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segunda-feira, 31 de março de 2014

A Revolução Sexual Sombria – A Pressão Para Legalizar a Pedofilia


Não há nenhuma lei contra ser um pedófilo. Legalmente você pode ter um interesse sexual em crianças. A ilegalidade está em colocar esse interesse em prática. Mas isso vai mudar.

As Origens do Movimento Pró-Pedofilia

O movimento pró-pedofilia moderno tem suas raízes no trabalho controverso de Alfred Kinsey. O livro de Kinsey publicado em 1953, Sexual Behavior in the Human Male, tem sido uma fonte essencial para esse movimento. Kinsey coletou dados de pedófilos, incluindo do ex-comandante nazista Dr. Fritz von Balluseck, que ofereceu a suas vítimas uma escolha: estupro ou a câmara de gás. Com a “pesquisa” do Dr. Balluseck, e a informação vinda de outros pedófilos, Kinsey mapeou a frequência e duração dos orgasmos de crianças e bebês. Ele constatou que crianças e bebês reagiram com “convulsões violentas do corpo inteiro; respiração intensa, gemidos, soluços, ou muitos gritos violentos, as vezes com uma abundância de lágrimas (especialmente entre as crianças pequenas).” Foi assim que ele mediu os orgasmos.

De acordo com Janice Shaw Crouse,

Cinco dessas crianças e bebês foram cobaias por meses ou anos, e é provado que maioria dos “testes” ocorreu quando elas estavam amarradas ou sendo imobilizadas. Não há evidência que o instituto deu continuidade no acompanhamento para constatar se eles foram afetados adversamente como resultado desse abuso/experimento sexual. Nós sabemos que hoje muitos dos adultos que serviram de cobaia recusam-se a discutir sobre a pesquisa de Kinsey; 50 anos mais tarde, eles nem mesmo desejam falar sobre as experiências horríveis.

Kinsey concluiu que bebês com 2 meses de idade “obtém um prazer venéreo definitivo” com a estimulação sexual e que crianças precisam transar umas com as outras, e com adultos.

De 1948 a 1972, a pedofilia e o homossexualismo eram considerados parafilias pela American Psychiatric Association (APA). Uma parafilia é um termo usado para “descrever uma família de persistentes fantasias intensas, impulsos aberrantes ou comportamentos envolvendo excitação sexual por objetos não-humanos, dor ou humilhações experimentadas por alguém ou pelo parceiro sexual desse alguém, criança ou sem o consentimento do outro indivíduo, ou parceiro sexual inadequado.” Em 1973, a APA removeu o homossexualismo do Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders e a agenda “gay” explodiu no mainstream.

Engenhosamente escondido dentro dessa agenda está a sub-agenda para legalizar a pedofilia. A “1972 Gay Rights Platform in the United States” reivindicava pela “revogação de todas as leis regulamentando a idade de consentimento sexual.” Essa plataforma foi aprovada pelo esquerdista candidato a presidência [pelo partido dos Democratas] George McGovern, que mandou um telegrama de apoio. Haviam outras organizações homossexuais, como a Canadian Lesbian and Gay Rights Coalition e a Gay Alliance Towards Equality, que também se opunham as leis de consentimento de idade. O apoio deles a causa desapareceria em 1977.

Houve diversos eventos em 1977 no qual a pedofilia brilhou sob os holofotes. Um jornal de Toronto para homossexuais, The Body Politic, publicou uma história chamada “Men Loving Boys Loving Men.” Essa publicação resultou em uma batida policial aos seus escritórios.

Além disso, em um intervalo de semanas, Judianne Densen-Gerber, diretora do New York’s Odyssey House, uma instalação para o tratamento da dependência química e Anita Bryant do Save Our Children iniciaram campanhas separadas denunciando gays por molestar crianças e por envolvimento com pornografia infantil.

E a polícia em Revere, MA, fez uma incursão a casa onde foi descoberto que meninos foram aliciados com cerveja e maconha pelos homens da casa, que os incentivaram a descansar sem suas camisas. Eventualmente, os meninos eram incentivados a ter relações sexuais uns com os outros, e com os homens da casa. A súbita batida policial resultou em 24 acusações e na cobertura massiva da mídia. Um membro da mídia fez objeções  a incursão.

Um jornal homossexual extinto da região, com sede em Boston o Fag Rag pensou que as incursões foram motivadas por políticos e decidiu revidar. Eles formaram o comitê Boston-Boise, nomeado por causa de um incidente parecido ocorrido em Boise na década de 1950. Essa campanha foi um sucesso e o promotor público de acusação não foi reeleito. O novo promotor público disse que nenhum homem deve temer a prisão por ter feito sexo com um adolescente. Todas as acusações foram retiradas. O grupo Boston-Boise deu origem ao North American Man Boy Love Association (NAMBLA). Se tornando rapidamente uma pária.

A Ascensão e Queda da NAMBLA

Em 1979, a conferência que organizou a primeira parada gay em Washington incluiu “direitos plenos para a juventude gay, incluindo a revisão nas leis da idade de consentimento” como uma de suas cinco demandas. Um contingente de lésbicas no National Coordinating Commitee derrubou a demanda e a substituiu por outra: “Proteger a juventude lésbica e gay de quaisquer leis usadas para discriminar, oprimir, e/ou irritá-los em suas casas, escolas, trabalho e atividades sociais.” Parece que essas mulheres não queriam ser associadas com o movimento pró-pedofilia.

Em 1980, outro grupo lésbico chamado Lesbian Caucus – O Lesbian & Gay Pride March Committee recomendou que as mulheres se desvinculassem da New York City Gay Pride March. Elas sentiram que esta estava aparelhada por membros e simpatizantes da NAMBLA. Um ano mais tarde a organização gay da Cornell University, a Gay PAC (Gay People At Cornell), declinou um convite de David Thorstad, fundador da NAMBLA. Ele seria o orador principal no May Gay Festival. Daí em diante, os grupos de ativismo gay aproveitariam toda a oportunidade que tivessem para boicotar a NAMBLA de participar de paradas gays. Isso motivou um líder do ativismo gay, Harry Hay, a carregar um cartaz com os dizeres “A NAMBLA caminha comigo” na parada gay de 1986 em Los Angeles.

Por causa das acusações que receberam, rotulando-os de molestadores de crianças e de aliciar adolescentes para uma vida homosexual, os ativistas gays se distanciaram da NAMBLA e deram um fim a atitude inclusive radical dos anos iniciais do movimento. O apoio a NAMBLA desapareceu. No entanto, um grupo de ativistas homossexuais continuou a permitir a NAMBLA como membro, e isso lhes custou uma posição poderosa.

Em 1993 a ONU conferiu status consultivo para a International Lesbian and Gay Association (ILGA). A ILGA incluiu a NAMBLA como associado. No início de 1993, a ILGA queria que todos os seus membros tratassem todas as minorias sexuais com respeito. Eles escrevem, “O reconhecimento dos pedófilos como uma distinta ‘minoria sexual’ é a demanda fundamental para os defensores do sexo entre homens e crianças. Fazendo reivindicações como uma ‘minoria,’ pederastas podem seguir essencialmente os passos dos ativistas homossexuais e reivindicar mudanças legais e sociais para garantir seus ‘direitos.’” A nomeação concedida pela ONU foi reprovada pelos Estados Unidos. O senador Jesse Helms elaborou a legislação retendo 119 milhões de dólares em contribuições para a ONU até o então presidente Bill Clinton se certificar que “nenhuma agência da ONU concede status oficial, credenciamento ou reconhecimento de qualquer organização que promove, tolera ou reinvidica a legalização da pedofilia, ou seja, o abuso sexual de crianças.” Nenhum senador se opôs ao projeto de lei e Bill Clinton assinou a lei em abril de 1994. Mesmo que a ILGA tenha aprovado uma resolução declarando que “os jovens têm o direito de auto-determinação sexual e social,” eles ainda votaram para remover a NAMBLA da organização. A ILGA afirmou que a iniciativa se deu porque foi decidido que a NAMBLA tem “objetivo predominante de apoiar ou promover a pedofilia.” Como eles não perceberam essa posição antes é um fato desconhecido e inacreditável. A ONU voltou atrás em sua decisão de conceder o status consultivo a ILGA, e recusou-se a conceder-lhes [tal título] desde então.

A NAMBLA continuou a levar uma surra na década de 1990. Em 1994, a Gay and Lesbian Alliance Against Defamation (GLAAD), disse que “Lamenta os objetivos da North American Man Boy Love Association” Também em 94, o Board of Directors of the National Gay and Lesbian Task Force afirmou que: A NGLTF condena os objetivos organizacionais da NAMBLA.”

A NAMBLA esteve envolvida em uma série de casos civis e criminais na década de 1990 e início de 2000, o mais controverso sendo [o caso] Curley vs NAMBLA. Em 2000, os pais de Jeffrey Curley, Robert e Barbara Curley, processaram a NAMBLA pela morte de seu filho. Salvatore Sicari e Charlie Jaynes levaram Jeffery a Biblioteca Pública de Boston, onde os dois homens acessaram o site da NAMBLA. Jaynes mais tarde tentou abusar sexualmente de Jeffery, que reagiu. Por ter reagido, ele foi amordaçado com um pano embebido de gasolina e depois morto. Jaynes então abusou sexualmente do cadáver do menino. De acordo com o processo:

Jaynes e Sicari “perseguiram Jeffrey Curley... torturam, assassinaram e mutilaram [seu] corpo em 1 outubro de 1997. Após a informação e imediata  convicção antes do referido ato de Charles Jaynes ter acessado o site da NAMBLA na Biblioteca Pública de Boston.” De acordo com a polícia, Jaynes tinha oito edições de publicações da NAMBLA em sua casa, no momento de sua prisão. O processo alega ainda que a “NAMBLA serve como um canal para uma rede subterrânea de pedófilos nos Estados Unidos que usam a sua associação e contatos na NAMBLA e na Internet para obter pornografia infantil e promover a pedofilia.”

A ACLU defendeu a NAMBLA neste caso, ganhando uma dispensa judicial “baseada na questão legal específica que a NAMBLA é organizada como uma associação, não uma corporação.” Uma morte catastrófica permanece recaindo sobre alguns membros individuais da NAMBLA e membros do Comitê Diretivo da NAMBLA. A ACLU está ajudando os réus neste caso também.

A exposição na mídia de metas e atividades da NAMBLA tem sido o suficiente para se fazer a associação [entre o homossexualismo e a pedofilia]. Hoje, não tenho conhecimento de qualquer grupo de direitos gays que apóia ou tolera a NAMBLA ou seus objetivos. A NAMBLA é considerada inexistente hoje, composto apenas por alguns membros que mantêm o site e publicam um boletim informativo.

O movimento para normalizar e legalizar a pedofilia, no entanto, continua.

Defensores da Terceira Via

Em 1977, Ruth Bader Ginsberg escreveu “Sex Bias in the U.S. Code” para a U.S. Commission on Civil Rights. Ginsberg defendeu a redução da idade de consentimento de 16 para 12 anos de idade. Ela escreve:

“Elimine a frase “conhecimento carnal de qualquer mulher, com exceção da esposa, que não completou os 16 anos de idade” e substitua a definição federal da ofensa por uma definição sexual neutra. (...) Uma pessoa é culpada por uma ofensa se ela consumar ato sexual com outra pessoa. (...) [e] a outra pessoa tem, de fato, menos de 12 anos de idade.”

Ela era uma advogada da ACLU na época, e mais tarde foi indicada para a Suprema Corte pelo presidente Bill Clinton. Ela permanece na Suprema Corte até hoje.

Em 1981 foi feito um estudo da University of Utrecht, na Holanda, pelo co-diretor do programa do Department of Gay and Lesbian Studies. Para o estudo, o Dr. Theo Sandfort entrevistou 25 meninos de 10 a 16 anos de idade atualmente envolvidos em relações sexuais com homens adultos. Ele entrevistou-os nas casas dos seus respectivos molestadores e concluiu que “Para praticamente todos os meninos... o contato sexual foi vivido de forma positiva...”

Em 1982, a American Civil Liberties Union levou o caso à Suprema Corte para legalizar a venda e distribuição de pornografia infantil. No caso Nova York vs Ferber, a ACLU lutou para tornar a venda e distribuição de pornografia infantil protegida pela Primeira Emenda.

Eles apresentaram o mesmo caso mais tarde ao U.S. Attorney General’s Commission on Pornography:

Como conselheiro jurídico da ACLU, em 1985, Barry Lynn disse ao U.S. Attorney General Commission on Pornography (do qual o presidente do Focus on the Family, Dr. James C. Dobson, era membro) que a pornografia infantil foi protegida pela Primeira Emenda. Enquanto a produção de pornografia infantil pode ser prevenida por lei, segundo ele, a sua distribuição não poderia ser. Alguns anos mais tarde (1988), Lynn disse ao Comitê Judiciário do Senado que até mesmo exigir dos produtores de pornografia a guarda dos registros de idade de seus artistas era inadmissível.

Se não houver nenhuma exigência federal de manutenção de registros para as pessoas retratadas em Road and Track ou Star Wars, disse ele, não pode haver tal exigência para Hustler ou Debbie Does Dallas.

O Journal on Homosexuality publicou “Intimidade Masculina Intergeracional: Perspectiva Histórica, Socio-Psicológica e Legal,” em 1990. Na sua frente, Gunter Schimdt, Professor do Sex Research da Universidade de Hamburgo, na Alemanha detalha:

“Relacionamentos pedófilos de sucesso ajudam e incentivam a criança, apesar da criança muitas vezes consentir com o sexo enquanto na verdade está em busca de conforto e carinho. Estes são muitas vezes emocionalmente carentes, profundamente solitários, crianças socialmente isoladas que buscam, por assim dizer, um refúgio no amor de um adulto e para quem, por causa de sua miséria, o vêem como um golpe de sorte por ter encontrado uma ‘relação extremamente carinhosa’.”

Schimdt também escreveu sobre como a proibição legal da pedofilia era primitiva:

Parece que as crianças que não estão emocionalmente carentes são, por assim dizer, “imunes” aos avanços de um adulto em busca do contato sexual. Cada caso deve ser encarado por seus próprios méritos e, por esta razão, a ameaça de fazer todo ato pedófilo punível por lei mal pode ser rotulado de civilizado, pelo contrário, é injusto, pois implica na discriminação e perseguição de uma minoria e deve ser abolida.

Richard Gardner, M.D., publicou “True and False Accusations of Child Sex Abuse.” Nela, ele afirmou que a atitude dos Estados Unidos em relação a encontros sexuais com crianças estavam fora de sintonia com o resto do mundo. Ele alegou que a Bíblia foi responsável pela visão americana de pedofilia e disse: “...de todos os povos antigos, pode muito bem ser que os judeus eram os únicos que puniam pedófilos.”

Uma edição de julho 1998 do Psychological Bulletin da Associação Psicológica Americana apresentou um artigo dos autores Bruce Rind, Philip Tromovitch e Robert Bauserman intitulado: “A Meta-Analytic Examination of Assumed Properties of Child Sexual Abuse Using College Samples.” No artigo, o objetivo dos autores era “... para abordar a questão: na população de pessoas com histórico de CSA [abuso sexual infantil], essa experiência causa danos psicológicos intensos de forma generalizada para ambos os sexos?”

Eles concluíram que “os efeitos negativos (do abuso sexual de crianças) não eram nem onipresente, nem tipicamente intenso e que os homens reagiram muito menos negativamente do que as mulheres.” Isso causou uma tempestade de críticas no mainstream.

A Dr. Laura Schlessinger denunciou o artigo em março de 1999 como um esforço midiático de normalizar a pedofilia. De maneira tipicamente rápida, um ano depois que o artigo foi publicado, ele foi condenado por unanimidade no Congresso. O artigo foi acusado de utilizar amostragem enviesada, devido à “exclusão de vítimas tão traumatizadas que sequer passam a frequentar a faculdade.” Os autores também foram acusados ​​de charlatanismo. No artigo de 1990 do Journal of Homosexuality mencionado acima, o co-autor Robert Bauserman afirmou que a ideologia que rotula todos os meninos como “vítimas” e todos os pedófilos adultos como “agressores” estava errada. Ele também se queixou de que a pesquisa objetiva era impossível por causa do clima social que condena as relações sexuais entre homens e meninos. Bruce Rind afirmou que os termos “vítimas, sobreviventes, infratores e criminosos eram cientificamente inválidos.” Em seu relatório, eles realmente se colocam como uma referência para apoiar estas afirmações.

Stephanie J. Dallum autora do argumento denunciando o estudo intitulado: “Science or Propaganda? An examination of Rind, Tromovitch & Bauserman (1998).” Ela concluiu:

Depois de um exame cuidadoso das evidências, conclui-se que Rind et al. pode ser melhor descrito como um artigo de defesa que inadequadamente usa a ciência na tentativa de legitimar suas descobertas.

Em 1999, Harris Mirkin escreveu um artigo no Journal of Homosexuality intitulado “The Patterns of Sexual Politics: Feminism, Homosexuality and Pedophilia.”  Sua posição é que a pedofilia é uma “criação específica de cultura e classe” e que pode e deve ser legalizada. Ele compara a luta pela legalização da pedofilia com o esforço da comunidade negra por direitos civis. Mirkin escreve que se é para a legalização da pedofilia ter sucesso, a discussão tem que se mover das questões morais do passado para os direitos das crianças de desfrutar do sexo. Esta mudança levaria o foco de “não é permitido” para “quando que isto é permitido.” Isso, ele supõe, seria a porta de entrada para a legalização.

Um artigo intitulado simplesmente “Pedofilia” foi destaque no Jornal da Associação Médica Americana em 2002. Peter J. Fagen, Ph.D., et al, fez a afirmação de que a pedofilia é apenas outra orientação sexual:

Durante o desenvolvimento psicossexual, ninguém decide se terá atração por mulheres, homens, meninas ou meninos. Em vez disso, os indivíduos descobrem os tipos de pessoas por quem são sexualmente atraídos, ou seja, sua orientação sexual.

Dr. Fred Berlin, do Departamento de Psiquiatria John Hopkins apoia essa posição. Em um artigo que apareceu em Behavioral Health Management, Douglas Edwards cita Berlim, afirmando que Berlim rejeita a idéia de que a pedofilia é uma escolha consciente, mas sim uma orientação sexual ao longo da vida.

Judith Levine publicou Harmful to Minors: The Perils of Protecting Children from Sex em 2002. O préfacio do livro foi escrito pela ex-Cirurgiã Geral Joycelyn Elders. Levine escreve: “Os pedófilos geralmente não são violentos, se é que existe tal coisa como pedófilos de algum modo. Mais importante, o contato sexual com uma criança não é um ato pedófilo.”

Jan LaRue, chefe do conselho de Concerned Women of America e Mary Eberstadt, pesquisadora do Hoover Institute, destacaram que as afirmações de Levine foram baseadas exclusivamente em fontes pró-pedofilia, como o Boletim NAMBLA.

O Los Angeles Times deu um prêmio a Levine pelo seu livro.

Há outros casos em que a pedofilia é minimizada, tolerada e ignorada. O Estado da Califórnia aprovou uma lei apelidada de Lei de Proteção à Pedofilia, removendo os requisitos de notificação obrigatória [*]. Isso foi em reação à descoberta da Planned Parenthood tratar crianças a partir dos seis anos com doenças sexualmente transmissíveis, e ainda não denunciar isso. Parece que na Califórnia, a proteção da Planned Parenthood prevalece sobre a proteção das crianças contra o abuso sexual.

Richard Dawkins, um ateu fanático, afirma que se um padre católico fosse abusar sexualmente de uma criança, o abuso faria menos danos do que se o padre fosse ensinar a Bíblia. Em um breve ensaio para o The Dubliner, Dawkins escreveu:

Quanto às acusações de abuso sexual de crianças por padres católicos, deploráveis ​​e repugnantes como os abusos são, em primeiro lugar eles não são tão prejudiciais para as crianças como o dano mental grave de educar a criança dentro da doutrina católica.

Dawkins permitiu que o seu ódio da religião deixasse-o cego para o dano da pedofilia. Isso é pouco para ferir a religião, mas muito para o esforço de legalizar a pedofilia.

A Hungria estava considerando permitir pornografia para crianças a partir de 14 anos de idade, uma vez que a idade de consentimento tinha baixado para essa idade. Houve uma indignação entre os membros conservadores do governo da Hungria. Até agora, a mudança não aconteceu.

O movimento atual para legalizar e normalizar a pedofilia pode parecer irreal para alguns. Eu ainda encontrarei alguém que concorde comigo quando afirmo que [a pedofilia] será legalizada nos próximos 25-30 anos. Mas há muitos, como eu detalhei aqui, que vêem os pedófilos como uma minoria oprimida. Eles enxergam o caminho para a liberdade seguindo o mesmo percurso que os homossexuais traçaram. O primeiro passo seria a remoção da pedofilia como uma doença mental, um movimento que a APA já considerou. Em seguida, usando a pesquisa de Kinsey e de outros mencionados acima, a mudança seria feita para abolir a idade de consentimento. Com o apoio aparente da ciência, isso poderia ser possível e efetivamente legalizaria a pedofilia. Com o peso jurídico retirado, o esforço seria então voltado para a normalização e aceitação. Isso é feito por pedófilos lançando-se como uma minoria, vítimas de uma cultura que os rejeita. Marcha após marcha fazem com que a visão de um homem de 50 anos beijando profundamente um menino de seis anos de língua nada mais é do que um sinal de tolerância dos Estados Unidos, independentemente de quem se prejudique.

Há algumas coisas que não devemos tolerar. A legalização e normalização da pedofilia é uma delas. 

[*] O projeto da Lei de Proteção à Pedofilia foi apresentado e promovido no Legislativo pela senadora Sheila Keuhl, que é abertamente lésbica. A nova lei reduz drasticamente os requisitos de notificação obrigatória de abuso sexual, físico e emocional de crianças. Sob a lei anterior da Califórnia, todas as pessoas que regularmente entram em contato com as crianças, como parte de seus trabalhos são obrigadas a comunicar qualquer caso em que há razão para acreditar que uma criança foi molestada ou abusada. A nova lei elimina a notificação obrigatória para quem trabalha como voluntário em qualquer profissão, também elimina a notificação compulsória nos casos em que as crianças estão fazendo sexo umas com as outras, e elimina o “abuso emocional severo” como uma ocorrência a ser notificada.

sábado, 15 de março de 2014

Legislação LGBTT Prepara o Terreno Para o Direito dos Pedófilos

Psicólogo declara que ‘pessoas atraídas por menores’ são tão normais quanto heterossexuais
Enquanto legisladores e outros funcionários do governo promovem leis a favor dos ​​“gays”, eles estão lançando involuntariamente as bases para proteções especiais para os pedófilos, incluindo o direito de trabalhar com crianças, os defensores da família alertam.
Linda Harvey da Mission America disse que a pressão para conceder igualdade de direitos para os pedófilos irá se tornar mais frequentes que as ações afirmativas de grupos LGBTT.
“É tudo parte de um plano para introduzir o sexo para crianças em idades cada vez mais precoces e convencê-las de que a amizade normal é realmente uma atração sexual”, disse ela.
Em 1973, a Associação Americana de Psiquiatria desclassificou a homossexualidade da sua lista de transtornos mentais após um intenso lobby por parte de grupos de direitos homossexuais.
No momento da exclusão, os críticos alertaram que isso levaria à aceitação de outros tipos de desvios sexuais, incluindo a pedofilia. Os defensores do estilo de vida “gay” desdenharam da comparação, insistindo que tal coisa nunca iria ocorrer.
No entanto, parece que os críticos estavam absolutamente corretos.
Em 2003, um grupo de profissionais de saúde mental formou o B4U-Act para iniciar uma pressão lenta, mas inexorável para redefinir a pedofilia como uma orientação sexual, da mesma forma como foi à homossexualidade na década de 1970.
A organização chama pedófilos de “pessoas atraídas por menores”, e o site afirma que seu propósito é “ajudar os profissionais de saúde mental a aprender mais sobre a atração por menores e a considerar os efeitos dos estereótipos, do estigma e do medo.”
Mais tarde o B4U-Act realizou um simpósio em que foi proposta uma nova definição de pedofilia para o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos de Saúde Mental da APA.
Em 2010, dois psicólogos no Canadá foram manchete nacional quando declararam que a pedofilia é uma orientação sexual, assim como o homossexualismo.
Van Gijseghem, psicólogo e professor aposentado da Universidade de Montreal, disse aos membros do Parlamento, “Pedófilos não são simplesmente pessoas que cometem um pequeno delito de tempos em tempo. Pelo contrário, eles têm conflitos com o que equivale a uma orientação sexual exatamente como outro indivíduo pode estar em conflito com a heterossexualidade ou até mesmo a homossexualidade.”
Ele continua: “Os verdadeiros pedófilos têm preferência exclusiva por crianças, o que é a mesma coisa que ter uma orientação sexual. Não se pode mudar a orientação sexual de uma pessoa. Apesar disso, ele poderá permanecer numa vida de abstinência”.
Quando questionado se ele estaria comparando pedófilos a homossexuais, Van Gijseghem respondeu: “Se, por exemplo, você estivesse vivendo numa sociedade em que a heterossexualidade fosse condenada ou proibida e você recebesse ordem de passar por terapia para mudar sua orientação sexual, você provavelmente diria que isso é um pouco doido. Em outras palavras, você não aceitaria isso de forma alguma. Eu uso essa analogia para dizer que sim, realmente sim, os pedófilos não podem mudar sua orientação sexual.”
Dr. Vernon Quinsey, professor emérito de psicologia na Queen’s University em Kingston, Ontario, concordou com Van Gijseghem e disse que os “interesses sexuais” dos pedófilos fazem com que eles tenham “preferência por crianças pré-púberes” e que “não há nenhuma evidência de que esse tipo de preferência pode ser mudado por meio de tratamento ou por meio de qualquer outra coisa”.
Em julho de 2010, a Harvard Health Publications, declarou: “A pedofilia é uma orientação sexual e não é susceptível a mudança. O tratamento tem por objetivo capacitar alguém a controlar seus impulsos sexuais.”
Se a APA declarasse a pedofilia uma orientação sexual em pé de igualdade com a homossexualidade, haveria um grande alcance para as leis anti-discriminatórias existentes.
O processo comum tem sido os defensores do homossexualismo adicionar “orientação sexual” a uma lista de fatores não-discriminatórios nas cidades e estados.
No entanto, essas referências não são dirigidas especificamente em relação ao homossexualismo e poderiam ser interpretadas para proteger uma série de outras pessoas com “orientações”, como bissexuais e transgêneros.[*]
Os defensores do estilo de vida LGBT negam veementemente a conexão, insistindo que leis de consentimento de idade impediriam pedófilos de reivindicar os mesmos direitos que os homossexuais no emprego, habitação e outras áreas.
Pelo valor nominal, a alegação parece ter mérito, no entanto, o problema é os psicólogos estabelecerem uma distinção nítida entre pedófilos e molestadores de crianças.
Dr. Gregory Herek, membro da APA e da Associação para a Ciência Psicológica e antigo vencedor do Prêmio APA por Contribuições Notáveis a Psicologia, argumentou sobre a questão em um artigo intitulado “Fatos Sobre a Homossexualidade e Molestamento Infantil.”
Herek diz que o problema é a pessoa comum não conseguir entender a terminologia correta, a qual ele diz ser “confusa” e “ardilosa” sobre pedófilos.
“Pedofilia e abuso sexual infantil são usados ​​de maneiras diferentes, até mesmo por profissionais”, afirmou Herek. “Pedofilia geralmente se refere a um distúrbio psicológico de um adulto caracterizado por uma preferência por crianças pré-púberes como parceiras sexuais, esta preferência pode ou não ser posta em prática.”
Ele diz que, por outro lado, a molestação da criança e o abuso sexual infantil referem-se a ações tomadas pelo agressor.
Com base nesta definição, um pedófilo não transgrediu nenhuma lei, já que ele não se envolveu efetivamente em um ato sexual com crianças. Analistas dizem que, não infringindo nenhuma lei, se a pedofilia fosse declarada uma orientação sexual, entraria na categoria definida por orientação sexual de todos os estatutos legais apropriados.
Isso pode ser especialmente problemático para os empregadores que contratam pessoas para trabalhar com crianças, como em creches ou escolas. Se um pedófilo fosse concorrer a um emprego, desde que ele alegasse que não tenha se envolvido em ato de abuso sexual infantil, uma alegação de discriminação pode ser sustentada se ele for rejeitado com base na sua “orientação sexual.”
Harvey diz que, embora atualmente existam leis com idade de consentimento que proíbem os adultos de se envolver em relações sexuais com crianças, há uma pressão para mudar isso.
“Há pessoas que defendem a liberdade sexual que têm tentado diminuir a idade de consentimento durante bastante tempo”, disse Harvey. “Uma das coisas que eu vejo acontecendo é que eles estão indo ativamente na defesa da libertação e capacitação dos jovens para serem quem são. Eles estão tentando desestigmatizar o sexo com adolescentes e crianças pré-púberes.”
“Por exemplo, eles vão promover que nas leis anti-bullying não há nada de errado com um jovem de 16 anos ter relações sexuais com uma criança de 11 anos de idade. Depois de se derrubar a barreira e estabelecer que isso é uma orientação sexual porque isso é algo que as pessoas simplesmente fazem, o salto para a pedofilia fica evidente.”
Ela observou que o processo que está sendo aplicado em profissionais de saúde mental pelo B4U-Act é o mesmo que ocorreu na década de 1970.
“A definição dos psicólogos sobre pedofilia e abuso sexual de crianças é muito importante. Eles querem primeiro estabelecer a idéia de uma identidade de pessoas que são atraídas por crianças,” disse ela. “O próximo passo é se vitimizar, dizendo que há pessoas que nutrem ódio por eles e que criticá-los é discurso de ódio, porque é uma orientação e, portanto, eles não podem fazer nada quanto a isso.”
“Eles raciocinam que, se eles nunca colocarem em prática seus impulsos sexuais por crianças, então qual é o problema? O senso comum diz que, se eles têm esses sentimentos atuarão em conformidade com isso. Não é inato, assim como não existe uma base biológica para a homossexualidade. No entanto, o lobby militante para pedófilos vai defender o seu direito de ter essa orientação e é aí que eles querem chegar em primeiro lugar. Eles não defendem o comportamento de imediato, porque eles sabem que as pessoas os reprovarão por isso, mas eles vão com a idéia de falar o que você quer ouvir, porque você não sabe o que se passa na cabeças deles.”
Há também aqueles que defendem a legalização da pornografia infantil, alegando que esta ajuda a evitar que os pedófilos se tornem molestadores de criança.
Milton Diamond, professor da Universidade do Havaí e diretor do Pacific Center for Sex and Society, uma vez afirmou que a pornografia infantil pode ser benéfica para a sociedade, porque “os criminosos sexuais potenciais usam pornografia infantil como um substituto para o sexo contra as crianças.”
Diamond é um professor famoso do Institute for the Advanced Study of Human Sexuality, em San Francisco. O IASHS defendeu abertamente a revogação da proibição, da época da Guerra Revolucionária, de homossexuais no serviço militar.
Em seu site, a lista do IASHS de “direitos sexuais básicos”, inclui “o direito de se envolver em atos ou atividades de qualquer natureza sexual, desde que não envolvam atos não consensuais, de violência, de constrangimento, coação ou fraude.”
Outros direitos são para “ser livre da perseguição, condenação, discriminação ou intervenção da sociedade no comportamento sexual privado” e “a liberdade de qualquer pensamento sexual, fantasia ou desejo.” A organização também diz que ninguém deve estar “em desvantagem por causa de sua idade.”
O que deve ser ainda mais alarmante para os pais é que a APA tem minimizado qualquer problema de saúde mental que as crianças possam experimentar resultante do abuso sexual por parte de adultos.
Gaievski é acusado de 40 crimes sexuais
Em 1998, a APA publicou um relatório afirmando que “o ‘potencial negativo’ do sexo entre adultos com crianças foi ‘exagerado’ e que ‘a grande maioria dos homens e mulheres não relatou nenhum efeito sexual negativo em suas experiências de abuso sexual quando crianças.’”
O WND relatou anteriormente leis em estados como Califórnia e Nova Jersey proibindo a chamada terapia de conversão “gay” que pode impedir os profissionais de saúde mental de oferecer aconselhamento para pedófilos.
O procurador Mat Staver, presidente do Liberty Counsel, que entrou com uma ação contra a legislação da Califórnia, disse que sob a linguagem do projeto de lei um conselheiro de saúde mental pode ser sancionado se houver uma tentativa de “forçar” um pedófilo a mudar seu comportamento ou falar negativamente sobre o comportamento.
“Se alguém fosse dizer que sua orientação sexual é por crianças pequenas e um profissional de saúde mental licenciado fosse desaconselhar essas tendências ao invés de encorajar o comportamento seria problemático e pode resultar em um código de violação ética pelo conselheiro,” disse Staver. “Esta é uma questão que está claramente à espreita no presente Estatuto.”
“Essa linguagem é tão ampla e vaga, que, sem dúvida, poderia incluir todas as formas de orientação sexual, incluindo a pedofilia,” disse Brad Dacus, presidente do Pacific Justice Institute. “Não é apenas a orientação que está protegida, a conduta associada à orientação é protegida também.”
Talvez muitos não tenham percebido que o governo federal já concedeu status de proteção aos pedófilos.
A Lei de Prevenção de Crimes de Ódio de Matthew Shephard e James Byrd Jr. lista “orientação sexual” como uma classe protegida, no entanto, não define o termo.
Republicanos tentaram incluir uma emenda especificando que “a pedofilia não é reconhecida como uma orientação.” No entanto, a alteração foi derrotada pelos democratas no Congresso pouco depois do presidente Barack Obama tomar posse.
O Rep. Alcee Hastings (D-Flórida), afirmou que todos os estilos de vida sexuais alternativos devem ser protegidos pela legislação.
“Este projeto aborda a nossa vontade de acabar com a violência com base no preconceito e garantir que todos os americanos, independentemente de raça, cor, religião, nacionalidade, sexo, orientação sexual, identidade de gênero, ou deficiência, ou todas essas ‘filias’, fetiches e ‘ismos’ que foram apresentadas não precisam viver com medo por causa de quem eles são. Exorto os meus colegas a votar a favor dessa regra.”

[*] As parafilias são substituições do coito sexual para se chegar ao prazer. São considerados também parafilias os padrões de comportamento em que o desvio se dá não no ato, mas no objeto do desejo sexual. O homossexualismo é apenas um dos diversos tipos de parafilia, que inclui formas de “orientação” como estupro, voyerismo, pedofilia, necrofilia, zoofilia, hebefilia, sadismo, frotteurismo, incesto, etc.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Desmascarando os Argumentos Gayzistas com a Lógica Simples - Parte 2



O QUE É A HOMOSSEXUALIDADE?


Algumas pessoas podem se sentir tentadas a evitar essa seção por pensar que compreendem esse termo. Esse é o primeiro erro cometido por toda vitima da sofística gayzista. Falhar no esclarecimento dos termos essenciais logo no início é permitir-se cair na armadilha de seus próprios pressupostos. É algo como assinar um contrato de compra de um carro usado sem ao menos identificá-lo.

A definição de homossexualidade não é tão clara quanto parece

Até 1986, a homossexualidade era definida universalmente como uma prática sexual com alguém do mesmo sexo. Por extensão, um homossexual era definido como alguém que se envolvia ou desejava se envolver em tal prática. O próprio movimento gayzista adotou essa definição, na qual o termo “homossexualidade” incluía apenas o que se refere ao comportamento sexual entre pessoas do mesmo sexo.

Depois de 1986, o movimento gayzista começou a redefinir a homossexualidade como uma condição normal e imutável equivalente a heterossexualidade, um estado de existência completamente independente de conduta. Sob a nova definição, “héteros” podem escolher ter relações sexuais com alguém do mesmo sexo e “gays” podem escolher ter relações sexuais com alguém do sexo oposto sem qualquer alteração de sua verdadeira “orientação sexual”.

Por que a mudança de estratégia?

1986 foi o ano que o Supremo Tribunal dos Estados Unidos, no caso de Bowers vs Hardwick, confirmou o direito dos estados de criminalizar a conduta homossexual. O movimento gayzista argumentou que a sodomia homossexual deveria ser vista pela corte como um direito fundamental de privacidade que não se difere das relações sexuais conjugais. O tribunal rejeitou decisivamente o argumento. O direito constitucional dos estados regularem a conduta homossexual continuou a ser a lei do país.

Frustrados em seu objetivo de legitimar a conduta homossexual como um direito fundamental, o movimento gayzista recorreu ao único argumento do qual poderia reivindicar proteção constitucional: a condição de minoria como uma “classe suspeita”.

O Supremo Tribunal reconhece o status de minoria apenas a grupos que 1) tenham sofrido uma história de discriminação, 2) são incapazes de ajudarem a si próprios 3) são definidos por características imutáveis.
Esse é o segredo para compreender o porquê do movimento gayzista negar que a homossexualidade é comportamental e insistir que a homossexualidade é inata e imutável. Isso não é ciência. Isso é uma estratégia política e jurídica.

O problema é que eles não podem provar isso.

Não existe nenhum meio verdadeiramente objetivo de determinar se a pessoa é homossexual inata. Ninguém pode fazer um exame de sangue ou de DNA para provar que é “gay.” Nós dependemos inteiramente da declaração da pessoa de que sua homossexualidade é inata. A mácula do auto-interesse político por si só torna tal prova indigna de confiança. Homossexuais assumidos não podem nem mesmo provar que eles realmente acreditem que sua homossexualidade é inata. Ao invés disso, eles argumentam que a homossexualidade deve ser inata porque ninguém escolhe ser “gay” e se sujeita ao estigma social resultante. 

Esse argumento é inválido, já que muitas pessoas optam por estilos de vida que outros condenam. Além do mais, há vários homossexuais que admitem abertamente que seu estilo de vida é uma preferência voluntária.
Sobre a questão da escolha, é de se notar que todo tipo de sexo com exceção do estupro é voluntário e que todo ato sexual envolve uma escolha consciente.  A inclinação de uma pessoa para uma forma de conduta sexual pode não ser, por um bom número de razões, conscientemente escolhida, mas a mera existência do desejo não justifica o ato. Aceitar o contraditório seria validar o adultério e a pedofilia. A sociedade tem o direito de requerer que as pessoas contenham seus desejos nocivos, mesmo que seja difícil para elas tal feito.

Na verdade, o movimento gayzista não quer encontrar uma causa biológica. Se a ciência tivesse identificado uma causa biológica para a homossexualidade, neste dia começaria uma “corrida pela cura”. (E um número enorme de homens e mulheres homossexuais supostamente felizes iriam se juntar secretamente a essa corrida)

Já que o movimento gayzista é incapaz de provar isso, a assertiva que homossexuais “nascem desse jeito” continua sendo nada mais do que uma hipótese: a qual não justifica o abandono de políticas sociais consagradas e conhecimentos comprovados. Lembre-se, a sociedade não deve provar que a homossexualidade é adquirida. Ativistas gayzistas são os que estão tentando mudar as coisas e o ônus da prova é deles.

No entanto, há muitas evidências de que a homossexualidade é adquirida. Há um conjunto considerável de testemunhos de dezenas de milhares de homens e mulheres que viviam como homossexuais. Estes ex-“gays” renunciaram a seus antigos estilos de vida e muitos se tornaram heterossexuais por identificação própria e desejo, enquanto outros pararam no ponto de conforto com seu próprio gênero e liberdade de desejar pessoas do mesmo sexo. O desafio do movimento gayzista para ex-homossexuais é, em essência, provar que estes não continuam inatamente “gays” o que é o cúmulo do absurdo já que a imutabilidade homossexual nunca foi provada, em primeiro lugar.

Por que a questão da imutabilidade é tão importante? Porque se a homossexualidade não é inata, ela tem que ser adquirida. E se ela pode ser adquirida, vamos impedir que a homossexualidade seja legitimada para nossas crianças. Se ainda houver uma sombra de dúvida sobre a causa da homossexualidade, nós devemos optar por proteger nossas crianças. De fato nós devemos desencorajá-las ativamente de ver a homossexualidade como algo normal e seguro, quando de fato é demonstrativamente insegura e anormal. Vale a pena lembrar que normalidade é funcionar de acordo com a natureza ou design. A normalidade não é baseada na opinião popular.

Sumariamente, a verdadeira definição de homossexualidade é a prática sexual com pessoas do mesmo sexo. Um homossexual é uma pessoa que se define pelo envolvimento ou desejo de se envolver em tal prática. Essa definição é lógica e intuitivamente sensata.

Pelo amor de nossas crianças e saúde de nossa sociedade, nós devemos rejeitar a redefinição desses termos. Nós devemos forçar os defensores do argumento “eu nasci assim” a admitir que são incapazes de provar isso, e como não podem provar, eles devem admitir a possibilidade de que a homossexualidade pode ser adquirida. Nós temos que impedir que a discussão prossiga quando a imutabilidade da homossexualidade é assumida como premissa.

Nós devemos desafiar a premissa e forçar as concessões lógicas, impedindo que o assunto seja mudado.

 
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