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segunda-feira, 30 de março de 2015

Adopção homoerótica é violência psicológica contra as crianças

Por Lindsey Bruce

A pergunta mais comum que oiço da parte dos defensores do "casamento" homossexual é "Quem é que será prejudicado?", e esta é uma boa questão. Se dois homens ou duas mulheres se querem "casar", isso não me afecta de maneira alguma visto que o meu dia-a-dia não sofrerá qualquer tipo de alteração. Logo, porque é que esse assunto deveria ser da minha conta? O problema é que crianças são trazidas para dentro da questão, e a pergunta citada em cima torna-se perigosa.

Recentemente 4 adultos educados por duplas homossexuais - conhecidos como o "quarteto da verdade" - submeteu um depoimento ao "5th U.S. Circuit Court of Appeals" em oposição aos "casamentos" homossexuais. O tribunal, que está a deliderar se deve ou não manter as leis que defendem o casamento homem-mulher intactas no Texas, na  Louisiana  e no Mississippi, irá ouvir os argumentos em New Orleans na 6ª-Feira.

Uma mulher, Dawn Stefanowicz, disse que o seu pai estava tão obcecado no sexo que quando ela trouxe para casa um colega de escola, tanto o pai como o seu parceiro sexual propuseram sexo ao rapaz.

B.N. Klein, outra mulher criada por uma dupla homossexual, disse que a sua mãe e a sua parceira lésbica desdenhavam por completo as famílias heterossexuais. Ela não teve  pista alguma sobre a interacção diária entre um marido e a sua esposa até que foi para um orfanato.

Robert Oscar Lopez cresceu emocionalmente tão confuso relativo ao relacionamento lésbico da sua mãe que quando era adolescente envolveu-se em prostituição homossexual e em relacionamentos homossexuais e bissexuais já na idade adulta.

Claro que não é isto que acontece em todos os casos de adopção homossexual; Will Miller, de 28 anos, foi educado por duas amorosas parceiras lésbicas, e disso ao tribunal que, enquanto crescia no Mississippi com as suas duas mães, elas "deixaram bem claro" que ele não tinha nada que mentir ou esconder a sua vida perante elas. Miller escreveu:

Elas amavam-me e isso é o que importa. A minha infância foi extraordinária porque ela foi normal.

Will destacou-se na vida académica e está agora a viver uma vida bem sucedida, tal como as duas mães biólogas que o educaram.

Infelizmente não foi isso que aconteceu no caso da senhora Stefanowicz, que afirmou que a sua vida era tudo menos normal. "Tu acabas por não ter um lar de verdade. Os nossos ambientes familiares têm características únicas e instáveis" devido à presença ou ausência dos pais biológicos, pais legais ou guardiões ou vários parceiros sexuais dos pais, escreveu Stefanowicz, que passou os primeiros 30 anos da sua vida associada à subcultura gay, lésbica, bissexual e transsexual, e alguém que já falou com dezenas de adultos que foram educados por duplas homossexuais.

"Passas a tua infância a tentar agradar os adultos", escreveu ela, explicando que muitos adultos - até os antigos parceiros sexuais dos pais - sentem que podem falar sobre "o local onde vives, a quem é que visitas, em que escola tu andas, quais os médicos que visitas, quais os procedimentos médicos que executas, qual é a fé/religião que prácticas. Fui exposta a actividades sexuais evidentes tais como a sodomia, a nudez, a pornografia, o sexo em grupo, o sadomasoquismo, e todas essas coisas,"  escreveu a senhora Stefanowicz, adicionando que às vezes acontecia o seu pai levá-la para as suas visitas de "cruzeiro" a galerias de arte homossexual, praias de nudismo e parques públicos.

Tal como outras filhas de homens homossexuais com quem ela falou, a senhora Stefanowicz disse que sentia que ela, e a sua feminidade, não foram valorizadas e afirmadas. Isto não quer dizer que ser educado num ambiente homossexual é garantia de infância doentia. Deus sabe que existem famílias heterossexuais que negligenciam as suas crianças e educam-nas em ambientes desastroso. Quer apoiemos ou não o acto de duplas homossexuais educarem crianças, o facto permanece que a criança está a ver-lhe negada a possibilidade de ter um pai e uma mãe.

Em alguns casos esse facto não importa, mas noutros é devastador.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Porque é que as duplas homoeróticas se "divorciam" mais que os casais?

Por Jason Richwine

No blogue Power Line blog, o meu antigo colega na AEI, Steve Hayward, ressalva que o primeiro "divórcio" homossexual do estado do Indiana ocorreu há algumas semanas atrás. Será que as duplas homossexuais acabarão por se "divorciar" mais que os casais?

Steve justificadamente pondera que os cientistas sociais Americanos estarão dispostos a estudar a durabilidade dos relacionamentos homoeróticos, dada à caça às bruxas levada a cabo contra Mark Regnerus e contra outros que publicaram dados que colocam sob péssima luz tais relacionamentos.

Uma vez que Steve cita também a comoção em torno da minha pesquisa politicamente incorrecta (em torno da imigração), posso também apontar para alguns estudos em relação aos "divórcios" homossexuais que ocorrem no norte da Europa, onde as uniões homossexuais foram legalmente reconhecidas há mais tempo que nos Estados Unidos. Embora a pesquisa seja preliminar, os dados gerais demonstram que, sim, as duplas homoeróticas são mais susceptíveis de se "divorciarem" que os casais.

O melhor estudo que já vi focava-se na Escandinávia, onde as uniões civis homossexuais - essencialmente, são casamentos em tudo menos no nome - já são legais há cerca de 20 anos. Os autores tiveram acesso a dados administrativos ao nível da população que geraram uma amostra com mais de 1500 uniões homossexuais.

Depois de se controlar a idade, a região, o país, o local de nascimento, a educação, e a duração da parceira, as duplas homossexuais masculinas na Suécia eram 35% mais prováveis de se "divorciarem" do que os casais, e as duplas lésbicas eram 200% mais prováveis de se divorciarem. O facto de terem ou não terem filhos não fazia qualquer tipo de diferença nos dados relativos.

Estudos em torno das duplas coabitantes são menos informativas - não estou convencido de que os colegas de quarto platónicos tenham sido adequadamente excluídos da categoria de "duplas" - mas os resultados apontam na mesma direcção.

Na Holanda, por exemplo, os pesquisadores examinaram os registos fiscais bem como os registos populacionais como forma de localizar o estatuto da relação das pessoas que davam entrada a declarações fiscais, incluindo 731 duplas homossexuais. A taxa de dissolução para as duplas homossexuais não-casadas era mais de o dobro da taxa dos casais em regime de coabitação.

Um pequeno estudo levado a cabo junto dos coabitantes Britânicos apurou que, quando comparados com os heterossexuais casados, os coabitantes heterossexuais eram 2.7 vezes mais susceptíveis de se separarem no espaço de 5 anos, enquanto que os coabitantes homossexuais eram 5.25 vezes mas susceptíveis de terminar o relacionamento no mesmo espaço de tempo.

Na literatura Americana, normalmente por baixo das manchetes de estudos levados a cabo junto de amostras pequenas, existem alguns indícios de resultados semelhantes. Mas, de modo geral, será que os pesquisadores irão produzir estudos em larga escala aqui nos EUA?

E será que eles irão sugerir que os seus estudos podem ter implicações nas políticas levadas a cabo? Infelizmente, neste clima politico, tudo pode depender do tipo de resultados que forem apurados.

Fonte.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

De que forma é que o "casamento" homossexual afecta toda a sociedade?

Na sua tentativa de avançar com o pseudo-casamento homoerótico, os defensores do homossexualismo perguntam de que forma é que tais "casamentos" irão afectar de forma pessoal a vida daqueles que não concordam com ele. Esta pergunta é relevante, e acredito a resposta a ela tem analisar duas áreas.

Preocupações Filosóficas

De que forma é que um assassinato que ocorre num outro estado, num estacionamento para trailers e entre duas pessoas que não conhecemos e que não conhecem ninguém que nós conhecemos, nos irá afectar pessoalmente? Não irá; mas só porque não nos irá afectar pessoalmente não quer dizer que podemos ignorar as questões morais associadas ao assassinato e não condenar esse acto. O assassinato é moralmente errado, e quando uma lei moral é violada, nós somos de uma maneira ou outra afectados; e nós sabemos que se tais actos aumentarem, a sociedade será afectada, independentemente do lugar onde nos encontremos.

Não estou de maneira nenhuma a comparar o "casamento" homoerótico com o assassinato (e a colocá-los ao mesmo nível moral) mas sim a alterar por alguns momentos o foco da questão para algo que nós todos sabemos ser moralmente condenável como forma de demonstrar que, mesmo que algures pelo mundo ocorra uma acção que não nos afecta directamente (por exemplo, o assassinato), nós devemos condená-la visto estar errada. O assassinato é uma preocupação moral, e tal como o "casamento" homoerótico, nós temos que nos preocupar com as suas implicações morais, quer nós sejamos pessoalmente afectados ou não no momento.

No entanto, algumas pessoas podem afirmar que o "casamento" homoerótico não é uma questão moral mas sim uma questão centrada nos direitos civis. Embora alguns defensores do "casamento" homoerótico agitem a bandeira dos "direitos civis" como forma de apoiar a sua causa - o que eu acho impróprio - os pseudo-casamentos homossexuais estão estão rodeados de questões morais: fidelidade, promessas, amor, apoio, compromisso, sexo, etc.

Para além disso, os direitos civis baseiam-se em direitos morais: está moralmente errado prevenir alguém de ter um emprego, comer num restaurante, ou usar casas de banho públicas devido à cor da sua pele. De igual modo, a união entre duas pessoas numa cerimónia pública onde é reconhecido pelo resto da sociedade o compromisso emocional, sexual e de fidelidade entre elas é também uma questão moral. Se discordas, então tens que demonstrar como é que tal compromisso público não é uma questão moral.

Quando olhamos outra vez para a questão, podemos ver de modo implícito um padrão moral, nomeadamente, que a moralidade é determinada pela forma como as pessoas são pessoalmente afectadas. Mas uma coisa não está certa ou errada apenas e só devido ao efeito que uma acção pode ter sobre uma pessoa. Algo está certo ou errado porque existe uma natureza inerente das verdades morais. Por exemplo, está errado assassinar.

Está errado torturar bebés como forma de obter prazer sádico. Está errado dividir a sociedade com base na cor da pele. Está errado prometer fidelidade, compromisso e amor ao nosso "parceiro" de casamento, e mais tarde violar esse compromisso. Está errado odiar alguém sem motivo. Está errado desejar a morte de alguém apenas e só porque não se gosta da cor da sua pele.

Se a moralidade fosse determinada pela forma como as pessoas são afectadas, então a moralidade seria algo baseado nos efeitos, nas circunstâncias e nos gostos pessoas - mas só quando eles fossem expressos e não quando são só sentidos. Mas isto é problemático porque se eu acredito que o "casamento" homoerótico está errado, será que ele está errado simplesmente porque eu assim acredito? Será que estou moralmente certo? Ou será que não há valor moral algum nessa crença? Se por acaso defendes que não há valor moral na mera crença, então odiar alguém com base na cor da pele ou "orientação sexual" não está errado, pois não?

Vês agora como a moralidade baseado "apenas" na forma como alguém é afectado está cheia de problemas? Esta posição ignora os motivos e diz que os motivos malignos não estão errados até que alguém opera com base neles.

Se por acaso negas que existem verdades morais intrínsecas, então não há nada de errado com o ódio, a raiva, a luxuria, a cobiça, o preconceito, etc., desde que estes  sentimentos não sejam expressos. Mais uma vez, se não existem valores morais intrínsecos, então por favor encontrem uma excepção para a frase que diz que está sempre errado torturar bebés por prazer. Se não és capaz, será que não estás a admitir que os absolutos morais existem - em relação aos quais nós todos temos que responder visto que isso implica um Doador da Verdade? Mas estou a divagar.

O "casamento" homoerótico centra-se em duas coisas: amor e sexo. Certamente que os homossexuais alegam ter amor uns pelos outros, mas eles também têm relações "sexuais" uns com os outros. Na minha opinião, este segundo ponto é a força motora por trás da sua redefinição do casamento. Pensem nisto: homosSEXualismo. Sim, sabemos que é apenas uma palavra, mas isto leva-nos às preocupações prácticas visto estas estarem relacionadas com o sexo - exactamente aquilo que a comunidade homoerótica tirou do armário/dos quartos, e trouxe para o esfera pública.

Preocupações Prácticas

Se uma dupla homoerótica se "casa" do outro lado do mundo, isso não me afecta - mas isso não quer dizer que não seja uma questão moral. No entanto, se uma dupla homoerótica legalmente se "casa" no país onde vivo, isso afecta-me. Primeiro, este artigo é o resultado de questões levantadas por dois apoiantes do "casamento" homoerótico. Fui afectado, e como resultado, estou a escrever este artigo.

Segundo, a redefinição do casamento para fora do promissório vinculo público de um homem com uma mulher afecta a sociedade como um todo visto que ela fundamenta-se na unidade familiar onde o casamento é o contracto legal de fidelidade e compromisso através do qual crianças são trazidas ao mundo.

Terceiro, ao redefinirem o casamento para além de um homem e uma mulher, e onde onde a relação sexual normal pode ocorrer, o absoluto do relacionamento marital  homem-mulher é destruído e a permissividade sexual é encorajada. Isto abre a porta a mais redefinições das relações familiares e sexuais. Tomemos como exemplo o simpósio de 2011 com o nome "Living in Truth and Dignity", que decorreu em Baltimore, Maryland do dia 17 de Agosto. Nele, a pedofilia foi redefinida como "pessoas atraídas a menores", e o simpósio buscou formas de levantar preocupações em torno da forma como o DSM 1 considera isso uma desordem mental.

No decorrer do simpósio, uma das palestras tinha o título de "Descriminalizando os Conceitos da Desordem Mental - A Pedofilia como Exemplo" ["Decriminalizing Mental Disorder Concepts--Pedophilia as an Example.], e ela foi apresentada por John Z. Sadler, M.D., Professor de ética médica e psiquiatria (UT Southwestern Medical Ctr., Dallas, TX) 2

Será que isto é um precursor de mais "reconsiderações" sexuais num mundo em mudança onde a permissividade sexual na forma do comportamento homossexual busca agora aceitação através da redefinição do casamento, de modo a que se possa esconder dentro das suas paredes sagradas e obter aceitação social? Convém perguntar se tal simpósio teria obtido algum embalo se a fidelidade do casamento tradicional tivesse permanecido intacta e com ela a santidade da sexualidade que o casamento providencia. Não vejo como. Com a redefinição dos papéis sexuais e dos parceiros matrimoniais, o dique que suporta o dilúvio da imoralidade está a rachar.

Quando a porta de redefinição do casamento é aberta, uma série de obscenidades imorais sexuais podem entrar. Quando e como é que voltamos a fechar a porta outra vez? Será depois da pedofilia ser aceite pela sociedade? E o que dizer da poligamia, da poliandria e dos poliamorosos? Sem uma declaração concreta de que o casamento é entre um homem e uma mulher, com a união sexual biologicamente construída que está protegida dentro do casamento, então vale qualquer coisa - pedofilia, bestialismo, necrofilia, identidade de género, e muito mais. Filosoficamente, isto pode levar a profundas ramificações morais na sociedade; e quando a moralidade muda, a sociedade muda e todos são afectados.

Tal como a história frequentemente demonstrou, quando a moralidade duma sociedade entra em declínio, os malignos prosperam e estes rapidamente voltam a sua atenção para os moralmente conservadores, perseguindo-os ferozmente. Isto já está a acontecer aqui nos Estados Unidos onde as pessoas que se atrevem a dar uma opinião contrária à posição politicamente correcta em torno do pseudo-casamento homoerótico são despedidas, ridicularizadas, e/ou qualificadas de "intolerantes". Isto faz com que outras pessoas, eu incluindo, fiquem cautelosas em torno do que dizem, não se dê o caso dos Camisolas Castanhas 3 da agenda homossexual nos denunciem e nós sejamos punidos apenas e só afirmamos que o "casamento" homoerótico está errado. E nem pensem que isto não acontecerá porque já está a acontecer.
  • 1. Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders of the American Psychiatric Association
  • 2. http://b4uact.org/science/symp/2011/program.htm
  • 3.Os Camisolas Castanhas eram os informadores do partido Nazi Alemão que usavam violência para silenciar todos aqueles que se opusessem a Hitler.
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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Socialistas Franceses planejam uma "revolução silenciosa"

Por Mark Richardson

Sinto-me sempre deslocado quando se trata do assunto do casamento [sic] homossexual. Muitos Australianos acham que este tópico limita-se apenas a conferir um direito a um grupo de pessoas sem que com isso haja consequências negativas. Se tu és um desses Australianos, peço-te que leias o que se segue com mente aberta. Tiberge no blogue "Gallia Watch" traduziu parte dum debate que decorreu no senado Francês sobre a família. A França legalizou recentemente o casamento [sic] homossexual, apesar de considerável oposição pública. Agora, uma nova lei está a ser considerada - uma que irá promover uma "diversidade" de tipos de família.

O debate começa com um comentário de Dominique Bertinotti, Ministra para a Família do partido que se encontra no poder (Partido Socialista):
Estou convencida de que os esforços do senado serão rumo à consolidação deste avanço da igualdade. Esta lei faz parte da revolução silenciosa.
Ela declara abertamente no senado Francês de que o que está acontecer na França é uma "revolução silenciosa.". Ela não está a alegar que as coisas continuarão a ser tal como eram; em vez disso, é uma revolução que vem do topo feita por socialistas como ela.

Alain Gournac, do partido mais conservador UMP, lembra então à senadora as demonstrações populares maciças que estão a ser feitas em defesa da família tradicional por toda a França:
O silêncio de uma milhão de pessoas nas estradas!
Mas a legisladora socialista não vacila:
De agora em diante, a sexualidade fica dissociada da vida conjugal e da procriação.
Ela está a dizer que o casamento e os filhos não mais se baseiam nas duplas heterossexuais de marido e mulher. 

Outra senadora do Partido Socialista, Michelle Meunier, diz também:
Esta lei faz parte do slogan da nossa República. Ela permite que os homossexuais tenham uma família. Façamos aqui uma admissão: esta lei transporta a família para fora da fantasia "uma mãe, um pai, e uma criança"...
Ela classifica a família tradicional de "fantasia". O debate chegou a um ponto tal que a família tradicional é denegrida no senado Francês. Charles Revet, mais uma vez, membro do partido mais conservador UMP, pede permissão para declarar a sua oposição:
Não é uma fantasia. Mas o que é que você está a dizer?!!
Mas a senadora do Partido Socialista prossegue:
...porque a família nunca foi universal. Em todas as eras os pais trouxeram ao mundo crianças cuja responsabilidade eles não poderiam ou não queriam aceitar. Em todas as eras as crianças foram educadas por pessoas outras que não o pai e a mãe. Isto causa problemas à família "hetero-patriarcal-branca" idealizada que está cada vez mais longe da realidade. Como tal, a lei tem que se adaptar (...).
Mais uma vez, ela revela a sua hostilidade à família tradicional, que ela qualifica de família "hetero-patriarcal-branca", e declara que ela (a família) está gradualmente a afastar-se da realidade. Isto levou a que os senadores mais de direita reagissem com indignação aos seus comentários, mas isso não impediu que outra senadora esquerdista - Esther Benbassa - dos "Verdes" - continuasse com a mesma linha de pensamento:
Proteger a criança? Todos nós somos a favor disso! A criança precisa dum pai e duma mãe? Pura ideologia. Tal como o conceito da família tradicional, o padrão "paizinho-mãezinha-criança" é um modelo inútil que as famílias recompostas e as famílias monoparentais abandonaram há já algum tempo.
Ela declara que é "pura ideologia" a noção de que a criança precisa dum pai e duma mãe. Isto, com efeito, é a dissolução dos relacionamentos familiares. Se um homem, por exemplo, acredita que a sua presença na família é necessária, e ao abandoná-la ele causará danos à mulher e aos filhos, então é bem provável que ele permaneça e invista muito de si mesmo no seu papel de marido e no seu papel de pai. Ao mesmo tempo, se a esposa acredita que o papel do marido é necessário, tanto para ela mesma como para as crianças, ela é mais susceptível de agir de forma mante-lo dentro da família.

Mas assumamos que um homem realmente acredita no que Esther Benbassa disse no senado Francês, isto é, que a criança não precisa dum pai. Se isto é verdade, então porque é que um homem colocaria esforço algum na paternidade? Os seus filhos não precisam dele (pelo menos segundo os socialistas). Portanto, para quê se sacrificar pela família?

A lógica da nova família é o desinvestimento masculino na vida familiar. É bem possível que as socialistas intuitivamente se apercebam disso e recebam isto de bom grado nas suas tentativas de dissolver a família "hetero-patriarcal-branca". É bem possível que haja Franceses comuns que se apercebam do mesmo, o que explica as demonstrações em massa feitas contra as leis socialistas, e explica também os índices de aprovação abismais do Presidente Francês, Francois Hollande.

Parece-me que a única forma das coisas poderem funcionar na França é se houver uma divisão entre o que é oficialmente aprovado e o que as pessoas comuns pensam e acreditam. Se o governo toma como princípio a tese de que as famílias não precisam dum pai, mas os homens comuns forem de opinião contrária e afirmarem que o seu papel é significativo e necessário, então a sociedade pode-se manter unida.

Mas não há o perigo dos homens se deixarem influenciar com o passar do tempo com o que é classificado de "oficial" nos níveis mais elevados? Não há o risco dos homens se verem atraídos para uma cultura promovida pelo estado onde a presença dum pai dentro da família é tida como desnecessária?

* * * * * * * 
Respondendo à pergunta do Mark, sim, há esse perigo e nós já estamos a observar isso mesmo (isto é, homens a desistirem da paternidade e da vida matrimonial). O problema é que, embora a nível pessoal evitar de todo o casamento possa parecer (e até ser) "o menos mau" dentro da cultura ocidental sob a religião do feminismo e do esquerdismo, a nível social, uma cultura repleta de homens que não querem formar famílias, e de mulheres que não querem desempenhar o papel associado ao seu sexo (e não "género") é altamente prejudicial e até fatal para a cultura.

domingo, 26 de janeiro de 2014

O argumento da infertilidade

Por Robert R. Reilly

Nenhum tribunal alguma vez colocou a habilidade de casar contingente da habilidade de procriar. No caso Perry v. Schwarzenegger 2010), que inicialmente considerou a Proposition 8 inconstitucional, o Juiz Vaughn R. Walker [homossexual assumido] declarou que a habilidade de procriar nunca foi pré-requisito para garantir licenças de casamento aos casais.

Mas qual é a relevância deste ponto para o caso em questão e porque é que ele é o cerne do argumento contra a exclusividade do casamento heterossexual?

O movimento pró-homossexualismo usa o argumento da infertilidade como tentativa de ganhar vantagem para o casamento homossexual [sic] ressalvando que, se os casais heterossexuais [sic] que são inférteis podem mesmo assim casar, então a habilidade de procriar não pode ser um pré-requisito ou algo essencial para o casamento.

Portanto, alegam eles, os homossexuais deveriam receber permissão para casar [sic].

No entanto, este argumento só funciona se não existir qualquer tipo de distinção entre a infertilidade das relações homossexuais e a infertilidade dos casais. Dito de outra forma, todas as infertilidades deveriam ser iguais, isto é, eles deveriam existir exactamente pelos mesmos motivos..

Mas é isso que acontece? Não, não é.

As relações homossexuais são essencialmente estéreis [isto é, a sua essência é estéril] enquanto que as relações heterossexuais são acidentalmente estéreis. Na verdade, os dois tipos de relações não são dois exemplos de infertilidade; este argumento é uma ilusão usada para desviar a atenção do ponto principal. A infertilidade é algo a levar em conta apenas junto daqueles cujo exercício dos seus poderes procriativos na relação sexual heterossexual falhou por algum motivo que pode ser causado por algo congénito ou por algum problema de saúde temporário.

Esta é a única forma válida de usar o termo. Nós não usaríamos o termo "infértil" para o acto de jogar basebol ou o acto de lançar uma pedra porque isso seria ridículo. O basebol e o acto de lançar pedras não têm o potencial de serem férteis, e como tal, acções e comportamentos que não têm poderes procriativos não podem ser chamados de "inférteis" (visto que nunca poderiam ser férteis). De igual modo, as relações homossexuais não têm potencial procriativo e como tal, não podem ser correctamente chamadas de "inférteis" mas sim mais acertadamente de impotentes. Se ele quisesse ser mais correcto, o Juiz Walker deveria ter comparado a infertilidade heterossexual com a impotência homossexual.

A equivalência da infertilidade assume também uma equivalência entre os tipos de actos dentro da união heterossexual infértil e dentro da impotente união homossexual. Independentemente da sua fertilidade ou infertilidade numa dada situação, na sua natureza, o coito é um acto procriativo - e só ele pode produzir nova vida - mesmo que não resulte em procriação na altura, tal como não resulta na maioria dos casos durante o tempo de vida fértil do casal.

É a natureza das relações matrimoniais fundamentalmente distinta durante as frequentes instâncias em que a gravidez não ocorre? São esses actos, então, equivalentes à sodomia? A uma dada altura, todos os casais heterossexuais passam a ser permanentemente inférteis devido à idade, mas será que isso atribui um carácter sodomita as seus actos? Naturalmente que não. De maneira nenhuma os seus actos são menos maritais ou menos generativos na sua natureza visto que, na sua "uma só carne", eles permanecessem unitivos - algo que o acto homossexual nunca pode ser. O coito unitivo, obviamente, é a pré-condição necessária para a procriação, e é por isso que este acto permanece generativo na sua essência.

A sodomia, por sua vez, pela sua própria natureza e em todas as circunstâncias não é um acto procriativo. Pode-se até dizer que é um acto anti-procriativo. A sodomia e o coito nunca foram tratados da mesma forma porque são coisas distintas. A decisão do Juiz Walker [homossexual] e o caso actual contra a Proposition 8assentam na negação disto. Se estes dois actos podem ser tratados de igual modo, então tratá-los de forma diferente não seria o correcto. Segundo a lei, aquilo que é igual tem que ser tratado do mesmo modo. É com esta fusão implícita da sodomia com o acto marital que o Juiz Walker e os litigantes actuais tentam gerar o apoio para a negação da protecção idêntica e discriminação contra a Proposition 8.

Esta é a forma forma através da qual o Juiz Walker tentou levar as coisas para o que ele queria: "as duplas do mesmo sexo são idênticas às duplas de pessoas com sexo opostos nas características relevantes para a habilidade de formar de modo bem sucedido uniões maritais." Consequentemente, negar o direito [sic] de casar às duplas do mesmo sexo tem que ser uma forma de discriminação e uma negação da igual protecção. No entanto, as duplas não são idênticas visto que o coito e a sodomia não são idênticas. A primeira permite o casamento enquanto que a segunda não.

A lei comum afirma, e sempre afirmou, que o casamento não é válido até ele estar consumado. E o que é a consumação dentro do casamento? A consumação dentro do casamento significa e sempre significou o coito vaginal entre o marido e a esposa. Se este acto não se verificar, o casamento pode ser legalmente declarado nulo; até à consumação, o casamento encontra-se sujeito à anulação.

Logo, tornar-se "uma só carne" não é algo opcional para um casamento legalmente válido. Se uma pessoa é incapaz de consumar o casamento, ou indisposto para o fazer por qualquer motivo, não há casamento e desde logo, não há qualquer "direito". Em termos legais, quando o cônjuge pede a anulação do casamento por motivos de impotência tem que provar que a dita impotência ou incapacidade física do parceiro é permanente ou incurável, e que era assim no momento do casamento. Qualquer tentativa de união entre dois machos ou entre duas fêmeas facilmente atinge este critério de anulação. (Por outro lado, a infertilidade não é base para requisitar a anulação do casamento.).

A infertilidade e a impotência não são iguais; nem o são o coito e a sodomia. Portanto, sim, caros litigantes do caso Proposition 8, a habilidade de casar não é contingente da fertilidade, mas é contingente da potência, da consumação - da capacidade de se tornarem uma só carne. Só com esse requerimento, o vosso caso em favor do casamento [sic] homossexual falha.
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sábado, 28 de dezembro de 2013

Tribunal Supremo Australiano defende casamento natural

O Tribunal Supremo Australiano anulou a legislação em torno do "casamento" homossexual que, por um breve período de tempo, permitiu que cerimónias homoeróticas ocorressem no "Australian Capital Territory" (ACT). Esta pequeno território aprovou a sua "Marriage Equality (Same Sex) Act 2013" em Outubro deste ano, mas os tribunais anularam a lei recentemente aprovada numa decisão unânime, determinando que ela é inconsistente com a lei federal. 

O "Australian Christian Lobby", pela voz do seu director Lyle Shelton, aprovou a decisão do Tribunal Supremo, acrescentando:

Esta decisão legal demonstra que não é faz parte da jurisdição dos estados legislarem em torno do casamento. É importante que as leis em torno do casamento continuem a ser geridas federalmente - foi por isso que o "Marriage Act" foi aprovado em 1961 para existir leis uniformes.

O Tribunal Supremo Australiano afirmou que "mantinha que o parlamento federal tem poder, segundo a Constituição Australiana, para legislar em torno do casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo." A decisão legal irá afectar 27 duplas que entretanto se "casaram" depois da lei ter sido aprovada em Novembro.

O director nacional da "Marriage Equality" Australiana, Rodney Croome, descreveu a decisão como uma "derrota temporária".

A lei federal "Marriage Act" foi revista em 2004 e ela especifica que o casamento é a união entre um homem e uma mulher.

Shelton acrescenta:

O debate em torno da modificação da definição de casamento recebeu tempo de suficiente durante os últimos três anos, com 9 tentativas parlamentares para a modificar. Tal como o debate republicano, o público e os parlamentares tiveram tempo suficiente para avaliar as alegações e agora é tempo de avançar.

Recentemente, a Croácia deu início à proibição do pseudo-casamento homoerótico depois dum referendo nacional ter determinado que 2/3 dos votantes apoia a definição de casamento como sendo a união entre um homem e uma mulher.

Fonte
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sábado, 21 de dezembro de 2013

Michael Glatze: "O homossexualismo é morte"

Um proeminente ex-homossexual e antigo editor duma revista dedicada aos jovens homossexuais escreveu uma carta aberta acerca do seu recente casamento, dirigida aos "homossexuais raivosos" que lhe criticaram por deixar a sua vida de homossexualismo e por ter encontrado Deus.

Em 2007 Michael Glatze abandonou o seu lugar como co-fundador da revista "XY Magazine" deixando uma nota no seu computador onde se lia "O homossexualismo é morte e eu escolho a vida." A sua transformação de homossexual para heterossexual começou depois dele ter começado a questionar o seu estilo de vida depois de ter apanhado um susto com a sua saúde, e, não tendo ninguém a quem recorrer, ter decidido buscar a Deus.

Hoje, ele vive a sua vida como homem sexualmente natural, e casou-se recentemente com uma mulher de nome Rebekah, que os activistas homossexuais identificam como "adereço". Escrevendo para o WND.com, Glatze afirmou:

Quero dar uma resposta mais "sonora" aos homossexuais zangados do nosso país que actualmente espalham todo o tipo de ódio e palavras agressivas nos blogues pró-homossexualismo. Reparem numa coisa: eu não estou interessado em me defender porque não preciso de o fazer. Entendo o vosso sofrimento e o vosso ponto de vista. Entendo o vosso desejo de quererem que eu esteja maluco, ou mentalmente perdido ou confuso. Entendo que para vocês seria muito mais fácil se eu não existisse ou se rastejasse para um buraco qualquer e morresse, mas eu não vou fazer isso.

Glatze afirma que o seu propósito não é o de esfregar o seu casamento na cara de alguém, mas sim fazer com que os seus críticos entendem o seu ponto de vista e a sua opinião de que o homossexualismo é um estilo de vida errado, e que ele tem o direito de ter o seu ponto de vista de mesma forma que eles têm.

Entendo que este ponto de vista se encontre em oposição às decisões pessoais dos outros, bem como em oposição a algumas políticas bem populares neste mundo. Adicionalmente, estou bem ciente que este ponto de vista me confere o estatuto de "fanático de Direita" que deveria ser "removido". Todos os dias oro a Deus pela minha segurança.

A sua decisão de colocar um fim na sua relação de 10 anos com o seu ex-parceiro, e dedicar a sua vida CRISTO, causou a que Glatze passa-se a temer pela sua vida, e pela vida da sua nova esposa, uma vez que ele afirma que existem pessoas para quem a sua vida e a sua existência são uma ofensa para as suas sensibilidades.

O blogue homossexual Truth Wins Out tem sido um dos mais críticos a Glatze e num dos mais recentes posts, a sua esposa Rebekah foi o alvo dum artigo, bem como a sua decisão de abandonar o homossexualismo. Wayne Besen, o homossexual fundador do site escreveu:

Ninguém pode ser uma estrela de rock "ex-gay" oficial até que soem os sinos de casamento. ... A vítima [sic] é atraente e parece ser bastante doce. Espero que ela saiba no que se está a meter. ... Parece que esta falsa "transformação"  passou a recrutar vítimas inocentes como adereços como forma de dar mais crédito à sua mentira [sic]. O meu coração encontra-se partido por causa da pobre Rebekah.

Besen publicou também fotos dos recém-casados, que Glatze disse terem sido postadas na sua conta pessoal do Google para serem partilhadas apenas com amigos e membros da família. Ele defendeu também o seu casamento e esclareceu equívocos avançados pelos seus críticos que afirmam que o seu casamento faz parte duma agenda oculta.

Não somos um casal interessado em ser peões políticos. Nunca me identifiquei como "ex-gay", embora outras pessoas assim me tenham chamado. Mas, também, as pessoas já me chamaram de muitas coisas devido a facto de eu ter abandonado o homossexualismo há alguns anos, e ter decidido que me sentia mais confortável vivendo a heterossexualidade. Isto aconteceu como consequência da orientação de Deus, e tem sido a melhor escolha que Deus faz na minha vida.

Amo o meu Deus, amo a mina vida. Estou grato por todos os sopros de vida. Estou grato a Deus pela Humanidade. E estou muito grato à Rebekah. ... Não estou aqui para "forçar a minha agenda" ou o meu "estilo de vida" a alguém. Estou aqui para viver uma vida que honre a Deus.

Fonte

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Mais uma vez se confirma que o estilo de vida homossexualista não é genético nem "imutável". Mesmo que amanhã Michael Glatze volte para o homossexualismo, a realidade dos factos é que isso só confirmará que ser homossexual é uma escolha ou preferência pessoal (e nada que esteja embutido na nossa genética).

Curioso também que os activistas vejam "agendas ocultas" junto de todos que resistem ao gayzismo, mas eles mesmos não se apercebam que eles são soldados rasos duma agenda bem maior que eles..
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