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terça-feira, 14 de abril de 2015

CEO da Apple proclama que sua homossexualidade é um dom de Deus

por Kyle butt, M. A.
Traduzido por Hugues de Payens, original aqui.


Em outubro de 2014 Tim Cook, CEO da Apple, anunciou ao mundo que é homossexual. Admitidamente milionários em posição de destaque, CEOs, atletas e estrelas do cinema e da TV, regularmente “saem do armário” e declaram-se homossexuais, logo esta declaração não é uma surpresa. Cook fez uma declaração, entretanto, que é tão estranha e incorreta, que simplesmente não pode ficar sem resposta. Ele disse: “Então deixe-me ser claro: estou orgulhoso de ser gay, e considero ser gay um dos maiores dons que Deus me deu” (2014, emp. Added). De acordo com Tim Cook, sua homossexualidade é uma benção de Deus.
A compreensão equivocada de Tim, sobre Deus e Sua Palavra, não poderia estar mais distante da verdade. Temos discutido em inúmeros outros lugares o fato de que a homossexualidade é um pecado, tal como outros pecados sexuais: adultério, fornicação, zoofilia e pedofilia. E temos mostrado que não há nenhuma relação entre genética e homossexualidade (Miller and Harrub, 2004). É uma escolha, uma forma de vida pecaminosa, Não é algo que uma pessoa seja, é algo que uma pessoa escolhe fazer.
Como analogia, suponha que uma pessoa praticante de zoofilia (sexo com animais) estivesse afirmando que sua escolha sexual é um dom de Deus. Sua zoofilia o (a) colocou numa minoria e permitiu a ele (a) perceber as coisas da perspectiva de uma minoria. Sua zoofilia ajudou-o (a) a desenvolver sua resistência e fez dele (a) uma pessoa mais forte. Além disso, ele (a) espera pelo dia em que nosso país reconheça o direito das pessoas legalmente desposarem animais.
Embora aqueles que praticam a homossexualidade não apreciem tais comparações, os mesmos argumentos podem ser construídos tanto a favor da zoofilia como da homossexualidade. Uma pessoa poderia proclamar que não há nada que ela possa fazer em relação a sua preferência sexual por animais. Ela foi feita deste jeito. Ela ama animais, e esta é sua maneira de demonstrar este amor. Ele (a) não pode acreditar que pessoas sejam tão críticas e desafeiçoadas para proclamar que suas escolhas sejam pecaminosas ou erradas. Ele (a) está sendo perseguido por “intolerantes” que odeiam minorias tais como as que praticam zoofilia,
Alguém poderia fazer a mesma defesa para a pedofilia. A pessoa que se dedica a esta prática sexual poderia proclamar que não se pode ajudá-la. Deus a criou como pedófila. Ele (a) está feliz por Deus tê-lo (a) feito deste jeito, porque isto o (a) ajuda a compreender outras minorias tais como aquelas que praticam zoofilia ou homossexualidade. Isto deu-lhe resistência e ajudou a aprender a ser ele (ela) mesmo (a). Que espera pelo dia em que nosso país compreenda que alguém de 12 anos sabe o que quer e que deveria ser permitido à criança dar este consentimento.
Espero que você possa ver meu problema com a afirmação de Tom Cook. Uma coisa é viver uma vida espalhafatosamente pecadora de rebelião contra Deus. Uma outra coisa é proclamar que Deus “está te abençoando” por te dotar com um comportamento pecaminoso. Isto é o equivalente a um ladrão proclamar que “ser” um ladrão é a maior coisa que Deus já fez por ele, ou um mentiroso habitual proclamar que é grato por Deus tê-lo feito um mentiroso, ou um adúltero proclamar que Deus o abençoou com três namoradas além de sua esposa, ou um rapaz adolescente agradecendo a Deus por tê-lo feito promíscuo e dado a ele chance de ter sexo com uma fila de garotas.
Terá nossa nação Cristã desviado-se tanto do que Deus verdadeiramente diz na Bíblia que pode tolerar a declaração de que o estilo de vida de uma pessoa homossexual é um dom de Deus? Os Cristãos do Novo Testamento têm vivido tão distantes da Palavra de Deus que eles não podem reconhecer tal afirmação blasfema como a torção da verdade que ela é? A homossexualidade é um pecado, como o são outros pecados como mentira, adultério, trapaça, roubo, fraude, falatório malicioso, etc. Deus ama a todos os pecadores e deseja que todos sejam salvos. “É um dito fidedigno e digno de aceitação, que Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores” (Timóteo). Jesus Cristo morreu na cruz para salvar Tim Cook de sua escolha de ser homossexual, tal como Jesus morreu para salvar a cada um de nós de nossos pecados. Mas Jesus ordena, sim exige, que reconheçamos que somos pecadores e detenhamo-nos, que nos arrependamos de nossos pecados. Jesus claramente disse “... mas se não se arrependerem, todos vós perecerão” (Lucas 13:3).
Pode ser verdade que nossa cultura não mais reconheça o sexo antes do casamento como pecado, ou que o adultério seja pecaminoso, ou que a homossexualidade seja uma violação da lei de Deus. Mas proclamar, não apenas que estas ações não são pecaminosas, mas, que elas são dons de Deus, demonstra uma ignorância alarmante da natureza de Deus e Sua Vontade. Como escreveu o apóstolo João: “Se afirmamos que não temos cometido pecado, fazemos de Deus um mentiroso, e Sua palavra não está em nós” (1 João 1:10). As assombrosas palavras do profeta Isaías, escritas há mais de 2.700 anos, lembram-nos que a tática de Cook não é nada nova: “Ai daqueles que chamam o mal de bem, e o bem de mal, que mudam as trevas em luz e a luz em trevas, que tornam doce o que é amargo e amargo o que é doce. Ai dos que são sábios aos seus próprios olhos, e inteligentes em sua própria opinião” (Isaías 5:20-21).

Hugues de Payens

(Non nobis, Domine, non nobis, sed Nomini Tuo ad Gloriam)


Referências:

Miller, Dave and Brad Harrub (2004), “An Investigation of the Biblical Evidence Against Homosexuality,” Apologetics Press, http://www.apologeticspress.org/APContent.aspx?category=7&article=1401&topic=36.

Copyright © 2014 Apologetics Press, Inc. All rights reserved.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

O horror do politicamente correcto

Por Roger Scruton

Uma história de abuso sexual  desenfreado - ignorada e encorajada pela polícia - está a emergir d povoação Britânica de Rotherham. Até hoje, a sua dimensão e alcance seriam impensáveis num país civilizado, e os seus detalhes irão causar a que os vossos cabelos fiquem de pé.

Imaginem o seguinte caso: uma rapariga é levada para os cuidados dos serviços sociais da sua área porque os seus pais são tóxico-dependentes e porque ela tem sido negligenciada e tem faltado à escola.

Ela é uma de muitas, visto que isto é normal na Inglaterra actual. E as entidades governamentais locais - Concílios - podem ser ordenados pelos tribunais a ocupar o lugar dos pais perante a criança negligenciada. O Concílio coloca  rapariga numa casa, onde ela é mantida sob supervisão do departamento dos serviços sociais.

A casa é frequentemente visitada por homens jovens que tentam seduzir a jovem rapariga para dentro dos seus carros como forma de lhes dar drogas, álcool, e levá-las a ter sexo com elas. A rapariga, que se encontra solitária e sem ninguém que se preocupe com ela, encontra-se com os homens no exterior, que lhe prometem idas ao cinema e a festas onde estão crianças da sua idade.

Ela cai na armadilha.

Depois de ter sido repetidamente abusada sexualmente por um grupo de cinco homens, é-lhe dito que, se ela disser a alguém o que ocorreu com ela, ela será retirada da casa e espancada. Quando, depois da repetição do episódio, ela ameaça ir à polícia, ela é levada para o campo, regada com gasolina, e ameaçada com fogo até que ela promete não ir para a polícia.

Entretanto, ela tem que aceitar ser abusada semanalmente em troca de drogas e álcool. Rapidamente ela dá por si a ser levada para outras áreas da povoação, e contratada para propósitos sexuais por parte de outros homens. Ela sente-se atormentada e deprimida, e quando chega ao ponto de já não conseguir mais aguentar, ela dirigi-se à polícia. Ela só consegue dizer atabalhoadamente algumas palavras e não consegue acusar alguém em especial. A sua queixa é rejeitada com base de que qualquer contacto sexual que tenha ocorrido foi consensual.

A assistente social a cargo do seu caso ouve a sua queixa, mas diz que ela nada pode fazer até que a rapariga identifica os abusadores. Mas quando a rapariga os identifica, a  assistente social rejeita as suas palavras e diz que ela nada pode fazer. O seu pai, apesar do vício das drogas, tentou manter o contacto com a filha e suspeita que algo está a acontecer. Mas quando ele se dirige à polícia, ele é preso por "obstrução de justiça" e acusado de fazer a polícia  perder o seu tempo.

Durante os dois anos que se seguem, por várias vezes ela tenta acabar com a sua vida, mas eventualmente acaba abandonada e sem-abrigo, sem uma educação formar e sem perspectiva de algum dia vir a ter uma vida normal.

"É Impossível", dirão vocês, "que tal coisa possa ocorrer na Grã-Bretanha". Na verdade, este é apenas um de 1,400 casos, todos eles materializados durante os últimos 15 anos na povoação South Yorkshire de Rotherham, e todos ele envolvendo raparigas vulneráveis que se encontravam ao cuidado do Concílio ou sem protecção adequada por parte da sua família (e totalmente à mercê de gangues de predadores sexuais).

Quase ninguém foi preso, nenhuma assistente social ou membro da polícia foi repreendido, e até recentemente, o assunto foi ignorado por todos os responsáveis e classificado de "insignificante". No entanto, um aumento do conhecimento público em relação ao caso levou a queixas, despoletando uma série de relatórios oficiais. O mais recente, do Professor Alexis Jay - antigo inspector-chefe de trabalho social na Escócia - e com 153 perturbadoras páginas, revela a verdade pela primeira vez. Um facto torna-se bem óbvio, e ele é que as vítimas eram brancas e os violadores eram Paquistaneses.

Os sociólogos convenceram o governo de que a polícia era racista.

Há quinze anos atrás, quando estes crimes estavam a começar, o Stephen Lawrence Inquiry na conduta da polícia Britânica foi feito pelo Sir William Macpherson - Juiz do Tribunal Supremo. A ocasião imediata havia sido o assassinato  onde a vítima era negra, os assassinos brancos, e o comportamento da polícia de investigação havia sido negligente e provavelmente preconceituoso. O relatório acusou a polícia - não só aqueles envolvidos no caso, mas toda a força policial do país - de "racismo institucionalizado". Esta propaganda sociológica foi, na altura, muito popular entre os sociólogos esquerdistas visto que fazia uma acusação que não poderia ser refutada por alguém que tivesse o azar de ser acusada dela.

Independentemente da forma como alguém se comportasse e da forma como alguém tratava as pessoas de raças distintas (sem levar em conta a sua identidade étnica ou a cor da sua pele), essa pessoa seria acusada de "racismo institucionalizado" pura e simplesmente devido a facto de se pertencer a uma dada instituição, e em nome de quem se falava. Sem surpresa alguma, os sociólogos e as assistentes sociais, maioritariamente dispostos a acreditar que a classe média é incuravelmente racista, agarrou-se à expressão.

Também MacPherson se juntou ao vagão na altura visto que, na altura, era a forma mais fácil e segura de lavar as mãos em público, e dizer que eu, pelo menos, não sou culpado do único crime que é universalmente reconhecido e cujas evidências estão por todo o lado.

A polícia estava mais preocupada com o politicamente correcto do que com o crime.

A consequência disto tem sido que as forças policiais têm-se desdobrado como forma de evitarem a acusação de racismo, ao mesmo tempo que as assistentes sociais  hesitam em intervir em casos onde podem ser acusadas de discriminação contra uma minoria étnica. As coisas ficam ainda piores com o aumento do islão militante, que acrescentou ao antigo crime de racismo um novo crime: a "islamofobia".

Actualmente, nenhuma assistente irá arriscar er acusada dum crime. Em Rotherham, uma assistente social teria que ser maluca, e a polícia ainda mais, para dar início a uma investigação de abuso sexual quando os criminosos são muçulmanos Asiáticos e as vítimas etnicamente Inglesas.  O melhor é varrer tudo isto para debaixo do tapete, encontrar formas de acusar as vítimas ou os seus pais (ou a cultura existente) de "racismo institucionalizado", e focar a atenção em assuntos muitos mais importantes tais como habitação para os recém-imigrantes, ou as infracções de trânsito cometidas pelos racistas da classe média.

Também os Americanos conhecem este síndrome. O politicamente correcto deriva de convicções sociológicas e das já-gastas teorias que as produziram, mas para as pessoas normais, ela deriva do medo. As pessoas de Rotherham sabem que não é seguro uma rapariga [branca] entrar num táxi com alguém com traços Asiáticos [ed: muçulmanos] eles sabem que, com relativa frequência, os muçulmanos não tratam as raparigas brancas com o mesmo respeito com que tratam as raparigas da sua comunidade. Eles sabem, e já sabem há 15 anos, que existem gangues de predadores que buscam raparigas vulneráveis, e que esses gangues são na sua maioria jovens homens Asiáticos que, na sua maioria, olham para a sociedade Inglesa não como uma comunidade a que pertencem, mas sim como uma campo de caça sexual.

Mas os habitantes de Rotherham não se atrevem a expressar este conhecimento - quer seja em palavras ou em actos. Menos ainda eles se atrevem a fazer isso se o seu emprego é o de uma assistente social ou um oficial da polícia. Se deixarem escapar a sugestão de que muçulmanos Paquistaneses são mais susceptíveis que os homens Ingleses  de levar a cabo crimes sexuais, serão classificados de racistas islamofóbicos, e serão ostracizados no local de trabalho e, de agora em diante, colocados sob monitorização.

Ninguém perderá o emprego

Isto seria menos importante se não houvessem consequências. Infelizmente, o politicamente correcto causa a que as pessoas não só disfarcem as suas crenças, mas se recusem a agir de acordo com elas, acusem os outros que confessam essas crenças, e, de modo geral, agir de acordo com as políticas que têm sido forçadas aos Ingleses por parte duma minoria de activistas.

O propósito dos activistas é perturbar e desmantelar as antigas formas de ordem social. Eles acreditam que a nossa sociedade não só é racista, como demasiado confortável, demasiado desigual, demasiado limitada a uma forma de estar antiquada que é tida pelas pessoas na base da nossa sociedade - a classe operária, os imigrantes, os sem-abrigo, os imigrantes ilegais - como opressiva e exigente. Eles [os activistas] propagam de modo entusiasta doutrinas do politicamente correcto como uma forma de vingança contra a nossa ordem social (da qual eles se sentem alienados).

As pessoas normais encontram-se tão intimidadas com isto que repetem estas doutrinas, como se elas fossem mantras religiosos com os quais eles esperam ficar protegidos dentro dum território hostil. Consequentemente, as pessoas Britânicas aceitaram sem resistência a enorme transformação com a qual foram afligidos durante os últimos 30 anos - transformação essa levada a cabo maioritariamente por activistas a operar através do Partido Trabalhista. Eles aceitaram políticas de imigração que encheram as nossas cidades com muçulmanos descontentes, muitos dos quais foram agora lutar contra nós na Síria e no Iraque.

Eles aceitaram o crescimento de escolas islâmicas dentro das quais as crianças são ensinadas a ficarem prontas para a jihad contra a ordem que os rodeia. Eles aceitaram a constante difamação do seu país, das suas instituições e da sua religião herdada, pelo simples motivo de que estas coisas são delas e, portanto, manchadas com lealdades proibidas [ed: Deus, patriotismo e família].

E quando finalmente a verdade é expressa, ninguém perde o seu emprego, ninguém é preso, e a Polícia eleita e o Comissário Comunitário para Rotherham, embora forçado a sair do Partido Trabalhista, recusa-se a apresentar a sua demissão. Depois de algumas semanas, tudo isto estará sob a tapete, e o trabalho de destruição poderá prosseguir como normal.

Fonte: http://onforb.es/Y2QcsA


sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Homossexualismo e o declive escorregadio

Por Bill Muehlenberg

Um disco riscado pode, sem dúvida, tornar-se enfadonho, e eu confesso que o fluir constante de evidências que eu ofereço em torno do declive escorregadio pode-se tornar cansativo com o passar do tempo. Mas a verdade importa, e enquanto os activistas continuarem a mentir em torno destes assuntos, continuarei a tomar uma posição pública de modo a fazer com que a verdade se propague.

Parece que foi há cerca de dois dias que ressalvei mais casos em torno dos direitos da pedofilia a serem defendidos como consequência do sucesso dos direitos da homossexualidade. Bem, foi mesmo há dois dias atrás. Depois disso, falei dos académicos Ingleses que estão a tentar avançar com a pedofilia como consequência das vitórias homossexuais do passado, e agora tenho que falar dos juízes Australianos que estão também a fazer a ligação entre o sucesso dos direitos do homossexualismo com a agenda da pedofilia.

Juiz Australiano correctamente ligou os pontos e disse que se o homossexualismo é hoje totalmente aceite, então porque é que o incesto e a pedofilia não são? Sim, ele realmente disse isso. Parece que o declive escorregadio que eu e outros temos estado a avisar está a ganhar forma bem em frente aos nossos olhos diariamente.

Eis aqui a forma como a história se desenvolveu:

Juiz de Sidney comparou o incesto e a pedofilia com o homossexualismo, afirmando que a comunidade pode deixar de ver o contacto sexual entre irmãos e entre adultos e crianças como "anti-natural" ou "tabu".

O juiz de Tribunal Distrital Garry Neilson disse que, da mesma forma que o sexo homossexual era inaceitável e criminoso nos anos 50 e 60 e é hoje amplamente aceite, "o júri pode não encontrar nada de sinistro no avanço dum irmão sobre a sua irmã mal ela esteja sexualmente madura, tenha tido relacionamentos com outros homens e esteja agora "disponível", não tendo um parceiro sexual".

Ele disse ainda que o único motivo devido ao qual o incesto ainda é crime prende-se com o facto dos elevados riscos de anormalidades genéticas nas crianças nascidas de relacionamentos consanguíneo, "mas até isso é colocado de parte devido à facilidade de acesso aos contraceptivos e ao aborto".

Os seus comentários atraíram muita atenção, mas por uma variedade de motivos. Algumas pessoas ficaram zangadas por ele se ter atrevido a comparar o homossexualismo com o incesto e a pedofilia. Aos seus olhos, não há nada de mal com o homossexualismo, mas os outros dois não estão correctos. Mas eles não estão a ver o ponto principal.

O juiz não estava assim tanto a comparar estas coisas afirmando - correctamente e logicamente, creio eu - que se nós, como sociedade, normalizarmos o homossexualismo, então os mesmos argumentos podem ser usados para normalizar as outras duas coisas. Ele apenas está a dizer como é que as coisas sâo neste sentido. Existe, de facto, um declive escorregadio em operação, e é difícil criminalizar estas outras duas prácticas quando já "progredimos" em assuntos como o homossexualismo.

Ele está apenas a revelar as coisas, e a dizer o que muitos de nós temos estado a avisar há décadas: mal nós normalizamos, legalizamos e conferimos direitos especiais a um tipo de comportamento sexual aberrante, é difícil dizer não fazer o mesmo para as outras formas de desvio sexual. Não é claro se este juiz na verdade quer ver o incesto e a pedofilia aceites como normais e totalmente legais, mas o que é claro é que ele correctamente vê a ligação que muitos outros recusam-se a aceitar.

Quando nós avisamos sobre o que aconteceria se fossem conferidos direitos especiais aos homossexuais, incluindo direitos de "casamento", e como isso iria abrir ainda mais a porta, os activistas despejaram sobre nós o seu desdém e o seu menosprezo. Acusaram-nos de alarmismo e de sermos mentirosos. Ora bem, quantos mais juízes Australianos e académicos Ingleses, e muitos outros, a dizer exactamente o mesmo será necessário antes de nos apercebermos que a porta está totalmente aberta, e muito provavelmente é impossível voltar a fechar a Caixa de Pandora?

O meu próximo livro terá dezenas de exemplos de tais coisas: o porco inteiro da sexualidade já foi defendido, seja ele o incesto ou o bestialismo ou o casamento em grupo ou a pedofilia.

E tudo isto está a acontecer porque os militantes homossexuais foram muito bem sucedidos em promover a sua guerra à sexualidade, à moralidade, ao casamento e à família.

O seu movimento foi o primeiro dominó a cair, e o resto parece estar a caminho. Quando até juízes e professores promovem a normalização destas coisas, então já não podemos ignorar as pessoas que nos avisam destas coisas, e chamá-los de malucos e mercadores do pânico.

Tudo o que podemos dizer é: "Nós bem vos avisamos".


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Sempre bom levar em conta notícias como esta sempre que alguém alegar que o "declive escorregadio é uma falácia". Convém também levar em conta que o propósito final desta revolução sexual não é ajudar os homossexuais mas sim usá-los como pedra de apoio rumo ao domínio total da Esquerda..

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Homossexual condenado a 30 anos de cadeia

Ex-líder de escuteiros foi condenado a 30 anos de prisão depois de se declarar culpado de ter abusado sexualmente de 3 rapazes durante o tempo em que servia como líder dos Escuteiros de Keswick. No princípio deste anot, David Brian Watkins, de 50 anos, aceitou um acordo legal depois de ter sido processado por 70 acusações de contacto impróprio com alguns escuteiros. Ele declarou-se culpado de 36 acusações em Janeiro, evitando um julgamento com júri, o que poderia ter resultado em múltiplas sentenças de prisão perpétua.

Watkins, que liderou a Keswick Troop 1028 desde 2002 até 2008, admitiu ter abusado sexualmente de rapazes escuteiros durante o período de 2006 a 2009. Ele foi preso em Novembro de 2012 quando um escuteiro, que tinha 13 anos na altura mas que hoje é adulto, o reportou à polícia. Na Quinta-Feira, a Juíza Cheryl Higgins sentenciou Watkins a 10 anos de prisão por cada uma das acusações de conhecimento carnal com uma criança com idade compreendida entre os 13 aos 15. Ela suspendeu as outras 33 acusações, que o iriam colocar por trás das grades por mais 165 anos.

Antes da sua sentença, Watkins pediu clemência ao tribunal, mas a Acusação, na pessoa de Darby Lowe, leu segmentos dum relatório ao tribunal onde Watkins havia dito à policia que havia sido o rapaz a iniciar o contacto sexual. Segundo o Charlottesville Daily Progress, Watkins declarou que havia sido ele quem havia sentido como se o tivessem violado. A advogada de defesa de Watkins, Andre Hakes, disse também que os rapazes envolvidos aceitaram ter contacto sexual com o ex-líder de escuteiros:

Estes relacionamentos sexuais foram contínuos, e embora eles tenham sido com crianças com menos de 18 anos, os mesmos foram consensuais. David Watkins não é só estes crimes. Ele é responsável por eles, mas eles não são tudo o que ele é.

Antes de emitir a sua sentença, a Juíza expressou a sua preocupação com o facto de Watkins e a sua defesa terem errado ao não terem tido qualquer tipo de contrição em torno do comportamento de Watkins:

O que é especialmente preocupante para o tribunal neste caso é falta de reconhecimento por parte do acusado.

Depois da sua prisão, há 2 anos atrás, Kelly Clark, advogada de Portland que venceu um processo legal apresentado por um antigo escuteiro que alegou ter sido abusado pelo líder de escuteiros assistente, disse aos repórteres que o caso de Watkins reforça as suas preocupações em torno da organização:

Isto diz-nos duas coisas em relação aos Escuteiros: primeiro, que há um problema sério em relação ao abuso sexual dentro dos Escuteiros. Segundo, muitas organizações [tais como os Escuteiros] colocam os seus interesses à frente dos interesses das crianças.

Tal como reportado previamente, milhares de documentos foram tornados públicos em 2012, revelando evidências de abusos duradouros e difundidos entre os Escuteiros da América. Os documentos, que os Escuteiros tentaram manter em segredo, continham informação recolhida desde o seu início (1910) incluindo cartas das vítimas e dos pais, bem como memorandos e notas manuscritas. Algumas das alegações foram confirmadas enquanto que outras ainda não.

No seu todo, 14,500 páginas de evidências foram tornadas públicas.


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Se os Escuteiros realmente tentaram manter os abusos sexuais em segredo, então eles têm que ser legalmente responsabilizados por isso. Mas o "curioso" desta notícia, e sem surpresa alguma, é que a advogada Kelly Clark não tenha tido a coragem de falar no elefante dentro da sala: quem practica os abusos sexuais de jovens Escuteiros são homens que têm atracção por jovens do mesmo sexo, isto é, os violadores são todos homossexuais.

Levando isto em conta, torna-se mais claro o porquê dos Escuteiros batalharem tanto para impedir que líderes de escuteiros assumidamente homossexuais façam parte dos seus quadros. Para os mentalmente desafiados, convém ressalvar uma coisa bem óbvia: nem todos os homossexuais são pedófilos, mas os homossexuais estão desproporcionalmente representados nos casos de abuso de menores. Por exemplo, se os homossexuais são 2% da população total, eles são responsáveis por 30% ou 35% dos casos de abuso de menores. Ou seja, a sua representação no crime é bem maior que a sua representação na sociedade.

Se o propósito da advogada Kelly Clark fosse o bem estar das crianças, sem dúvida que ela não deixaria de falar neste ponto politicamente incorrecto; mas como o seu propósito nâo é o bem estar das crianças, então ela nem chega a mencionar o dado que poderia aumentar ainda mais a segurança das crianças, por mais que os activistas homoeróticos não gostem do que os dados revelam.

Portanto, existe um problema sério sim, mas não é com os Escuteiros, mas sim com o comportamento homoerótico.
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segunda-feira, 31 de março de 2014

A Revolução Sexual Sombria – A Pressão Para Legalizar a Pedofilia


Não há nenhuma lei contra ser um pedófilo. Legalmente você pode ter um interesse sexual em crianças. A ilegalidade está em colocar esse interesse em prática. Mas isso vai mudar.

As Origens do Movimento Pró-Pedofilia

O movimento pró-pedofilia moderno tem suas raízes no trabalho controverso de Alfred Kinsey. O livro de Kinsey publicado em 1953, Sexual Behavior in the Human Male, tem sido uma fonte essencial para esse movimento. Kinsey coletou dados de pedófilos, incluindo do ex-comandante nazista Dr. Fritz von Balluseck, que ofereceu a suas vítimas uma escolha: estupro ou a câmara de gás. Com a “pesquisa” do Dr. Balluseck, e a informação vinda de outros pedófilos, Kinsey mapeou a frequência e duração dos orgasmos de crianças e bebês. Ele constatou que crianças e bebês reagiram com “convulsões violentas do corpo inteiro; respiração intensa, gemidos, soluços, ou muitos gritos violentos, as vezes com uma abundância de lágrimas (especialmente entre as crianças pequenas).” Foi assim que ele mediu os orgasmos.

De acordo com Janice Shaw Crouse,

Cinco dessas crianças e bebês foram cobaias por meses ou anos, e é provado que maioria dos “testes” ocorreu quando elas estavam amarradas ou sendo imobilizadas. Não há evidência que o instituto deu continuidade no acompanhamento para constatar se eles foram afetados adversamente como resultado desse abuso/experimento sexual. Nós sabemos que hoje muitos dos adultos que serviram de cobaia recusam-se a discutir sobre a pesquisa de Kinsey; 50 anos mais tarde, eles nem mesmo desejam falar sobre as experiências horríveis.

Kinsey concluiu que bebês com 2 meses de idade “obtém um prazer venéreo definitivo” com a estimulação sexual e que crianças precisam transar umas com as outras, e com adultos.

De 1948 a 1972, a pedofilia e o homossexualismo eram considerados parafilias pela American Psychiatric Association (APA). Uma parafilia é um termo usado para “descrever uma família de persistentes fantasias intensas, impulsos aberrantes ou comportamentos envolvendo excitação sexual por objetos não-humanos, dor ou humilhações experimentadas por alguém ou pelo parceiro sexual desse alguém, criança ou sem o consentimento do outro indivíduo, ou parceiro sexual inadequado.” Em 1973, a APA removeu o homossexualismo do Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders e a agenda “gay” explodiu no mainstream.

Engenhosamente escondido dentro dessa agenda está a sub-agenda para legalizar a pedofilia. A “1972 Gay Rights Platform in the United States” reivindicava pela “revogação de todas as leis regulamentando a idade de consentimento sexual.” Essa plataforma foi aprovada pelo esquerdista candidato a presidência [pelo partido dos Democratas] George McGovern, que mandou um telegrama de apoio. Haviam outras organizações homossexuais, como a Canadian Lesbian and Gay Rights Coalition e a Gay Alliance Towards Equality, que também se opunham as leis de consentimento de idade. O apoio deles a causa desapareceria em 1977.

Houve diversos eventos em 1977 no qual a pedofilia brilhou sob os holofotes. Um jornal de Toronto para homossexuais, The Body Politic, publicou uma história chamada “Men Loving Boys Loving Men.” Essa publicação resultou em uma batida policial aos seus escritórios.

Além disso, em um intervalo de semanas, Judianne Densen-Gerber, diretora do New York’s Odyssey House, uma instalação para o tratamento da dependência química e Anita Bryant do Save Our Children iniciaram campanhas separadas denunciando gays por molestar crianças e por envolvimento com pornografia infantil.

E a polícia em Revere, MA, fez uma incursão a casa onde foi descoberto que meninos foram aliciados com cerveja e maconha pelos homens da casa, que os incentivaram a descansar sem suas camisas. Eventualmente, os meninos eram incentivados a ter relações sexuais uns com os outros, e com os homens da casa. A súbita batida policial resultou em 24 acusações e na cobertura massiva da mídia. Um membro da mídia fez objeções  a incursão.

Um jornal homossexual extinto da região, com sede em Boston o Fag Rag pensou que as incursões foram motivadas por políticos e decidiu revidar. Eles formaram o comitê Boston-Boise, nomeado por causa de um incidente parecido ocorrido em Boise na década de 1950. Essa campanha foi um sucesso e o promotor público de acusação não foi reeleito. O novo promotor público disse que nenhum homem deve temer a prisão por ter feito sexo com um adolescente. Todas as acusações foram retiradas. O grupo Boston-Boise deu origem ao North American Man Boy Love Association (NAMBLA). Se tornando rapidamente uma pária.

A Ascensão e Queda da NAMBLA

Em 1979, a conferência que organizou a primeira parada gay em Washington incluiu “direitos plenos para a juventude gay, incluindo a revisão nas leis da idade de consentimento” como uma de suas cinco demandas. Um contingente de lésbicas no National Coordinating Commitee derrubou a demanda e a substituiu por outra: “Proteger a juventude lésbica e gay de quaisquer leis usadas para discriminar, oprimir, e/ou irritá-los em suas casas, escolas, trabalho e atividades sociais.” Parece que essas mulheres não queriam ser associadas com o movimento pró-pedofilia.

Em 1980, outro grupo lésbico chamado Lesbian Caucus – O Lesbian & Gay Pride March Committee recomendou que as mulheres se desvinculassem da New York City Gay Pride March. Elas sentiram que esta estava aparelhada por membros e simpatizantes da NAMBLA. Um ano mais tarde a organização gay da Cornell University, a Gay PAC (Gay People At Cornell), declinou um convite de David Thorstad, fundador da NAMBLA. Ele seria o orador principal no May Gay Festival. Daí em diante, os grupos de ativismo gay aproveitariam toda a oportunidade que tivessem para boicotar a NAMBLA de participar de paradas gays. Isso motivou um líder do ativismo gay, Harry Hay, a carregar um cartaz com os dizeres “A NAMBLA caminha comigo” na parada gay de 1986 em Los Angeles.

Por causa das acusações que receberam, rotulando-os de molestadores de crianças e de aliciar adolescentes para uma vida homosexual, os ativistas gays se distanciaram da NAMBLA e deram um fim a atitude inclusive radical dos anos iniciais do movimento. O apoio a NAMBLA desapareceu. No entanto, um grupo de ativistas homossexuais continuou a permitir a NAMBLA como membro, e isso lhes custou uma posição poderosa.

Em 1993 a ONU conferiu status consultivo para a International Lesbian and Gay Association (ILGA). A ILGA incluiu a NAMBLA como associado. No início de 1993, a ILGA queria que todos os seus membros tratassem todas as minorias sexuais com respeito. Eles escrevem, “O reconhecimento dos pedófilos como uma distinta ‘minoria sexual’ é a demanda fundamental para os defensores do sexo entre homens e crianças. Fazendo reivindicações como uma ‘minoria,’ pederastas podem seguir essencialmente os passos dos ativistas homossexuais e reivindicar mudanças legais e sociais para garantir seus ‘direitos.’” A nomeação concedida pela ONU foi reprovada pelos Estados Unidos. O senador Jesse Helms elaborou a legislação retendo 119 milhões de dólares em contribuições para a ONU até o então presidente Bill Clinton se certificar que “nenhuma agência da ONU concede status oficial, credenciamento ou reconhecimento de qualquer organização que promove, tolera ou reinvidica a legalização da pedofilia, ou seja, o abuso sexual de crianças.” Nenhum senador se opôs ao projeto de lei e Bill Clinton assinou a lei em abril de 1994. Mesmo que a ILGA tenha aprovado uma resolução declarando que “os jovens têm o direito de auto-determinação sexual e social,” eles ainda votaram para remover a NAMBLA da organização. A ILGA afirmou que a iniciativa se deu porque foi decidido que a NAMBLA tem “objetivo predominante de apoiar ou promover a pedofilia.” Como eles não perceberam essa posição antes é um fato desconhecido e inacreditável. A ONU voltou atrás em sua decisão de conceder o status consultivo a ILGA, e recusou-se a conceder-lhes [tal título] desde então.

A NAMBLA continuou a levar uma surra na década de 1990. Em 1994, a Gay and Lesbian Alliance Against Defamation (GLAAD), disse que “Lamenta os objetivos da North American Man Boy Love Association” Também em 94, o Board of Directors of the National Gay and Lesbian Task Force afirmou que: A NGLTF condena os objetivos organizacionais da NAMBLA.”

A NAMBLA esteve envolvida em uma série de casos civis e criminais na década de 1990 e início de 2000, o mais controverso sendo [o caso] Curley vs NAMBLA. Em 2000, os pais de Jeffrey Curley, Robert e Barbara Curley, processaram a NAMBLA pela morte de seu filho. Salvatore Sicari e Charlie Jaynes levaram Jeffery a Biblioteca Pública de Boston, onde os dois homens acessaram o site da NAMBLA. Jaynes mais tarde tentou abusar sexualmente de Jeffery, que reagiu. Por ter reagido, ele foi amordaçado com um pano embebido de gasolina e depois morto. Jaynes então abusou sexualmente do cadáver do menino. De acordo com o processo:

Jaynes e Sicari “perseguiram Jeffrey Curley... torturam, assassinaram e mutilaram [seu] corpo em 1 outubro de 1997. Após a informação e imediata  convicção antes do referido ato de Charles Jaynes ter acessado o site da NAMBLA na Biblioteca Pública de Boston.” De acordo com a polícia, Jaynes tinha oito edições de publicações da NAMBLA em sua casa, no momento de sua prisão. O processo alega ainda que a “NAMBLA serve como um canal para uma rede subterrânea de pedófilos nos Estados Unidos que usam a sua associação e contatos na NAMBLA e na Internet para obter pornografia infantil e promover a pedofilia.”

A ACLU defendeu a NAMBLA neste caso, ganhando uma dispensa judicial “baseada na questão legal específica que a NAMBLA é organizada como uma associação, não uma corporação.” Uma morte catastrófica permanece recaindo sobre alguns membros individuais da NAMBLA e membros do Comitê Diretivo da NAMBLA. A ACLU está ajudando os réus neste caso também.

A exposição na mídia de metas e atividades da NAMBLA tem sido o suficiente para se fazer a associação [entre o homossexualismo e a pedofilia]. Hoje, não tenho conhecimento de qualquer grupo de direitos gays que apóia ou tolera a NAMBLA ou seus objetivos. A NAMBLA é considerada inexistente hoje, composto apenas por alguns membros que mantêm o site e publicam um boletim informativo.

O movimento para normalizar e legalizar a pedofilia, no entanto, continua.

Defensores da Terceira Via

Em 1977, Ruth Bader Ginsberg escreveu “Sex Bias in the U.S. Code” para a U.S. Commission on Civil Rights. Ginsberg defendeu a redução da idade de consentimento de 16 para 12 anos de idade. Ela escreve:

“Elimine a frase “conhecimento carnal de qualquer mulher, com exceção da esposa, que não completou os 16 anos de idade” e substitua a definição federal da ofensa por uma definição sexual neutra. (...) Uma pessoa é culpada por uma ofensa se ela consumar ato sexual com outra pessoa. (...) [e] a outra pessoa tem, de fato, menos de 12 anos de idade.”

Ela era uma advogada da ACLU na época, e mais tarde foi indicada para a Suprema Corte pelo presidente Bill Clinton. Ela permanece na Suprema Corte até hoje.

Em 1981 foi feito um estudo da University of Utrecht, na Holanda, pelo co-diretor do programa do Department of Gay and Lesbian Studies. Para o estudo, o Dr. Theo Sandfort entrevistou 25 meninos de 10 a 16 anos de idade atualmente envolvidos em relações sexuais com homens adultos. Ele entrevistou-os nas casas dos seus respectivos molestadores e concluiu que “Para praticamente todos os meninos... o contato sexual foi vivido de forma positiva...”

Em 1982, a American Civil Liberties Union levou o caso à Suprema Corte para legalizar a venda e distribuição de pornografia infantil. No caso Nova York vs Ferber, a ACLU lutou para tornar a venda e distribuição de pornografia infantil protegida pela Primeira Emenda.

Eles apresentaram o mesmo caso mais tarde ao U.S. Attorney General’s Commission on Pornography:

Como conselheiro jurídico da ACLU, em 1985, Barry Lynn disse ao U.S. Attorney General Commission on Pornography (do qual o presidente do Focus on the Family, Dr. James C. Dobson, era membro) que a pornografia infantil foi protegida pela Primeira Emenda. Enquanto a produção de pornografia infantil pode ser prevenida por lei, segundo ele, a sua distribuição não poderia ser. Alguns anos mais tarde (1988), Lynn disse ao Comitê Judiciário do Senado que até mesmo exigir dos produtores de pornografia a guarda dos registros de idade de seus artistas era inadmissível.

Se não houver nenhuma exigência federal de manutenção de registros para as pessoas retratadas em Road and Track ou Star Wars, disse ele, não pode haver tal exigência para Hustler ou Debbie Does Dallas.

O Journal on Homosexuality publicou “Intimidade Masculina Intergeracional: Perspectiva Histórica, Socio-Psicológica e Legal,” em 1990. Na sua frente, Gunter Schimdt, Professor do Sex Research da Universidade de Hamburgo, na Alemanha detalha:

“Relacionamentos pedófilos de sucesso ajudam e incentivam a criança, apesar da criança muitas vezes consentir com o sexo enquanto na verdade está em busca de conforto e carinho. Estes são muitas vezes emocionalmente carentes, profundamente solitários, crianças socialmente isoladas que buscam, por assim dizer, um refúgio no amor de um adulto e para quem, por causa de sua miséria, o vêem como um golpe de sorte por ter encontrado uma ‘relação extremamente carinhosa’.”

Schimdt também escreveu sobre como a proibição legal da pedofilia era primitiva:

Parece que as crianças que não estão emocionalmente carentes são, por assim dizer, “imunes” aos avanços de um adulto em busca do contato sexual. Cada caso deve ser encarado por seus próprios méritos e, por esta razão, a ameaça de fazer todo ato pedófilo punível por lei mal pode ser rotulado de civilizado, pelo contrário, é injusto, pois implica na discriminação e perseguição de uma minoria e deve ser abolida.

Richard Gardner, M.D., publicou “True and False Accusations of Child Sex Abuse.” Nela, ele afirmou que a atitude dos Estados Unidos em relação a encontros sexuais com crianças estavam fora de sintonia com o resto do mundo. Ele alegou que a Bíblia foi responsável pela visão americana de pedofilia e disse: “...de todos os povos antigos, pode muito bem ser que os judeus eram os únicos que puniam pedófilos.”

Uma edição de julho 1998 do Psychological Bulletin da Associação Psicológica Americana apresentou um artigo dos autores Bruce Rind, Philip Tromovitch e Robert Bauserman intitulado: “A Meta-Analytic Examination of Assumed Properties of Child Sexual Abuse Using College Samples.” No artigo, o objetivo dos autores era “... para abordar a questão: na população de pessoas com histórico de CSA [abuso sexual infantil], essa experiência causa danos psicológicos intensos de forma generalizada para ambos os sexos?”

Eles concluíram que “os efeitos negativos (do abuso sexual de crianças) não eram nem onipresente, nem tipicamente intenso e que os homens reagiram muito menos negativamente do que as mulheres.” Isso causou uma tempestade de críticas no mainstream.

A Dr. Laura Schlessinger denunciou o artigo em março de 1999 como um esforço midiático de normalizar a pedofilia. De maneira tipicamente rápida, um ano depois que o artigo foi publicado, ele foi condenado por unanimidade no Congresso. O artigo foi acusado de utilizar amostragem enviesada, devido à “exclusão de vítimas tão traumatizadas que sequer passam a frequentar a faculdade.” Os autores também foram acusados ​​de charlatanismo. No artigo de 1990 do Journal of Homosexuality mencionado acima, o co-autor Robert Bauserman afirmou que a ideologia que rotula todos os meninos como “vítimas” e todos os pedófilos adultos como “agressores” estava errada. Ele também se queixou de que a pesquisa objetiva era impossível por causa do clima social que condena as relações sexuais entre homens e meninos. Bruce Rind afirmou que os termos “vítimas, sobreviventes, infratores e criminosos eram cientificamente inválidos.” Em seu relatório, eles realmente se colocam como uma referência para apoiar estas afirmações.

Stephanie J. Dallum autora do argumento denunciando o estudo intitulado: “Science or Propaganda? An examination of Rind, Tromovitch & Bauserman (1998).” Ela concluiu:

Depois de um exame cuidadoso das evidências, conclui-se que Rind et al. pode ser melhor descrito como um artigo de defesa que inadequadamente usa a ciência na tentativa de legitimar suas descobertas.

Em 1999, Harris Mirkin escreveu um artigo no Journal of Homosexuality intitulado “The Patterns of Sexual Politics: Feminism, Homosexuality and Pedophilia.”  Sua posição é que a pedofilia é uma “criação específica de cultura e classe” e que pode e deve ser legalizada. Ele compara a luta pela legalização da pedofilia com o esforço da comunidade negra por direitos civis. Mirkin escreve que se é para a legalização da pedofilia ter sucesso, a discussão tem que se mover das questões morais do passado para os direitos das crianças de desfrutar do sexo. Esta mudança levaria o foco de “não é permitido” para “quando que isto é permitido.” Isso, ele supõe, seria a porta de entrada para a legalização.

Um artigo intitulado simplesmente “Pedofilia” foi destaque no Jornal da Associação Médica Americana em 2002. Peter J. Fagen, Ph.D., et al, fez a afirmação de que a pedofilia é apenas outra orientação sexual:

Durante o desenvolvimento psicossexual, ninguém decide se terá atração por mulheres, homens, meninas ou meninos. Em vez disso, os indivíduos descobrem os tipos de pessoas por quem são sexualmente atraídos, ou seja, sua orientação sexual.

Dr. Fred Berlin, do Departamento de Psiquiatria John Hopkins apoia essa posição. Em um artigo que apareceu em Behavioral Health Management, Douglas Edwards cita Berlim, afirmando que Berlim rejeita a idéia de que a pedofilia é uma escolha consciente, mas sim uma orientação sexual ao longo da vida.

Judith Levine publicou Harmful to Minors: The Perils of Protecting Children from Sex em 2002. O préfacio do livro foi escrito pela ex-Cirurgiã Geral Joycelyn Elders. Levine escreve: “Os pedófilos geralmente não são violentos, se é que existe tal coisa como pedófilos de algum modo. Mais importante, o contato sexual com uma criança não é um ato pedófilo.”

Jan LaRue, chefe do conselho de Concerned Women of America e Mary Eberstadt, pesquisadora do Hoover Institute, destacaram que as afirmações de Levine foram baseadas exclusivamente em fontes pró-pedofilia, como o Boletim NAMBLA.

O Los Angeles Times deu um prêmio a Levine pelo seu livro.

Há outros casos em que a pedofilia é minimizada, tolerada e ignorada. O Estado da Califórnia aprovou uma lei apelidada de Lei de Proteção à Pedofilia, removendo os requisitos de notificação obrigatória [*]. Isso foi em reação à descoberta da Planned Parenthood tratar crianças a partir dos seis anos com doenças sexualmente transmissíveis, e ainda não denunciar isso. Parece que na Califórnia, a proteção da Planned Parenthood prevalece sobre a proteção das crianças contra o abuso sexual.

Richard Dawkins, um ateu fanático, afirma que se um padre católico fosse abusar sexualmente de uma criança, o abuso faria menos danos do que se o padre fosse ensinar a Bíblia. Em um breve ensaio para o The Dubliner, Dawkins escreveu:

Quanto às acusações de abuso sexual de crianças por padres católicos, deploráveis ​​e repugnantes como os abusos são, em primeiro lugar eles não são tão prejudiciais para as crianças como o dano mental grave de educar a criança dentro da doutrina católica.

Dawkins permitiu que o seu ódio da religião deixasse-o cego para o dano da pedofilia. Isso é pouco para ferir a religião, mas muito para o esforço de legalizar a pedofilia.

A Hungria estava considerando permitir pornografia para crianças a partir de 14 anos de idade, uma vez que a idade de consentimento tinha baixado para essa idade. Houve uma indignação entre os membros conservadores do governo da Hungria. Até agora, a mudança não aconteceu.

O movimento atual para legalizar e normalizar a pedofilia pode parecer irreal para alguns. Eu ainda encontrarei alguém que concorde comigo quando afirmo que [a pedofilia] será legalizada nos próximos 25-30 anos. Mas há muitos, como eu detalhei aqui, que vêem os pedófilos como uma minoria oprimida. Eles enxergam o caminho para a liberdade seguindo o mesmo percurso que os homossexuais traçaram. O primeiro passo seria a remoção da pedofilia como uma doença mental, um movimento que a APA já considerou. Em seguida, usando a pesquisa de Kinsey e de outros mencionados acima, a mudança seria feita para abolir a idade de consentimento. Com o apoio aparente da ciência, isso poderia ser possível e efetivamente legalizaria a pedofilia. Com o peso jurídico retirado, o esforço seria então voltado para a normalização e aceitação. Isso é feito por pedófilos lançando-se como uma minoria, vítimas de uma cultura que os rejeita. Marcha após marcha fazem com que a visão de um homem de 50 anos beijando profundamente um menino de seis anos de língua nada mais é do que um sinal de tolerância dos Estados Unidos, independentemente de quem se prejudique.

Há algumas coisas que não devemos tolerar. A legalização e normalização da pedofilia é uma delas. 

[*] O projeto da Lei de Proteção à Pedofilia foi apresentado e promovido no Legislativo pela senadora Sheila Keuhl, que é abertamente lésbica. A nova lei reduz drasticamente os requisitos de notificação obrigatória de abuso sexual, físico e emocional de crianças. Sob a lei anterior da Califórnia, todas as pessoas que regularmente entram em contato com as crianças, como parte de seus trabalhos são obrigadas a comunicar qualquer caso em que há razão para acreditar que uma criança foi molestada ou abusada. A nova lei elimina a notificação obrigatória para quem trabalha como voluntário em qualquer profissão, também elimina a notificação compulsória nos casos em que as crianças estão fazendo sexo umas com as outras, e elimina o “abuso emocional severo” como uma ocorrência a ser notificada.

sábado, 15 de março de 2014

Legislação LGBTT Prepara o Terreno Para o Direito dos Pedófilos

Psicólogo declara que ‘pessoas atraídas por menores’ são tão normais quanto heterossexuais
Enquanto legisladores e outros funcionários do governo promovem leis a favor dos ​​“gays”, eles estão lançando involuntariamente as bases para proteções especiais para os pedófilos, incluindo o direito de trabalhar com crianças, os defensores da família alertam.
Linda Harvey da Mission America disse que a pressão para conceder igualdade de direitos para os pedófilos irá se tornar mais frequentes que as ações afirmativas de grupos LGBTT.
“É tudo parte de um plano para introduzir o sexo para crianças em idades cada vez mais precoces e convencê-las de que a amizade normal é realmente uma atração sexual”, disse ela.
Em 1973, a Associação Americana de Psiquiatria desclassificou a homossexualidade da sua lista de transtornos mentais após um intenso lobby por parte de grupos de direitos homossexuais.
No momento da exclusão, os críticos alertaram que isso levaria à aceitação de outros tipos de desvios sexuais, incluindo a pedofilia. Os defensores do estilo de vida “gay” desdenharam da comparação, insistindo que tal coisa nunca iria ocorrer.
No entanto, parece que os críticos estavam absolutamente corretos.
Em 2003, um grupo de profissionais de saúde mental formou o B4U-Act para iniciar uma pressão lenta, mas inexorável para redefinir a pedofilia como uma orientação sexual, da mesma forma como foi à homossexualidade na década de 1970.
A organização chama pedófilos de “pessoas atraídas por menores”, e o site afirma que seu propósito é “ajudar os profissionais de saúde mental a aprender mais sobre a atração por menores e a considerar os efeitos dos estereótipos, do estigma e do medo.”
Mais tarde o B4U-Act realizou um simpósio em que foi proposta uma nova definição de pedofilia para o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos de Saúde Mental da APA.
Em 2010, dois psicólogos no Canadá foram manchete nacional quando declararam que a pedofilia é uma orientação sexual, assim como o homossexualismo.
Van Gijseghem, psicólogo e professor aposentado da Universidade de Montreal, disse aos membros do Parlamento, “Pedófilos não são simplesmente pessoas que cometem um pequeno delito de tempos em tempo. Pelo contrário, eles têm conflitos com o que equivale a uma orientação sexual exatamente como outro indivíduo pode estar em conflito com a heterossexualidade ou até mesmo a homossexualidade.”
Ele continua: “Os verdadeiros pedófilos têm preferência exclusiva por crianças, o que é a mesma coisa que ter uma orientação sexual. Não se pode mudar a orientação sexual de uma pessoa. Apesar disso, ele poderá permanecer numa vida de abstinência”.
Quando questionado se ele estaria comparando pedófilos a homossexuais, Van Gijseghem respondeu: “Se, por exemplo, você estivesse vivendo numa sociedade em que a heterossexualidade fosse condenada ou proibida e você recebesse ordem de passar por terapia para mudar sua orientação sexual, você provavelmente diria que isso é um pouco doido. Em outras palavras, você não aceitaria isso de forma alguma. Eu uso essa analogia para dizer que sim, realmente sim, os pedófilos não podem mudar sua orientação sexual.”
Dr. Vernon Quinsey, professor emérito de psicologia na Queen’s University em Kingston, Ontario, concordou com Van Gijseghem e disse que os “interesses sexuais” dos pedófilos fazem com que eles tenham “preferência por crianças pré-púberes” e que “não há nenhuma evidência de que esse tipo de preferência pode ser mudado por meio de tratamento ou por meio de qualquer outra coisa”.
Em julho de 2010, a Harvard Health Publications, declarou: “A pedofilia é uma orientação sexual e não é susceptível a mudança. O tratamento tem por objetivo capacitar alguém a controlar seus impulsos sexuais.”
Se a APA declarasse a pedofilia uma orientação sexual em pé de igualdade com a homossexualidade, haveria um grande alcance para as leis anti-discriminatórias existentes.
O processo comum tem sido os defensores do homossexualismo adicionar “orientação sexual” a uma lista de fatores não-discriminatórios nas cidades e estados.
No entanto, essas referências não são dirigidas especificamente em relação ao homossexualismo e poderiam ser interpretadas para proteger uma série de outras pessoas com “orientações”, como bissexuais e transgêneros.[*]
Os defensores do estilo de vida LGBT negam veementemente a conexão, insistindo que leis de consentimento de idade impediriam pedófilos de reivindicar os mesmos direitos que os homossexuais no emprego, habitação e outras áreas.
Pelo valor nominal, a alegação parece ter mérito, no entanto, o problema é os psicólogos estabelecerem uma distinção nítida entre pedófilos e molestadores de crianças.
Dr. Gregory Herek, membro da APA e da Associação para a Ciência Psicológica e antigo vencedor do Prêmio APA por Contribuições Notáveis a Psicologia, argumentou sobre a questão em um artigo intitulado “Fatos Sobre a Homossexualidade e Molestamento Infantil.”
Herek diz que o problema é a pessoa comum não conseguir entender a terminologia correta, a qual ele diz ser “confusa” e “ardilosa” sobre pedófilos.
“Pedofilia e abuso sexual infantil são usados ​​de maneiras diferentes, até mesmo por profissionais”, afirmou Herek. “Pedofilia geralmente se refere a um distúrbio psicológico de um adulto caracterizado por uma preferência por crianças pré-púberes como parceiras sexuais, esta preferência pode ou não ser posta em prática.”
Ele diz que, por outro lado, a molestação da criança e o abuso sexual infantil referem-se a ações tomadas pelo agressor.
Com base nesta definição, um pedófilo não transgrediu nenhuma lei, já que ele não se envolveu efetivamente em um ato sexual com crianças. Analistas dizem que, não infringindo nenhuma lei, se a pedofilia fosse declarada uma orientação sexual, entraria na categoria definida por orientação sexual de todos os estatutos legais apropriados.
Isso pode ser especialmente problemático para os empregadores que contratam pessoas para trabalhar com crianças, como em creches ou escolas. Se um pedófilo fosse concorrer a um emprego, desde que ele alegasse que não tenha se envolvido em ato de abuso sexual infantil, uma alegação de discriminação pode ser sustentada se ele for rejeitado com base na sua “orientação sexual.”
Harvey diz que, embora atualmente existam leis com idade de consentimento que proíbem os adultos de se envolver em relações sexuais com crianças, há uma pressão para mudar isso.
“Há pessoas que defendem a liberdade sexual que têm tentado diminuir a idade de consentimento durante bastante tempo”, disse Harvey. “Uma das coisas que eu vejo acontecendo é que eles estão indo ativamente na defesa da libertação e capacitação dos jovens para serem quem são. Eles estão tentando desestigmatizar o sexo com adolescentes e crianças pré-púberes.”
“Por exemplo, eles vão promover que nas leis anti-bullying não há nada de errado com um jovem de 16 anos ter relações sexuais com uma criança de 11 anos de idade. Depois de se derrubar a barreira e estabelecer que isso é uma orientação sexual porque isso é algo que as pessoas simplesmente fazem, o salto para a pedofilia fica evidente.”
Ela observou que o processo que está sendo aplicado em profissionais de saúde mental pelo B4U-Act é o mesmo que ocorreu na década de 1970.
“A definição dos psicólogos sobre pedofilia e abuso sexual de crianças é muito importante. Eles querem primeiro estabelecer a idéia de uma identidade de pessoas que são atraídas por crianças,” disse ela. “O próximo passo é se vitimizar, dizendo que há pessoas que nutrem ódio por eles e que criticá-los é discurso de ódio, porque é uma orientação e, portanto, eles não podem fazer nada quanto a isso.”
“Eles raciocinam que, se eles nunca colocarem em prática seus impulsos sexuais por crianças, então qual é o problema? O senso comum diz que, se eles têm esses sentimentos atuarão em conformidade com isso. Não é inato, assim como não existe uma base biológica para a homossexualidade. No entanto, o lobby militante para pedófilos vai defender o seu direito de ter essa orientação e é aí que eles querem chegar em primeiro lugar. Eles não defendem o comportamento de imediato, porque eles sabem que as pessoas os reprovarão por isso, mas eles vão com a idéia de falar o que você quer ouvir, porque você não sabe o que se passa na cabeças deles.”
Há também aqueles que defendem a legalização da pornografia infantil, alegando que esta ajuda a evitar que os pedófilos se tornem molestadores de criança.
Milton Diamond, professor da Universidade do Havaí e diretor do Pacific Center for Sex and Society, uma vez afirmou que a pornografia infantil pode ser benéfica para a sociedade, porque “os criminosos sexuais potenciais usam pornografia infantil como um substituto para o sexo contra as crianças.”
Diamond é um professor famoso do Institute for the Advanced Study of Human Sexuality, em San Francisco. O IASHS defendeu abertamente a revogação da proibição, da época da Guerra Revolucionária, de homossexuais no serviço militar.
Em seu site, a lista do IASHS de “direitos sexuais básicos”, inclui “o direito de se envolver em atos ou atividades de qualquer natureza sexual, desde que não envolvam atos não consensuais, de violência, de constrangimento, coação ou fraude.”
Outros direitos são para “ser livre da perseguição, condenação, discriminação ou intervenção da sociedade no comportamento sexual privado” e “a liberdade de qualquer pensamento sexual, fantasia ou desejo.” A organização também diz que ninguém deve estar “em desvantagem por causa de sua idade.”
O que deve ser ainda mais alarmante para os pais é que a APA tem minimizado qualquer problema de saúde mental que as crianças possam experimentar resultante do abuso sexual por parte de adultos.
Gaievski é acusado de 40 crimes sexuais
Em 1998, a APA publicou um relatório afirmando que “o ‘potencial negativo’ do sexo entre adultos com crianças foi ‘exagerado’ e que ‘a grande maioria dos homens e mulheres não relatou nenhum efeito sexual negativo em suas experiências de abuso sexual quando crianças.’”
O WND relatou anteriormente leis em estados como Califórnia e Nova Jersey proibindo a chamada terapia de conversão “gay” que pode impedir os profissionais de saúde mental de oferecer aconselhamento para pedófilos.
O procurador Mat Staver, presidente do Liberty Counsel, que entrou com uma ação contra a legislação da Califórnia, disse que sob a linguagem do projeto de lei um conselheiro de saúde mental pode ser sancionado se houver uma tentativa de “forçar” um pedófilo a mudar seu comportamento ou falar negativamente sobre o comportamento.
“Se alguém fosse dizer que sua orientação sexual é por crianças pequenas e um profissional de saúde mental licenciado fosse desaconselhar essas tendências ao invés de encorajar o comportamento seria problemático e pode resultar em um código de violação ética pelo conselheiro,” disse Staver. “Esta é uma questão que está claramente à espreita no presente Estatuto.”
“Essa linguagem é tão ampla e vaga, que, sem dúvida, poderia incluir todas as formas de orientação sexual, incluindo a pedofilia,” disse Brad Dacus, presidente do Pacific Justice Institute. “Não é apenas a orientação que está protegida, a conduta associada à orientação é protegida também.”
Talvez muitos não tenham percebido que o governo federal já concedeu status de proteção aos pedófilos.
A Lei de Prevenção de Crimes de Ódio de Matthew Shephard e James Byrd Jr. lista “orientação sexual” como uma classe protegida, no entanto, não define o termo.
Republicanos tentaram incluir uma emenda especificando que “a pedofilia não é reconhecida como uma orientação.” No entanto, a alteração foi derrotada pelos democratas no Congresso pouco depois do presidente Barack Obama tomar posse.
O Rep. Alcee Hastings (D-Flórida), afirmou que todos os estilos de vida sexuais alternativos devem ser protegidos pela legislação.
“Este projeto aborda a nossa vontade de acabar com a violência com base no preconceito e garantir que todos os americanos, independentemente de raça, cor, religião, nacionalidade, sexo, orientação sexual, identidade de gênero, ou deficiência, ou todas essas ‘filias’, fetiches e ‘ismos’ que foram apresentadas não precisam viver com medo por causa de quem eles são. Exorto os meus colegas a votar a favor dessa regra.”

[*] As parafilias são substituições do coito sexual para se chegar ao prazer. São considerados também parafilias os padrões de comportamento em que o desvio se dá não no ato, mas no objeto do desejo sexual. O homossexualismo é apenas um dos diversos tipos de parafilia, que inclui formas de “orientação” como estupro, voyerismo, pedofilia, necrofilia, zoofilia, hebefilia, sadismo, frotteurismo, incesto, etc.
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