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terça-feira, 14 de abril de 2015

CEO da Apple proclama que sua homossexualidade é um dom de Deus

por Kyle butt, M. A.
Traduzido por Hugues de Payens, original aqui.


Em outubro de 2014 Tim Cook, CEO da Apple, anunciou ao mundo que é homossexual. Admitidamente milionários em posição de destaque, CEOs, atletas e estrelas do cinema e da TV, regularmente “saem do armário” e declaram-se homossexuais, logo esta declaração não é uma surpresa. Cook fez uma declaração, entretanto, que é tão estranha e incorreta, que simplesmente não pode ficar sem resposta. Ele disse: “Então deixe-me ser claro: estou orgulhoso de ser gay, e considero ser gay um dos maiores dons que Deus me deu” (2014, emp. Added). De acordo com Tim Cook, sua homossexualidade é uma benção de Deus.
A compreensão equivocada de Tim, sobre Deus e Sua Palavra, não poderia estar mais distante da verdade. Temos discutido em inúmeros outros lugares o fato de que a homossexualidade é um pecado, tal como outros pecados sexuais: adultério, fornicação, zoofilia e pedofilia. E temos mostrado que não há nenhuma relação entre genética e homossexualidade (Miller and Harrub, 2004). É uma escolha, uma forma de vida pecaminosa, Não é algo que uma pessoa seja, é algo que uma pessoa escolhe fazer.
Como analogia, suponha que uma pessoa praticante de zoofilia (sexo com animais) estivesse afirmando que sua escolha sexual é um dom de Deus. Sua zoofilia o (a) colocou numa minoria e permitiu a ele (a) perceber as coisas da perspectiva de uma minoria. Sua zoofilia ajudou-o (a) a desenvolver sua resistência e fez dele (a) uma pessoa mais forte. Além disso, ele (a) espera pelo dia em que nosso país reconheça o direito das pessoas legalmente desposarem animais.
Embora aqueles que praticam a homossexualidade não apreciem tais comparações, os mesmos argumentos podem ser construídos tanto a favor da zoofilia como da homossexualidade. Uma pessoa poderia proclamar que não há nada que ela possa fazer em relação a sua preferência sexual por animais. Ela foi feita deste jeito. Ela ama animais, e esta é sua maneira de demonstrar este amor. Ele (a) não pode acreditar que pessoas sejam tão críticas e desafeiçoadas para proclamar que suas escolhas sejam pecaminosas ou erradas. Ele (a) está sendo perseguido por “intolerantes” que odeiam minorias tais como as que praticam zoofilia,
Alguém poderia fazer a mesma defesa para a pedofilia. A pessoa que se dedica a esta prática sexual poderia proclamar que não se pode ajudá-la. Deus a criou como pedófila. Ele (a) está feliz por Deus tê-lo (a) feito deste jeito, porque isto o (a) ajuda a compreender outras minorias tais como aquelas que praticam zoofilia ou homossexualidade. Isto deu-lhe resistência e ajudou a aprender a ser ele (ela) mesmo (a). Que espera pelo dia em que nosso país compreenda que alguém de 12 anos sabe o que quer e que deveria ser permitido à criança dar este consentimento.
Espero que você possa ver meu problema com a afirmação de Tom Cook. Uma coisa é viver uma vida espalhafatosamente pecadora de rebelião contra Deus. Uma outra coisa é proclamar que Deus “está te abençoando” por te dotar com um comportamento pecaminoso. Isto é o equivalente a um ladrão proclamar que “ser” um ladrão é a maior coisa que Deus já fez por ele, ou um mentiroso habitual proclamar que é grato por Deus tê-lo feito um mentiroso, ou um adúltero proclamar que Deus o abençoou com três namoradas além de sua esposa, ou um rapaz adolescente agradecendo a Deus por tê-lo feito promíscuo e dado a ele chance de ter sexo com uma fila de garotas.
Terá nossa nação Cristã desviado-se tanto do que Deus verdadeiramente diz na Bíblia que pode tolerar a declaração de que o estilo de vida de uma pessoa homossexual é um dom de Deus? Os Cristãos do Novo Testamento têm vivido tão distantes da Palavra de Deus que eles não podem reconhecer tal afirmação blasfema como a torção da verdade que ela é? A homossexualidade é um pecado, como o são outros pecados como mentira, adultério, trapaça, roubo, fraude, falatório malicioso, etc. Deus ama a todos os pecadores e deseja que todos sejam salvos. “É um dito fidedigno e digno de aceitação, que Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores” (Timóteo). Jesus Cristo morreu na cruz para salvar Tim Cook de sua escolha de ser homossexual, tal como Jesus morreu para salvar a cada um de nós de nossos pecados. Mas Jesus ordena, sim exige, que reconheçamos que somos pecadores e detenhamo-nos, que nos arrependamos de nossos pecados. Jesus claramente disse “... mas se não se arrependerem, todos vós perecerão” (Lucas 13:3).
Pode ser verdade que nossa cultura não mais reconheça o sexo antes do casamento como pecado, ou que o adultério seja pecaminoso, ou que a homossexualidade seja uma violação da lei de Deus. Mas proclamar, não apenas que estas ações não são pecaminosas, mas, que elas são dons de Deus, demonstra uma ignorância alarmante da natureza de Deus e Sua Vontade. Como escreveu o apóstolo João: “Se afirmamos que não temos cometido pecado, fazemos de Deus um mentiroso, e Sua palavra não está em nós” (1 João 1:10). As assombrosas palavras do profeta Isaías, escritas há mais de 2.700 anos, lembram-nos que a tática de Cook não é nada nova: “Ai daqueles que chamam o mal de bem, e o bem de mal, que mudam as trevas em luz e a luz em trevas, que tornam doce o que é amargo e amargo o que é doce. Ai dos que são sábios aos seus próprios olhos, e inteligentes em sua própria opinião” (Isaías 5:20-21).

Hugues de Payens

(Non nobis, Domine, non nobis, sed Nomini Tuo ad Gloriam)


Referências:

Miller, Dave and Brad Harrub (2004), “An Investigation of the Biblical Evidence Against Homosexuality,” Apologetics Press, http://www.apologeticspress.org/APContent.aspx?category=7&article=1401&topic=36.

Copyright © 2014 Apologetics Press, Inc. All rights reserved.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Porque é que as duplas homoeróticas se "divorciam" mais que os casais?

Por Jason Richwine

No blogue Power Line blog, o meu antigo colega na AEI, Steve Hayward, ressalva que o primeiro "divórcio" homossexual do estado do Indiana ocorreu há algumas semanas atrás. Será que as duplas homossexuais acabarão por se "divorciar" mais que os casais?

Steve justificadamente pondera que os cientistas sociais Americanos estarão dispostos a estudar a durabilidade dos relacionamentos homoeróticos, dada à caça às bruxas levada a cabo contra Mark Regnerus e contra outros que publicaram dados que colocam sob péssima luz tais relacionamentos.

Uma vez que Steve cita também a comoção em torno da minha pesquisa politicamente incorrecta (em torno da imigração), posso também apontar para alguns estudos em relação aos "divórcios" homossexuais que ocorrem no norte da Europa, onde as uniões homossexuais foram legalmente reconhecidas há mais tempo que nos Estados Unidos. Embora a pesquisa seja preliminar, os dados gerais demonstram que, sim, as duplas homoeróticas são mais susceptíveis de se "divorciarem" que os casais.

O melhor estudo que já vi focava-se na Escandinávia, onde as uniões civis homossexuais - essencialmente, são casamentos em tudo menos no nome - já são legais há cerca de 20 anos. Os autores tiveram acesso a dados administrativos ao nível da população que geraram uma amostra com mais de 1500 uniões homossexuais.

Depois de se controlar a idade, a região, o país, o local de nascimento, a educação, e a duração da parceira, as duplas homossexuais masculinas na Suécia eram 35% mais prováveis de se "divorciarem" do que os casais, e as duplas lésbicas eram 200% mais prováveis de se divorciarem. O facto de terem ou não terem filhos não fazia qualquer tipo de diferença nos dados relativos.

Estudos em torno das duplas coabitantes são menos informativas - não estou convencido de que os colegas de quarto platónicos tenham sido adequadamente excluídos da categoria de "duplas" - mas os resultados apontam na mesma direcção.

Na Holanda, por exemplo, os pesquisadores examinaram os registos fiscais bem como os registos populacionais como forma de localizar o estatuto da relação das pessoas que davam entrada a declarações fiscais, incluindo 731 duplas homossexuais. A taxa de dissolução para as duplas homossexuais não-casadas era mais de o dobro da taxa dos casais em regime de coabitação.

Um pequeno estudo levado a cabo junto dos coabitantes Britânicos apurou que, quando comparados com os heterossexuais casados, os coabitantes heterossexuais eram 2.7 vezes mais susceptíveis de se separarem no espaço de 5 anos, enquanto que os coabitantes homossexuais eram 5.25 vezes mas susceptíveis de terminar o relacionamento no mesmo espaço de tempo.

Na literatura Americana, normalmente por baixo das manchetes de estudos levados a cabo junto de amostras pequenas, existem alguns indícios de resultados semelhantes. Mas, de modo geral, será que os pesquisadores irão produzir estudos em larga escala aqui nos EUA?

E será que eles irão sugerir que os seus estudos podem ter implicações nas políticas levadas a cabo? Infelizmente, neste clima politico, tudo pode depender do tipo de resultados que forem apurados.

Fonte.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

De que forma é que o "casamento" homossexual afecta toda a sociedade?

Na sua tentativa de avançar com o pseudo-casamento homoerótico, os defensores do homossexualismo perguntam de que forma é que tais "casamentos" irão afectar de forma pessoal a vida daqueles que não concordam com ele. Esta pergunta é relevante, e acredito a resposta a ela tem analisar duas áreas.

Preocupações Filosóficas

De que forma é que um assassinato que ocorre num outro estado, num estacionamento para trailers e entre duas pessoas que não conhecemos e que não conhecem ninguém que nós conhecemos, nos irá afectar pessoalmente? Não irá; mas só porque não nos irá afectar pessoalmente não quer dizer que podemos ignorar as questões morais associadas ao assassinato e não condenar esse acto. O assassinato é moralmente errado, e quando uma lei moral é violada, nós somos de uma maneira ou outra afectados; e nós sabemos que se tais actos aumentarem, a sociedade será afectada, independentemente do lugar onde nos encontremos.

Não estou de maneira nenhuma a comparar o "casamento" homoerótico com o assassinato (e a colocá-los ao mesmo nível moral) mas sim a alterar por alguns momentos o foco da questão para algo que nós todos sabemos ser moralmente condenável como forma de demonstrar que, mesmo que algures pelo mundo ocorra uma acção que não nos afecta directamente (por exemplo, o assassinato), nós devemos condená-la visto estar errada. O assassinato é uma preocupação moral, e tal como o "casamento" homoerótico, nós temos que nos preocupar com as suas implicações morais, quer nós sejamos pessoalmente afectados ou não no momento.

No entanto, algumas pessoas podem afirmar que o "casamento" homoerótico não é uma questão moral mas sim uma questão centrada nos direitos civis. Embora alguns defensores do "casamento" homoerótico agitem a bandeira dos "direitos civis" como forma de apoiar a sua causa - o que eu acho impróprio - os pseudo-casamentos homossexuais estão estão rodeados de questões morais: fidelidade, promessas, amor, apoio, compromisso, sexo, etc.

Para além disso, os direitos civis baseiam-se em direitos morais: está moralmente errado prevenir alguém de ter um emprego, comer num restaurante, ou usar casas de banho públicas devido à cor da sua pele. De igual modo, a união entre duas pessoas numa cerimónia pública onde é reconhecido pelo resto da sociedade o compromisso emocional, sexual e de fidelidade entre elas é também uma questão moral. Se discordas, então tens que demonstrar como é que tal compromisso público não é uma questão moral.

Quando olhamos outra vez para a questão, podemos ver de modo implícito um padrão moral, nomeadamente, que a moralidade é determinada pela forma como as pessoas são pessoalmente afectadas. Mas uma coisa não está certa ou errada apenas e só devido ao efeito que uma acção pode ter sobre uma pessoa. Algo está certo ou errado porque existe uma natureza inerente das verdades morais. Por exemplo, está errado assassinar.

Está errado torturar bebés como forma de obter prazer sádico. Está errado dividir a sociedade com base na cor da pele. Está errado prometer fidelidade, compromisso e amor ao nosso "parceiro" de casamento, e mais tarde violar esse compromisso. Está errado odiar alguém sem motivo. Está errado desejar a morte de alguém apenas e só porque não se gosta da cor da sua pele.

Se a moralidade fosse determinada pela forma como as pessoas são afectadas, então a moralidade seria algo baseado nos efeitos, nas circunstâncias e nos gostos pessoas - mas só quando eles fossem expressos e não quando são só sentidos. Mas isto é problemático porque se eu acredito que o "casamento" homoerótico está errado, será que ele está errado simplesmente porque eu assim acredito? Será que estou moralmente certo? Ou será que não há valor moral algum nessa crença? Se por acaso defendes que não há valor moral na mera crença, então odiar alguém com base na cor da pele ou "orientação sexual" não está errado, pois não?

Vês agora como a moralidade baseado "apenas" na forma como alguém é afectado está cheia de problemas? Esta posição ignora os motivos e diz que os motivos malignos não estão errados até que alguém opera com base neles.

Se por acaso negas que existem verdades morais intrínsecas, então não há nada de errado com o ódio, a raiva, a luxuria, a cobiça, o preconceito, etc., desde que estes  sentimentos não sejam expressos. Mais uma vez, se não existem valores morais intrínsecos, então por favor encontrem uma excepção para a frase que diz que está sempre errado torturar bebés por prazer. Se não és capaz, será que não estás a admitir que os absolutos morais existem - em relação aos quais nós todos temos que responder visto que isso implica um Doador da Verdade? Mas estou a divagar.

O "casamento" homoerótico centra-se em duas coisas: amor e sexo. Certamente que os homossexuais alegam ter amor uns pelos outros, mas eles também têm relações "sexuais" uns com os outros. Na minha opinião, este segundo ponto é a força motora por trás da sua redefinição do casamento. Pensem nisto: homosSEXualismo. Sim, sabemos que é apenas uma palavra, mas isto leva-nos às preocupações prácticas visto estas estarem relacionadas com o sexo - exactamente aquilo que a comunidade homoerótica tirou do armário/dos quartos, e trouxe para o esfera pública.

Preocupações Prácticas

Se uma dupla homoerótica se "casa" do outro lado do mundo, isso não me afecta - mas isso não quer dizer que não seja uma questão moral. No entanto, se uma dupla homoerótica legalmente se "casa" no país onde vivo, isso afecta-me. Primeiro, este artigo é o resultado de questões levantadas por dois apoiantes do "casamento" homoerótico. Fui afectado, e como resultado, estou a escrever este artigo.

Segundo, a redefinição do casamento para fora do promissório vinculo público de um homem com uma mulher afecta a sociedade como um todo visto que ela fundamenta-se na unidade familiar onde o casamento é o contracto legal de fidelidade e compromisso através do qual crianças são trazidas ao mundo.

Terceiro, ao redefinirem o casamento para além de um homem e uma mulher, e onde onde a relação sexual normal pode ocorrer, o absoluto do relacionamento marital  homem-mulher é destruído e a permissividade sexual é encorajada. Isto abre a porta a mais redefinições das relações familiares e sexuais. Tomemos como exemplo o simpósio de 2011 com o nome "Living in Truth and Dignity", que decorreu em Baltimore, Maryland do dia 17 de Agosto. Nele, a pedofilia foi redefinida como "pessoas atraídas a menores", e o simpósio buscou formas de levantar preocupações em torno da forma como o DSM 1 considera isso uma desordem mental.

No decorrer do simpósio, uma das palestras tinha o título de "Descriminalizando os Conceitos da Desordem Mental - A Pedofilia como Exemplo" ["Decriminalizing Mental Disorder Concepts--Pedophilia as an Example.], e ela foi apresentada por John Z. Sadler, M.D., Professor de ética médica e psiquiatria (UT Southwestern Medical Ctr., Dallas, TX) 2

Será que isto é um precursor de mais "reconsiderações" sexuais num mundo em mudança onde a permissividade sexual na forma do comportamento homossexual busca agora aceitação através da redefinição do casamento, de modo a que se possa esconder dentro das suas paredes sagradas e obter aceitação social? Convém perguntar se tal simpósio teria obtido algum embalo se a fidelidade do casamento tradicional tivesse permanecido intacta e com ela a santidade da sexualidade que o casamento providencia. Não vejo como. Com a redefinição dos papéis sexuais e dos parceiros matrimoniais, o dique que suporta o dilúvio da imoralidade está a rachar.

Quando a porta de redefinição do casamento é aberta, uma série de obscenidades imorais sexuais podem entrar. Quando e como é que voltamos a fechar a porta outra vez? Será depois da pedofilia ser aceite pela sociedade? E o que dizer da poligamia, da poliandria e dos poliamorosos? Sem uma declaração concreta de que o casamento é entre um homem e uma mulher, com a união sexual biologicamente construída que está protegida dentro do casamento, então vale qualquer coisa - pedofilia, bestialismo, necrofilia, identidade de género, e muito mais. Filosoficamente, isto pode levar a profundas ramificações morais na sociedade; e quando a moralidade muda, a sociedade muda e todos são afectados.

Tal como a história frequentemente demonstrou, quando a moralidade duma sociedade entra em declínio, os malignos prosperam e estes rapidamente voltam a sua atenção para os moralmente conservadores, perseguindo-os ferozmente. Isto já está a acontecer aqui nos Estados Unidos onde as pessoas que se atrevem a dar uma opinião contrária à posição politicamente correcta em torno do pseudo-casamento homoerótico são despedidas, ridicularizadas, e/ou qualificadas de "intolerantes". Isto faz com que outras pessoas, eu incluindo, fiquem cautelosas em torno do que dizem, não se dê o caso dos Camisolas Castanhas 3 da agenda homossexual nos denunciem e nós sejamos punidos apenas e só afirmamos que o "casamento" homoerótico está errado. E nem pensem que isto não acontecerá porque já está a acontecer.
  • 1. Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders of the American Psychiatric Association
  • 2. http://b4uact.org/science/symp/2011/program.htm
  • 3.Os Camisolas Castanhas eram os informadores do partido Nazi Alemão que usavam violência para silenciar todos aqueles que se opusessem a Hitler.
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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Ninguém nasce homossexual, afirmam psiquiatras

Uma declaração feita pelo "Royal College of Psychiatrists", de que as pessoas não nascem homossexuais, tem sido recebida por uma organização de caridade Cristã que ajuda os homens e as mulheres com atracção homossexual indesejada como uma "enorme admissão".

A organização "Core Issues Trust" (CIT), que está a fazer uma campanha contra a proibição à terapia que é oferecida às pessoas que voluntariamente queiram abandonar o estilo de vida homossexual,, afirma que a declaração mais recente do "Royal College" admite o que havia sido previamente negado. O director da CIT, Mike Davidson, afirma:

Eles afirmam agora que as causas do homossexualismo giram em volta duma combinação de "factores ambientais biológicos e pós-natais". Portanto, se a criança não tiver tal experiências pós-natal, ela irá crescer heterossexual.

Davidson afirma que não acredita que apesar desta admissão, de que ser homossexual não está fixo à nascença, o Royal College continue a apoiar a proibição da terapia de alteração da preferência sexual:

O "Royal College" modificou também a sua visão sobre a orientação sexual [sic] pode ser alterada, afirmando que, 'Não se dá o caso da orientação sexual [sic] ser imutável ou não possa variar ao longa da vida da pessoa'. Portanto, como é que estas declarações podem ser consistentes com uma proibição a pessoas que voluntariamente busquem aconselhamento profissional para alterar os seus indesejados sentimentos homossexuais?

* * * * * * *
Mais um duro golpe para os engenheiros sociais que visam reduzir a natalidade promovendo o auto-destrutivo comportamento homoerótico.




domingo, 18 de maio de 2014

A vida duma criança com duas "mães"


Dito de forma simples, crescer com pais homossexuais foi muito difícil para mim, e não devido ao preconceito dos vizinhos. ... Quando a tua casa é tão drasticamente diferente das casas à tua volta, e duma forma fundamental que incide nas relações físicas básicas, tu cresces duma forma estranha. Não tenho qualquer tipo de desordem mental ou qualquer problema biológico; eu apenas cresci numa casa tão fora do comum que eu estava destinado a crescer como um pária social.

Robert Lopez
Os meus semelhantes aprenderam as regras de conduta implícitas e a linguagem corporal dentro das suas casas; eles entenderam o que era apropriado em certas situações e o que não era; eles aprenderam tanto os mecanismos sociais tradicionais masculinos como os femininos. Mesmo que os pais dos meus pares se tivessem divorciado, e muitos tinham, mesmo assim eles cresceram a observar modelos sociais masculinos e femininos. Eles aprenderam, de forma típica, como ser corajoso e inabalável por parte das figuras masculinas, e como escrever cartões de agradecimento e ser sensível por parte das figuras femininas.

Claro que isto são estereótipos, mas eles são úteis quando inevitavelmente se abandona o conforto do casa-reboque da mãe lésbica, e se tem que trabalhar para sobreviver num mundo onde toda as pessoas pensam duma forma estereotipada - até os homossexuais.

Eu nunca tive uma figura masculina a quem seguir, e a minha mãe bem como a sua parceira eram ambas totalmente diferentes dos pais tradicionais ou das mães tradicionais. Como resultado, eu tive muito poucas dicas sociais reconhecíveis a oferecer aos potenciais amigos e às potenciais amigas visto que eu nem era confiante nem sensível aos outros.

Sem surpresa alguma, eu raramente fazia amigos, e facilmente alienava os outros. Os homossexuais que crescem em casas com pais heterossexuais podem ter problemas com a sua orientação sexual, mas no que toca ao vasto universo social de adaptações não relacionadas com a sexualidade - como agir, como falar, como se comportar - eles têm a vantagem de aprender em casa. Muitos homossexuais não se apercebem da bênção que é ser criado numa família tradicional.

A minha casa não era tradicional e nem convencional. Devido a isso, eu sofri de formas que é difícil para os psicólogos classificar. Tanto nervoso mas frontal, mais tarde eu seria considerado estranho mesmo aos olhos dos homossexuais e bissexuais adultos que tinham pouca paciência para alguém como eu. Eu era demasiado estranho para eles, como o era para os heterossexuais.

A vida é difícil quando se é estranho. Mesmo agora, eu tenho muito poucos amigos e frequentemente sinto-me como se não entendesse as pessoas devido as dicas sexuais não-mencionadas que todas as pessoas à minha volta, mesmo os homossexuais criados em lares tradicionais, tomam por certo. Embora eu seja trabalhador e seja uma pessoa que aprende depressa, tenho problemas dentro dos ambientes profissionais porque os colegas de trabalho acham que eu sou bizarro.

Em termos de sexualidade, os homossexuais que cresceram em lares tradicionais beneficiaram do facto de pelo menos observarem alguns rituais de cortejamento à sua volta. Eu não sabia como me tornar mais atraente para as raparigas. Sempre que saia da casa-reboque da minha mãe, eu era imediatamente classificado como um pária devido aos meus maneirismos femininos, roupas estranhas, pronúncia defeituosa, e estranheza. Sem surpresa alguma, eu acabei a escola secundária sendo ainda virgem, nucna tendo tido uma namorada, e em vez disso, tendo ido a 4 bailes de formatura como um amigo próximo contador de piadas que apenas queria alguém que lhe ajudasse a obter uma limusine.

Quando entrei para a universidade, eu rapidamente activei os detectores de homossexuais (inglês: "gaydar") de todos, e o grupo lgbt da faculdade rapidamente caiu sobre mim, afirmando que estavam 100% certos que eu era homossexual. Quando eu me assumi como bissexual, eles disseram que eu estava a mentir e que eu apenas ainda não estava pronto para me assumir como homossexual.

O SUBMUNDO HOMOSSEXUAL

Assustado e traumatizado com a morte da minha mãe, deixei a faculdade em 1990 e caí no que só pode ser classificado de submundo homossexual. Coisas terríveis aconteceram comigo por lá.

Só quando tinha 28 anos é que subitamente dei por mim numa relação com uma mulher... Eu identifico-me como bissexual porqur seriam necessárias várias novelas para explicar o porque de ter acabado como "heterossexual" depois de quase 30 anos como homem homossexual. Não tenho vontade de lidar com activistas homossexuais a investigar-me da mesma forma que eles se envolvem e missões de "busca-e-destruição" contra os ex-homossexuais, "enrustidos", ou "homocons" [conservadores homossexuais].

Mark Regnerus
Embora eu tenha uma biografia particularmente relevante para os assuntos homossexuais, a primeira pessoa a entrar em contacto comigo, agradecendo-me por partilhar a minha perspectiva dos assuntos lgbt, foi Mark Regnerus num email com a data do dia 17 de Julho de 2012. Eu não fiz parte do seu estudo gigantesco, mas ele reparou num comentário que eu deixei num site em torno do estudo, e tomou a iniciativa de dar início a correspondência por email.

Já vivi 41 anos e ninguém - muito menos os activistas homossexuais - quis falar comigo de forma honesta acerca dos complicados tópicos homossexuais da minha vida. Só por esta razão, Mark Regnerus merece créditos - e a comunidade homossexual deveria agradecê-lo em vez de tentar silenciá-lo.

O estudo de Regnerus identificou 248 adultos que haviam sido educados por duplas homossexuais. Levados a dar uma resposta franca com a vantagem de já serem adultos, eles deram testemunhos pouco favoráveis em favor da agenda da igualdade do casamento [sic] homossexual. No entanto, os resultados tem o apoio duma coisa importante na vida chamada de senso comum: crescer duma forma diferente das outras pessoas é complicado e as dificuldades aumentam o risco da criança desenvolver desajustes  ou o risco de se auto-medicar com álcool e outros comportamentos perigosos. Sem dúvida que cada uma das 248 histórias humanas tinha muitas complexidades.

Tal como a minha história, a história destas 248 pessoas merece ser contada. O movimento homossexual está a fazer de tudo para que ninguém oiça estas histórias, mas eu preocupo-me mais com as histórias do que com os números (especialmente como professor de Inglês), e, sem ser a sua vontade, Regnerus deparou-se com uma narrativa preciosa como uma arca de tesouro.

Porquê, então, o código de silêncio por parte dos lideres lgbt? De onde me encontro, só posso especular. Valorizo muito a memória da minha mãe, mas não poupo palavras quando descrevo o quão duro foi crescer num lar homossexual. Estudos prévios examinaram crianças que ainda viviam com os seus pais [sic] homossexuais, e desde logo, eles não eram livres para falar, governados que estavam (tal como todas as crianças) por sentimentos de piedade paterna, culpa e medo de perder as suas mesadas. Por tentar falar de forma honesta, eu fui literalmente reprimido durante décadas.

SEXO DOENTIO LEVA A DOENÇAS

Especialmente prejudicial é a atitude liberal [esquerdista] de que não deveríamos fazer juízos de valor em relação ao sexo. No mundo homossexual de Bronx, eu limpei apartamentos suficientes de homens que morreram de SIDA para entender que resistir a tentação sexual é central para qualquer tipo de sociedade humana. O sexo pode ser prejudicial não só devido às infecções médicas, mas também porque nos deixa mais vulneráveis e mais susceptíveis de prendermo-nos emocionalmente a pessoas que não nos amam, de chorar aqueles que nos deixam, e de não saber como fugir daqueles que precisam de nós mas que nós não amamos. A esquerda política não entende nada sobre isto. É por isso que eu sou conservador.

As nossas crianças não chegam até nós com uma ficha limpa de imunidade legal. Embora eu seja bissexual, eu não posso lançar fora a mãe da minha criança como se ela fosse um incubadora usada. Eu tive que ajudar a minha esposa durante as dificuldades da gravidez e durante as dificuldades da depressão pós-parto. Quando ela batalha contra a discriminação contra as mães ou contra as mulheres nos locais de trabalho sexistas, eu tenho que ser paciente e escutar. Eu tenho que satisfazer as suas necessidades sexuais.

Mal eu passei  ser um pai, eu coloquei de lado o meu passado homossexual e fiz um compromisso de nunca me divorciar da minha esposa ou tomar outra pessoa - homem ou mulher - até morrer. Escolhi esse compromisso como forma de proteger a minha criança de lidar com drama prejudicial, até mesmo quando crescem e passam a ser adultos. Quando se é um pai, as questões éticas giram em volta da criança, e nós colocamos o nosso interesse próprio fora dos nossos planos . . . . para sempre.

* * * * * * *

O facto dos líderes lgbt quererem censurar as pessoas que revelam a verdadeira natureza dos relacionamentos homoeróticos diz muito sobre a sua verdadeira agenda. Nenhuma ideologia do lado da verdade teme a livre circulação de informação.
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