uma piada para os militantes homossexuais.

Eis aqui, então, uma dúzia de incidentes que revelam a história:

Intimidação Homossexual #1: Uma pastelaria de Oregon com o nome de "Sweet Cakes by Melissa" foi forçada a fechar as portas recentemente. E porquê? Porque há algum tempo atrás duas lésbicas queriam ordenar a pastelaria que confecionasse uim bolo para a sua cerimónia lésbica, mas os donos - Aaron e Melissa Klein - recusaram-se a realizar o trabalho, explicando que o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo não é consistente com a sua fé Cristã. As lésbicas sairam das instalações, mas a pastelaria foi processada por "discriminação".

Depois disto veio a publicidade negativa por parte dos média, os telefonemas e emails maldosos, ameaças contra as suas crianças, o boicote por parte dos seus fornecedores, seguida duma investigação por parte da "Oregon Labor Commission", que recomendou uma "reabilitação". Aaron Klein disse que foi forçado a fechar a sua pastelaria como consequência das tácticas mafiosas dos activistas homossexuais.

Não, isto não é em Berlin em 1938, mas é o nascimento da tirania nos EUA de 2013. Podes pensar que as pessoas nas agências governamentais, mesmo as da Costa Leste, têm coisas mais importantes para fazer, ou podes pensar algo do tipo "Certamente que nós Americanos ainda temos liberdade religiosa!" Os activistas homossexuais e os seus aliados estão a destruir essas linhas divisórias e a avançar de modo consistente. "Parem-nos, se forem capazes" é a forma como eles agem, sobrecarregando a nação com leis "contra a discriminação" de modo a punir os seus inimigos políticos. E isso, aparentemente, inclui pastelarias.

Intimidação Homossexual #2: Uma florista do estado de Washington está a ser processada por se recusar a concordar com um cliente de longa data, um homossexual, que queria flores para o seu "casamento" com o seu parceiro. A dona educadamente explicou que a sua recusa centrava-se na sua fé Cristã, mas ela aparentemente não foi informada da inaceitabilidade actual de se recusar os pedidos feitos por um homossexual.

Este mesmo cliente de longa data, e homossexual, levantou um processo contra ela, e o Procurador-Geral do Estado levantou outro. As boas notícias é que ela está a processar de volta com base na discriminação religiosa.

Intimidação Homossexual #3: Temos também o caso da casa de fotografia Cristã de New Mexico que foi multada em $7,000 - decisão recentemente mantida pelo criativamente fascista Tribunal Supremo dev New Mexico. A "Elane Photography" recusou-se a tirar fotos duma cerimónia homossexual, citando as suas crenças religiosas. A dupla lésbica processou-os porque, aparentemente, não havia mais nenhuma casa de fotografia em todo o estado. Ou isso ou foi uma forma maldosa das lésbicas se vingarem.

Intimidação Homossexual #4: Nas companhias privadas, os proponentes do homossexualismo estão a inventar novos métodos de discriminação usando as políticas de "não-discriminação". Um antigo jogador da NFL, Craig James, foi despedido depois duma emissão como comentador da Fox Sports alegadamente porque ele fez alguns  comentários quando se candidatava para o Senado do Texas. (Ted Cruz venceu essa corrida.) Todos os candidatos foram questionados em relação ao "casamento" homossexual, e Craig James opinou segundo a visão Bíblica da moralidade sexual. A Fox Sports depediu-o mas James deu entrada a um processo contra eles, alegando discriminação religiosa.

Intimidação Homossexual #5: Uma pastelaria de Denver está a ser processada por uma parelha homossexual por se recusar a fazer um bolo para uma cerimónia homoerótica. A prisão não está fora de questão.

Intimidação Homossexual/Transsexual #6: O dono de um bar em Portland tem que pagar $400,000 a 11 travesties por lhes ter causado "sofrimento emocional" depois duma chamada. Ele pediu-lhes que eles não regressassem ao seu bar uma vez que os clientes habituais se estavam a queixar e a deixar de frequentar o bar.

Intimidação Homossexual/Transsexual #7: Natalie Johnson de San Antonio foi despedida da Macy’s em 2011 depois de se ter recusado a dar permissão a um adolescente do sexo masculino para se vestir no camarim das mulheres. Natalie citou a sua fé religiosa e a sua preocupação com a privacidade das mulheres biológicas.

Estas duas classes protegidas - o sexo e a religião - estão incluídas em virtualmente todas as políticas de "não-discriminação" (inclusive na da Macy's).

Intimidação Homossexual #8: O Dr. Frank Turek, escritor Cristão e apresentador de rádio, é também um consultor de gestão. Ele foi despedido do seu contracto como consultor na Cisco System's quando um participante homossexual da sua aula ficou "ofendido" depois de ler o que Turek defende sobre o casamento. O homossexual queixou-se aos Recursos Humanos da Cisco e Turek perdeu o emprego.

Intimidação Homossexual #9: Jim e Beth Walder são Cristãos, donos dum "cama e pequeno-almoço" [inglês: "bed and breakfast] em Paxton, Ill. Quando eles se recusaram a disponibilizar as suas instalações para uma união civil homossexual, foram imediatamente alvos dum processo.

Intimidação Homossexual #10: Uma "bed and breakfast" do Vermont foi processada por uma dupla homossexual, citando a portaria estadual em torno dos "direitos humanos", por se ter recusado a sediar um evento homoerótico. Eventualmente a Wildflower Inn concordou em pagar os $30,000  relativos aos custos em torno do acordo legal.

Conseguem ver o padrão? A táctica não muda e tem sido bem eficaz. É impressionante como os Cristãos não se apercebem: Vingança e intimidação ao estabelecer um precedente legal. Basicamente, isto é uma campanha terrorista bem organizada e bem financiada. O propósito é o de forçar os Cristãos - duma forma ou de outra - a se vergar perante os "direitos" dos homossexuais.

Intimidação Homossexual #11: A "Ocean Grove Camp Meeting Association" em New Jersey recusou o pedido duma dupla lésbica de usar as suas instalações para ponto de encontro para a sua união civil. Elas processaram, venceram e o tribunal de instância superior de New Jersey manteve a decisão legal.

Intimidação Homossexual #12: Uma "bed and breakfast" do Hawaii recusou a reserva duma dupla lésbica, e elas processaram. As lésbicas venceram com base na lei da "não-discriminação" local.
..

Existem numerosas outras vítimas: Julea Ward, Crystal Dixon, Angela McGaskill, Jennifer Keeton, e Kenneth Howell, todos vítimas das acções das suas universidades como consequência da má-aplicação desta das leis contra a discriminação; Viki Knox, Jerry Buell, David Parker, Daniel Glowacki, Dakota Ary, e Carla Cruzan, todos vítimas da intolerância escolar por terem uma moral elevada; os bombeiros de San Diego e as forças policiais de Columbia, S.C., ordenados pelos seus superiors a marchar numa parada de orgulho homoerótico.

Para além disto, não nos esqueçamos dos 2 milhões de escuteiros, em risco de serem corrompidos já a partir do dia 1 de Janeiro por parte de homossexuais orgulhosos, tudo devido à "não-discriminação".

Será que os EUA ainda são a terra dos livres? Não será por muito mais tempo se permitirmos que a Senhora Liberdade seja ceifada pelas trevas da depravação.

World Net Daily.

sábado, 28 de setembro de 2013

Porque é que os predadores sexuais estão tão interessados na "educação sexual" nas escolas públicas?

Entre o ano de 2004 e o ano de 2009, Ben Levin ocupou o cargo de Vice-Ministro da Educação sob o comando da lésbica Kathleen Wynne (Ministra da Educação). Durante o tempo em que Levin se encontrou no cargo, foi desenvolvido um novo currículo de educação sexual, com o nome de "Inclusive Education Strategy" (EIES) [ed: "Estratégia de Educação Inclusiva"]. Segundo o currículo, crianças de 6 anos receberiam aulas de "identidade de género" na 1ª classe, aulas de orientação sexual e de  géneros diferentes na 3ª classe, aulas de masturbação na 6ª classe, e aulas de sexo oral e sexo anal na 7ª classe.

Numa carta com a data de 6 de Abril de 2009, Ben Levin declarou:

Hoje, o ministério emitiu o seu artigo em torno da estratégia de educação equitativa e inclusiva, levando a cabo a promessa da Diversidade.... Esta estratégia de alcance provincial tem sida uma prioridade da nossa Ministra de Educação Kathleen Wynne, bem como uma prioridade minha.


Este programa foi apresentado em Setembro de 2010. Pais horrorizados levantaram um tumulto de protestos de dimensões tão considetáveis que o então Primeiro Ministro, Dalton McGuinty, foi forçado a retirar o plano de estudo passados que estavam apenas dois dias. Intrépidos perante tal rejeição, a PM Wynne, que sucedeu a McGuinty, anunciou em Janeiro de 2013 que tem planos de trazer de volta o controverso programa de educação sexual.

Em Junho de 2013 Ben Levin publicou um artigo no "Literary Review" do Canadá onde ele criticava o requerimento provincial de que todos os adultos que trabalham com crianças se sujeitem a uma análise do seu registo criminal. Nesse artigo Levin alegou que tal medida preventiva era uma "barreira" no desenvolvimento de parceiras entre as escolas e as comunidades. Benjamin Levin era tão estimado pela PM Wynne que ela o nomeou para membro da sua equipa de transição em Janeiro de 2013. Na Parada de Orgulho Gay de Toronto de 2013, Levin sentou-se orgulhosamente numa fila privilegiada, perto da PM Wynne, de Justin Trudeau (líder Liberal federal) e ao lado de Bob Rae.

Ben Levin foi agora acusado de distribuir pornografia infantil, de fazer pornografia infantil, de aconselhar alguém a levar a cabo uma ofensa culpável (criminosa), e por concordar ou organizar as coisas de modo a que uma ofensa culpável seja levada a cabo contra uma criança com menos de 16 anos. Duas outras acusações foram levantadas contra ele por possuir e aceder a pornografia infantil.

Os Predadores Aprovam a Educação Sexual de Crianças

Não é por acaso que o sr Levin, na sua posição de Vice-Ministro da Educação, se encontrava a promover um programa de educação sexual horrível para crianças pequenas. Há um propósito por trás disto tudo: ao sexualizar as crianças antes delas estarem psicologicamente, emocionalmente e fisicamente prontas, elas podem começar a enveredar pela actividade sexual numa idade ainda baixa, acreditando que tal actividade sexual naquela idade é normal, aceitável e esperado delas.

Isto faz com que elas fiquem vulneráveis e se tornem  presas fáceis para os predadores sexuais. Com este currículo, as crianças aprendem que o comportamento sexual, qualquer que ele seja, pode ser levado a cabo sem arrependimento, sem preocupação ou sem qualquer tipo de reservas, a qualquer altura, por qualquer pessoa, e com qualquer pessoa.

Foi só o senso comum e a intuição dos pais preocupados de Ontário que impediu que este currículo sexual fosse implementado. O antigo Vice-Ministro da Educação obviamente que é um bom e fiável amigo da PM lésbica Wynne; aparentemente, eles partilham dos mesmos valores "morais" sexuais. Seria interessante saber se a senhora Wynne se atrevirá a implementar o programa do currículo sexual numa altura que se aproximam as eleições, e logo agora com a  inconveniente prisão de Ben Levin.

Fonte: http://shar.es/KYHQ9
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