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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Um fato embaraçoso para os abortistas


Um dia desses, eu tive uma discussão acalorada sobre aborto com uma colega de classe feminista e, no desenrolar de sua argumentação, notei que ela tinha a peculiaridade de elaborar toda a sua retórica pró-escolha em torno do verbo escolher. Ela afirmou que os Republicanos querem dizer às mulheres o que fazer com os seus corpos ao acabar com o financiamento estatal da Planned Parenthood. Também disse que as mulheres têm o direito de escolher o que fazer com os seus corpos, e negar o aborto a elas seria forçá-las a ficarem grávidas e, dessa forma, forçá-las a serem mães. O que realmente me incomodou foi ela dizer que uma mulher tem o direito de escolher ser mãe.

Eu percebi que a discussão estava ficando cheia de jargões esquerdistas, então eu decidi elaborar todas as minhas respostas usando o verbo escolher, da mesma forma que ela vinha fazendo. Comecei informando-a de que a primeira escolha que uma mulher faz quando se trata de gravidez é escolher fazer sexo e, ao escolher fazer sexo, ela está por sua vez escolhendo ser uma mãe. Apesar de nem todas as relações sexuais resultarem em gravidez, toda gravidez resulta do sexo. Portanto, se uma mulher saudável e fértil escolhe ter relações sexuais consensuais, ela está escolhendo a possibilidade de ficar grávida, e por conseguinte, está escolhendo ser uma mãe. Quando eu disse isso, minha colega de classe, uma quase cinquentona, ficou desconcertada.

Eu realmente não esperava que ela fosse perder a discussão (apesar de isso ter sido incrível). Ela não sabia que o sexo pode originar uma gravidez? Toda vez que uma feminista discute a questão do aborto, o sexo nunca entra na conversa (a não ser em casos de estupro ou incesto). Os pró-escolha querem escolher apenas quando o bebê (ou o feto, segundo eles) já está no útero. Para começar, como é que o bebê apareceu lá? O sexo consensual é um fato embaraçoso para os abortistas. 

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Esse é um ótimo exemplo de como obter o controle do frame em uma discussão. A estratégia aplicada aqui foi a de se apropriar dos elementos retóricos da oponente e usá-los contra ela própria. Quem define os termos do debate tem a vitória na mão, portanto, em hipótese alguma permita que um esquerdista aplique seus jargões (direito de escolher, machismo, fascismo, islamofobia, etc) e saia como se nada tivesse acontecido. Desmascare-o no ato ao expor esses conceitos ao ridículo, fazendo com que ele não tenha onde esconder a cara. Se fizer isso, pode ter certeza que o meliante pensará mil vezes antes de falar idiotices perto de você de novo.


terça-feira, 11 de março de 2014

Os 10 Mitos Feministas Mais Comuns

Fonte [*]

1. Uma em cada quatro mulheres na universidade foram vitimas de estupro ou de tentativa de estupro.

Fato: A mãe de todos os factóides é baseada em um estudo feminista falacioso encomendado pela Ms. magazine. A pesquisadora, Mary Koss, escolhida a dedo pela feminista radical Gloria Steinem, reconhece que 73% das mulheres jovens que ela contou como vítimas de estupro não tinham conhecimento que haviam sido estupradas. 43% por cento delas estavam namorando seu “agressor” novamente.

Estupro é um crime exclusivamente horrível. É por isso que precisamos de sobriedade e responsabilidade na pesquisa. As mulheres não serão ajudadas por hipérboles e histeria. A verdade não é inimiga da compaixão, e a falsidade não é amiga.

(Nara Schoenberg and Sam Roe, “The Making of an Epidemic,” Toledo Blade, October 10, 1993; and Neil Gilbert, “Examining the Facts: Advocacy Research Overstates the Incidence of Data and Acquaintance Rape,” Current Controversies in Family Violence eds. Richard Gelles and Donileen Loseke, Newbury Park, CA.: Sage Publications, 1993, pp.120-132; and Campus Crime and Security, Washington, D.C.: U.S. Department of Education, 1997. *According to this study, campus police reported 1,310 forcible sex offenses on U.S. campuses in one year. That works out to an average of fewer than one rape per campus.)

2. Mito: As mulheres ganham 75 centavos para cada dólar que um homem ganha.

Fato: A idéia dos 75 centavos é terrivelmente enganosa. Esta estatística é uma breve estimativa de todos os atuais trabalhadores de tempo integral. Ela não considera fatores importantes, como período de tempo no local de trabalho, educação, ocupação e número de horas trabalhadas por semana. (A diferença de experiência é particularmente grande entre homens e mulheres mais velhos no local de trabalho.) Quando os economistas fazem o controle adequado, a chamada ‘diferença salarial’ entre homens e mulheres se estreita a ponto de desaparecer.

(Essential reading: Women’s Figures: An Illustrated Guide to the Economic Progress of Women in America, by Diana Furchtgott-Roth and Christine Stolba, published by the Independent Women’s Forum and the American Enterprise Institute, Washington, D.C. 2000.)

3. Mito: 30% dos atendimentos de emergência por ano a mulheres são o resultado de lesões causadas por violência doméstica.

Fato: Esta estatística alarmante é promovida pelas feministas radicais, cujo principal objetivo parece ser impugnar os homens. Dois estudos governamentais confiáveis informam que essa situação de âmbito nacional está mais perto de 1%. Embora estes estudos possam ter omitido alguns casos de violência doméstica, a porcentagem de 30% é um grande exagero.

(National Center for Health Statistics, National Hospital Ambulatory Medical Care Survey: 1992 Emergency Department Summary , Hyattsville, Maryland, March 1997; and U.S. Bureau of Justice Statistics, Violence-Related Injuries Treated in Hospital Emergency Departments: Washington, D.C., August 1997.)

4. Mito: A “regra do polegar”[1] se originou no direito de um homem bater em sua esposa, desde que a largura do porrete não fosse maior do que o seu polegar.


Fato: Isso é uma lenda urbana que ainda é levada a sério por ativistas [professores de direito e palestrantes de seminários sobre assédio sexual]. O Dicionário Oxford de Inglês tem mais de vinte citações de “regra do polegar” (o mais antigo de 1692), e nenhuma única menção de espancamentos, porretes, ou esposas e maridos.

(For a definitive debunking of the hoax see Henry Ansgar Kelly, “Rule of Thumb and the Folklaw of the Husband’s Stick,” The Journal of Legal Education, September 1994.)

5. Mito: As mulheres têm sido enganadas em pesquisas médicas.

Fato: O Instituto Nacional de Saúde (NIH) e as indústrias farmacêuticas rotineiramente incluem as mulheres em ensaios clínicos de testes para a eficácia de medicamentos. Em 1979, mais de 90% de todos os testes financiados pelo NIH incluía mulheres. No início de 1985, quando o Centro Nacional de Câncer do NIH começou a manter um controle financeiro sobre os gastos com o câncer, soube-se que foi gasto anualmente mais dinheiro com o câncer de mama do que com qualquer outro tipo de câncer. Atualmente, a temática ‘mulheres’ representa mais de 60% de todos os ensaios clínicos financiados pelo NIH.

(Essential reading: Cathy Young and Sally Satel, “The Myth of Gender Bias in Medicine,” Washington, D.C.: The Women’s Freedom Network, 1997.)

6. Mito: Garotas têm sido prejudicadas nas nossas escolas devido ao preconceito de gênero.

Fato: Nenhuma pessoa imparcial pode rever os dados sobre educação e concluir que as meninas estão em desvantagem. Os meninos estão um pouco à frente das meninas em matemática e ciências; meninas estão dramaticamente à frente na leitura e escrita. (A escrita de garotos de 17 anos está no mesmo nível que a das garotas de 14 anos.) Garotas tiram melhores notas, mas os meninos têm aspirações mais altas, e eles são mais propensos a ir para a faculdade.

(See: Trends in Educational Equity of Girls & Women, Washington, D. C.: U.S. Department of Education, June 2000.)

7. Mito: “Nossas escolas são campos de treinamento do assédio sexual (...) os meninos raramente são punidos, enquanto as meninas são ensinadas que é o seu papel de tolerar esta conduta humilhante”

(National Organization of Women, “Issue Report: Sexual Harassment,” April 1998.)

Fato: “Hostile Hallways” é o estudo mais conhecido de assédio nas classes da 8ª série até as da 3ª série do ensino médio. Foi encomendado pela Associação Americana de Mulheres Universitárias (AAUW) em 1993, e é o favorito de muitos especialistas em assédio sexual. Mas esta pesquisa revelou que as meninas estão cometendo quase tanto assédio quanto os meninos. Segundo o estudo, “85% das meninas e 76 % dos meninos entrevistados disseram que experimentaram indesejados e desagradáveis comportamentos sexuais que interferem em suas vidas.”

(Quatro estudiosos da Universidade de Michigan fizeram um estudo complementar meticuloso dos dados da AAUW e concluíram: “A maioria de ambos os sexos (53%) se descreveram como tendo sido vítima e autor de assédio - ou seja, a maioria dos alunos tinha sido assediado e estiveram assediando outros.” E estes pesquisadores chegaram à conclusão certa: “Nossos resultados nos levaram a questionar o modelo simplório de agressor-vítima...”)

(See: American Education Research Journal, Summer 1996.)

8. Mito: As meninas sofrem uma perda dramática de auto-estima durante a adolescência.

Fato: Este mito da Incrível Menina que Encolheu[2] foi iniciado por Carol Gilligan, professora de estudos de gênero na Harvard Graduate School of Education. Gilligan sempre gozou de maior prestígio entre as ativistas feministas e jornalistas do que entre os pesquisadores acadêmicos em psicologia. Estudiosos que seguem os protocolos da ciência social rejeitam a realidade de uma “crise” de confiança na adolescente e uma “perda da voz”. Em 1993, uma psicóloga americana relatou o novo consenso entre os pesquisadores no desenvolvimento do adolescente: “Sabe-se agora que a maioria dos adolescentes de ambos os sexos adaptam-se com sucesso a este período de desenvolvimento, sem qualquer distúrbio psicológico ou emocional grande e desenvolvem um senso positivo de identidade pessoal.”

(Anne C. Petersen et al. “Depression in Adolescence,” American Psychologist February 1993; see also, Daniel Offer, and Kimberly Schonert-Reichl, “Debunking the Myths of Adolescence: Findings from Recent Research,” Journal of the American Academy of Child and Adolescent Psychiatry, November 1992.)

9. Mito: O gênero é uma construção social.

Fato: Embora o ambiente e a socialização desempenhem um papel significativo na vida humana, um volume cada vez maior de pesquisas em neurociência, endocrinologia e psicologia nos últimos 40 anos sugere que há uma base biológica para as diferenças sexuais em muitas aptidões e preferências. Em geral, os machos têm melhor capacidade de raciocínio espacial; fêmeas melhores habilidades verbais. Os machos assumem mais riscos; fêmeas são mais carinhosas.

É óbvio que isso não significa que as mulheres devem ser impedidas de buscar seus objetivos em qualquer área que escolher; o que ela sugere é que não devemos esperar que haja paridade em todos os campos. Mais mulheres do que homens continuarão a querer ficar em casa com crianças pequenas e seguir carreiras em áreas como educação infantil ou psicologia; homens continuarão a ser maioria em áreas como mecânica de helicóptero e de engenharia hidráulica.

Aviso: A maioria dos estudiosos de gênero em nossas universidades têm títulos acadêmicos em áreas como Inglês ou literatura comparativa e não em biologia ou neurociência. Estes peritos auto-intitulados em sexualidade são cientificamente analfabetos. Eles substituem o estudo fundamentado por dogmas e propaganda.

(For a review of recent findings on sex differences see a special issue of The Scientific American “Men: The Scientific Truth,” Fall 2000.)

10. Mito: O Departamento de Estudos Feministas deu poder e voz às mulheres na academia.

Fato: O Departamento de Estudos Feministas delegou poderes a um pequeno grupo de carreiristas unidas por convicções comuns. Elas criaram um ‘Clube da Luluzinha’ mais elitista, inflexível e fechado que qualquer grupo masculino que elas criticam intensamente. Um grande número de mulheres acadêmicas [moderadas ou dissidentes] tem sido marginalizadas, excluídas e silenciadas.

(Essential reading: everything by Camille Paglia; Daphne Patai and Noretta Koertge–Professing Feminism: Cautionary Tales from the Strange World of Women’s Studies; and Christina Hoff Sommers–Who Stole Feminism? How Women have Betrayed Women)

[*] Tradução revisada a partir do texto original em inglês disponível aqui
[1] “Regra do polegar” é uma tradução literal da expressão idiomática “Rule of Thumb” que significa tomar uma decisão baseada no empirismo, prática e/ou experiência própria ao invés de se adotar métodos respaldados pela ciência ou baseados em alguma teoria.
[2] Carol Gilligan causou uma histeria generalizada quando espalhou sem qualquer evidência plausível que as meninas americanas estavam sendo psicologicamente esgotadas, socialmente “silenciadas” e academicamente “enganadas”.

sexta-feira, 7 de março de 2014

Como Desmantelar o Mito da Diferença Salarial entre Homens e Mulheres com Duas Perguntas




Se você já passou ao menos cinco minutos na companhia de feministas, e não está familiarizado com o mito da diferença salarial, essa é uma teoria da conspiração desenvolvida pelo Departamento de Estudos Feministas de que a mulher recebe 75% do salário de um homem para exercer a mesma profissão.

É óbvio, que no mundo real, sempre que se acha uma diferença salarial estatisticamente significante, não se pode extrapolar de forma confiável uma previsão sobre as perspectivas individuais de uma mulher em relação a um homem para diferenças entre grupos de homens e mulheres. Homens e mulheres como um todo, durante o curso de suas carreiras profissionais, e contando com todas as outras variáveis possíveis, oferecem benefícios distintos para seus empregadores e incorrem em custos diferentes; empregadores têm prioridades diferentes e fazem escolhas de vida diferentes.

Tudo isso é bem óbvio para qualquer adulto sensato, com exceção de feministas, que chafurdam na vitimização e se felicitam por acreditar que O Homem está impedindo-as de prosperar, mesmo que elas tenham mestrado em Estudos Feministas e nenhuma qualificação profissional.

Infelizmente, graças à susceptibilidade geral das mulheres a essas idéias estúpidas e a aversão covarde da maioria dos homens de repreender as mulheres nesta questão simples - eu te asseguro que corrigir uma mulher nesse ponto é uma ótima maneira de garantir que vocês não irão transar – isso se tornou um catecismo socialmente aceitável para depreciar a discriminação em andamento contra as mulheres brancas privilegiadas de classe média-alta sem qualificação profissional ou que gastam um bom tempo durante a faixa dos seus 20 anos [estudando] para, em seguida, morrer trabalhando em tempo integral pelos próximos 25 anos. Na Austrália, isso está tão banalizado que se uma mulher jovem menciona que quer formar uma família com seu marido ou namorado, um empregador que comece a olhar ao redor por um substituto pode ser processado - isso já aconteceu várias vezes.

Se você encontrar alguém recitando esse mito considere que o ônus da prova não é seu, mas deles para sustentar o argumento. Se alguém alegar que fomos criados por alienígenas do espaço sideral como um experimento gigantesco, o ônus da prova será deles e não seu para desmentir o fato da evolução.

Com isso em mente, aqui está como dar corda o suficiente para um mitologista-da-diferença-salarial se enforcar:
  1. Por que contratar homens?
  2. Quem está na conspiração?

Por que contratar homens? 

Vamos supor que o mito da diferença salarial seja verdade e que mulheres ganham salários menores [em comparação aos homens] para fazer o mesmo serviço. Nesse caso, por que contratar um homem? Os empregadores não estariam se digladiando para contratar uma mulher, que pode fazer o mesmo tipo de serviço e estão dispostas a trabalhar por um salário menor? E se os empregadores estão tão ávidos pela contratação de mulheres, o que está atrapalhando as forças de mercado [da oferta e da demanda] que sempre aumentam os salários quando há um crescimento da demanda por uma oferta limitada de trabalho?

Se ela for inteligente irá perceber a imbecilidade do mito da diferença salarial e se poupará do constrangimento. Se ela é completamente retardada, irá falar de uma conspiração entre os homens para manter as mulheres nos cargos mais baixos. Mais uma vez o ônus da prova é dela, você não é obrigado a refutá-la. 

Quem está na conspiração?
Se quiser ouvir sobre a grande conspiração para manter as mulheres relegadas aos quadros hierárquicos intermediários, sente-se, pegue uma bebida, e tente fazer uma cara séria. Deixe-a falar tudo, e quando ela esgotar o assunto, sorria condescendentemente e diga a ela que você respeita as crenças supersticiosas dela, mas que você não pode levá-la a sério se ela acredita em coisas como uma conspiração global masculina, unicórnios e potes de ouro no final do arco-íris.



Seu dinheiro suado de impostos espalhando superstição em 2014
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