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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

A violência dos activistas homossexuais Italianos

Um lobby homossexual Italiano cada vez mais violento levou a cabo uma séria de ataques violentos contra uma pacífica demonstração pró-família que decorreu no país. Pelo menos uma padre Italiano e uma mulher tiveram que ser levados para um hospital devido aos ferimentos infligidos pela turba homossexual que durante, as últimas semanas, atacou um largo número de demonstradores pró-família silenciosos um pouco por toda a Itália.

Os heterossexuais que fizeram parte da demonstração - e que eram pessoas que faziam parte de todos os quadrantes da vida - formam um movimento cada vez mais popular na Itália, conhecido como "Sentinelas de Pé" (“Sentinelle in Piedi”). Eles receberam este nome porque tudo o que eles fazem é ficar em pé em praças públicas, formando linhas igualmente separadas, e lendo em silêncio. 

O movimento emergiu no ano passado, depois do parlamento Italiano - sob a liderança do extremista partido esquerdista que se encontra no poder - ter dado entrada a uma lei que ilegaliza "a discriminicação com base na homofobia" - isto é, tornando ilegal o acto de escolher não se associar, ou associar o seu negócio, com homossexuais.

[ed: na verdade, não é com homossexuais mas sim com o homossexualismo e com tudo o que promove este comportamento auto-destrutivo]

As demonstrações dos “Sentinelle in Piedi”, que são levadas a cabo em conjugação e com a participação do partido nacionalista Forza Nuova, ocorreram recentemente em Bolonha, Turim, Génova, Aostra, e em pelo menos 100 outras cidades. Estima-se que, há duas semanas, pelo menos 10,000 pessoas tenham participado num só dia - precisamente quando o primeiro ataque homossexual violento ocorreu.

Segundo alguns relatos, na cidade nortenha de Rovereto uma turba de homossexuais enlouquecidos começou por destruir os materiais publicitários dos Sentinelas, gritando ameaças e atirando ovos, mas depois disto esta turba começou a atacar fisicamente os demonstradores, esmurrando, pontapeando e cuspindo nas mulheres e nas crianças de forma igual.

Foi neste encontro que o sacerdote, o Padre Matteo Graziola, e uma jovem mulher, que não foi identificada, ficaram feridos.

A turba de homossexuais voltou-se posteriormente contra a polícia - que demorou a chegar - e atacou-os de igual modo.

Em Bolonha a cena foi caótica à medida que os participantes dos Sentinela se viram forçados a sofrer as atitudes de demonstradores que gritavam, diziam palavrões e dificilmente eram contidos pela polícia local. Os activistas homossexuais haviam sido chamados para se demonstrarem contra o evento pelo lobby homossexual organizado com o nome de "Arcigay".

Um porta-voz dos Sentinelas disse ao Tempi.it que os homossexuais atiravam garrafas, cuspiam e gritavam obscenidades, embora estivessem presentes crianças dentro do grupo dos Sentinelas:

Cerca de 80 pessoas foram incapazes de chegar à praça pública devido ao caos, ao mesmo tempo que famílias com crianças eram forçadas a abandonar o local. Uma mãe que empurrava um carrinho de bebé foi coberta de insultos e cuspida; este foi o facto que mais tristes nos deixou.


* * * * * * *

Se nem os bebés e as mulheres os activistas homossexuais respeitam, a quem é que eles irão respeitar? E se eles não respeitam bebés, porque é que estes activistas pensam que merecem o respeito de alguém?


segunda-feira, 27 de outubro de 2014

O governo é inimigo da liberdade religiosa dos Cristãos

Durante anos, os defensores dos pseudo-casamento homoerótico alegaram que os Americanos deveriam ser livres para viver a sua vida da forma como eles quiserem, no entanto, em muitos casos amplamente documentados, o governo tem coagido aqueles que apenas querem ser livres para viver de acordo com a sua crença de que o casamento é a união entre um homem e uma mulher.

Há bem poucos dias, surgiu um caso em Idaho onde os oficiais governamentais ordenaram os líderes religiosos Cristãos  a celebrar "casamentos" homoeróticos ou enfrentar multas ou até penas de prisão. Esta caso envolve Donald e Evelyn Knapp, ambos líderes de congregação da Hitching Post Wedding Chapel.

Os oficiais de Coeur d’Alene, Idaho, disseram ao casal que a cidade tem estatutos anti-descriminação que incluem a "orientação sexual" e a "identidade de género", e devido ao facto do 9th U.S. Circuit Court of Appeals ter eliminado a emenda constitucional que estabelecia o casamento como sendo a união entre um homem e uma mulher, o casal teriam que oficialiar os "casamentos" homoeróticos dentro da sua capela. O estatuto d não-discriminação aplica-se a todas as "acomodações públicas", e a cidade qualifica capela como uma acomodação pública.

Na Sexta-Feira, a dupla homoerótica pediu para ser "casada" pelos Knapps mas estes declinaram educadamente. Devido a isto, o casal Knapp pode passar 180 dias na prisão e pagar uma multa de $1,000 por cada dia que se recusarem a celebrar um "casamento" homoerótico. Se por acaso eles ficarem uma semana a honrar a sua fé e a recusarem-se a celebrar uma cerimónia homossexual, isso pode-lhes custar três anos e meio de prisão e uma multa de $7,000.

Coerção Governamental

Os Knapps já estão casados há 47 anos, e ambos são ministros ordenados da International Church of the Foursquare Gospel. Eles são “Cristãos Evangélicos que subscrevem posições Cristãs ortodoxas" de que "Deus criou dois sexos distintos à Sua Imagem" e que "Deus estabeleceu que o casamento fosse entre um homem e uma mulher."  Mas como consequência do facto dos tribunais terem redefinido o casamento, e da cidade ter estabelecido regulamentos que geram direitos especiais com base na "orientação sexual" e na "identidade de género", os Knapps enfrentam agora a coerção estatal.

O reconhecimento governamental das uniões homoeróticas como "casamentos" não precisa e nem requerer o reconhecimento duma terceira parte (neste caso, das igrejas). O governo não só deveria honrar os direitos dos cidadãos, mas como forma de agir duma forma mais respeitosa perante a livre associação, a liberdade contractual, a liberdade de expressão, e perante ao livre exercício da religião, o governo deveriam proteger o direito dos cidadãos de viver de acordo com as suas crenças em relação ao casamento.

Os Knapps já celebram casamentos na sua capela desde 1989, e o governo não deveria forçá-los a fechar a capela ou a contradizer as suas crenças Cristãs. Afinal de contas,   proteger a liberdade religiosa e os direitos de consciência não violam a liberdade sexual de ninguém. Ninguém tem o direito de de ver o governo a forçar um determinado líder religioso a casar alguém visto que algumas pessoas podem determinar, em boa consciência, que não podem tomar parte em cerimónias homoeróticas - quer sejam sacerdotes, pasteleiros ou floristas. Estas pessoas não deveriam ter que escolher entre as suas crenças e a sua subsistência.  (...)




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Como já tivemos oportunidade de dizer no passado, a guerra não é entre Cristãos e homossexuais, nem entre "pessoas de fé" e homossexuais (visto que só os Cristãos são vítimas deste tipo de operações) mas sim entre o Cristianismo e o Estado. Como já se sabe, o activismo homossexual não representa os desejos e as intenções dos homossexuais, mas sim os planos e as intenções dos governos ocidentais. Quem resiste à agenda lgbt, não está a resistir aos planos dos homossexuais mas sim aos planos subversivos do governo.

O que os governos fazem no ocidente é criar um grupo "especial" e conferir-lhe "direitos" que entram em rota de colisão com o Cristianismo. Depois disto, o mesmo governo coloca ambos os grupos em guerra como forma dele (o estado) poder usar as leis que ele mesmo criou para fazer o que ele sempre quis fazer, nomeadamente, limitar e acabar com a influência social do Cristianismo.
A ler: "A Estratégia da Escola de Frankfurt"

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Porque é que as duplas homoeróticas se "divorciam" mais que os casais?

Por Jason Richwine

No blogue Power Line blog, o meu antigo colega na AEI, Steve Hayward, ressalva que o primeiro "divórcio" homossexual do estado do Indiana ocorreu há algumas semanas atrás. Será que as duplas homossexuais acabarão por se "divorciar" mais que os casais?

Steve justificadamente pondera que os cientistas sociais Americanos estarão dispostos a estudar a durabilidade dos relacionamentos homoeróticos, dada à caça às bruxas levada a cabo contra Mark Regnerus e contra outros que publicaram dados que colocam sob péssima luz tais relacionamentos.

Uma vez que Steve cita também a comoção em torno da minha pesquisa politicamente incorrecta (em torno da imigração), posso também apontar para alguns estudos em relação aos "divórcios" homossexuais que ocorrem no norte da Europa, onde as uniões homossexuais foram legalmente reconhecidas há mais tempo que nos Estados Unidos. Embora a pesquisa seja preliminar, os dados gerais demonstram que, sim, as duplas homoeróticas são mais susceptíveis de se "divorciarem" que os casais.

O melhor estudo que já vi focava-se na Escandinávia, onde as uniões civis homossexuais - essencialmente, são casamentos em tudo menos no nome - já são legais há cerca de 20 anos. Os autores tiveram acesso a dados administrativos ao nível da população que geraram uma amostra com mais de 1500 uniões homossexuais.

Depois de se controlar a idade, a região, o país, o local de nascimento, a educação, e a duração da parceira, as duplas homossexuais masculinas na Suécia eram 35% mais prováveis de se "divorciarem" do que os casais, e as duplas lésbicas eram 200% mais prováveis de se divorciarem. O facto de terem ou não terem filhos não fazia qualquer tipo de diferença nos dados relativos.

Estudos em torno das duplas coabitantes são menos informativas - não estou convencido de que os colegas de quarto platónicos tenham sido adequadamente excluídos da categoria de "duplas" - mas os resultados apontam na mesma direcção.

Na Holanda, por exemplo, os pesquisadores examinaram os registos fiscais bem como os registos populacionais como forma de localizar o estatuto da relação das pessoas que davam entrada a declarações fiscais, incluindo 731 duplas homossexuais. A taxa de dissolução para as duplas homossexuais não-casadas era mais de o dobro da taxa dos casais em regime de coabitação.

Um pequeno estudo levado a cabo junto dos coabitantes Britânicos apurou que, quando comparados com os heterossexuais casados, os coabitantes heterossexuais eram 2.7 vezes mais susceptíveis de se separarem no espaço de 5 anos, enquanto que os coabitantes homossexuais eram 5.25 vezes mas susceptíveis de terminar o relacionamento no mesmo espaço de tempo.

Na literatura Americana, normalmente por baixo das manchetes de estudos levados a cabo junto de amostras pequenas, existem alguns indícios de resultados semelhantes. Mas, de modo geral, será que os pesquisadores irão produzir estudos em larga escala aqui nos EUA?

E será que eles irão sugerir que os seus estudos podem ter implicações nas políticas levadas a cabo? Infelizmente, neste clima politico, tudo pode depender do tipo de resultados que forem apurados.

Fonte.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

De que forma é que o "casamento" homossexual afecta toda a sociedade?

Na sua tentativa de avançar com o pseudo-casamento homoerótico, os defensores do homossexualismo perguntam de que forma é que tais "casamentos" irão afectar de forma pessoal a vida daqueles que não concordam com ele. Esta pergunta é relevante, e acredito a resposta a ela tem analisar duas áreas.

Preocupações Filosóficas

De que forma é que um assassinato que ocorre num outro estado, num estacionamento para trailers e entre duas pessoas que não conhecemos e que não conhecem ninguém que nós conhecemos, nos irá afectar pessoalmente? Não irá; mas só porque não nos irá afectar pessoalmente não quer dizer que podemos ignorar as questões morais associadas ao assassinato e não condenar esse acto. O assassinato é moralmente errado, e quando uma lei moral é violada, nós somos de uma maneira ou outra afectados; e nós sabemos que se tais actos aumentarem, a sociedade será afectada, independentemente do lugar onde nos encontremos.

Não estou de maneira nenhuma a comparar o "casamento" homoerótico com o assassinato (e a colocá-los ao mesmo nível moral) mas sim a alterar por alguns momentos o foco da questão para algo que nós todos sabemos ser moralmente condenável como forma de demonstrar que, mesmo que algures pelo mundo ocorra uma acção que não nos afecta directamente (por exemplo, o assassinato), nós devemos condená-la visto estar errada. O assassinato é uma preocupação moral, e tal como o "casamento" homoerótico, nós temos que nos preocupar com as suas implicações morais, quer nós sejamos pessoalmente afectados ou não no momento.

No entanto, algumas pessoas podem afirmar que o "casamento" homoerótico não é uma questão moral mas sim uma questão centrada nos direitos civis. Embora alguns defensores do "casamento" homoerótico agitem a bandeira dos "direitos civis" como forma de apoiar a sua causa - o que eu acho impróprio - os pseudo-casamentos homossexuais estão estão rodeados de questões morais: fidelidade, promessas, amor, apoio, compromisso, sexo, etc.

Para além disso, os direitos civis baseiam-se em direitos morais: está moralmente errado prevenir alguém de ter um emprego, comer num restaurante, ou usar casas de banho públicas devido à cor da sua pele. De igual modo, a união entre duas pessoas numa cerimónia pública onde é reconhecido pelo resto da sociedade o compromisso emocional, sexual e de fidelidade entre elas é também uma questão moral. Se discordas, então tens que demonstrar como é que tal compromisso público não é uma questão moral.

Quando olhamos outra vez para a questão, podemos ver de modo implícito um padrão moral, nomeadamente, que a moralidade é determinada pela forma como as pessoas são pessoalmente afectadas. Mas uma coisa não está certa ou errada apenas e só devido ao efeito que uma acção pode ter sobre uma pessoa. Algo está certo ou errado porque existe uma natureza inerente das verdades morais. Por exemplo, está errado assassinar.

Está errado torturar bebés como forma de obter prazer sádico. Está errado dividir a sociedade com base na cor da pele. Está errado prometer fidelidade, compromisso e amor ao nosso "parceiro" de casamento, e mais tarde violar esse compromisso. Está errado odiar alguém sem motivo. Está errado desejar a morte de alguém apenas e só porque não se gosta da cor da sua pele.

Se a moralidade fosse determinada pela forma como as pessoas são afectadas, então a moralidade seria algo baseado nos efeitos, nas circunstâncias e nos gostos pessoas - mas só quando eles fossem expressos e não quando são só sentidos. Mas isto é problemático porque se eu acredito que o "casamento" homoerótico está errado, será que ele está errado simplesmente porque eu assim acredito? Será que estou moralmente certo? Ou será que não há valor moral algum nessa crença? Se por acaso defendes que não há valor moral na mera crença, então odiar alguém com base na cor da pele ou "orientação sexual" não está errado, pois não?

Vês agora como a moralidade baseado "apenas" na forma como alguém é afectado está cheia de problemas? Esta posição ignora os motivos e diz que os motivos malignos não estão errados até que alguém opera com base neles.

Se por acaso negas que existem verdades morais intrínsecas, então não há nada de errado com o ódio, a raiva, a luxuria, a cobiça, o preconceito, etc., desde que estes  sentimentos não sejam expressos. Mais uma vez, se não existem valores morais intrínsecos, então por favor encontrem uma excepção para a frase que diz que está sempre errado torturar bebés por prazer. Se não és capaz, será que não estás a admitir que os absolutos morais existem - em relação aos quais nós todos temos que responder visto que isso implica um Doador da Verdade? Mas estou a divagar.

O "casamento" homoerótico centra-se em duas coisas: amor e sexo. Certamente que os homossexuais alegam ter amor uns pelos outros, mas eles também têm relações "sexuais" uns com os outros. Na minha opinião, este segundo ponto é a força motora por trás da sua redefinição do casamento. Pensem nisto: homosSEXualismo. Sim, sabemos que é apenas uma palavra, mas isto leva-nos às preocupações prácticas visto estas estarem relacionadas com o sexo - exactamente aquilo que a comunidade homoerótica tirou do armário/dos quartos, e trouxe para o esfera pública.

Preocupações Prácticas

Se uma dupla homoerótica se "casa" do outro lado do mundo, isso não me afecta - mas isso não quer dizer que não seja uma questão moral. No entanto, se uma dupla homoerótica legalmente se "casa" no país onde vivo, isso afecta-me. Primeiro, este artigo é o resultado de questões levantadas por dois apoiantes do "casamento" homoerótico. Fui afectado, e como resultado, estou a escrever este artigo.

Segundo, a redefinição do casamento para fora do promissório vinculo público de um homem com uma mulher afecta a sociedade como um todo visto que ela fundamenta-se na unidade familiar onde o casamento é o contracto legal de fidelidade e compromisso através do qual crianças são trazidas ao mundo.

Terceiro, ao redefinirem o casamento para além de um homem e uma mulher, e onde onde a relação sexual normal pode ocorrer, o absoluto do relacionamento marital  homem-mulher é destruído e a permissividade sexual é encorajada. Isto abre a porta a mais redefinições das relações familiares e sexuais. Tomemos como exemplo o simpósio de 2011 com o nome "Living in Truth and Dignity", que decorreu em Baltimore, Maryland do dia 17 de Agosto. Nele, a pedofilia foi redefinida como "pessoas atraídas a menores", e o simpósio buscou formas de levantar preocupações em torno da forma como o DSM 1 considera isso uma desordem mental.

No decorrer do simpósio, uma das palestras tinha o título de "Descriminalizando os Conceitos da Desordem Mental - A Pedofilia como Exemplo" ["Decriminalizing Mental Disorder Concepts--Pedophilia as an Example.], e ela foi apresentada por John Z. Sadler, M.D., Professor de ética médica e psiquiatria (UT Southwestern Medical Ctr., Dallas, TX) 2

Será que isto é um precursor de mais "reconsiderações" sexuais num mundo em mudança onde a permissividade sexual na forma do comportamento homossexual busca agora aceitação através da redefinição do casamento, de modo a que se possa esconder dentro das suas paredes sagradas e obter aceitação social? Convém perguntar se tal simpósio teria obtido algum embalo se a fidelidade do casamento tradicional tivesse permanecido intacta e com ela a santidade da sexualidade que o casamento providencia. Não vejo como. Com a redefinição dos papéis sexuais e dos parceiros matrimoniais, o dique que suporta o dilúvio da imoralidade está a rachar.

Quando a porta de redefinição do casamento é aberta, uma série de obscenidades imorais sexuais podem entrar. Quando e como é que voltamos a fechar a porta outra vez? Será depois da pedofilia ser aceite pela sociedade? E o que dizer da poligamia, da poliandria e dos poliamorosos? Sem uma declaração concreta de que o casamento é entre um homem e uma mulher, com a união sexual biologicamente construída que está protegida dentro do casamento, então vale qualquer coisa - pedofilia, bestialismo, necrofilia, identidade de género, e muito mais. Filosoficamente, isto pode levar a profundas ramificações morais na sociedade; e quando a moralidade muda, a sociedade muda e todos são afectados.

Tal como a história frequentemente demonstrou, quando a moralidade duma sociedade entra em declínio, os malignos prosperam e estes rapidamente voltam a sua atenção para os moralmente conservadores, perseguindo-os ferozmente. Isto já está a acontecer aqui nos Estados Unidos onde as pessoas que se atrevem a dar uma opinião contrária à posição politicamente correcta em torno do pseudo-casamento homoerótico são despedidas, ridicularizadas, e/ou qualificadas de "intolerantes". Isto faz com que outras pessoas, eu incluindo, fiquem cautelosas em torno do que dizem, não se dê o caso dos Camisolas Castanhas 3 da agenda homossexual nos denunciem e nós sejamos punidos apenas e só afirmamos que o "casamento" homoerótico está errado. E nem pensem que isto não acontecerá porque já está a acontecer.
  • 1. Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders of the American Psychiatric Association
  • 2. http://b4uact.org/science/symp/2011/program.htm
  • 3.Os Camisolas Castanhas eram os informadores do partido Nazi Alemão que usavam violência para silenciar todos aqueles que se opusessem a Hitler.
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quinta-feira, 29 de maio de 2014

As ameaças de morte feitas ao Dr Keith Ablow

Kirsten Andersen

O Dr. Keith Ablow tem sido o alvo de ameaças de morte devido à sua posição de que o assim chamado "transgenerismo" é algo sem fundamento científico que coloca crianças vulneráveis em risco devido a procedimentos cirúrgicos desnecessários e uma vida inteira de confusão. Mas o psiquiatra sediado em Massachusetts disse à LifeSiteNews numa entrevista exclusiva que ele continuará a falar a verdade, apesar dos perigos:

Tive que escolher entre dizer o que eu penso e ser empático para com todos, apesar das ameaças e apesar dos apelos provenientes de muitas pessoas exigindo que eu perca as minhas credenciais académicas. É importante continuar a falar deste tópico porque aparentemente, nos EUA existem milhares de crianças que estão a ser preparadas para serem submetidas a cirurgias plásticas extensivas que elas podem ou não precisar delas.

Ablow disse que o que causa a que uma pessoa sinta que está "presa no corpo errado" é uma questão que tem que ser "reaberta" pela comunidade psiquiátrica.

Como psiquiatras, nós não sabemos de onde as crenças fixas e falsas se originam... E se ficarmos a saber que as pessoas que pensam que estão presas no corpo sexual errado podem ser abordadas com algo mais que um bisturi, então nós, como disciplina, seremos responsáveis por não termos sido mais diligentes na busca das respostas em torno de onde isto vem.

No início deste mês, pouco depois da controversa lei da Califórnia permitir que os estudantes das escolas públicas escolham o seu género [sic] - independentemente da biologia -, e de permitir a livre escolha das equipas desportivas na qual se quer competir, para além de dar "liberdade" para escolher o género em qualquer outro tipo de actividade, inclusive as instalações sanitárias que se quer usar, Ablow atraiu atenção nacional com um editorial para a Fox News onde ele chamou a lei de "profundamente destrutiva" para as crianças.

A partir do dia 1 de Janeiro, os estudantes das escolas públicas da Califórnia poderão escolher qual das instalações sanitárias eles querem usar, bem como o balneário feminino ou o masculino que querem usar, tendo como base no que se sente no momento (fémea ou macho), quer se seja anatomicamente macho ou fémea.

Sei que outros psiquiatras podem não concordar, e sei que os activistas lgbt me irão criticar, mas eu acredito que permitir esta "escolha" é psicologicamente profundamente destrutivo, para todos os estudantes, incluindo aqueles que se identificam como transgéneros.

Sei que vou continuar a receber ameaças de morte e apelos para que eu seja despedido da minha posição de ensino por dizer o que disse visto que já suportei ambas.

Eu acredito que as crianças já têm que lidar com o suficiente, à medida que lutam para se sentirem confortáveis com os seus corpos, bem como com a noção da privacidade e as alterações finais em torno da sua puberdade, sem terem que lidar com a noção das suas almas terem nascido no corpo errado. Na
história do mundo não existem evidências suficientes em favor duma alma masculina ou feminina a nascer no género anatómico errado.

A LifeSiteNews entrou em contacto com o Dr. Ablow para lhe perguntar sobre as respostas às suas declarações, bem como para saber do porquê ele achar que foi necessário dar a sua opinião, independentemente das consequências. "A resposta [ao artigo] tem sido tremendamente positiva em várias formas" disse o Dr Ablow à LifeSiteNews, acrescentando que numerosas pessoas "expressaram o seu desalento em torno das implicações da lei."

Mas mesmo assim, disse o Dr Ablow, "uma minoria vocal tem sido extremamente negativa e ameaçadora, o que eu aprendi a esperar sempre que tento falar de questões em torno do comportamento transgénero duma forma que eu considero ser objectiva." Muitas dessas ameaças, disse Ablow, são graficamente violentas, "dizendo o que me fariam e de que forma isso deveria ser feito."

Ele disse à LifeSiteNews que, como psiquiatra, ele acha que tal reacção violenta a qualquer iniciativa que vise questionar a politica da identidade transgénera tem fundamento no medo.

Acho que estamos tão imersos neste assunto que as pessoas são muito avessas a re-examinar as implicações de fazer coisas tais como injectar crianças de 12 anos com doses maciças de hormonas como forma de parar a puberdade. Se viermos a descobrir que este trajecto não era defensível do ponto de vista científico, então isso terá implicações enormes para a medicina, para os pais, que conduziram as crianças para este caminho - e para a psiquiatria, por não ter sido mais vigorosa a exigir evidências científicas de que as pessoas podem nascer nos corpos errados.

Segundo Ablow, as implicações são também perturbadoras "para os próprios transgéneros."

Mal um médico - neste caso, penso eu, um médico equivocado - te diz que todo o teu sofrimento pode ser psicologicamente explicado porque nasceste num corpo que tem o sexo errado, dar essa perspectiva é quase uma questão de vida ou de morte. Logo, o abrigo desta explicação simplista - que estes pensamentos de que te encontras preso ao corpo errado realmente significa que estás no corpo errado - torna-se numa defesa contra questões mais profundas que precisam de mais análise, e as pessoas não querem enveredar por esse nível de auto-examinação.

Questionado se ele sente que está a colocar a sua segurança em risco por falar deste tópico altamente controverso, Ablow respondeu:

Eu levo a sério todas as ameaças à minha vida, e tomo algumas precauções. ... Mas sinto algum conforto em pensar que, estatisticamente, as pessoas que fazem barulho na internet são menos susceptíveis de levar a cabo algum tipo de acção.

Ablow fica preocupado com "as inúmeras crianças americanas a quem está a ser dito que eles devem questionar se o seu género [sic] está para sempre estabelecido, quando na minha opinião está."
Existem muitos psiquiatras bem intencionados, e bem credenciados, que discordam, e eu percebo isso. Mas eu não entendo o porque deles não me entenderem. Dito de outra forma, eles deveriam estar mais abertos a mais diálogo. A noção de que, se tu sugeres isso, algumas pessoas dirão que tu deves morrer, e outras dirão que tu não deverias estar a ensinar numa universidade, e que tu deverias sentir como se tivesses que escolher entre ser ostracizado ou falar o que pensas, é uma tragédia.
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terça-feira, 15 de abril de 2014

Activistas homossexuais atiram fezes sobre crianças e seus pais

O "Observatory on Intolerance and Discrimination against Christians", que documenta os incidentes anti-Cristãos na Europa, informou que nos momentos em que os pais Alemães protestam contra o novo curriculo da "diversidade sexual" pró-homossexual, os activistas homossexuais têm lançado fezes contra eles e destruído as suas propriedades. Uma declaração feita pelo Observatory, descrevendo os incidentes nos comícios recentes em Baden-Württemberg e Colónia reportou:

Os protestantes foram agredidos fisicamente e a sensação que ficou foi a de que a polícia falhou ao não conseguir proteger o direito que os pais têm de se reunir.

Segundo algumas testemunhas, diz o Observatory, "Os pais Cristãos foram atacados com obscenidades”:

Eles foram cuspidos, atiraram-lhes ovos, bem como sacos com fezes ou cores. Cabos de altifalantes foram arrancados. Foram rasgadas páginas da Bíblia e usadas para limpar traseiros, e depois feitas em bolas e atiradas aos pais Cristãos. Durante este processo, os Cristãos foram profundamente magoados. Pelo menos um cartaz foi arrancado das mãos e destruído à frente dum dos pais. Chefes de protocolo foram atacados com sprays. Os gritos feitos pelos contra-manifestantes tornou o discurso público impossível.

O Observatory reporta que muitos pais ficaram "chocados com a quantidade de ódio e com a inactividade da polícia, e com o facto da sua liberdade religiosa ter sido severamente prejudicada." Ainda segundo o Observatory, uma demonstração levada a cabo por pais e que deveria ter ocorrido em Fevereiro último, em Estugarda, foi perturbada e teve que terminar mais cedo devido a uma contra-demonstração levada a cabo pelos homossexualistas:

Mais de 1000 pais, muitos com os seus filhos, vieram expressar a sua irritação com a sexualização dos seus filhos.

O protesto, que estava autorizado e que foi levado a cabo por vários pais que se revoltaram contra o novo plano de educação sexual promovido pelos partidos governamentais "Os Verdes" e pelos Socialistas, era suposto ocorrer na Schlossplatz de Estugarda:

Era suposto o comício decorrer através de Estugarda por um via autorizada, mas uma turba agressiva composta por grupos de jovens esquerdistas e ANTIFA formaram uma contra-demonstração, insultando os pais, atirando bombas coloridas e atacando fisicamente o pacífico grupo de pais.

Testemunhas oculares afirmaram que muitos pais juntamente com os filhos e apoiantes, rapidamente abandonaram a área uma vez que não se sentiam seguros.

A polícia apelou aos organizadores que dissolvessem o ajuntamento como forma de evitar o "agravamento". Os organizadores da demonstração expressaram a sua desilusão com a falta de apoio por parte da polícia, e com o facto dum direito básico - o direito à reunião - não ter sido protegido.

Um dos pais afirmou que, "Aparentemente eles [a polícia ] não esperava uma contra-demonstração embora nós tenhamos expressado antecipadamente as nossas preocupações nesse sentido." Segundo uma reportagem levada a cabo pela agência noticiosa "The Local", os apoiantes do programa de educação sexual, iniciado pela coligação governante Verdes/Socialistas de Baden-Württemberg, afirmam que "irão promover tolerância de lésbicas, gays, bissexuais, transgénros, transsexuais e pessoas interssexuais."

No entanto, segundo os críticos, o programa de educação sexual "irá mais além do que simplesmente prevenir a discriminação" e irá defender "a ideologia do arco-iris."

Uma petição iniciada por pais e professores que são contra o ensino do homossexualismo às crianças já recolheu quase 200,000 assinaturas. A petição, que segundo o The Local foi iniciada por um professor, afirma que o currículo promotor do homossexualismo irá causar "uma re-educação educacional, moral e ideológica do sistema escolar no seu todo."

Fonte

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Está a ficar cada vez mais óbvio que a esquerda militante (os Verdes e os Socialistas, etc) está cada vez mais corajosa nas suas iniciativas de tentar ilegalizar a moral Cristã do Ocidente. Seria interessante saber se este currículo pró-homossexualismo será também forçado nas escolas com larga presença de alunos muçulmanos; e se por acaso os pais destas crianças se revoltarem, será que estes mesmos activistas da extrema-esquerda estão dispostos a arrancar páginas do Alcorão e arremessá-las aos maometanos?
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sábado, 28 de dezembro de 2013

LGBTQUIA: A expansão da agenda de gênero





06 de fevereiro de 2013 (Mercatornet.com) - No mês passado, The New York Times publicou um artigo sobre a mais recente expansão da identidade sexual entre os estudantes nas universidades progressistas nos Estados Unidos. LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros) não cobre mais isso, de acordo com um punhado de alunos que parecem não ter nada melhor para fazer do que se reinventar. A “Geração LGBTQIA” quer reconhecimento dos queers, intersexuais e assexuados também. Segundo o Times, esta lista de forma alguma é definitiva, mas continuamente atualizada enquanto estudantes “movem-se para além do binário de macho/fêmea”, heterossexual/homossexual e rejeitam o normal.

A maioria das pessoas não tem conhecimento das incursões feitas pela teoria de gênero - a ideologia que produziu a “Geração LBGTQIA” - ou dos perigos que apresenta. Parte da confusão está no fato de que existem várias teorias diferentes de gênero cada qual se baseia em uma falsa compreensão da pessoa humana. As várias teorias - a perspectiva de gênero, identidade de gênero e expressão, e o gênero gayzista - são logicamente inconsistentes e estão mudando continuamente, tornando-se difícil para aqueles que tentam critica-lo.

O termo “gênero” tornou-se onipresente. As formas rotineiras de preencher formulários, que anteriormente pediam nosso sexo, agora pedem o nosso gênero. A maioria das pessoas assume que o gênero era simplesmente um sinônimo educado para o sexo - preferível já que o sexo tem um significado secundário, ou seja, como uma forma abreviada para o intercurso sexual. Mas aqueles que defendem o uso de “gênero” não o fazem a partir de um sentido de decoro exageradamente pudico, para eles gênero e sexo são coisas distintas.

No passado, o sexo se referia à totalidade do que significava ser um homem ou uma mulher, e o sexo era um termo gramatical - algumas palavras tinham gênero - masculino, feminino ou neutro. No entanto, na década de 1950, John Money, que estava na equipe da Universidade Johns Hopkins, promoveu a idéia de que a identidade sexual pode ser dividida em suas partes constituintes: DNA, hormônios, órgãos sexuais internos e externos - e de gênero, o sexo do qual a pessoa se identifica como pertencente. Ele argumentou que uma pessoa poderia ser de um sexo fisicamente, mas identificar-se com o outro psicologicamente. John Money promoveu as chamadas operações de mudança de sexo, em que os homens que acreditavam que tinham o cérebro de uma mulher foram alterados cirurgicamente para se parecer com as mulheres. Quando o Dr. Paul McHugh assumiu na Universidade Johns Hopkins, ele encomendou um estudo sobre o resultado dessas supostas mudanças de sexo e, descobriu que deixaram de abordar a psicopatologia subjacente dos clientes, e interrompeu a prática dessa intervenção cirúrgica. Infelizmente, outros hospitais continuaram a realizar esta cirurgia mutiladora.

John Money também empurrou a idéia de que se um menino nascesse com genitais deformados, ele poderia ser castrado e criado como uma menina e ele nunca saberia a diferença. Em outras palavras, o sentido que se era um homem ou uma mulher foi socialmente construído pela forma como as pessoas te trataram. No entanto, estudos feitos sobre esses meninos criados como meninas descobriram que muitos deles rejeitaram a mudança e exigiram o direito de viver como homens, mesmo sem os órgãos genitais intactos. Em 2006, um livro de John Colapinto, As Nature Made Him, expôs John Money como uma fraude que encobriu o fracasso de seu caso mais famoso e o abuso sexual dos meninos trazidos a ele em busca de ajuda.

O restante deste artigo descreve alguns dos principais desenvolvimentos na teoria de gênero.

A integração da perspectiva de gênero

Antes das teorias de John Money terem sido desacreditadas publicamente, no entanto, as feministas de influência marxista combinaram seu conceito de gênero como papéis socialmente construídos com a idéia de que toda a história é a história da luta de classes. De acordo com sua teoria, a primeira luta de classes era entre homens e mulheres, e as mulheres foram à primeira classe oprimida. Se John Money estivesse correto e as diferenças entre homens e mulheres não fossem naturais, mas o resultado dos papéis de gênero socialmente construídos impostos por um patriarcado opressivo, então a maneira de eliminar a opressão das mulheres era eliminar todas as diferenças entre homens e mulheres. Isto seria conseguido através da integração da perspectiva de gênero sob a qual cada reconhecimento social da diferença entre homens e mulheres seria erradicado e cotas seriam impostas para que os homens e mulheres participem de todas as atividades sociais em números estatisticamente iguais e recebam estatisticamente poder e recompensas iguais. Qualquer desvio estatístico da igualdade absoluta seria considerado como evidência de discriminação sexista.

Enquanto a igualdade de direitos, igualdade de tratamento perante a lei, igualdade de oportunidades, educação igual, e igual acesso aos bens sociais são metas admiráveis, homens e mulheres se diferem. Se for permitido agir livremente, eles não vão chegar à igualdade absoluta. Dada à liberdade, uma percentagem de mulheres vai escolher fazer da maternidade sua vocação primária, ou deixar de trabalhar para se dedicar aos seus filhos ou a escolha de postos de trabalho que lhes permitam mais tempo com suas famílias. Assim, menos mulheres vão participar do trabalho remunerado e uma porcentagem daquelas que fazem irá trabalhar menos horas em campos menos exigentes e, no total, receber salários mais baixos. Feministas de gênero estavam bem conscientes disso e pressionaram os governos a instituir políticas que forçam as mulheres a ir para fora de casa e entrar no mercado de trabalho. Por trás da perspectiva de gênero estão políticas anti-maternidade que são fundamentalmente anti-mulher, anti-criança, e anti-família.

O Feminismo de gênero tem sido fortemente influenciado pelas mulheres envolvidas em relações do mesmo sexo. A negação das diferenças naturais entre homens e mulheres leva a uma redefinição do casamento para incluir casais do mesmo sexo e a promoção da adoção por casais do mesmo sexo. Se, como esses radicais argumentam, todas as diferenças entre homens e mulheres são construções artificiais, impostas por uma sociedade patriarcal opressora então por que pessoas do mesmo sexo devem ser tratadas de forma diferente? No entanto, se os homens e mulheres são diferentes, se a maternidade é fundamentalmente diferente da paternidade, se a criança precisa de uma mãe e um pai, em seguida, existe uma infinidade de razões para privilegiar o casamento entre um homem e uma mulher.

Expressão de gênero e identidade de gênero

Recentemente, aqueles que defendem a agenda de gênero têm pressionado os governos para incluir os conceitos de “identidade de gênero” e “expressão de gênero” nas leis anti-discriminação. Eles argumentam que, enquanto o sexo é “atribuído” a um bebê com base na observação de seus órgãos genitais, algumas pessoas não aceitam essa designação. Por exemplo, um homem biologicamente pode argumentar que, enquanto ele tem o corpo de um homem, ele acredita que tem cérebro de uma mulher. Ele pode querer seu corpo cirurgicamente alterado para se parecer com o de uma mulher ou simplesmente se vestir como uma mulher. Ele pode exigir que sua certidão de nascimento e outros documentos sejam mudados e que ele seja autorizado a se casar com um homem. A situação será mais complexa, no entanto. Alguns dos homens que foram alterados cirurgicamente para se parecer com as mulheres ainda são sexualmente atraídos por mulheres e afirmam serem lésbicas. Alguns dos “transgêneros” podem querer ser aceitos como o outro sexo, mesmo sem alterações cirúrgicas.

No passado, as pessoas que queriam ser ou pensavam que realmente eram do outro sexo, ou que rejeitavam as roupas e os interesses de seu próprio sexo e adotavam a do outro sexo, foram consideradas como portadores de transtorno de identidade de gênero (GID). Recentemente, esta designação foi derrubada pela American Psychiatric Association, em favor da “disforia de gênero”, o que reflete a ideia de que não há nada de errado em querer ser o outro sexo, desde que ele não o faça infeliz, e que, se a sociedade te faz infeliz ao se recusar em fingir que você é do outro sexo, então a sociedade tem que mudar. Incluindo a identidade de gênero e a linguagem de expressão em leis de anti-discriminação seria, essencialmente, proibir as pessoas de se recusar a fingir que as pessoas mudaram seu sexo.

Enquanto as feministas de gênero lutaram para eliminar tudo o que elas consideravam um estereótipo, o transexual com frequência adota roupas e comportamentos que refletem conceitos estreitamente estereotipados, quase caricaturais, do que significa ser um homem ou uma mulher. Algumas das pessoas que passam pela chamada mudança de sexo tentam acabar com seu passado e fingir que sempre foram o sexo que eles querem ser. No entanto, muitos acham que esse engano contínuo é difícil de se sustentar. A rejeição da realidade da própria identidade sexual e a busca da cirurgia mutiladora sugere um distúrbio psicológico grave. Não é nem caridade, nem necessário para os outros pactuar com a pretensão da mudança de sexo.

GenderQueer

“GenderQueer” é uma ideologia fundada em uma rebelião contra todas as restrições sobre a identidade, comportamento e atividade sexual.

O GenderQueer reivindicar o direito de se apresentar como masculino, feminino, ou nenhum e de alterar sua identidade a qualquer momento e de ter relações sexuais com pessoas de ambos os sexos. Riki Wilchins diz que, autor de GenderQueer: Voices from beyond the sexual binary, “O gênero é a nova fronteira: o lugar para se rebelar, para criar nova individualidade e singularidade, para desafiar velhas, monótonas e obsoletas normas sociais, e, sim, de vez em quando levar seus pais e outras autoridades a loucura.” De acordo com o artigo do New York Times citado anteriormente, as universidades progressistas estão atendendo a essa rebelião. Por exemplo, Jack (nascida Judith) Halberstam professora transexual da Universidade do Sul da Califórnia, é autor de Gaga Feminism: Sex, Gender, and the End of Normal. A sociedade está livre de qualquer obrigação de incentivar essa rebelião contra a realidade.

Orientação sexual

Enquanto aqueles que promovem a teoria de gênero insistem em que a identidade de gênero é diferente de orientação sexual, a verdade é que os dois estão ligados. Orientação sexual descreve pessoas com base em quem os atrai sexualmente - seu próprio sexo, o outro sexo, ou ambos (bissexual). Pessoas com atração sexual pelo mesmo sexo (SSA) estão entre os porta-vozes mais francos das várias teorias de gênero. Muitas, mas nem todas as pessoas com SSA experimentaram o transtorno de identidade de gênero na infância e muitos continuam a imitar o outro sexo no vestuário ou comportamento. Eles sentem que têm sido discriminados, porque eles não estão em conformidade com as normas de gênero. Eles também se opõem “heteronormatividade” - a crença de que a heterossexualidade é a norma e que qualquer outra combinação é anormal.

Uma pequena porcentagem de pessoas com SSA decidiu prosseguir com a chamada cirurgia de mudança de sexo. Por exemplo, um número crescente de mulheres de identificação masculina em relações do mesmo sexo tem optado por remoção da mama e injeções de hormônios masculinos. Este e o aumento de homens que, depois de terem sido alterados cirurgicamente para se parecer com as mulheres, ainda são sexualmente atraídos por mulheres e, portanto, afirmam que são lésbicas, tem criado um conflito dentro das fileiras feministas. Alguns de seus eventos são limitados a mulheres, nascidas como mulheres e que vivem como mulheres.

A teoria de gênero em qualquer forma que assuma é uma negação da realidade da diferença sexual. Aqueles que adotaram a teoria em suas vidas estão em rebelião contra a sua própria natureza, o que leva a sentimentos de alienação. Ao invés de reconhecer que a sua teoria é fatalmente falha, eles rotulam qualquer um que defende a realidade como um “homofóbico”, “heterossexista” ou “fundamentalista”. Eles exigem que aqueles que falam a verdade sobre o casamento, a família, a maternidade e as necessidades das crianças sejam silenciados.

Precisamos resistir a esse bullying. Temos o direito de apontar as insuficiências e inconsistências na teoria de gênero. Um primeiro passo para expor os seus erros é nunca dizer “gênero” quando queremos dizer “sexo”.

Fonte 

Tribunal Supremo Australiano defende casamento natural

O Tribunal Supremo Australiano anulou a legislação em torno do "casamento" homossexual que, por um breve período de tempo, permitiu que cerimónias homoeróticas ocorressem no "Australian Capital Territory" (ACT). Esta pequeno território aprovou a sua "Marriage Equality (Same Sex) Act 2013" em Outubro deste ano, mas os tribunais anularam a lei recentemente aprovada numa decisão unânime, determinando que ela é inconsistente com a lei federal. 

O "Australian Christian Lobby", pela voz do seu director Lyle Shelton, aprovou a decisão do Tribunal Supremo, acrescentando:

Esta decisão legal demonstra que não é faz parte da jurisdição dos estados legislarem em torno do casamento. É importante que as leis em torno do casamento continuem a ser geridas federalmente - foi por isso que o "Marriage Act" foi aprovado em 1961 para existir leis uniformes.

O Tribunal Supremo Australiano afirmou que "mantinha que o parlamento federal tem poder, segundo a Constituição Australiana, para legislar em torno do casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo." A decisão legal irá afectar 27 duplas que entretanto se "casaram" depois da lei ter sido aprovada em Novembro.

O director nacional da "Marriage Equality" Australiana, Rodney Croome, descreveu a decisão como uma "derrota temporária".

A lei federal "Marriage Act" foi revista em 2004 e ela especifica que o casamento é a união entre um homem e uma mulher.

Shelton acrescenta:

O debate em torno da modificação da definição de casamento recebeu tempo de suficiente durante os últimos três anos, com 9 tentativas parlamentares para a modificar. Tal como o debate republicano, o público e os parlamentares tiveram tempo suficiente para avaliar as alegações e agora é tempo de avançar.

Recentemente, a Croácia deu início à proibição do pseudo-casamento homoerótico depois dum referendo nacional ter determinado que 2/3 dos votantes apoia a definição de casamento como sendo a união entre um homem e uma mulher.

Fonte
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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Homossexuais usam identidade falsa para atrair rapazes

Dois homossexuais britânicos presos em Yorkshire foram acusados de múltiplos crimes de abuso sexual a rapazes menores. Um deles, Anthony Marsh, de 53 anos, sabia que era seropositivo mas no entanto deu continuidade à sua busca e exploração de rapazes com idades que poderiam chegar aos 13, sem lhes avisar dos riscos.

Lee Davis, de 39 anos, era o mais jovem dos cúmplices. Ambos usaram as redes sociais tais como o Facebook e o Bebo - bem como sites homossexuais de conhecimento - para entrar em contacto com rapazes vulneráveis com idades entre os 13 e os 17. Posteriormente, eles atraíram-nos para encontros onde as suas actividade homossexuais eram secretamente filmadas. Os homens frequentemente trocavam de parceiros e partilhavam os seus vídeos.

Marsh e Davis, ambos da área de Doncaster, foram descritos como "pedófilos" mas eles são se ajustam ao perfil de "pedófilo" tal como ele é definido pelos homossexuais (isto é, impotentes com os adultos e interessados em crianças de ambos os sexos). Ambos os homens eram, de facto, casados, com famílias, e ambos estavam interessados em relações casuais só com jovens rapazes. Nenhum deles estava interessado em raparigas. Seria mais correcto chamá-los de pederastas.

Eles usaram um certo número de identidades falsas para dificultar o trabalho de os detectar e de os trazer para a justiça. Marsh e Davis arriscam-se a receber uma pena de prisão perpétua no próximo mês de Dezembro depois de admitirem ter levado a cabo uma série de ofensas contra rapazes - començando no ano de 2005. A Detective-Inspectora Delphine Waring, que liderou a Operação Klan da "South Yorkshire Police", disse que Marsh e Davis "procuraram vários sites, seguindo rapazes jovens, impressionáveis e vulneráveis".

Os investigadores policiais disseram que Marsh e Davis procuravam adolescentes que se encontravam inseguros ou confusos em relação à sua identidade sexual, e incentivavam-nos a experimentar o homossexualismo.

A investigação que teve início depois da Polícia de North Yorkshire ter recebido uma chamada em Maio último, reportando que um homem com o nome de Tony se encontrava num quarto de hotel (em Scarborough) e poderia estar na posse de imagens indecentes. Marsh, que também usava os nomes "Tony Taylor" e "Tony Smith", foi preso e um certo número de items electrónicos na sua posse foram examinados pelos detectives.

Dias mais tarde, depois da Polícia de South Yorkshire ter tomado conta do caso, Davis, de Conisbrough, que usava o nome de "James Parkin", foi também detido. Na casa de Davis, 300 DVDs foram encontrados que pareciam conter imagens gravadas com uma camcorder dele envolvido em actos sexuais com crianças. Perante o magistrado de  Rotherham, Davis foi acusado de actividade sexual com rapazes com idades entre os 13 e os 15 e permaneceu em custódia.

Em Julho último ambos os homens foram retirados da prisão para mais investigações, momento em que eles mais admissões em relação aos seus crimes, gerando algumas acusações que eles mais tarde admitiram em tribunal.

Marsh e Davis pegavam nas vítimas e levavam-nas para algum lugar discreto, tal como os bosques. Ocasionalmente, eles usavam hotéis. David gravou muita actividade sexual, que tem ainda que ser vista para que as vítimas sejam identificadas. David, que se encontra desempregado, levou algumas das vítimas para a sua casa familiar quando a sua esposa se encontrava no emprego.

Muitos dos rapazes não olham para si como vítimas. Eles concordaram com os encontros, com a actividade sexual, mas alguns deles ficaram particularmente perturbados quando souberam que estavam a ser filmados.

Crê-se que Marsh e Davis se conheceram online, tal como como conheceram muitas das suas vítimas online, mas a polícia acredita que era normal eles trocaram as vítimas entre si usando telefones móveis ilícitos e computadores.

A Polícia de South Yorkshire afirmou que Davis filmou adolescentes na sua casa ou na sua carrinha. Os oficiais acreditam que algumas das imagens filmadas por Marsh foram distribuídas através da internet.

Fontes: 1,2,3

* * * * * * *
O facto destes homossexuais buscarem rapazes "inseguros ou confusos em relação à sua identidade sexual" talvez explique o porquê dos activistas homossexuais estarem tão interessados em usar as apresentações escolares em torno do "anti-bullying" para promover o homossexualismo. Afinal, é bem mais fácil enganar um jovem sexualmente inseguro do que um adolescente seguro da sua identidade sexual.

sábado, 9 de novembro de 2013

O fascismo homossexual

Por Linda Harvey

É bem provável que sejas alguém tentado a abraçar os "direitos dos homossexuais" como uma causa justa. Se sim, então tu és alguém que regressou aos EUA depois duma longa viagem numa ilha deserta. Todas as pessoas com quem falo perguntam-me o mesmo: "Como foi que chegamos aqui?", e "O que é que podemos fazer?". Os EUA não são um pais cheio de ódio, e os conservadores não são intimidadores em potência. Na verdade, essas qualificações ajustam-se melhor a quem se encontra do outro lado da esfera política.

A boa notícia é que actualmente nós temos evidências. Os abusos levados a cabo pelo "empoderecimento" homossexual estão a ser documentados e as evidências amontoam todas as semanas. Todos os dias, Americanos são vítimas, mas podemos aprender com estes incidentes de modo a que ninguém mais também seja vitimizado.

A realidade dos factos é que a "não-descriminação por motivos de identidade de género ou orientação sexual" traduz-se para uma carta branca para forçar os demais a respeitar o anormal. Se por acaso tu te recusares a prestar obediência, então pagarás por isso - os teus direitos constitucionais são uma piada para os militantes homossexuais.

Eis aqui, então, uma dúzia de incidentes que revelam a história:

Intimidação Homossexual #1: Uma pastelaria de Oregon com o nome de "Sweet Cakes by Melissa" foi forçada a fechar as portas recentemente. E porquê? Porque há algum tempo atrás duas lésbicas queriam ordenar a pastelaria que confecionasse uim bolo para a sua cerimónia lésbica, mas os donos - Aaron e Melissa Klein - recusaram-se a realizar o trabalho, explicando que o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo não é consistente com a sua fé Cristã. As lésbicas sairam das instalações, mas a pastelaria foi processada por "discriminação".

Depois disto veio a publicidade negativa por parte dos média, os telefonemas e emails maldosos, ameaças contra as suas crianças, o boicote por parte dos seus fornecedores, seguida duma investigação por parte da "Oregon Labor Commission", que recomendou uma "reabilitação". Aaron Klein disse que foi forçado a fechar a sua pastelaria como consequência das tácticas mafiosas dos activistas homossexuais.

Não, isto não é em Berlin em 1938, mas é o nascimento da tirania nos EUA de 2013. Podes pensar que as pessoas nas agências governamentais, mesmo as da Costa Leste, têm coisas mais importantes para fazer, ou podes pensar algo do tipo "Certamente que nós Americanos ainda temos liberdade religiosa!" Os activistas homossexuais e os seus aliados estão a destruir essas linhas divisórias e a avançar de modo consistente. "Parem-nos, se forem capazes" é a forma como eles agem, sobrecarregando a nação com leis "contra a discriminação" de modo a punir os seus inimigos políticos. E isso, aparentemente, inclui pastelarias.

Intimidação Homossexual #2: Uma florista do estado de Washington está a ser processada por se recusar a concordar com um cliente de longa data, um homossexual, que queria flores para o seu "casamento" com o seu parceiro. A dona educadamente explicou que a sua recusa centrava-se na sua fé Cristã, mas ela aparentemente não foi informada da inaceitabilidade actual de se recusar os pedidos feitos por um homossexual.

Este mesmo cliente de longa data, e homossexual, levantou um processo contra ela, e o Procurador-Geral do Estado levantou outro. As boas notícias é que ela está a processar de volta com base na discriminação religiosa.

Intimidação Homossexual #3: Temos também o caso da casa de fotografia Cristã de New Mexico que foi multada em $7,000 - decisão recentemente mantida pelo criativamente fascista Tribunal Supremo dev New Mexico. A "Elane Photography" recusou-se a tirar fotos duma cerimónia homossexual, citando as suas crenças religiosas. A dupla lésbica processou-os porque, aparentemente, não havia mais nenhuma casa de fotografia em todo o estado. Ou isso ou foi uma forma maldosa das lésbicas se vingarem.

Intimidação Homossexual #4: Nas companhias privadas, os proponentes do homossexualismo estão a inventar novos métodos de discriminação usando as políticas de "não-discriminação". Um antigo jogador da NFL, Craig James, foi despedido depois duma emissão como comentador da Fox Sports alegadamente porque ele fez alguns  comentários quando se candidatava para o Senado do Texas. (Ted Cruz venceu essa corrida.) Todos os candidatos foram questionados em relação ao "casamento" homossexual, e Craig James opinou segundo a visão Bíblica da moralidade sexual. A Fox Sports depediu-o mas James deu entrada a um processo contra eles, alegando discriminação religiosa.

Intimidação Homossexual #5: Uma pastelaria de Denver está a ser processada por uma parelha homossexual por se recusar a fazer um bolo para uma cerimónia homoerótica. A prisão não está fora de questão.

Intimidação Homossexual/Transsexual #6: O dono de um bar em Portland tem que pagar $400,000 a 11 travesties por lhes ter causado "sofrimento emocional" depois duma chamada. Ele pediu-lhes que eles não regressassem ao seu bar uma vez que os clientes habituais se estavam a queixar e a deixar de frequentar o bar.

Intimidação Homossexual/Transsexual #7: Natalie Johnson de San Antonio foi despedida da Macy’s em 2011 depois de se ter recusado a dar permissão a um adolescente do sexo masculino para se vestir no camarim das mulheres. Natalie citou a sua fé religiosa e a sua preocupação com a privacidade das mulheres biológicas.

Estas duas classes protegidas - o sexo e a religião - estão incluídas em virtualmente todas as políticas de "não-discriminação" (inclusive na da Macy's).

Intimidação Homossexual #8: O Dr. Frank Turek, escritor Cristão e apresentador de rádio, é também um consultor de gestão. Ele foi despedido do seu contracto como consultor na Cisco System's quando um participante homossexual da sua aula ficou "ofendido" depois de ler o que Turek defende sobre o casamento. O homossexual queixou-se aos Recursos Humanos da Cisco e Turek perdeu o emprego.

Intimidação Homossexual #9: Jim e Beth Walder são Cristãos, donos dum "cama e pequeno-almoço" [inglês: "bed and breakfast] em Paxton, Ill. Quando eles se recusaram a disponibilizar as suas instalações para uma união civil homossexual, foram imediatamente alvos dum processo.

Intimidação Homossexual #10: Uma "bed and breakfast" do Vermont foi processada por uma dupla homossexual, citando a portaria estadual em torno dos "direitos humanos", por se ter recusado a sediar um evento homoerótico. Eventualmente a Wildflower Inn concordou em pagar os $30,000  relativos aos custos em torno do acordo legal.

Conseguem ver o padrão? A táctica não muda e tem sido bem eficaz. É impressionante como os Cristãos não se apercebem: Vingança e intimidação ao estabelecer um precedente legal. Basicamente, isto é uma campanha terrorista bem organizada e bem financiada. O propósito é o de forçar os Cristãos - duma forma ou de outra - a se vergar perante os "direitos" dos homossexuais.

Intimidação Homossexual #11: A "Ocean Grove Camp Meeting Association" em New Jersey recusou o pedido duma dupla lésbica de usar as suas instalações para ponto de encontro para a sua união civil. Elas processaram, venceram e o tribunal de instância superior de New Jersey manteve a decisão legal.

Intimidação Homossexual #12: Uma "bed and breakfast" do Hawaii recusou a reserva duma dupla lésbica, e elas processaram. As lésbicas venceram com base na lei da "não-discriminação" local.
..

Existem numerosas outras vítimas: Julea Ward, Crystal Dixon, Angela McGaskill, Jennifer Keeton, e Kenneth Howell, todos vítimas das acções das suas universidades como consequência da má-aplicação desta das leis contra a discriminação; Viki Knox, Jerry Buell, David Parker, Daniel Glowacki, Dakota Ary, e Carla Cruzan, todos vítimas da intolerância escolar por terem uma moral elevada; os bombeiros de San Diego e as forças policiais de Columbia, S.C., ordenados pelos seus superiors a marchar numa parada de orgulho homoerótico.

Para além disto, não nos esqueçamos dos 2 milhões de escuteiros, em risco de serem corrompidos já a partir do dia 1 de Janeiro por parte de homossexuais orgulhosos, tudo devido à "não-discriminação".

Será que os EUA ainda são a terra dos livres? Não será por muito mais tempo se permitirmos que a Senhora Liberdade seja ceifada pelas trevas da depravação.

World Net Daily.
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