Mostrando postagens com marcador Homossexualidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Homossexualidade. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Confissões dum homossexual recuperado

Num das maiores pesquisas levadas a cabo junto dos homossexuais Ingleses, os pesquisadores da Cambridge University apuraram que 12% das lésbicas e quase 19% das mulheres bissexuais reportaram problemas mentais, comparado aos 6% das mulheres heterossexuais.  Enquanto isso, 11% dos homens homossexuais e 15% dos homens bissexuais reportaram problemas, comparados aos 5% dos homens heterossexuais.

Segundo o estudo que foi publicado no Journal of General Internal Medicine, as lésbicas, os homens homossexuais e os homens e as mulheres bissexuais são 50% mais susceptíveis de reportar experiências negativas junto dos serviços de cuidados primários. O Professor Martin Roland, director do Cambridge Centre for Health Services Research, e que levou a cabo a pesquisa parcialmente financiada pela NHS juntamente com académicos da Rand Corporation e da Harvard Medical School.

Temos que garantir, ao mesmo tempo, que os médicos reconheçam as necessidades das minorias sexuais, e também que essas minorias tenham a experiência de tratamento que os outros pacientes.

Fonte

-----

Um homossexual que leu a notícia noutro blogue, comentou com as palavras que se seguem.
....

Vivi como um homem homossexual durante 20 anos. Sim, essa vida é extremamente disfuncional. Deixei a sub-cultura homossexual e deixei de buscar homens porque me apercebi que isso não "ajudava" o meu estado mental, mas só o tornava drasticamente pior. Existe de facto uma desordem subjacente que o homossexuais tentam resolver. Os seus esforços, no entanto, estão condenados ao fracasso.

Colocando as coisas e forma simples. eles nunca chegaram a desenvolver a sua personalidade masculina. A atracção sexual é sempre em direcção a alguém do sexo oposto. Os homens homossexuais têm uma auto-identidade feminina porque eles não conseguiram criar uma divisão com as suas mães. Uma identidade distinta é formada muito provavelmente por volta dos dois anos e um pai ausente, distante ou indiferente é um pai que não permite que o filho forme uma identidade masculina.

As estatísticas confirmam esta ideia uma vez que houve um aumento considerável o número de homossexuais na Alemanha por volta de 20 anos depois da 2ª Guerra. Os rapazes criados por lésbicas são muito mais  susceptíveis de se identificaram mais tarde como homossexuais do que os rapazes que crescem em lares tradicionais, ao mesmo tempo que a taxa de homossexualismo em rapazes criados por dois homens homossexuais não é diferente do seu número na população geral.

O que a minha experiência no mundo homossexual me diz é que as pessoas mais saudáveis são aqueles que são novos nesse estilo de vida; o estilo de vida homossexual não produz felicidade e nem o prometido bem-estar. Quanto mais o homem se encontra nele, ou/e quanto mais activo ele é, maiores são as probabilidades de ter maiores problemas mentais. Esses problemas são o alcoolismo, o uso de substâncias, relacionamentos abusivos, comportamento de risco, depressão e pensamentos suicidas.

A degeneração parece aumentar nas vidas dos homens que entram nesse mundo. Eles rapidamente ficam desapontados e ficam em busca de excitações mais arriscadas e mais degeneradas. Não existem relacionamentos monogâmicos; em vez disso, os "parceiros" são parceiros na busca de outros parceiros sexuais, ou de drogas ou na execução de papéis ["role playing"]

Independentemente do que experimentam, nada parece reparar o que se encontra de errado neles; consequentemente, eles forçam ainda mais os limites. A morte e a violência parecem sempre ser o tema no final do caminho. Se a atracção sexual é a atracção para alguém do sexo oposto, e ela sempre é, então a excitação dessa atracção significa a morte do indivíduo.

A união com alguém do sexo oposto implica uma aniquilação. Os homens homossexuais vêem uma masculinidade superficial nos outros homossexuais, mas quando eles ficam a saber o real objecto da sua atracção, ficam revoltados com a natureza feminina - a verdadeira pessoa que eles não haviam visto previamente.

A vida dos homens homossexuais é uma série de desilusões ou, se eles são aqueles que inicialmente têm uma aparência feminina, uma série de rejeições. A desesperança da sua busca começa a pesar-lhes na alma, e o desespero leva a um aumento de problemas mentais. Contrariamente ao que diz a propaganda dos activistas homossexuais, "sair do armário" é o pior erro que um homem homossexual pode fazer.

Poucos homens homossexuais vivem até uma idade avançada. Aqueles que vivem são aqueles que, como Quentin Crisp, escolhem viver uma vida celibatária e deixam de se identificar como homossexuais. Alguns homens homossexuais não tomam esta decisão de um modo consciente, mas apenas abandonam esse estilo de vida. Alguns, devido às dificuldades da vida, e após descobrirem uma masculinidade interior que eles nunca haviam conhecido, uma forma diferente de lidar com o conflicto, as negociações e as amizades masculinas, desenvolvem uma identidade masculina num ponto mais avançado das suas vidas.

Eles descobrem também que não já não têm as antigas fixações e as antigas compulsões. Eles descobrem que, durante a maior parte das suas vidas, eles estiverem dentro dum tipo de stress pós-traumático. A maior parte dos homens homossexuais são homens que vivem num estado de histeria. Eles estão a tentar uma auto-reparação consumindo a masculinidade dos outros. Eles vivem vidas de profunda solidão.

Poucas palavras são partilhadas com os seus parceiros sexuais visto ser entendido a um nível subconsciente que eles não querem a ilusão da masculina dos outros destruída. A experiência já lhes ensinou que eles sentirão repulsa ou serão rejeitados, e como tal, as suas vidas têm que ser sempre fantasias solitárias.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Homossexualismo e o declive escorregadio

Por Bill Muehlenberg

Um disco riscado pode, sem dúvida, tornar-se enfadonho, e eu confesso que o fluir constante de evidências que eu ofereço em torno do declive escorregadio pode-se tornar cansativo com o passar do tempo. Mas a verdade importa, e enquanto os activistas continuarem a mentir em torno destes assuntos, continuarei a tomar uma posição pública de modo a fazer com que a verdade se propague.

Parece que foi há cerca de dois dias que ressalvei mais casos em torno dos direitos da pedofilia a serem defendidos como consequência do sucesso dos direitos da homossexualidade. Bem, foi mesmo há dois dias atrás. Depois disso, falei dos académicos Ingleses que estão a tentar avançar com a pedofilia como consequência das vitórias homossexuais do passado, e agora tenho que falar dos juízes Australianos que estão também a fazer a ligação entre o sucesso dos direitos do homossexualismo com a agenda da pedofilia.

Juiz Australiano correctamente ligou os pontos e disse que se o homossexualismo é hoje totalmente aceite, então porque é que o incesto e a pedofilia não são? Sim, ele realmente disse isso. Parece que o declive escorregadio que eu e outros temos estado a avisar está a ganhar forma bem em frente aos nossos olhos diariamente.

Eis aqui a forma como a história se desenvolveu:

Juiz de Sidney comparou o incesto e a pedofilia com o homossexualismo, afirmando que a comunidade pode deixar de ver o contacto sexual entre irmãos e entre adultos e crianças como "anti-natural" ou "tabu".

O juiz de Tribunal Distrital Garry Neilson disse que, da mesma forma que o sexo homossexual era inaceitável e criminoso nos anos 50 e 60 e é hoje amplamente aceite, "o júri pode não encontrar nada de sinistro no avanço dum irmão sobre a sua irmã mal ela esteja sexualmente madura, tenha tido relacionamentos com outros homens e esteja agora "disponível", não tendo um parceiro sexual".

Ele disse ainda que o único motivo devido ao qual o incesto ainda é crime prende-se com o facto dos elevados riscos de anormalidades genéticas nas crianças nascidas de relacionamentos consanguíneo, "mas até isso é colocado de parte devido à facilidade de acesso aos contraceptivos e ao aborto".

Os seus comentários atraíram muita atenção, mas por uma variedade de motivos. Algumas pessoas ficaram zangadas por ele se ter atrevido a comparar o homossexualismo com o incesto e a pedofilia. Aos seus olhos, não há nada de mal com o homossexualismo, mas os outros dois não estão correctos. Mas eles não estão a ver o ponto principal.

O juiz não estava assim tanto a comparar estas coisas afirmando - correctamente e logicamente, creio eu - que se nós, como sociedade, normalizarmos o homossexualismo, então os mesmos argumentos podem ser usados para normalizar as outras duas coisas. Ele apenas está a dizer como é que as coisas sâo neste sentido. Existe, de facto, um declive escorregadio em operação, e é difícil criminalizar estas outras duas prácticas quando já "progredimos" em assuntos como o homossexualismo.

Ele está apenas a revelar as coisas, e a dizer o que muitos de nós temos estado a avisar há décadas: mal nós normalizamos, legalizamos e conferimos direitos especiais a um tipo de comportamento sexual aberrante, é difícil dizer não fazer o mesmo para as outras formas de desvio sexual. Não é claro se este juiz na verdade quer ver o incesto e a pedofilia aceites como normais e totalmente legais, mas o que é claro é que ele correctamente vê a ligação que muitos outros recusam-se a aceitar.

Quando nós avisamos sobre o que aconteceria se fossem conferidos direitos especiais aos homossexuais, incluindo direitos de "casamento", e como isso iria abrir ainda mais a porta, os activistas despejaram sobre nós o seu desdém e o seu menosprezo. Acusaram-nos de alarmismo e de sermos mentirosos. Ora bem, quantos mais juízes Australianos e académicos Ingleses, e muitos outros, a dizer exactamente o mesmo será necessário antes de nos apercebermos que a porta está totalmente aberta, e muito provavelmente é impossível voltar a fechar a Caixa de Pandora?

O meu próximo livro terá dezenas de exemplos de tais coisas: o porco inteiro da sexualidade já foi defendido, seja ele o incesto ou o bestialismo ou o casamento em grupo ou a pedofilia.

E tudo isto está a acontecer porque os militantes homossexuais foram muito bem sucedidos em promover a sua guerra à sexualidade, à moralidade, ao casamento e à família.

O seu movimento foi o primeiro dominó a cair, e o resto parece estar a caminho. Quando até juízes e professores promovem a normalização destas coisas, então já não podemos ignorar as pessoas que nos avisam destas coisas, e chamá-los de malucos e mercadores do pânico.

Tudo o que podemos dizer é: "Nós bem vos avisamos".


* * * * * * *

Sempre bom levar em conta notícias como esta sempre que alguém alegar que o "declive escorregadio é uma falácia". Convém também levar em conta que o propósito final desta revolução sexual não é ajudar os homossexuais mas sim usá-los como pedra de apoio rumo ao domínio total da Esquerda..

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Porque é que as duplas homoeróticas se "divorciam" mais que os casais?

Por Jason Richwine

No blogue Power Line blog, o meu antigo colega na AEI, Steve Hayward, ressalva que o primeiro "divórcio" homossexual do estado do Indiana ocorreu há algumas semanas atrás. Será que as duplas homossexuais acabarão por se "divorciar" mais que os casais?

Steve justificadamente pondera que os cientistas sociais Americanos estarão dispostos a estudar a durabilidade dos relacionamentos homoeróticos, dada à caça às bruxas levada a cabo contra Mark Regnerus e contra outros que publicaram dados que colocam sob péssima luz tais relacionamentos.

Uma vez que Steve cita também a comoção em torno da minha pesquisa politicamente incorrecta (em torno da imigração), posso também apontar para alguns estudos em relação aos "divórcios" homossexuais que ocorrem no norte da Europa, onde as uniões homossexuais foram legalmente reconhecidas há mais tempo que nos Estados Unidos. Embora a pesquisa seja preliminar, os dados gerais demonstram que, sim, as duplas homoeróticas são mais susceptíveis de se "divorciarem" que os casais.

O melhor estudo que já vi focava-se na Escandinávia, onde as uniões civis homossexuais - essencialmente, são casamentos em tudo menos no nome - já são legais há cerca de 20 anos. Os autores tiveram acesso a dados administrativos ao nível da população que geraram uma amostra com mais de 1500 uniões homossexuais.

Depois de se controlar a idade, a região, o país, o local de nascimento, a educação, e a duração da parceira, as duplas homossexuais masculinas na Suécia eram 35% mais prováveis de se "divorciarem" do que os casais, e as duplas lésbicas eram 200% mais prováveis de se divorciarem. O facto de terem ou não terem filhos não fazia qualquer tipo de diferença nos dados relativos.

Estudos em torno das duplas coabitantes são menos informativas - não estou convencido de que os colegas de quarto platónicos tenham sido adequadamente excluídos da categoria de "duplas" - mas os resultados apontam na mesma direcção.

Na Holanda, por exemplo, os pesquisadores examinaram os registos fiscais bem como os registos populacionais como forma de localizar o estatuto da relação das pessoas que davam entrada a declarações fiscais, incluindo 731 duplas homossexuais. A taxa de dissolução para as duplas homossexuais não-casadas era mais de o dobro da taxa dos casais em regime de coabitação.

Um pequeno estudo levado a cabo junto dos coabitantes Britânicos apurou que, quando comparados com os heterossexuais casados, os coabitantes heterossexuais eram 2.7 vezes mais susceptíveis de se separarem no espaço de 5 anos, enquanto que os coabitantes homossexuais eram 5.25 vezes mas susceptíveis de terminar o relacionamento no mesmo espaço de tempo.

Na literatura Americana, normalmente por baixo das manchetes de estudos levados a cabo junto de amostras pequenas, existem alguns indícios de resultados semelhantes. Mas, de modo geral, será que os pesquisadores irão produzir estudos em larga escala aqui nos EUA?

E será que eles irão sugerir que os seus estudos podem ter implicações nas políticas levadas a cabo? Infelizmente, neste clima politico, tudo pode depender do tipo de resultados que forem apurados.

Fonte.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Ninguém nasce homossexual, afirmam psiquiatras

Uma declaração feita pelo "Royal College of Psychiatrists", de que as pessoas não nascem homossexuais, tem sido recebida por uma organização de caridade Cristã que ajuda os homens e as mulheres com atracção homossexual indesejada como uma "enorme admissão".

A organização "Core Issues Trust" (CIT), que está a fazer uma campanha contra a proibição à terapia que é oferecida às pessoas que voluntariamente queiram abandonar o estilo de vida homossexual,, afirma que a declaração mais recente do "Royal College" admite o que havia sido previamente negado. O director da CIT, Mike Davidson, afirma:

Eles afirmam agora que as causas do homossexualismo giram em volta duma combinação de "factores ambientais biológicos e pós-natais". Portanto, se a criança não tiver tal experiências pós-natal, ela irá crescer heterossexual.

Davidson afirma que não acredita que apesar desta admissão, de que ser homossexual não está fixo à nascença, o Royal College continue a apoiar a proibição da terapia de alteração da preferência sexual:

O "Royal College" modificou também a sua visão sobre a orientação sexual [sic] pode ser alterada, afirmando que, 'Não se dá o caso da orientação sexual [sic] ser imutável ou não possa variar ao longa da vida da pessoa'. Portanto, como é que estas declarações podem ser consistentes com uma proibição a pessoas que voluntariamente busquem aconselhamento profissional para alterar os seus indesejados sentimentos homossexuais?

* * * * * * *
Mais um duro golpe para os engenheiros sociais que visam reduzir a natalidade promovendo o auto-destrutivo comportamento homoerótico.




quinta-feira, 29 de maio de 2014

As ameaças de morte feitas ao Dr Keith Ablow

Kirsten Andersen

O Dr. Keith Ablow tem sido o alvo de ameaças de morte devido à sua posição de que o assim chamado "transgenerismo" é algo sem fundamento científico que coloca crianças vulneráveis em risco devido a procedimentos cirúrgicos desnecessários e uma vida inteira de confusão. Mas o psiquiatra sediado em Massachusetts disse à LifeSiteNews numa entrevista exclusiva que ele continuará a falar a verdade, apesar dos perigos:

Tive que escolher entre dizer o que eu penso e ser empático para com todos, apesar das ameaças e apesar dos apelos provenientes de muitas pessoas exigindo que eu perca as minhas credenciais académicas. É importante continuar a falar deste tópico porque aparentemente, nos EUA existem milhares de crianças que estão a ser preparadas para serem submetidas a cirurgias plásticas extensivas que elas podem ou não precisar delas.

Ablow disse que o que causa a que uma pessoa sinta que está "presa no corpo errado" é uma questão que tem que ser "reaberta" pela comunidade psiquiátrica.

Como psiquiatras, nós não sabemos de onde as crenças fixas e falsas se originam... E se ficarmos a saber que as pessoas que pensam que estão presas no corpo sexual errado podem ser abordadas com algo mais que um bisturi, então nós, como disciplina, seremos responsáveis por não termos sido mais diligentes na busca das respostas em torno de onde isto vem.

No início deste mês, pouco depois da controversa lei da Califórnia permitir que os estudantes das escolas públicas escolham o seu género [sic] - independentemente da biologia -, e de permitir a livre escolha das equipas desportivas na qual se quer competir, para além de dar "liberdade" para escolher o género em qualquer outro tipo de actividade, inclusive as instalações sanitárias que se quer usar, Ablow atraiu atenção nacional com um editorial para a Fox News onde ele chamou a lei de "profundamente destrutiva" para as crianças.

A partir do dia 1 de Janeiro, os estudantes das escolas públicas da Califórnia poderão escolher qual das instalações sanitárias eles querem usar, bem como o balneário feminino ou o masculino que querem usar, tendo como base no que se sente no momento (fémea ou macho), quer se seja anatomicamente macho ou fémea.

Sei que outros psiquiatras podem não concordar, e sei que os activistas lgbt me irão criticar, mas eu acredito que permitir esta "escolha" é psicologicamente profundamente destrutivo, para todos os estudantes, incluindo aqueles que se identificam como transgéneros.

Sei que vou continuar a receber ameaças de morte e apelos para que eu seja despedido da minha posição de ensino por dizer o que disse visto que já suportei ambas.

Eu acredito que as crianças já têm que lidar com o suficiente, à medida que lutam para se sentirem confortáveis com os seus corpos, bem como com a noção da privacidade e as alterações finais em torno da sua puberdade, sem terem que lidar com a noção das suas almas terem nascido no corpo errado. Na
história do mundo não existem evidências suficientes em favor duma alma masculina ou feminina a nascer no género anatómico errado.

A LifeSiteNews entrou em contacto com o Dr. Ablow para lhe perguntar sobre as respostas às suas declarações, bem como para saber do porquê ele achar que foi necessário dar a sua opinião, independentemente das consequências. "A resposta [ao artigo] tem sido tremendamente positiva em várias formas" disse o Dr Ablow à LifeSiteNews, acrescentando que numerosas pessoas "expressaram o seu desalento em torno das implicações da lei."

Mas mesmo assim, disse o Dr Ablow, "uma minoria vocal tem sido extremamente negativa e ameaçadora, o que eu aprendi a esperar sempre que tento falar de questões em torno do comportamento transgénero duma forma que eu considero ser objectiva." Muitas dessas ameaças, disse Ablow, são graficamente violentas, "dizendo o que me fariam e de que forma isso deveria ser feito."

Ele disse à LifeSiteNews que, como psiquiatra, ele acha que tal reacção violenta a qualquer iniciativa que vise questionar a politica da identidade transgénera tem fundamento no medo.

Acho que estamos tão imersos neste assunto que as pessoas são muito avessas a re-examinar as implicações de fazer coisas tais como injectar crianças de 12 anos com doses maciças de hormonas como forma de parar a puberdade. Se viermos a descobrir que este trajecto não era defensível do ponto de vista científico, então isso terá implicações enormes para a medicina, para os pais, que conduziram as crianças para este caminho - e para a psiquiatria, por não ter sido mais vigorosa a exigir evidências científicas de que as pessoas podem nascer nos corpos errados.

Segundo Ablow, as implicações são também perturbadoras "para os próprios transgéneros."

Mal um médico - neste caso, penso eu, um médico equivocado - te diz que todo o teu sofrimento pode ser psicologicamente explicado porque nasceste num corpo que tem o sexo errado, dar essa perspectiva é quase uma questão de vida ou de morte. Logo, o abrigo desta explicação simplista - que estes pensamentos de que te encontras preso ao corpo errado realmente significa que estás no corpo errado - torna-se numa defesa contra questões mais profundas que precisam de mais análise, e as pessoas não querem enveredar por esse nível de auto-examinação.

Questionado se ele sente que está a colocar a sua segurança em risco por falar deste tópico altamente controverso, Ablow respondeu:

Eu levo a sério todas as ameaças à minha vida, e tomo algumas precauções. ... Mas sinto algum conforto em pensar que, estatisticamente, as pessoas que fazem barulho na internet são menos susceptíveis de levar a cabo algum tipo de acção.

Ablow fica preocupado com "as inúmeras crianças americanas a quem está a ser dito que eles devem questionar se o seu género [sic] está para sempre estabelecido, quando na minha opinião está."
Existem muitos psiquiatras bem intencionados, e bem credenciados, que discordam, e eu percebo isso. Mas eu não entendo o porque deles não me entenderem. Dito de outra forma, eles deveriam estar mais abertos a mais diálogo. A noção de que, se tu sugeres isso, algumas pessoas dirão que tu deves morrer, e outras dirão que tu não deverias estar a ensinar numa universidade, e que tu deverias sentir como se tivesses que escolher entre ser ostracizado ou falar o que pensas, é uma tragédia.
...................

domingo, 18 de maio de 2014

A vida duma criança com duas "mães"


Dito de forma simples, crescer com pais homossexuais foi muito difícil para mim, e não devido ao preconceito dos vizinhos. ... Quando a tua casa é tão drasticamente diferente das casas à tua volta, e duma forma fundamental que incide nas relações físicas básicas, tu cresces duma forma estranha. Não tenho qualquer tipo de desordem mental ou qualquer problema biológico; eu apenas cresci numa casa tão fora do comum que eu estava destinado a crescer como um pária social.

Robert Lopez
Os meus semelhantes aprenderam as regras de conduta implícitas e a linguagem corporal dentro das suas casas; eles entenderam o que era apropriado em certas situações e o que não era; eles aprenderam tanto os mecanismos sociais tradicionais masculinos como os femininos. Mesmo que os pais dos meus pares se tivessem divorciado, e muitos tinham, mesmo assim eles cresceram a observar modelos sociais masculinos e femininos. Eles aprenderam, de forma típica, como ser corajoso e inabalável por parte das figuras masculinas, e como escrever cartões de agradecimento e ser sensível por parte das figuras femininas.

Claro que isto são estereótipos, mas eles são úteis quando inevitavelmente se abandona o conforto do casa-reboque da mãe lésbica, e se tem que trabalhar para sobreviver num mundo onde toda as pessoas pensam duma forma estereotipada - até os homossexuais.

Eu nunca tive uma figura masculina a quem seguir, e a minha mãe bem como a sua parceira eram ambas totalmente diferentes dos pais tradicionais ou das mães tradicionais. Como resultado, eu tive muito poucas dicas sociais reconhecíveis a oferecer aos potenciais amigos e às potenciais amigas visto que eu nem era confiante nem sensível aos outros.

Sem surpresa alguma, eu raramente fazia amigos, e facilmente alienava os outros. Os homossexuais que crescem em casas com pais heterossexuais podem ter problemas com a sua orientação sexual, mas no que toca ao vasto universo social de adaptações não relacionadas com a sexualidade - como agir, como falar, como se comportar - eles têm a vantagem de aprender em casa. Muitos homossexuais não se apercebem da bênção que é ser criado numa família tradicional.

A minha casa não era tradicional e nem convencional. Devido a isso, eu sofri de formas que é difícil para os psicólogos classificar. Tanto nervoso mas frontal, mais tarde eu seria considerado estranho mesmo aos olhos dos homossexuais e bissexuais adultos que tinham pouca paciência para alguém como eu. Eu era demasiado estranho para eles, como o era para os heterossexuais.

A vida é difícil quando se é estranho. Mesmo agora, eu tenho muito poucos amigos e frequentemente sinto-me como se não entendesse as pessoas devido as dicas sexuais não-mencionadas que todas as pessoas à minha volta, mesmo os homossexuais criados em lares tradicionais, tomam por certo. Embora eu seja trabalhador e seja uma pessoa que aprende depressa, tenho problemas dentro dos ambientes profissionais porque os colegas de trabalho acham que eu sou bizarro.

Em termos de sexualidade, os homossexuais que cresceram em lares tradicionais beneficiaram do facto de pelo menos observarem alguns rituais de cortejamento à sua volta. Eu não sabia como me tornar mais atraente para as raparigas. Sempre que saia da casa-reboque da minha mãe, eu era imediatamente classificado como um pária devido aos meus maneirismos femininos, roupas estranhas, pronúncia defeituosa, e estranheza. Sem surpresa alguma, eu acabei a escola secundária sendo ainda virgem, nucna tendo tido uma namorada, e em vez disso, tendo ido a 4 bailes de formatura como um amigo próximo contador de piadas que apenas queria alguém que lhe ajudasse a obter uma limusine.

Quando entrei para a universidade, eu rapidamente activei os detectores de homossexuais (inglês: "gaydar") de todos, e o grupo lgbt da faculdade rapidamente caiu sobre mim, afirmando que estavam 100% certos que eu era homossexual. Quando eu me assumi como bissexual, eles disseram que eu estava a mentir e que eu apenas ainda não estava pronto para me assumir como homossexual.

O SUBMUNDO HOMOSSEXUAL

Assustado e traumatizado com a morte da minha mãe, deixei a faculdade em 1990 e caí no que só pode ser classificado de submundo homossexual. Coisas terríveis aconteceram comigo por lá.

Só quando tinha 28 anos é que subitamente dei por mim numa relação com uma mulher... Eu identifico-me como bissexual porqur seriam necessárias várias novelas para explicar o porque de ter acabado como "heterossexual" depois de quase 30 anos como homem homossexual. Não tenho vontade de lidar com activistas homossexuais a investigar-me da mesma forma que eles se envolvem e missões de "busca-e-destruição" contra os ex-homossexuais, "enrustidos", ou "homocons" [conservadores homossexuais].

Mark Regnerus
Embora eu tenha uma biografia particularmente relevante para os assuntos homossexuais, a primeira pessoa a entrar em contacto comigo, agradecendo-me por partilhar a minha perspectiva dos assuntos lgbt, foi Mark Regnerus num email com a data do dia 17 de Julho de 2012. Eu não fiz parte do seu estudo gigantesco, mas ele reparou num comentário que eu deixei num site em torno do estudo, e tomou a iniciativa de dar início a correspondência por email.

Já vivi 41 anos e ninguém - muito menos os activistas homossexuais - quis falar comigo de forma honesta acerca dos complicados tópicos homossexuais da minha vida. Só por esta razão, Mark Regnerus merece créditos - e a comunidade homossexual deveria agradecê-lo em vez de tentar silenciá-lo.

O estudo de Regnerus identificou 248 adultos que haviam sido educados por duplas homossexuais. Levados a dar uma resposta franca com a vantagem de já serem adultos, eles deram testemunhos pouco favoráveis em favor da agenda da igualdade do casamento [sic] homossexual. No entanto, os resultados tem o apoio duma coisa importante na vida chamada de senso comum: crescer duma forma diferente das outras pessoas é complicado e as dificuldades aumentam o risco da criança desenvolver desajustes  ou o risco de se auto-medicar com álcool e outros comportamentos perigosos. Sem dúvida que cada uma das 248 histórias humanas tinha muitas complexidades.

Tal como a minha história, a história destas 248 pessoas merece ser contada. O movimento homossexual está a fazer de tudo para que ninguém oiça estas histórias, mas eu preocupo-me mais com as histórias do que com os números (especialmente como professor de Inglês), e, sem ser a sua vontade, Regnerus deparou-se com uma narrativa preciosa como uma arca de tesouro.

Porquê, então, o código de silêncio por parte dos lideres lgbt? De onde me encontro, só posso especular. Valorizo muito a memória da minha mãe, mas não poupo palavras quando descrevo o quão duro foi crescer num lar homossexual. Estudos prévios examinaram crianças que ainda viviam com os seus pais [sic] homossexuais, e desde logo, eles não eram livres para falar, governados que estavam (tal como todas as crianças) por sentimentos de piedade paterna, culpa e medo de perder as suas mesadas. Por tentar falar de forma honesta, eu fui literalmente reprimido durante décadas.

SEXO DOENTIO LEVA A DOENÇAS

Especialmente prejudicial é a atitude liberal [esquerdista] de que não deveríamos fazer juízos de valor em relação ao sexo. No mundo homossexual de Bronx, eu limpei apartamentos suficientes de homens que morreram de SIDA para entender que resistir a tentação sexual é central para qualquer tipo de sociedade humana. O sexo pode ser prejudicial não só devido às infecções médicas, mas também porque nos deixa mais vulneráveis e mais susceptíveis de prendermo-nos emocionalmente a pessoas que não nos amam, de chorar aqueles que nos deixam, e de não saber como fugir daqueles que precisam de nós mas que nós não amamos. A esquerda política não entende nada sobre isto. É por isso que eu sou conservador.

As nossas crianças não chegam até nós com uma ficha limpa de imunidade legal. Embora eu seja bissexual, eu não posso lançar fora a mãe da minha criança como se ela fosse um incubadora usada. Eu tive que ajudar a minha esposa durante as dificuldades da gravidez e durante as dificuldades da depressão pós-parto. Quando ela batalha contra a discriminação contra as mães ou contra as mulheres nos locais de trabalho sexistas, eu tenho que ser paciente e escutar. Eu tenho que satisfazer as suas necessidades sexuais.

Mal eu passei  ser um pai, eu coloquei de lado o meu passado homossexual e fiz um compromisso de nunca me divorciar da minha esposa ou tomar outra pessoa - homem ou mulher - até morrer. Escolhi esse compromisso como forma de proteger a minha criança de lidar com drama prejudicial, até mesmo quando crescem e passam a ser adultos. Quando se é um pai, as questões éticas giram em volta da criança, e nós colocamos o nosso interesse próprio fora dos nossos planos . . . . para sempre.

* * * * * * *

O facto dos líderes lgbt quererem censurar as pessoas que revelam a verdadeira natureza dos relacionamentos homoeróticos diz muito sobre a sua verdadeira agenda. Nenhuma ideologia do lado da verdade teme a livre circulação de informação.
------------------------------------

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Homossexual condenado a 30 anos de cadeia

Ex-líder de escuteiros foi condenado a 30 anos de prisão depois de se declarar culpado de ter abusado sexualmente de 3 rapazes durante o tempo em que servia como líder dos Escuteiros de Keswick. No princípio deste anot, David Brian Watkins, de 50 anos, aceitou um acordo legal depois de ter sido processado por 70 acusações de contacto impróprio com alguns escuteiros. Ele declarou-se culpado de 36 acusações em Janeiro, evitando um julgamento com júri, o que poderia ter resultado em múltiplas sentenças de prisão perpétua.

Watkins, que liderou a Keswick Troop 1028 desde 2002 até 2008, admitiu ter abusado sexualmente de rapazes escuteiros durante o período de 2006 a 2009. Ele foi preso em Novembro de 2012 quando um escuteiro, que tinha 13 anos na altura mas que hoje é adulto, o reportou à polícia. Na Quinta-Feira, a Juíza Cheryl Higgins sentenciou Watkins a 10 anos de prisão por cada uma das acusações de conhecimento carnal com uma criança com idade compreendida entre os 13 aos 15. Ela suspendeu as outras 33 acusações, que o iriam colocar por trás das grades por mais 165 anos.

Antes da sua sentença, Watkins pediu clemência ao tribunal, mas a Acusação, na pessoa de Darby Lowe, leu segmentos dum relatório ao tribunal onde Watkins havia dito à policia que havia sido o rapaz a iniciar o contacto sexual. Segundo o Charlottesville Daily Progress, Watkins declarou que havia sido ele quem havia sentido como se o tivessem violado. A advogada de defesa de Watkins, Andre Hakes, disse também que os rapazes envolvidos aceitaram ter contacto sexual com o ex-líder de escuteiros:

Estes relacionamentos sexuais foram contínuos, e embora eles tenham sido com crianças com menos de 18 anos, os mesmos foram consensuais. David Watkins não é só estes crimes. Ele é responsável por eles, mas eles não são tudo o que ele é.

Antes de emitir a sua sentença, a Juíza expressou a sua preocupação com o facto de Watkins e a sua defesa terem errado ao não terem tido qualquer tipo de contrição em torno do comportamento de Watkins:

O que é especialmente preocupante para o tribunal neste caso é falta de reconhecimento por parte do acusado.

Depois da sua prisão, há 2 anos atrás, Kelly Clark, advogada de Portland que venceu um processo legal apresentado por um antigo escuteiro que alegou ter sido abusado pelo líder de escuteiros assistente, disse aos repórteres que o caso de Watkins reforça as suas preocupações em torno da organização:

Isto diz-nos duas coisas em relação aos Escuteiros: primeiro, que há um problema sério em relação ao abuso sexual dentro dos Escuteiros. Segundo, muitas organizações [tais como os Escuteiros] colocam os seus interesses à frente dos interesses das crianças.

Tal como reportado previamente, milhares de documentos foram tornados públicos em 2012, revelando evidências de abusos duradouros e difundidos entre os Escuteiros da América. Os documentos, que os Escuteiros tentaram manter em segredo, continham informação recolhida desde o seu início (1910) incluindo cartas das vítimas e dos pais, bem como memorandos e notas manuscritas. Algumas das alegações foram confirmadas enquanto que outras ainda não.

No seu todo, 14,500 páginas de evidências foram tornadas públicas.


* * * * * * *
Se os Escuteiros realmente tentaram manter os abusos sexuais em segredo, então eles têm que ser legalmente responsabilizados por isso. Mas o "curioso" desta notícia, e sem surpresa alguma, é que a advogada Kelly Clark não tenha tido a coragem de falar no elefante dentro da sala: quem practica os abusos sexuais de jovens Escuteiros são homens que têm atracção por jovens do mesmo sexo, isto é, os violadores são todos homossexuais.

Levando isto em conta, torna-se mais claro o porquê dos Escuteiros batalharem tanto para impedir que líderes de escuteiros assumidamente homossexuais façam parte dos seus quadros. Para os mentalmente desafiados, convém ressalvar uma coisa bem óbvia: nem todos os homossexuais são pedófilos, mas os homossexuais estão desproporcionalmente representados nos casos de abuso de menores. Por exemplo, se os homossexuais são 2% da população total, eles são responsáveis por 30% ou 35% dos casos de abuso de menores. Ou seja, a sua representação no crime é bem maior que a sua representação na sociedade.

Se o propósito da advogada Kelly Clark fosse o bem estar das crianças, sem dúvida que ela não deixaria de falar neste ponto politicamente incorrecto; mas como o seu propósito nâo é o bem estar das crianças, então ela nem chega a mencionar o dado que poderia aumentar ainda mais a segurança das crianças, por mais que os activistas homoeróticos não gostem do que os dados revelam.

Portanto, existe um problema sério sim, mas não é com os Escuteiros, mas sim com o comportamento homoerótico.
----------------------------------------------------

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Desmascarando os Argumentos Gayzistas com a Lógica Simples - Parte 4



DIVERSIDADE

Diversidade é uma palavra código para a doutrina política do multiculturalismo. Por si só isso significa apenas “a variedade das coisas”, mas do jeito usado pelo movimento gayzista “diversidade” é uma declaração moral sobre como a sociedade deve ser: um pluralismo social harmonioso no qual todas as culturas são reverenciadas pela sua contribuição com o todo.

Assim o emocionalismo eufórico é aproveitado para obscurecer um raciocínio profundamente falho.

Multiculturalismo significa a igualdade das culturas em uma sociedade pluralística, é um conceito válido se a cultura é definida por um critério moralmente neutro. A sociedade deveria perseguir a igualdade cívica baseada em coisas como raça, herança étnica e religião. Mas práticas culturais não são moralmente neutras. Poucos de nós concordamos que a cultura do nazismo alemão, do comunismo soviético, e do Afeganistão governado pelo Taliban sejam iguais à cultura americana.

A “cultura” da homossexualidade – um estilo de vida fundamentado na prática da sodomia – é diferente da cultura de base familiar herdada de Afro-americanos, Asiático-americanos, Árabe-americanos.
A própria inclusão de critérios comportamentais na definição de cultura invalida a premissa de igualdade no multiculturalismo.

Isso introduz a palavra acompanhante para a diversidade: inclusão. Igrejas e outras instituições que foram vítimas da sofística gayzista felicitam-se abertamente por serem inclusivas. Este é o mesmo erro de uma forma diferente. Em ambos os casos, há uma falta de definição do padrão de aceitação pelo qual as pessoas são bem-vindas no círculo de inclusão. Sem nenhum padrão, não pode haver objetividade no processo e decisões representam meramente a vontade arbitrária da pessoa ou pessoas responsáveis.

Resumidamente, a doutrina do multiculturalismo promove a igualdade das diversas culturas em nossa sociedade sob o código “diversidade.” A validade doutrinal depende da limitação da definição da cultura para um critério moralmente neutro. A inclusão da significância moral do comportamento sexual na definição rouba a validade do multiculturalismo por garantir legitimidade a práticas imorais. O esforço para consertar o problema excluindo algumas culturas por causa de suas práticas (escravidão ou canibalismo, por exemplo) contradiz a premissa da equivalência das culturas. O fracasso de articular um padrão pelo qual se determine quais culturas devem ser inclusas, compõem o problema de se assumir uma autoridade arbitrária de quem quer que detenha o poder.

A resposta efetiva a um apologista da “diversidade” é focar-se na definição do multiculturalismo e demandar por uma definição do padrão de inclusão.

Início

Desmascarando os Argumentos Gayzistas com a Lógica Simples - Parte 2



O QUE É A HOMOSSEXUALIDADE?


Algumas pessoas podem se sentir tentadas a evitar essa seção por pensar que compreendem esse termo. Esse é o primeiro erro cometido por toda vitima da sofística gayzista. Falhar no esclarecimento dos termos essenciais logo no início é permitir-se cair na armadilha de seus próprios pressupostos. É algo como assinar um contrato de compra de um carro usado sem ao menos identificá-lo.

A definição de homossexualidade não é tão clara quanto parece

Até 1986, a homossexualidade era definida universalmente como uma prática sexual com alguém do mesmo sexo. Por extensão, um homossexual era definido como alguém que se envolvia ou desejava se envolver em tal prática. O próprio movimento gayzista adotou essa definição, na qual o termo “homossexualidade” incluía apenas o que se refere ao comportamento sexual entre pessoas do mesmo sexo.

Depois de 1986, o movimento gayzista começou a redefinir a homossexualidade como uma condição normal e imutável equivalente a heterossexualidade, um estado de existência completamente independente de conduta. Sob a nova definição, “héteros” podem escolher ter relações sexuais com alguém do mesmo sexo e “gays” podem escolher ter relações sexuais com alguém do sexo oposto sem qualquer alteração de sua verdadeira “orientação sexual”.

Por que a mudança de estratégia?

1986 foi o ano que o Supremo Tribunal dos Estados Unidos, no caso de Bowers vs Hardwick, confirmou o direito dos estados de criminalizar a conduta homossexual. O movimento gayzista argumentou que a sodomia homossexual deveria ser vista pela corte como um direito fundamental de privacidade que não se difere das relações sexuais conjugais. O tribunal rejeitou decisivamente o argumento. O direito constitucional dos estados regularem a conduta homossexual continuou a ser a lei do país.

Frustrados em seu objetivo de legitimar a conduta homossexual como um direito fundamental, o movimento gayzista recorreu ao único argumento do qual poderia reivindicar proteção constitucional: a condição de minoria como uma “classe suspeita”.

O Supremo Tribunal reconhece o status de minoria apenas a grupos que 1) tenham sofrido uma história de discriminação, 2) são incapazes de ajudarem a si próprios 3) são definidos por características imutáveis.
Esse é o segredo para compreender o porquê do movimento gayzista negar que a homossexualidade é comportamental e insistir que a homossexualidade é inata e imutável. Isso não é ciência. Isso é uma estratégia política e jurídica.

O problema é que eles não podem provar isso.

Não existe nenhum meio verdadeiramente objetivo de determinar se a pessoa é homossexual inata. Ninguém pode fazer um exame de sangue ou de DNA para provar que é “gay.” Nós dependemos inteiramente da declaração da pessoa de que sua homossexualidade é inata. A mácula do auto-interesse político por si só torna tal prova indigna de confiança. Homossexuais assumidos não podem nem mesmo provar que eles realmente acreditem que sua homossexualidade é inata. Ao invés disso, eles argumentam que a homossexualidade deve ser inata porque ninguém escolhe ser “gay” e se sujeita ao estigma social resultante. 

Esse argumento é inválido, já que muitas pessoas optam por estilos de vida que outros condenam. Além do mais, há vários homossexuais que admitem abertamente que seu estilo de vida é uma preferência voluntária.
Sobre a questão da escolha, é de se notar que todo tipo de sexo com exceção do estupro é voluntário e que todo ato sexual envolve uma escolha consciente.  A inclinação de uma pessoa para uma forma de conduta sexual pode não ser, por um bom número de razões, conscientemente escolhida, mas a mera existência do desejo não justifica o ato. Aceitar o contraditório seria validar o adultério e a pedofilia. A sociedade tem o direito de requerer que as pessoas contenham seus desejos nocivos, mesmo que seja difícil para elas tal feito.

Na verdade, o movimento gayzista não quer encontrar uma causa biológica. Se a ciência tivesse identificado uma causa biológica para a homossexualidade, neste dia começaria uma “corrida pela cura”. (E um número enorme de homens e mulheres homossexuais supostamente felizes iriam se juntar secretamente a essa corrida)

Já que o movimento gayzista é incapaz de provar isso, a assertiva que homossexuais “nascem desse jeito” continua sendo nada mais do que uma hipótese: a qual não justifica o abandono de políticas sociais consagradas e conhecimentos comprovados. Lembre-se, a sociedade não deve provar que a homossexualidade é adquirida. Ativistas gayzistas são os que estão tentando mudar as coisas e o ônus da prova é deles.

No entanto, há muitas evidências de que a homossexualidade é adquirida. Há um conjunto considerável de testemunhos de dezenas de milhares de homens e mulheres que viviam como homossexuais. Estes ex-“gays” renunciaram a seus antigos estilos de vida e muitos se tornaram heterossexuais por identificação própria e desejo, enquanto outros pararam no ponto de conforto com seu próprio gênero e liberdade de desejar pessoas do mesmo sexo. O desafio do movimento gayzista para ex-homossexuais é, em essência, provar que estes não continuam inatamente “gays” o que é o cúmulo do absurdo já que a imutabilidade homossexual nunca foi provada, em primeiro lugar.

Por que a questão da imutabilidade é tão importante? Porque se a homossexualidade não é inata, ela tem que ser adquirida. E se ela pode ser adquirida, vamos impedir que a homossexualidade seja legitimada para nossas crianças. Se ainda houver uma sombra de dúvida sobre a causa da homossexualidade, nós devemos optar por proteger nossas crianças. De fato nós devemos desencorajá-las ativamente de ver a homossexualidade como algo normal e seguro, quando de fato é demonstrativamente insegura e anormal. Vale a pena lembrar que normalidade é funcionar de acordo com a natureza ou design. A normalidade não é baseada na opinião popular.

Sumariamente, a verdadeira definição de homossexualidade é a prática sexual com pessoas do mesmo sexo. Um homossexual é uma pessoa que se define pelo envolvimento ou desejo de se envolver em tal prática. Essa definição é lógica e intuitivamente sensata.

Pelo amor de nossas crianças e saúde de nossa sociedade, nós devemos rejeitar a redefinição desses termos. Nós devemos forçar os defensores do argumento “eu nasci assim” a admitir que são incapazes de provar isso, e como não podem provar, eles devem admitir a possibilidade de que a homossexualidade pode ser adquirida. Nós temos que impedir que a discussão prossiga quando a imutabilidade da homossexualidade é assumida como premissa.

Nós devemos desafiar a premissa e forçar as concessões lógicas, impedindo que o assunto seja mudado.

 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis