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terça-feira, 9 de junho de 2015

É possível mudar a preferência sexual?

Por Kathleen Gilbert

Os terapeutas que buscam formas de normalizar o homossexualismo dizem que é impossível mudar a "orientação" sexual, e que qualquer tentativa de modificação é inerentemente prejudicial. No entanto, os resultados dum estudo de longo alcance publicados no Journal of Sex and Marital Therapy (revisto por pares) juntaram-se às centenas de outros estudos ao concluir que não só é possível, como é preferível para muitos indivíduos.

Os psicólogos Stanton L. Jones (Wheaton College) e Mark A. Yarhouse (Regent University) são os autores do estudo longitudinal, que acompanhou indivíduos que haviam buscado mudança na "orientação" sexual através do envolvimento numa variedade de ministérios Cristãos afiliados com a Exodus International.

Os autores notaram que este estudo supera uma crítica primária levantada contra os dados terapêuticos da atracção pelo mesmo sexo [ed: em inglês "same-sex atraction" = SSA] - que os resultados não são adequadamente documentados durante um certo período de tempo - ao avaliar os 98 candidatos durante um período de seis a sete anos depois do fim da terapia.

Os resultados de Jones e Yarhouse revelam que a maioria do candidatos foram bem sucedidos no seu objectivo de alterar a "orientação" sexual, e que, em média, as tentativas não foram prejudicais. Dos 98 sujeitos, e aquando da última avaliação, 61 foram categorizados como bem sucedidos na superação geral.

Cinquenta e três porcento dos avaliados foram categorizados como resultados de sucesso; especificamente, 23 porcento reportaram sucesso na forma de mudança essencial para a "orientação" e funcionalidade heterossexual, ao mesmo tempo que uns adicionais 30 porcento reportaram não mais se identificarem como homossexuais ao mesmo tempo que mantinham um estável comportamento de castidade. Na marca dos seis anos, 20 porcento dos avaliados reportou abraçar por completo uma auto-identificação homossexual.

Entretanto, os autores disseram que, em média, a aferição do stress psicológico não reflectia um aumento de stress psicológico associado à tentativa de mudança. Um comunicado de imprensa anunciando o estudo declara:

Estes resultados não provam que uma mudança categórica  de "orientação" sexual é possível para todas as pessoas ou para qualquer pessoa, mas sim que mudanças significativas através dum contínuum, que constitui uma mudança real, é possível para algumas pessoas.

O comunicado também salienta:

Estes resultados não provam que ninguém é alguma vez prejudicado pela tentativa de mudança, mas sim que a tentativa de mudança não parece, em média, ser prejudicial ou inerentemente prejudicial.

O Dr. Jones disso à LifeSiteNews.com que o estudo muito provavelmente estava enviesado em favor do optimismo para com a terapia visto que não foi possível contabilizar os candidatos que abandonaram o processo no início.

Ele disse, no entanto, que o estudo permanece acima do outros devido ao seu valor como uma avaliação a longo-prazo da viabilidade da terapia junto das pessoas com atracção homossexual. Num email enviado na Quinta-Feira, Jones escreveu:

O "padrão prateado" [dos estudos relativos à atracção homossexual] é uma estudo longitudinal que segue as pessoas repetidamente durante um período de múltiplos anos, e também um estudo prospectivo que avalia as pessoas desde o princípio da mudança. Segundo sei, o nosso é o primeiro estudo a fazer isso.

O "padrão dourado" seria um estudo completamente experimental e longitudinal que iria também atribuir aleatoriamente vários participantes a grupos de tratamento distintos, com tratamentos altamente definidos; somos de opinião que tal estudo seria, no entanto, impossível de ser levado a cabo.

Uma meta-análise baseada em mais de 100 anos de pesquisas em torno da terapia à atracção homossexual, e publicada em Junho de 2009, apurou que o homossexualismo não é imutável, e que os indivíduos que buscam mudança podem ser beneficiados com a terapia. O relatório, publicado pela NARTH, incluiu mais de 600 relatórios de clínicos, pesquisadores, antigos clientes, publicados  essencialmente em publicações profissionais e revistas por pares.

Embora a American Psychological Association desencoraje os profissionais de saúde a oferecer terapia de "reorientação" sexual, a posição oficial do grupo em relação a tais terapias é que "há evidências insuficientes" que comprovem ou desacreditem tal práctica.

O homossexualismo foi desclassificado como desordem mental do Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM) em 1973 - o padrão universal para a classificação das doenças mentais - depois de anos de forte pressão por parte dos activistas homossexuais. A mudança deu início a uma mudança de política por parte dos profissionais de topo, que hoje em dia são totalmente contra a terapia de mudança de "orientação" sexual.

O Dr. Robert Spitzer, que esteve no comando da mudança do DSM, reverteu a sua posição em relação à terapia para a atracção homossexual indesejada quase 30 anos depois, passando a apoiar tais terapias depois de ter levado a cabo as suas pesquisas.

- http://goo.gl/NVuHcp

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A palavra "orientação" [sexual] aparece entre aspas porque biologicamente falando, só há uma "orientação" sexual -. a heterossexual. O homossexualismo não é uma "orientação" sexual mas um PREFERÊNCIA sexual (algo que a pessoa escolhe fazer).

Os homoactivistas preferem o termo "orientação sexual" porque ela tem uma conotação mais psicológica, imutável e biológica, e menos sociológica, mas as evidências claramente demonstram que o homossexualismo é comportamento social adquirido (e não algo inerente na pessoa).

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Confissões dum homossexual recuperado

Num das maiores pesquisas levadas a cabo junto dos homossexuais Ingleses, os pesquisadores da Cambridge University apuraram que 12% das lésbicas e quase 19% das mulheres bissexuais reportaram problemas mentais, comparado aos 6% das mulheres heterossexuais.  Enquanto isso, 11% dos homens homossexuais e 15% dos homens bissexuais reportaram problemas, comparados aos 5% dos homens heterossexuais.

Segundo o estudo que foi publicado no Journal of General Internal Medicine, as lésbicas, os homens homossexuais e os homens e as mulheres bissexuais são 50% mais susceptíveis de reportar experiências negativas junto dos serviços de cuidados primários. O Professor Martin Roland, director do Cambridge Centre for Health Services Research, e que levou a cabo a pesquisa parcialmente financiada pela NHS juntamente com académicos da Rand Corporation e da Harvard Medical School.

Temos que garantir, ao mesmo tempo, que os médicos reconheçam as necessidades das minorias sexuais, e também que essas minorias tenham a experiência de tratamento que os outros pacientes.

Fonte

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Um homossexual que leu a notícia noutro blogue, comentou com as palavras que se seguem.
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Vivi como um homem homossexual durante 20 anos. Sim, essa vida é extremamente disfuncional. Deixei a sub-cultura homossexual e deixei de buscar homens porque me apercebi que isso não "ajudava" o meu estado mental, mas só o tornava drasticamente pior. Existe de facto uma desordem subjacente que o homossexuais tentam resolver. Os seus esforços, no entanto, estão condenados ao fracasso.

Colocando as coisas e forma simples. eles nunca chegaram a desenvolver a sua personalidade masculina. A atracção sexual é sempre em direcção a alguém do sexo oposto. Os homens homossexuais têm uma auto-identidade feminina porque eles não conseguiram criar uma divisão com as suas mães. Uma identidade distinta é formada muito provavelmente por volta dos dois anos e um pai ausente, distante ou indiferente é um pai que não permite que o filho forme uma identidade masculina.

As estatísticas confirmam esta ideia uma vez que houve um aumento considerável o número de homossexuais na Alemanha por volta de 20 anos depois da 2ª Guerra. Os rapazes criados por lésbicas são muito mais  susceptíveis de se identificaram mais tarde como homossexuais do que os rapazes que crescem em lares tradicionais, ao mesmo tempo que a taxa de homossexualismo em rapazes criados por dois homens homossexuais não é diferente do seu número na população geral.

O que a minha experiência no mundo homossexual me diz é que as pessoas mais saudáveis são aqueles que são novos nesse estilo de vida; o estilo de vida homossexual não produz felicidade e nem o prometido bem-estar. Quanto mais o homem se encontra nele, ou/e quanto mais activo ele é, maiores são as probabilidades de ter maiores problemas mentais. Esses problemas são o alcoolismo, o uso de substâncias, relacionamentos abusivos, comportamento de risco, depressão e pensamentos suicidas.

A degeneração parece aumentar nas vidas dos homens que entram nesse mundo. Eles rapidamente ficam desapontados e ficam em busca de excitações mais arriscadas e mais degeneradas. Não existem relacionamentos monogâmicos; em vez disso, os "parceiros" são parceiros na busca de outros parceiros sexuais, ou de drogas ou na execução de papéis ["role playing"]

Independentemente do que experimentam, nada parece reparar o que se encontra de errado neles; consequentemente, eles forçam ainda mais os limites. A morte e a violência parecem sempre ser o tema no final do caminho. Se a atracção sexual é a atracção para alguém do sexo oposto, e ela sempre é, então a excitação dessa atracção significa a morte do indivíduo.

A união com alguém do sexo oposto implica uma aniquilação. Os homens homossexuais vêem uma masculinidade superficial nos outros homossexuais, mas quando eles ficam a saber o real objecto da sua atracção, ficam revoltados com a natureza feminina - a verdadeira pessoa que eles não haviam visto previamente.

A vida dos homens homossexuais é uma série de desilusões ou, se eles são aqueles que inicialmente têm uma aparência feminina, uma série de rejeições. A desesperança da sua busca começa a pesar-lhes na alma, e o desespero leva a um aumento de problemas mentais. Contrariamente ao que diz a propaganda dos activistas homossexuais, "sair do armário" é o pior erro que um homem homossexual pode fazer.

Poucos homens homossexuais vivem até uma idade avançada. Aqueles que vivem são aqueles que, como Quentin Crisp, escolhem viver uma vida celibatária e deixam de se identificar como homossexuais. Alguns homens homossexuais não tomam esta decisão de um modo consciente, mas apenas abandonam esse estilo de vida. Alguns, devido às dificuldades da vida, e após descobrirem uma masculinidade interior que eles nunca haviam conhecido, uma forma diferente de lidar com o conflicto, as negociações e as amizades masculinas, desenvolvem uma identidade masculina num ponto mais avançado das suas vidas.

Eles descobrem também que não já não têm as antigas fixações e as antigas compulsões. Eles descobrem que, durante a maior parte das suas vidas, eles estiverem dentro dum tipo de stress pós-traumático. A maior parte dos homens homossexuais são homens que vivem num estado de histeria. Eles estão a tentar uma auto-reparação consumindo a masculinidade dos outros. Eles vivem vidas de profunda solidão.

Poucas palavras são partilhadas com os seus parceiros sexuais visto ser entendido a um nível subconsciente que eles não querem a ilusão da masculina dos outros destruída. A experiência já lhes ensinou que eles sentirão repulsa ou serão rejeitados, e como tal, as suas vidas têm que ser sempre fantasias solitárias.

sábado, 30 de agosto de 2014

Crianças criadas por pares homossexuais: testemunho de sofrimento

“Não foi o tabu da homossexualidade a me dar sofrimento, mas ter pais do mesmo sexo”. Essas são as palavras dramáticas de Jean-Dominique Bunel, publicadas no site italiano Tempi.it, no último dia 26 de Abril.

O francês de 66 anos cresceu com duas mulheres lésbicas e se opôs publicamente à lei do governo holandês sobre o casamento e adopção por pares homossexuais, porque viveu esta experiência. “Esta lei, em sua suposta luta contra as desigualdades e as discriminações, tira da criança um dos seus direitos (…), crescer com uma mãe e um pai”. 

O dele é apenas um dos tantos testemunhos recolhidos, ou publicados no blog de Robert Oscar Lopez, o professor americano criado por duas lésbicas que gira o mundo para contar o sofrimento vivido.


Gostaria de ter um pai


Entre os testemunhos recolhidos no blog existem também alguns dramáticos: adolescentes que ainda vivem com os pais homossexuais. Uma menina, anónima, que mora com duas lésbicas, conta: 

“Fico a maior parte do tempo na casa da minha melhor amiga. Estou com o seu pai porque nunca tive um e ele é fantástico”.

Depois o desabafo, as perguntas, os sentimentos de culpa:

“Alguém precisa dizer, porque eu não sinto que deveria dizer, os pais gays são egoístas em certo sentido. Não pensam no que significa para mim viver no mundo deles. Sou a única que se sente assim? Sou uma filha má porque gostaria de ter um pai? Tem alguém que tem duas mães ou dois pais que se pergunta como teria sido se tivesse nascido em uma família normal? Existe alguém capaz de usar a palavra normal sem ter aulas daquilo que é normal? Não conheço meu pai e nunca o conhecerei. É estranho, mas sinto a falta dele. Falta-me este homem que nunca conhecerei”.

Pais heterossexuais


Um outro jovem anónimo, “filho de um pai gay e de uma mãe substituta”, descreve a sua vida “com dois pais (…). Minha mãe biológica (que deu seu óvulo a meu pai), vem continuamente à minha casa. Ela tem 38 anos (…), quero chamá-la de mãe, mas meus pais ficam loucos quando tento (…). O que vocês pensam? Não pensam que seja normal odiar os meus pais? Mas tenho que ser o filho bom porque eles quiseram me ter? (…) Eu não odeio os gays, mas gostaria que os meus pais fossem heterossexuais. Sou uma pessoa ruim por me sentir assim? (…) Todos querem que eu aceite aquilo que não posso e não quero”. 
Fonte: 1 e 2


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domingo, 18 de maio de 2014

A vida duma criança com duas "mães"


Dito de forma simples, crescer com pais homossexuais foi muito difícil para mim, e não devido ao preconceito dos vizinhos. ... Quando a tua casa é tão drasticamente diferente das casas à tua volta, e duma forma fundamental que incide nas relações físicas básicas, tu cresces duma forma estranha. Não tenho qualquer tipo de desordem mental ou qualquer problema biológico; eu apenas cresci numa casa tão fora do comum que eu estava destinado a crescer como um pária social.

Robert Lopez
Os meus semelhantes aprenderam as regras de conduta implícitas e a linguagem corporal dentro das suas casas; eles entenderam o que era apropriado em certas situações e o que não era; eles aprenderam tanto os mecanismos sociais tradicionais masculinos como os femininos. Mesmo que os pais dos meus pares se tivessem divorciado, e muitos tinham, mesmo assim eles cresceram a observar modelos sociais masculinos e femininos. Eles aprenderam, de forma típica, como ser corajoso e inabalável por parte das figuras masculinas, e como escrever cartões de agradecimento e ser sensível por parte das figuras femininas.

Claro que isto são estereótipos, mas eles são úteis quando inevitavelmente se abandona o conforto do casa-reboque da mãe lésbica, e se tem que trabalhar para sobreviver num mundo onde toda as pessoas pensam duma forma estereotipada - até os homossexuais.

Eu nunca tive uma figura masculina a quem seguir, e a minha mãe bem como a sua parceira eram ambas totalmente diferentes dos pais tradicionais ou das mães tradicionais. Como resultado, eu tive muito poucas dicas sociais reconhecíveis a oferecer aos potenciais amigos e às potenciais amigas visto que eu nem era confiante nem sensível aos outros.

Sem surpresa alguma, eu raramente fazia amigos, e facilmente alienava os outros. Os homossexuais que crescem em casas com pais heterossexuais podem ter problemas com a sua orientação sexual, mas no que toca ao vasto universo social de adaptações não relacionadas com a sexualidade - como agir, como falar, como se comportar - eles têm a vantagem de aprender em casa. Muitos homossexuais não se apercebem da bênção que é ser criado numa família tradicional.

A minha casa não era tradicional e nem convencional. Devido a isso, eu sofri de formas que é difícil para os psicólogos classificar. Tanto nervoso mas frontal, mais tarde eu seria considerado estranho mesmo aos olhos dos homossexuais e bissexuais adultos que tinham pouca paciência para alguém como eu. Eu era demasiado estranho para eles, como o era para os heterossexuais.

A vida é difícil quando se é estranho. Mesmo agora, eu tenho muito poucos amigos e frequentemente sinto-me como se não entendesse as pessoas devido as dicas sexuais não-mencionadas que todas as pessoas à minha volta, mesmo os homossexuais criados em lares tradicionais, tomam por certo. Embora eu seja trabalhador e seja uma pessoa que aprende depressa, tenho problemas dentro dos ambientes profissionais porque os colegas de trabalho acham que eu sou bizarro.

Em termos de sexualidade, os homossexuais que cresceram em lares tradicionais beneficiaram do facto de pelo menos observarem alguns rituais de cortejamento à sua volta. Eu não sabia como me tornar mais atraente para as raparigas. Sempre que saia da casa-reboque da minha mãe, eu era imediatamente classificado como um pária devido aos meus maneirismos femininos, roupas estranhas, pronúncia defeituosa, e estranheza. Sem surpresa alguma, eu acabei a escola secundária sendo ainda virgem, nucna tendo tido uma namorada, e em vez disso, tendo ido a 4 bailes de formatura como um amigo próximo contador de piadas que apenas queria alguém que lhe ajudasse a obter uma limusine.

Quando entrei para a universidade, eu rapidamente activei os detectores de homossexuais (inglês: "gaydar") de todos, e o grupo lgbt da faculdade rapidamente caiu sobre mim, afirmando que estavam 100% certos que eu era homossexual. Quando eu me assumi como bissexual, eles disseram que eu estava a mentir e que eu apenas ainda não estava pronto para me assumir como homossexual.

O SUBMUNDO HOMOSSEXUAL

Assustado e traumatizado com a morte da minha mãe, deixei a faculdade em 1990 e caí no que só pode ser classificado de submundo homossexual. Coisas terríveis aconteceram comigo por lá.

Só quando tinha 28 anos é que subitamente dei por mim numa relação com uma mulher... Eu identifico-me como bissexual porqur seriam necessárias várias novelas para explicar o porque de ter acabado como "heterossexual" depois de quase 30 anos como homem homossexual. Não tenho vontade de lidar com activistas homossexuais a investigar-me da mesma forma que eles se envolvem e missões de "busca-e-destruição" contra os ex-homossexuais, "enrustidos", ou "homocons" [conservadores homossexuais].

Mark Regnerus
Embora eu tenha uma biografia particularmente relevante para os assuntos homossexuais, a primeira pessoa a entrar em contacto comigo, agradecendo-me por partilhar a minha perspectiva dos assuntos lgbt, foi Mark Regnerus num email com a data do dia 17 de Julho de 2012. Eu não fiz parte do seu estudo gigantesco, mas ele reparou num comentário que eu deixei num site em torno do estudo, e tomou a iniciativa de dar início a correspondência por email.

Já vivi 41 anos e ninguém - muito menos os activistas homossexuais - quis falar comigo de forma honesta acerca dos complicados tópicos homossexuais da minha vida. Só por esta razão, Mark Regnerus merece créditos - e a comunidade homossexual deveria agradecê-lo em vez de tentar silenciá-lo.

O estudo de Regnerus identificou 248 adultos que haviam sido educados por duplas homossexuais. Levados a dar uma resposta franca com a vantagem de já serem adultos, eles deram testemunhos pouco favoráveis em favor da agenda da igualdade do casamento [sic] homossexual. No entanto, os resultados tem o apoio duma coisa importante na vida chamada de senso comum: crescer duma forma diferente das outras pessoas é complicado e as dificuldades aumentam o risco da criança desenvolver desajustes  ou o risco de se auto-medicar com álcool e outros comportamentos perigosos. Sem dúvida que cada uma das 248 histórias humanas tinha muitas complexidades.

Tal como a minha história, a história destas 248 pessoas merece ser contada. O movimento homossexual está a fazer de tudo para que ninguém oiça estas histórias, mas eu preocupo-me mais com as histórias do que com os números (especialmente como professor de Inglês), e, sem ser a sua vontade, Regnerus deparou-se com uma narrativa preciosa como uma arca de tesouro.

Porquê, então, o código de silêncio por parte dos lideres lgbt? De onde me encontro, só posso especular. Valorizo muito a memória da minha mãe, mas não poupo palavras quando descrevo o quão duro foi crescer num lar homossexual. Estudos prévios examinaram crianças que ainda viviam com os seus pais [sic] homossexuais, e desde logo, eles não eram livres para falar, governados que estavam (tal como todas as crianças) por sentimentos de piedade paterna, culpa e medo de perder as suas mesadas. Por tentar falar de forma honesta, eu fui literalmente reprimido durante décadas.

SEXO DOENTIO LEVA A DOENÇAS

Especialmente prejudicial é a atitude liberal [esquerdista] de que não deveríamos fazer juízos de valor em relação ao sexo. No mundo homossexual de Bronx, eu limpei apartamentos suficientes de homens que morreram de SIDA para entender que resistir a tentação sexual é central para qualquer tipo de sociedade humana. O sexo pode ser prejudicial não só devido às infecções médicas, mas também porque nos deixa mais vulneráveis e mais susceptíveis de prendermo-nos emocionalmente a pessoas que não nos amam, de chorar aqueles que nos deixam, e de não saber como fugir daqueles que precisam de nós mas que nós não amamos. A esquerda política não entende nada sobre isto. É por isso que eu sou conservador.

As nossas crianças não chegam até nós com uma ficha limpa de imunidade legal. Embora eu seja bissexual, eu não posso lançar fora a mãe da minha criança como se ela fosse um incubadora usada. Eu tive que ajudar a minha esposa durante as dificuldades da gravidez e durante as dificuldades da depressão pós-parto. Quando ela batalha contra a discriminação contra as mães ou contra as mulheres nos locais de trabalho sexistas, eu tenho que ser paciente e escutar. Eu tenho que satisfazer as suas necessidades sexuais.

Mal eu passei  ser um pai, eu coloquei de lado o meu passado homossexual e fiz um compromisso de nunca me divorciar da minha esposa ou tomar outra pessoa - homem ou mulher - até morrer. Escolhi esse compromisso como forma de proteger a minha criança de lidar com drama prejudicial, até mesmo quando crescem e passam a ser adultos. Quando se é um pai, as questões éticas giram em volta da criança, e nós colocamos o nosso interesse próprio fora dos nossos planos . . . . para sempre.

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O facto dos líderes lgbt quererem censurar as pessoas que revelam a verdadeira natureza dos relacionamentos homoeróticos diz muito sobre a sua verdadeira agenda. Nenhuma ideologia do lado da verdade teme a livre circulação de informação.
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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Abuso sexual e Adopção Homossexual

Por Reality

Crianças criadas por "pais" do mesmo sexo reportaram 3-12 vezes mais incidência de abuso sexual do que as crianças que viveram com os pais biológicos.

Estudo publicado em Julho de 2012, revisto por pares na revista científica Social Science Research, e levado a cabo pelo Professor Mark Regnerus (Universidade do Texas) apurou o seguinte:
• Crianças de mães lésbicas são 12 vezes mais susceptíveis de afirmar que foram sexualmente tocadas por um dos "pais" do que as crianças criadas pelos pais biológicos.
31% daqueles criados por mães lésbicas e 25% daqueles criados por pais (dois homens) homossexuais, foram sexualmente violados - comparados com 8% daqueles que foram criados pelos pais biológicos.
• 90% das crianças educadas numa família normativamente heterossexual eram heterossexuais, enquanto que 61% daqueles educados por lésbicas e 71% daqueles criados por um pai homossexual não eram heterossexuais.
Para além disso, as crianças de duplas homoeróticas eram:
• Entre duas a quatro vezes mais susceptíveis de estar a viver com assistência pública.
• Acima duas vezes mais susceptíveis de estar sem emprego.
• Duas vezes mais susceptíveis de ter considerado o suicídio.
• Mais susceptíveis de buscar tratamento por motivos de doença mental.
• Mais susceptíveis de se terem envolvido em sexo fora do casamento.
• Mais vulneráveis à pobreza, consumo de substâncias e criminalidade.
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Os defensores do homoerotismo naturalmente que não gostaram dos resultados do estudo, e como tal, deram início a uma campanha de intimidação visto que era imperativo desacreditar o estudo e destruir a credibilidade do Professor Regnerus. Consequentemente, eles acusaram-no de má-conduta científica e académica, possível falsificação de pesquisas e desvio dos padrões éticos.

Devido à crueldade destes ataques, a universidade criou um comité composto por 4 profissionais e um expert de fora da Universidade (perito em "integridade na investigação") para levaram a cabo um inquérito ao estudo. Este comité concluiu que nenhuma das alegações contra o Professor Regnerus eram verdadeiras e que o seu estudo não se tinha baseado em má-conduta científica.

Ponto Mais Importante do Estudo de Regnerus

As crianças precisam de estabilidade nas suas vidas enquanto estão em processo de crescimento. Regnerus apurou que adultos que estavam envolvidos numa relação homoerótica eram os menos susceptíveis de exibir a estabilidade que as crianças tanto precisam. No seu estudo, as crianças criadas por duplas homoeróticas exibiram a incidência mais elevada de crianças a viver nos orfanatos, a viver com os avós, ou a viverem sozinhos antes de terem 18 anos.

De facto, menos de 2% daqueles com uma mãe numa relação homoerótica reportaram terem vivido com ela durante os 18 anos da sua infância e adolescência.

A instabilidade das duplas homoeróticas é tal que investir capital económico, político, legal e social para apoiar tais relacionamentos não se justifica. Para além disso, as crianças não podem ser usadas como cobaias como forma de avançar a dúbia causa do pseudo-casamento homoerótico.

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Os Illuminati usam o activismo homossexual como forma de destruir o casamento natural e a família - um propósito muito antigo do Manifesto Comunista. Os mais recentes dados científicos, verificados por pares, revelam o quão perigosa a adopção homoerótica é para as crianças.

sábado, 14 de dezembro de 2013

As principais vítimas dos militantes homossexuais

Por Bill Muehlenberg

Que os militantes homossexuais são peritos na propagação de ódio e de palavras ofensivas contra quem quer que não se alinhe com a sua opinião é algo sobejamente conhecido, amplamente documentado por diversas vezes. Mas o foco maior do seu ódio é contra aqueles que se atrevem a abandonar o estilo de vida homoerótico. Para os activistas homossexuais, este é o grande tabu.

Eles odeiam quando um homossexual é liberto deste estilo de vida mortífifero e sem saída, e o motivo é claramente óbvio: o homossexual que é liberto do homossexualismo refuta a falsa premissa de que esse comportamento é inato e imutável. O facto de tantas pessoas terem abandonado por completo esse estilo de vida destrói o mito de que os homossexuais não podem mudar. Eu conheço muitas destas pessoas pessoalmente; elas estavam bem imersas no estilo de vida homossexual mas foram gloriosamente libertas deste estilo de vida pouco saudável e arriscado.

Muito provavelmente só existem mais duas áreas onde o abandono é considerado hediondo. No islamismo o "pecado" da apostasia é lidado de uma forma: a execução. E  quando um ateu se atreve a abandonar o mundo do ateísmo ideológico, todo o inferno se abate sobre ele, tal como ocorreu com Anthony Flew. Todas as ideologias rígidas e destrutivas odeiam quando alguém se atreve a sair delas visto que isso é um pecado imperdoável que tem que ser denunciado com ferocidade.

No passado, nós enfrentamos tais tipos de guerra. Durante o auge da Guerra Fria existiam muitas pessoas que valorizavam a liberdade, o Estado de direito e a democracia, e sabiam que o Comunismo era totalmente incompatível com estas coisas. Mas muitas pessoas não gostavam destas pessoas, e como tal, passamos a ter um fenómeno com o nome de anti-anti-Comunismo.

Aparentemente, é isso que temos nos dias de hoje: a realidade dos anti-anti-homossexualismo. Ou, melhor dizendo, anti-ex-homossexualismo. Os militantes declararam uma guerra própria e qualquer pessoa que tenha a coragem e a sensatez de abandonar este estilo de vida perigoso é catalogado de traidor, e caluniado de um modo horrível. Exemplos que confirmam isto encontram-se um pouco por todo o lado. Eu sei dos ataques demoníacos que os meus amigos ex-homossexuais sofrem por parte da brigada do ódio, e não é nada bonito de se ver.

Seguem-se algumas histórias de alguns ex-homossexuais - aquelas pessoas que supostamente não existem. Tal como acontecia no passado com os negros, os ex-homossexuais são actualmente "invisíveis".

Consideremos o caso do auto-intitulado "Drag Queen Satânico" Trace McNutt. Ele recebeu o "First Annual Courage Award for Former Homosexuals" como parte do "Ex-Gay Awareness Dinner" de 2013, em Washington. A "Parents and Friends of Ex-Gays and Gays" (PFOX), uma organização sem fins lucrativos que advoga e apoia os ex-homossexuais e as suas famílias, hospedou o evento.


Tal como disse Christopher Doyle, Co-Fundador e Presidente da organização "Voice of the Voiceless" (VoV),

Quando os homossexuais saem do armário são bem recebidos, mas os antigos homossexuais são forçados a permanecer ocultos devido à difamação de extremistas anti-ex-gay, e devido à marginalização que ocorre na sociedade Americana. É preciso muita coragem para que os ex-homossexuais como Trace McNutt revelem a sua história, especialmente se levarmos em conta que fazer isso traz sobre eles desprezo e punição, tal como ocorreu com o vencedor de Grammy e cantor gospel Donnie McClurklin, que tinha sido convidado para ser cabeça de cartaz das celebrações em torno do 50º Aniversário da Marcha em Washington, mas que viu o seu convite rescindido porque ele é um ex-homossexual.

Os indivíduos que abandonam o homossexualismo superam muito mais que o seu desejo sexual indesejado por pessoas do mesmo sexo. Trace McNutt foi rejeitado pela família, foi vítima de bullying por parte dos colegas de escola, e foi vitimizado pela comunidade homossexual (que o usou como fonte de entretenimento e, posteriormente, o rejeitou quando ele se tornou viciado em drogas e contraiu o HIV).

As coisas chegaram a um ponto em que Trace estava tão doente e tão destituído que se tornou num sem-abrigo e foi forçado a viver numa lixeira na rua. A mesma comunidade drag queen que o recebeu de braços abertos, lançou-o fora como se ele fosse o lixo do dia anterior mal ele passou a ser incapaz de representar. (Podem ver a história de Trace clicando aqui).

Só depois dele abandonar o homossexualismo, tornar-se num Cristão, e deixar de representar sob o título de "Drag Queen Satânico" (com o nome de "Coma") é que a sua antiga comunidade passou a prestar atenção a ele. Ele recebeu difamação, correio cheio de ódio, e ameaças de morte por parte da assim conhecida comunidade homossexual "tolerante". A experiência de Trace é a evidência de que, quando os ex-homossexuais abandonam o homossexualismo, eles são atacados e enfrentam uma quantidade incrível de hostilidade.

No clima anti-ex-homossexual actual, falar abertamente sobre abandonar o homossexualismo é realmente um acto de coragem. O Trace McNutt é um verdadeiro herói.

Existe outro ex-homossexual que se encontra preocupado com a forma como os outros estão a tentar arrastar de volta para a escravidão estas pessoas. Ele refere-se especialmente a Alan Chambers da Exodus, grupo que ele efectivamente destruiu ao deixar-se "vender" para o outro lado. Escrevi sobre isso aqui.

Mattie Walk diz o seguinte:

Hoje em dia  estou um bocado preocupado. Estou ciente da veracidade da história em torno do meu abandono do homossexualismo, e celebro a liberdade que encontrei no Senhor Jesus Cristo. Mas mesmo assim, estou preocupado porque muitos ainda estão a ser enganados pelos ecos assombradores do discurso de abertura de Alan Chamber durante a "38th Annual Exodus Conference."

Como resultado dessas palavras, e como nunca dantes, dou por mim a ter que defender as minhas crenças e o meu testemunho perante um segmento demográfico maior. Nunca imaginaria debater com Cristãos, ou pessoas que se qualificam de "Cristãos", sobre a aceitação do homossexualismo nas igrejas.

Eu estava lá nessa noite fatídica. Só posso dizer que aprecio a distância que o tempo me deu. A organização Exodus, tal como o Titanic, foi grandiosa, mas de repente, a sua estabilidade foi colocada em causa e ela afundou-se. Aqueles que entre nós se encontravam no proverbial barco-salva-vidas, ou pior, na água, fomos deixados para sucumbir perante os elementos, ou libertos à deriva à medida que Chambers e os seus colegas avançaram para dar início a um novo ministério. O que é espantoso, visto que o próprio Chambers disse, "acreditamos que a Exodus tem que deixar de existir de modo a que a igreja possa fazer o seu trabalho. E isto deixará um vazio, um que espero que seja preenchido com nada mais que a igreja". Ele disse que o seu novo ministério irá ajudar a igreja alcançar a nova geração.

Deixa-me ver se entendi: foi melhor fechar uma organização já estabelecida que actuava lado a lado com as igrejas há 37 anos, de modo a que a igreja possa fazer o seu trabalho. E o vazio não deve ser preenchido com nada mais que a igreja, a menos que seja preenchido pelo novo ministério dirigido pela antiga equipa executiva da Exodus que planeia trabalhar lado a lado com a igreja para a ajudar ministrar as pessoas.

Mas não era isso que a Exodus estava a fazer?

Ele conclui:

Obviamente que eu não escrevo neste blogue para obter popularidade. De maneira nenhuma estou a tentar fazer com que as pessoas se decidam entre a Equipa Alan e a Equipa Matthew. No entanto, eu honestamente penso que é extremamente necessário falar a verdade sempre que o mal levanta a sua cabeça feia. Alan pode estar a descansar de modo confortável como líder da sua nova, e por mais desnecessária que ela seja, organização; mas ele deixou mil pontas soltas e muitos corações quebrados no acordar do seu reinado,segundo a sua percepção, bem sucedido.

Por mais que aquele discurso seja referenciado, partilharei a minha "Verdadeira História" do que foi estar lá. Foi como acordar no meio duma batalha, rodeado de corpos mortos e numa guerra que nem sabíamos que estava a ser combatida. Para alguns, essa foi a primeira vez que entraram em contacto com a Exodus, mas para outros foi como testemunhar a morte dum amigo de longa data.

Onde quer que tu te enquadres nesta história, por favor lembra-te que o Alan Chambers é só um homem, e eu sou só um homem. As opiniões em cada um dos lados não se comparam com a Palavra de Deus, que foi o catalisador da mudança poderosa na minha vida. A mudança é de facto possível.

Não construam o fundamento para a vossa eternidade nas opiniões dos homens. Busquem as vossas respostas através da oração, na Bíblia e através do Poder do Espírito Santo.

Sim, eu sei tudo sobre esses "Cristãos" que traíram o Senhor e traíram muitos homossexuais corajosos. Mas é assim que as coisas são. Temos que continuar a lutar pelo que está certo, e ignorar as pessoas odiosas e os enganadoras. O Senhor Jesus enfrentou muito mais, e como tal, nós também devemos.

Fontes: Voice of the VoicelessMattiewalkCulture Watch
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