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terça-feira, 14 de abril de 2015

CEO da Apple proclama que sua homossexualidade é um dom de Deus

por Kyle butt, M. A.
Traduzido por Hugues de Payens, original aqui.


Em outubro de 2014 Tim Cook, CEO da Apple, anunciou ao mundo que é homossexual. Admitidamente milionários em posição de destaque, CEOs, atletas e estrelas do cinema e da TV, regularmente “saem do armário” e declaram-se homossexuais, logo esta declaração não é uma surpresa. Cook fez uma declaração, entretanto, que é tão estranha e incorreta, que simplesmente não pode ficar sem resposta. Ele disse: “Então deixe-me ser claro: estou orgulhoso de ser gay, e considero ser gay um dos maiores dons que Deus me deu” (2014, emp. Added). De acordo com Tim Cook, sua homossexualidade é uma benção de Deus.
A compreensão equivocada de Tim, sobre Deus e Sua Palavra, não poderia estar mais distante da verdade. Temos discutido em inúmeros outros lugares o fato de que a homossexualidade é um pecado, tal como outros pecados sexuais: adultério, fornicação, zoofilia e pedofilia. E temos mostrado que não há nenhuma relação entre genética e homossexualidade (Miller and Harrub, 2004). É uma escolha, uma forma de vida pecaminosa, Não é algo que uma pessoa seja, é algo que uma pessoa escolhe fazer.
Como analogia, suponha que uma pessoa praticante de zoofilia (sexo com animais) estivesse afirmando que sua escolha sexual é um dom de Deus. Sua zoofilia o (a) colocou numa minoria e permitiu a ele (a) perceber as coisas da perspectiva de uma minoria. Sua zoofilia ajudou-o (a) a desenvolver sua resistência e fez dele (a) uma pessoa mais forte. Além disso, ele (a) espera pelo dia em que nosso país reconheça o direito das pessoas legalmente desposarem animais.
Embora aqueles que praticam a homossexualidade não apreciem tais comparações, os mesmos argumentos podem ser construídos tanto a favor da zoofilia como da homossexualidade. Uma pessoa poderia proclamar que não há nada que ela possa fazer em relação a sua preferência sexual por animais. Ela foi feita deste jeito. Ela ama animais, e esta é sua maneira de demonstrar este amor. Ele (a) não pode acreditar que pessoas sejam tão críticas e desafeiçoadas para proclamar que suas escolhas sejam pecaminosas ou erradas. Ele (a) está sendo perseguido por “intolerantes” que odeiam minorias tais como as que praticam zoofilia,
Alguém poderia fazer a mesma defesa para a pedofilia. A pessoa que se dedica a esta prática sexual poderia proclamar que não se pode ajudá-la. Deus a criou como pedófila. Ele (a) está feliz por Deus tê-lo (a) feito deste jeito, porque isto o (a) ajuda a compreender outras minorias tais como aquelas que praticam zoofilia ou homossexualidade. Isto deu-lhe resistência e ajudou a aprender a ser ele (ela) mesmo (a). Que espera pelo dia em que nosso país compreenda que alguém de 12 anos sabe o que quer e que deveria ser permitido à criança dar este consentimento.
Espero que você possa ver meu problema com a afirmação de Tom Cook. Uma coisa é viver uma vida espalhafatosamente pecadora de rebelião contra Deus. Uma outra coisa é proclamar que Deus “está te abençoando” por te dotar com um comportamento pecaminoso. Isto é o equivalente a um ladrão proclamar que “ser” um ladrão é a maior coisa que Deus já fez por ele, ou um mentiroso habitual proclamar que é grato por Deus tê-lo feito um mentiroso, ou um adúltero proclamar que Deus o abençoou com três namoradas além de sua esposa, ou um rapaz adolescente agradecendo a Deus por tê-lo feito promíscuo e dado a ele chance de ter sexo com uma fila de garotas.
Terá nossa nação Cristã desviado-se tanto do que Deus verdadeiramente diz na Bíblia que pode tolerar a declaração de que o estilo de vida de uma pessoa homossexual é um dom de Deus? Os Cristãos do Novo Testamento têm vivido tão distantes da Palavra de Deus que eles não podem reconhecer tal afirmação blasfema como a torção da verdade que ela é? A homossexualidade é um pecado, como o são outros pecados como mentira, adultério, trapaça, roubo, fraude, falatório malicioso, etc. Deus ama a todos os pecadores e deseja que todos sejam salvos. “É um dito fidedigno e digno de aceitação, que Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores” (Timóteo). Jesus Cristo morreu na cruz para salvar Tim Cook de sua escolha de ser homossexual, tal como Jesus morreu para salvar a cada um de nós de nossos pecados. Mas Jesus ordena, sim exige, que reconheçamos que somos pecadores e detenhamo-nos, que nos arrependamos de nossos pecados. Jesus claramente disse “... mas se não se arrependerem, todos vós perecerão” (Lucas 13:3).
Pode ser verdade que nossa cultura não mais reconheça o sexo antes do casamento como pecado, ou que o adultério seja pecaminoso, ou que a homossexualidade seja uma violação da lei de Deus. Mas proclamar, não apenas que estas ações não são pecaminosas, mas, que elas são dons de Deus, demonstra uma ignorância alarmante da natureza de Deus e Sua Vontade. Como escreveu o apóstolo João: “Se afirmamos que não temos cometido pecado, fazemos de Deus um mentiroso, e Sua palavra não está em nós” (1 João 1:10). As assombrosas palavras do profeta Isaías, escritas há mais de 2.700 anos, lembram-nos que a tática de Cook não é nada nova: “Ai daqueles que chamam o mal de bem, e o bem de mal, que mudam as trevas em luz e a luz em trevas, que tornam doce o que é amargo e amargo o que é doce. Ai dos que são sábios aos seus próprios olhos, e inteligentes em sua própria opinião” (Isaías 5:20-21).

Hugues de Payens

(Non nobis, Domine, non nobis, sed Nomini Tuo ad Gloriam)


Referências:

Miller, Dave and Brad Harrub (2004), “An Investigation of the Biblical Evidence Against Homosexuality,” Apologetics Press, http://www.apologeticspress.org/APContent.aspx?category=7&article=1401&topic=36.

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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

O governo é inimigo da liberdade religiosa dos Cristãos

Durante anos, os defensores dos pseudo-casamento homoerótico alegaram que os Americanos deveriam ser livres para viver a sua vida da forma como eles quiserem, no entanto, em muitos casos amplamente documentados, o governo tem coagido aqueles que apenas querem ser livres para viver de acordo com a sua crença de que o casamento é a união entre um homem e uma mulher.

Há bem poucos dias, surgiu um caso em Idaho onde os oficiais governamentais ordenaram os líderes religiosos Cristãos  a celebrar "casamentos" homoeróticos ou enfrentar multas ou até penas de prisão. Esta caso envolve Donald e Evelyn Knapp, ambos líderes de congregação da Hitching Post Wedding Chapel.

Os oficiais de Coeur d’Alene, Idaho, disseram ao casal que a cidade tem estatutos anti-descriminação que incluem a "orientação sexual" e a "identidade de género", e devido ao facto do 9th U.S. Circuit Court of Appeals ter eliminado a emenda constitucional que estabelecia o casamento como sendo a união entre um homem e uma mulher, o casal teriam que oficialiar os "casamentos" homoeróticos dentro da sua capela. O estatuto d não-discriminação aplica-se a todas as "acomodações públicas", e a cidade qualifica capela como uma acomodação pública.

Na Sexta-Feira, a dupla homoerótica pediu para ser "casada" pelos Knapps mas estes declinaram educadamente. Devido a isto, o casal Knapp pode passar 180 dias na prisão e pagar uma multa de $1,000 por cada dia que se recusarem a celebrar um "casamento" homoerótico. Se por acaso eles ficarem uma semana a honrar a sua fé e a recusarem-se a celebrar uma cerimónia homossexual, isso pode-lhes custar três anos e meio de prisão e uma multa de $7,000.

Coerção Governamental

Os Knapps já estão casados há 47 anos, e ambos são ministros ordenados da International Church of the Foursquare Gospel. Eles são “Cristãos Evangélicos que subscrevem posições Cristãs ortodoxas" de que "Deus criou dois sexos distintos à Sua Imagem" e que "Deus estabeleceu que o casamento fosse entre um homem e uma mulher."  Mas como consequência do facto dos tribunais terem redefinido o casamento, e da cidade ter estabelecido regulamentos que geram direitos especiais com base na "orientação sexual" e na "identidade de género", os Knapps enfrentam agora a coerção estatal.

O reconhecimento governamental das uniões homoeróticas como "casamentos" não precisa e nem requerer o reconhecimento duma terceira parte (neste caso, das igrejas). O governo não só deveria honrar os direitos dos cidadãos, mas como forma de agir duma forma mais respeitosa perante a livre associação, a liberdade contractual, a liberdade de expressão, e perante ao livre exercício da religião, o governo deveriam proteger o direito dos cidadãos de viver de acordo com as suas crenças em relação ao casamento.

Os Knapps já celebram casamentos na sua capela desde 1989, e o governo não deveria forçá-los a fechar a capela ou a contradizer as suas crenças Cristãs. Afinal de contas,   proteger a liberdade religiosa e os direitos de consciência não violam a liberdade sexual de ninguém. Ninguém tem o direito de de ver o governo a forçar um determinado líder religioso a casar alguém visto que algumas pessoas podem determinar, em boa consciência, que não podem tomar parte em cerimónias homoeróticas - quer sejam sacerdotes, pasteleiros ou floristas. Estas pessoas não deveriam ter que escolher entre as suas crenças e a sua subsistência.  (...)




* * * * * * *

Como já tivemos oportunidade de dizer no passado, a guerra não é entre Cristãos e homossexuais, nem entre "pessoas de fé" e homossexuais (visto que só os Cristãos são vítimas deste tipo de operações) mas sim entre o Cristianismo e o Estado. Como já se sabe, o activismo homossexual não representa os desejos e as intenções dos homossexuais, mas sim os planos e as intenções dos governos ocidentais. Quem resiste à agenda lgbt, não está a resistir aos planos dos homossexuais mas sim aos planos subversivos do governo.

O que os governos fazem no ocidente é criar um grupo "especial" e conferir-lhe "direitos" que entram em rota de colisão com o Cristianismo. Depois disto, o mesmo governo coloca ambos os grupos em guerra como forma dele (o estado) poder usar as leis que ele mesmo criou para fazer o que ele sempre quis fazer, nomeadamente, limitar e acabar com a influência social do Cristianismo.
A ler: "A Estratégia da Escola de Frankfurt"

quarta-feira, 11 de junho de 2014

O verdadeiro propósito do movimento homossexual

Porque é que nas últimas décadas os esquerdistas que controlam os meios de informação governamentais (isto é, os maiores) estão constantemente a avançar com o homossexualismo e até com o transsexualismo para a arena pública? O que é que eles ganham com isso? Uma pergunta mais fácil de responder é: O que é que os esquerdistas ganham com a supressão do Cristianismo, que durante os momentos mais sombrios do século 20 se distinguiu por ser um baluarte contra a tirania colectivista por toda a Europa?

O que existe de mais censurável por parte dos esquerdistas é a noção Cristã que considera todas as almas como um ser único e individual (e não como um dispositivo intercambiável definido por algum atributo superficial), bem como o facto dos Cristãos responderem a Uma Autoridade Moral acima dos burocratas e acima dos média esquerdistas de maiores dimensões.

Respondendo à segunda pergunta obtemos a resposta para a primeira. A perversão sexual foitransformada num "direito civil" não só para avançar com a estratégia marxista "divide-e-conquista", mas também para atacar a religião Cristã. A campanha contra a Trinity Western University (TWU) Canadiana é bem ilustrativa:
No dia 24 de Abril, a sociedade legal da maior província do Canadá votou contra a admissão de graduados da Trinity Western University, pelo motivo único da aliança comunitária da escola, que os alunos (e os professores) voluntariamente assinam quando são admitidos ou contratados, reservar a intimidade sexual para o casamento heterossexual [ed: o único casamento que existe]. Nova Scotia seguiu o mesmo caminho, vocalizando a sua rejeição sob a condição da TWU alterar a sua aliança comunitária ou permitir que os alunos tenham escolha de não assiná-la. Em British Columbia, que é onde a escola se encontra sediada, a sociedade legal votou no dia 11 de Abril de modo a permitir a admissão de graduados da TWU, mas está-se a gerar um ímpeto de modo a forçar a sociedade a reverter a sua decisão no encontro especial que ocorrerá no dia 10 de Junho.
Forçar a TWU a renunciar o seu pacto sob pressão seria o mesmo que ela renunciar a fé sobre a qual a escola se baseia, o que seria um suicídio moral. É precisamente por isso que os esquerdistas estão a forçar para que isso aconteça. É bem provável que a TWU seja destruída - quer como instituição Cristã ou como universidade.
Com a legalização do casamento [sic] homossexual, o debate público está fortemente voltado contra os Cristãos que acreditam no casamento tradicional [isto é, todos os Cristãos genuínos], e eles enfrentam agora um escalar de intolerância irracional. Durante o debate do dia 11 de Abril por parte da sociedade legal (leiam a  transcrição online), alguns advogados qualificaram o pacto da TWU de discriminatório porque ele exige que os estudantes homossexuais se abstenham de intimidade "mesmo dentro dum casamento [sic] legal," e porque impede os estudantes homossexuais "de se casarem [sic] pelo Estado, um direito pelo qual se batalhou muito e se obteve uma vitória suada".
Nada poderia ser mais quintessencialmente esquerdista que o uso hipócrita das palavras "discriminatório" e "tolerância" como forma de justificar a discriminação intolerante feita aos Cristãos.
À medida que os direitos iguais [isto é, privilégios homoeróticos] têm avançado, a liberdade religiosa [dos Cristãos] tem estado em retirada. Muitos advogados alegam que até as escolas privadas tais como a TWU não deveriam receber permissão para "discriminar" através das suas políticas de contratação ao escolherem professores que vivam segundo os seus princípios morais, ou ao esperarem que os alunos conformem o seu comportamento com as crenças que a escola defende.
De modo ameaçador, o caso segue para o Tribunal Supremo do Canadá, onde os esquerdistas esperam obter uma vitória significativa contra o Cristianismo.
Se o Tribunal Supremo decidir contra a TWU, então certamente que outros ramos profissionais seguirão o exemplo de Ontário e Nova Scotia ao rejeitarem os graduados da TWU. Em 2001 os professores tentaram fazer isso, e encorajados pela nova decisão, certamente que tentarão de novo. Enfermeiras, dentistas, contabilistas, e outros profissionais se seguirão. 
As outras escolas Cristãs têm que se preparar para o efeito dominó. Existem várias escolas religiosas independentes no Canadá, e muitas delas têm pactos.
O que isto significa é que a vitória da agenda homoerótica levará a que um diploma obtido numa instituição Cristã perca todo o se  valor alguma - um passo gigantesco para a marginalização oficial do Cristianismo. Estaline e Hitler tentaram marginalizar directamente o Cristianismo, mas sem sucesso; os novos tiranos estão a tentar fazer isso de outra forma.

O propósito final de Estaline, Hitler e dos Novos Esquerdistas é o mesmo; por mais que os esquerdistas tenham um gosto imenso em reverenciar o homoerotismo, de maneira nenhuma a motivação dos esquerdistas está relacionado com os homossexuais, mas sim com o Cristianismo. O que os move não é compaixão para com os homossexuais, algo notório pelo silêncio universal dos esquerdistas perante o tratamento que os homossexuais islâmicos recebem, mas ódio ao Cristianismo e a tudo o que essa fé religiosa representa (liberdade, singularidade e dignidade humana, Deus acima do Estado, etc).

Quem quer escravizar a humanidade tem primeiro que destruir a fé no Deus da Bíblia, porque enquanto houver pessoas que tenham essa fé, o grito pela liberdade sempre se fará soar.

Modificado a partir do original.

O símbolo que melhor descreve o esquerdismo



sábado, 30 de novembro de 2013

O Exército da Salvação ao serviço do gayzismo?

Há poucos dias atrás o Exército da Salvação retirou dois links do seu site dirigidos a organizações que advogam a terapia ex-gay ou Terapia Reparativa,  depois da organização lgbt "Truth Wins Out" ter entrado em contacto com o grupo de caridade e ter falado do seu apoio à práctica que visa ajudar homens e mulheres que se encontrem viciados no homossexualismo a sair desse inferior estilo de vida.

O director-executivo do grupo gayzista "Truth Wins Out" Wayne Besen afirmou:

Agradecemos o Exército da Salvação por ter agido de forma rápida e decisiva em torno dos links para organizações "ex-gays". Este é um passo na direcção certa e de acordo com a sua campanha anti-discriminação. Esperamos que esta acção avance ainda mais o estado das coisas e que isto gere confiança total por parte da comunidade lgbt.

Numa carta enviada à "Truth Wins Out" na Terça-Feira, a directora de comunicação do Exército da Salvação alegou que os links para organizações ex-gay faziam parte duma página arquivada que foi "inadvertidamente" republicada quando a organização relançou o seu site no mês passado. Jennifer Byrd, numa carta publicada na "Truth Wins Out" disse:

Pedimos desculpas pelo nosso descuido e pela confusão que ela pode ter causado. O Exército da Salvação não qualifica a orientação homossexual como um pecado. Fiquem certos que aceitamos indiscriminadamente qualquer pessoa que se dirija a nós.

O links "ofensivos", postados sob a lista de recursos do site que lida com vícios sexuais, incluía a Harvest USA, que é um "ministério dedicado a oferecer esperança no Senhor Jesus aos homens e às mulheres que batalham com o quebrantamento sexual e com o pecado."

O segundo link, Pure Life Ministries, tem 35 "conselheiros Bíblicos e equipa de apoio" a tempo inteiro que, segundo o site, dedicam-se a "trazer esperança, cura e restauração encontrados apenas em Cristo a todos aqueles que foram tocados com a lepra e com o pecado sexual".

Ambas as organizações defendem a práctica da Terapia Reparativa, que tem como propósito ajudar os homossexuais que voluntariamente busquem formas de abandonar o seu homossexualismo.

Sem surpresa alguma, a organização gayzista "Truth Wins Out" não pode aceitar que existam organizações a ajudar os homossexuais, e como tal, eles dizem:

A "Harvest USA" e a "Pure Life Ministries" são duas organizações destrutivas [sic] dedicadas a demonizar as pessoas lgbt. O Exercito da Salvação fez o correcto ao remover estes grupos "ex-gays" do seu site antes que ele pudessem prejudicar mais vítimas inocentes.

A declaração da passada Terça-Feira por parte do Exército da Salvação indica o seu abandono total das raízes Bíblicas e a acomodação ao status quo sexual da era actual. Será interessante saber se quando a pedofilia for normalizada (e já esteve mais longe de ser normalizada) o suposto Exército da "Salvação" também se irá acomodar.

Uma coisa que os Cristãos podem fazer imediatamente é alertar os líderes religiosos das suas congregações para pararem de dar qualquer apoio financeiro a uma organização que se diz "Cristã" mas que chama a Deus de Mentiroso ao afirmar que o homossexualismo não é um pecado.

Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros,
nem os efeminados, nem os sodomitas,
nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados,
nem os maldizentes, nem os roubadores, herdarão o reino de Deus.
1 Cor 6:10

(Com informação deste site.)
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