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sábado, 8 de fevereiro de 2014

Desmascarando os Argumentos Gayzistas com a Lógica Simples - Parte 7



APÊNDICE A

DEZ REGRAS PARA DESMASCARAR ARGUMENTOS GAYZISTAS
 (Conforme aplicado em uma conversa hipotética).

Primeiro. Sempre conteste qualquer argumento em que a teoria da orientação sexual, imutabilidade homossexual ou a equivalência da heterossexualidade e da homossexualidade é assumida (o que é praticamente qualquer discussão que você constantemente terá sobre este assunto).

Gayzista: “É difícil pra você perceber que negar aos gays o direito de se casar é discriminação. Por que eles não podem ter os mesmos direitos que os heterossexuais?”

Você: “Estou um pouco confuso com o seu argumento. Você está dizendo que acha que a homossexualidade é equivalente a heterossexualidade?”

Segundo. Sempre faça os defensores do gayzismo definirem os termos críticos.

Gayzista: “é claro que são equivalentes. Uma pessoa não é melhor do que a outra apenas por causa de quem elas amam.”

Você: “Continuo sem entender. Como você define homossexualidade e heterossexualidade? Isso é mais do que amor, não é?”

Em terceiro lugar. Fique atento. Sofistas sempre mudam de assunto para evitar de ter que admitir o erro. O truque é manter o foco até que o termo em questão seja definido. Se previna de ser fisgado em tópicos de comutação. Prometa abordar os novos tópicos após a sua pergunta principal for respondida. (Além disso, atente para a tática de “ataque em grupo”, em que um terceiro irá interromper a sua discussão para ajudar o seu adversário mudar de assunto. Faça esses parceiros responderem a sua questão.)

Gayzista: “Homossexualidade é apenas a sua orientação sexual. É o jeito que você nasceu. Algumas pessoas nascem heterossexuais. Outras nascem gays. Você não acha que as pessoas devam ser discriminadas apenas por terem uma orientação sexual diferente, não é?”

Você: “Eu gostaria de responder essa questão depois que falarmos sobre o que é a orientação sexual, mas ainda esta obscuro o que você chama de homossexualidade. Como você sabe que é apenas o jeito que alguém nasce?”

Em quarto lugar. Sempre impeça que seu oponente jogue o ônus de prova em cima de você para refutar um de seus pressupostos. Cabe a ele apresentar o ônus de prova.

Gayzista: “Todos sabem disso. Há muitos estudos. Além do mais quem escolheria ser gay quando se há tanto ódio e homofobia contra eles?”

Você: “Muitas pessoas fazem escolhas que outras pessoas odeiam. Isso não prova nada. E todos os estudos que tenho visto são inconclusivos. Você pode citar um estudo que prova absolutamente que gays nascem assim?”

Em quinto lugar. Sempre conduza a discussão para o comportamento sexual.

Gayzista: “Os estudos estão por aí. Mas os gays não tem que se provar para merecer direitos básicos. Você não precisa provar sua heterossexualidade para obter seus direitos, não é?”

Você: “Agora estamos de volta ao lugar no qual começamos essa questão da homossexualidade ser equivalente a heterossexualidade. Você continua a se esquivar de definir o que é a homossexualidade ou sobre o que é a heterossexualidade. Isso se trata de uma questão comportamental, não é?”

Sexto. Foque-se no que pode ser objetivamente mensurado e observado, distante do subjetivismo. Fuja de discussões puramente abstratas.

Gayzista: “Não, isso não se trata de comportamento, se trata de orientação. Eu já disse isso. Você pode ser gay e celibatário. Ser gay é quando a pessoa pela qual você se apaixona tem o mesmo sexo que você. Ser heterossexual é quando você se apaixona por uma pessoa do sexo oposto. É isso.”

Você: “E onde o sexo entra nessa história? Se orientação sexual não tem nada haver com comportamento sexual, o que impede pedófilos de reivindicar igualdade com gays e héteros? Se eles nunca se tornarem físicos, no que importa se eles se apaixonarem por uma criança?”

Sétimo. Use afirmativas para recuperar a iniciativa na discussão.

Gayzista: “Sim, mas pedofilia é ilegal.”

Você: “Correto. O comportamento é ilegal, mas os pensamentos e sentimentos não o são. É por isso que é muito importante ser bem especifico na definição do que é a homossexualidade e a heterossexualidade antes de decidirmos se estes se equivalem. Se nós estamos apenas falando de pensamentos e sentimentos, então talvez eles sejam iguais, mas então todas as outras orientações que você imaginar também seriam. Se compararmos elas pelo tipo de comportamento que envolvem, aí é outra história. O comportamento pedófilo é ilegal porque prejudica a criança. O comportamento homossexual continua sendo ilegal em muitos estados/países porque espalha doenças e disfunções.”

Oitavo. Faça o adversário enfrentar as falhas em sua lógica.

Gayzista: “Bem, heterossexuais se envolvem nos mesmos comportamentos de risco que os homossexuais.”

Você: “Então você concordaria que desaprovar todas as condutas sexuais prejudiciais é algo sensato?”

Nono. Siga a falha de sua conclusão lógica.

Gayzista: “Não, eu não acho que seja da conta de alguém o que duas pessoas façam na privacidade de um quarto.”

Você: “Permita-me resumir o que você está dizendo. Homossexuais e heterossexuais se diferem apenas na escolha de seu parceiro, um é do mesmo sexo, o outro do sexo oposto, mas de que eles são equivalentes no envolvimento dos mesmos tipos de conduta sexual. Você também acredita que a sociedade não tem o direito de regular a conduta sexual mesmo quando essa ameaça à saúde pública, mas você faria uma exceção para os pedófilos. É isso, não é?”

Décimo. Meça seu sucesso pela clareza com que você iluminou a verdade àqueles que presenciaram o seu discurso, ao invés da disposição do seu oponente a mudar de opinião.

Gayzista: “ Eu não deixarei você me prender em uma caixa homofóbica. Seu problema é que você é um fundamentalista.”

Você: “Seu problema é que você não compreende que a homossexualidade é completamente diferente da heterossexualidade. A heterossexualidade descreve o jeito que todos os seres humanos são designados a funcionar como parceiros compatíveis com o sexo oposto. A homossexualidade só poderia ser equivalente se fosse fundamentada em uma designação psicológica comparável. Ao contrário, mesmo quando envolvido em práticas homossexuais, uma pessoa permanece inerentemente e imutavelmente hererossexual por natureza. Orientação sexual é apenas um modelo teórico que o deixa fingir que a sexualidade é um estado-da-mente e não uma realidade física objetiva.”

“É por isso que o casamento está restrito aos heterossexuais. Essa é uma instituição feita para proteger e fortalecer a família natural, que é fundamentada na função procriativa heterossexual que todos nós compartilhamos.”

Análise. A conversa hipotética apresentada anteriormente é composta de muitas discussões reais entre o autor e vários apologistas do gayzismo. Isso retrata precisamente e honestamente os comentários típicos e atitudes dos defensores do gayzismo. O que pode ser obtido desse intercâmbio é que ninguém consegue chegar a um comum acordo com um sofista do gayzismo, já que estes só estão preocupados em ganhar ao invés de se chegar à verdade. Ainda há muitas pessoas que repetem como meros papagaios a retórica gayzista e que são verdadeiras vitimas da sofística, não sendo sofistas eles próprios. Essas pessoas são persuadidas.

A única vantagem em debater com um verdadeiro sofista é afiar suas habilidades argumentativas. Geralmente, no entanto, você terá uma platéia. Nesse caso, agarre a oportunidade de educar sua audiência e se sinta encorajado caso seu oponente se negue a aceitar a razão.

Quando tudo está dito e feito, a única solução real para os problemas criados pelos sofistas do gayzismo é restaurar o padrão de confiança em qualquer instituição sob influência do sofisma gayzista. Isso significa que nós que aprendemos a desmascarar o sofisma gayzista devemos concorrer ativamente pela influência nessas instituições e persuadir outros que compartilham nosso amor pela a verdade a fazer o mesmo.

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Desmascarando os Argumentos Gayzistas com a Lógica Simples - Parte 6




TOLERÂNCIA

Tolerância significa suportar alguém ou algo que você não gosta, a fim de servir ao bem maior de preservar a civilidade. A tolerância é, portanto, uma virtude essencial em uma sociedade diversificada. No léxico gayzista, no entanto, a tolerância significa aceitação incondicional da homossexualidade. Qualquer um que desaprova a conduta homossexual é rotulado como intolerante, até mesmo aqueles que tratam “gays” assumidos com a maior cortesia e respeito.

Abuso de linguagem é uma coisa perigosa. O mau uso do termo tolerância é um bom exemplo. Para cada pessoa que cede ao politicamente correto para evitar ser considerada intolerante, existe outra cuja forte desaprovação do homossexualismo a torna disposta a ser considerada intolerante. Este último pode até começar a ver a intolerância como uma virtude, uma vez que parece necessário ser intolerante para impedir a legitimação da perversão sexual. Isto promove um clima em que a intolerância contra as minorias legítimas podem ser mais facilmente justificada. Como os gayzistas tem comprovado, muitas pessoas simplesmente não pensam com clareza suficiente para entender por que a intolerância racial e a intolerância da perversão são diferentes. Esta confusão serve aos racistas tão facilmente quanto serve aos gayzistas.

Para reafirmar o verdadeiro sentido da tolerância em face de sofismas gayzistas, aponte que a tolerância é relativa. Algumas coisas merecem tolerância absoluta e algumas coisas merecem tolerância zero, mas a maioria cai em algum lugar no meio. Por exemplo, a nossa sociedade deve ter alta tolerância para a liberdade de expressão (ou seja, o direito de dizer “eu sou gay”), mas baixa tolerância para o comportamento danoso (isto é, sodomia). A tolerância que uma coisa merece é relativa ao grau de benefício ou dano que vai produzir.


 CONCLUSÃO

O coração da sofística gayzista é a redefinição da homossexualidade como um estado de ser e não uma forma de comportamento sexual. Isso permite que o movimento gayzista defina os homossexuais como uma minoria no direito civil comparável aos afro-americanos e outros grupos cujo status de minoria é baseado em características verdadeiramente imutáveis​​. Por sua vez, isso permite ao movimento gayzista herdar e explorar todos os ganhos legais, políticos e sociais [do movimento dos direitos civis] para os seus próprios fins.

A Teoria da orientação sexual é o veículo para “vender” a idéia do homossexualismo como algo normal e imutável. Ela cria um contexto em que a sexualidade pode ser dissociada da fisiologia. Somente fazendo o propósito e a função do corpo humano irrelevantes os estrategistas do movimento “gay” podem evitar, em circunstancias diferentes da considerada, verdades auto-evidentes sobre a homossexualidade.

Todos os termos analisados neste artigo, quando aplicado aos homossexuais, dependem para sua validade da teoria da orientação sexual, o que por sua vez depende da redefinição da homossexualidade.

No final, esta batalha está ganha afirmando o óbvio. A verdade sobre o homossexualismo é auto-evidente. Verdades evidentes não são ensinadas, são reveladas. Ajudar as pessoas a desmascarar a sofística do gayzismo não requer ensinar-lhes novos fatos e números ou aumentar o seu nível de sofisticação intelectual. Pelo contrário, exige uma remoção da desinformação que obscurece a realidade das coisas simples.

Na verdade, se você se encontra dependente de estudos e estatísticas para convencer alguém da incorreção do homossexualismo e que isso não deve ser legitimado na sociedade, você já perdeu o debate. Considere o seguinte: uma pessoa que permaneça não persuadida por um lembrete da verdade óbvia se revela ser um desonesto intelectual para quem os fatos são em última instância sem sentido. No entanto, se você recorrer a provas secundárias, confere a verdade óbvia uma insuficiência para provar o seu caso, colocando-se voluntariamente em um contexto no qual o debate favorece aqueles que estão dispostos a enganar e mentir para ganhar.

Derrotar argumentos gayzistas, portanto, consiste em afirmar a pura verdade sobre a homossexualidade desde o início. Se você não conseguir desafiar os pressupostos da posição gayzista, você sempre estará em desvantagem em oposição a muitos objetivos da agenda gayzista. Permaneçam firmes na verdade de que o homossexualismo é uma condição desordenada que merece objetivamente a reprovação social, porque esta espalha doenças e disfunções.

Você será atacado agressivamente por esta posição, porque seus adversários sabem que é a única posição a partir da qual você pode derrotar com sucesso todos os seus argumentos. Você terá menos trabalho para a procura de algum ponto de concordância, mas você vai manter continuamente maior parte de sua autoridade moral e persuasiva no processo.
 
Se você se recusar a permanecer firme em seus pressupostos pró-família, as ideias apresentadas neste artigo não serão de muito valor para você. Mas se você permanecer firme, eles vão servir como armas potentes contra toda forma de sofística gayzista e a sua defesa corajosa da verdade será justificada.

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Desmascarando os Argumentos Gayzistas com a Lógica Simples - Parte 2



O QUE É A HOMOSSEXUALIDADE?


Algumas pessoas podem se sentir tentadas a evitar essa seção por pensar que compreendem esse termo. Esse é o primeiro erro cometido por toda vitima da sofística gayzista. Falhar no esclarecimento dos termos essenciais logo no início é permitir-se cair na armadilha de seus próprios pressupostos. É algo como assinar um contrato de compra de um carro usado sem ao menos identificá-lo.

A definição de homossexualidade não é tão clara quanto parece

Até 1986, a homossexualidade era definida universalmente como uma prática sexual com alguém do mesmo sexo. Por extensão, um homossexual era definido como alguém que se envolvia ou desejava se envolver em tal prática. O próprio movimento gayzista adotou essa definição, na qual o termo “homossexualidade” incluía apenas o que se refere ao comportamento sexual entre pessoas do mesmo sexo.

Depois de 1986, o movimento gayzista começou a redefinir a homossexualidade como uma condição normal e imutável equivalente a heterossexualidade, um estado de existência completamente independente de conduta. Sob a nova definição, “héteros” podem escolher ter relações sexuais com alguém do mesmo sexo e “gays” podem escolher ter relações sexuais com alguém do sexo oposto sem qualquer alteração de sua verdadeira “orientação sexual”.

Por que a mudança de estratégia?

1986 foi o ano que o Supremo Tribunal dos Estados Unidos, no caso de Bowers vs Hardwick, confirmou o direito dos estados de criminalizar a conduta homossexual. O movimento gayzista argumentou que a sodomia homossexual deveria ser vista pela corte como um direito fundamental de privacidade que não se difere das relações sexuais conjugais. O tribunal rejeitou decisivamente o argumento. O direito constitucional dos estados regularem a conduta homossexual continuou a ser a lei do país.

Frustrados em seu objetivo de legitimar a conduta homossexual como um direito fundamental, o movimento gayzista recorreu ao único argumento do qual poderia reivindicar proteção constitucional: a condição de minoria como uma “classe suspeita”.

O Supremo Tribunal reconhece o status de minoria apenas a grupos que 1) tenham sofrido uma história de discriminação, 2) são incapazes de ajudarem a si próprios 3) são definidos por características imutáveis.
Esse é o segredo para compreender o porquê do movimento gayzista negar que a homossexualidade é comportamental e insistir que a homossexualidade é inata e imutável. Isso não é ciência. Isso é uma estratégia política e jurídica.

O problema é que eles não podem provar isso.

Não existe nenhum meio verdadeiramente objetivo de determinar se a pessoa é homossexual inata. Ninguém pode fazer um exame de sangue ou de DNA para provar que é “gay.” Nós dependemos inteiramente da declaração da pessoa de que sua homossexualidade é inata. A mácula do auto-interesse político por si só torna tal prova indigna de confiança. Homossexuais assumidos não podem nem mesmo provar que eles realmente acreditem que sua homossexualidade é inata. Ao invés disso, eles argumentam que a homossexualidade deve ser inata porque ninguém escolhe ser “gay” e se sujeita ao estigma social resultante. 

Esse argumento é inválido, já que muitas pessoas optam por estilos de vida que outros condenam. Além do mais, há vários homossexuais que admitem abertamente que seu estilo de vida é uma preferência voluntária.
Sobre a questão da escolha, é de se notar que todo tipo de sexo com exceção do estupro é voluntário e que todo ato sexual envolve uma escolha consciente.  A inclinação de uma pessoa para uma forma de conduta sexual pode não ser, por um bom número de razões, conscientemente escolhida, mas a mera existência do desejo não justifica o ato. Aceitar o contraditório seria validar o adultério e a pedofilia. A sociedade tem o direito de requerer que as pessoas contenham seus desejos nocivos, mesmo que seja difícil para elas tal feito.

Na verdade, o movimento gayzista não quer encontrar uma causa biológica. Se a ciência tivesse identificado uma causa biológica para a homossexualidade, neste dia começaria uma “corrida pela cura”. (E um número enorme de homens e mulheres homossexuais supostamente felizes iriam se juntar secretamente a essa corrida)

Já que o movimento gayzista é incapaz de provar isso, a assertiva que homossexuais “nascem desse jeito” continua sendo nada mais do que uma hipótese: a qual não justifica o abandono de políticas sociais consagradas e conhecimentos comprovados. Lembre-se, a sociedade não deve provar que a homossexualidade é adquirida. Ativistas gayzistas são os que estão tentando mudar as coisas e o ônus da prova é deles.

No entanto, há muitas evidências de que a homossexualidade é adquirida. Há um conjunto considerável de testemunhos de dezenas de milhares de homens e mulheres que viviam como homossexuais. Estes ex-“gays” renunciaram a seus antigos estilos de vida e muitos se tornaram heterossexuais por identificação própria e desejo, enquanto outros pararam no ponto de conforto com seu próprio gênero e liberdade de desejar pessoas do mesmo sexo. O desafio do movimento gayzista para ex-homossexuais é, em essência, provar que estes não continuam inatamente “gays” o que é o cúmulo do absurdo já que a imutabilidade homossexual nunca foi provada, em primeiro lugar.

Por que a questão da imutabilidade é tão importante? Porque se a homossexualidade não é inata, ela tem que ser adquirida. E se ela pode ser adquirida, vamos impedir que a homossexualidade seja legitimada para nossas crianças. Se ainda houver uma sombra de dúvida sobre a causa da homossexualidade, nós devemos optar por proteger nossas crianças. De fato nós devemos desencorajá-las ativamente de ver a homossexualidade como algo normal e seguro, quando de fato é demonstrativamente insegura e anormal. Vale a pena lembrar que normalidade é funcionar de acordo com a natureza ou design. A normalidade não é baseada na opinião popular.

Sumariamente, a verdadeira definição de homossexualidade é a prática sexual com pessoas do mesmo sexo. Um homossexual é uma pessoa que se define pelo envolvimento ou desejo de se envolver em tal prática. Essa definição é lógica e intuitivamente sensata.

Pelo amor de nossas crianças e saúde de nossa sociedade, nós devemos rejeitar a redefinição desses termos. Nós devemos forçar os defensores do argumento “eu nasci assim” a admitir que são incapazes de provar isso, e como não podem provar, eles devem admitir a possibilidade de que a homossexualidade pode ser adquirida. Nós temos que impedir que a discussão prossiga quando a imutabilidade da homossexualidade é assumida como premissa.

Nós devemos desafiar a premissa e forçar as concessões lógicas, impedindo que o assunto seja mudado.

 
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