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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Conselhos de Mao Tsé-Tung e Trotsky para os justiceiros sociais

Geralmente é comum ver os justiceiros sociais reclamando de alguma situação desigual, e consequentemente usando a igualdade de pretexto para cometer ou demandar absurdos.

Um exemplo hoje é a tal “desigualdade de genêro,” onde os feministas da terceira onda descartam a realidade e a ressignificam como opressão, nisso exigem privilégios grupais para a sua patota, o que gera ressentimento e estimula a luta de classes.

Mao [*] disse o seguinte sobre a igualdade absoluta:

“Num certo período, o igualitarismo absoluto registrou um sério desenvolvimento no Exército Vermelho. (…) é preciso mostrar que, antes da abolição do capitalismo, a igualdade absoluta não é mais do que uma ilusão dos camponeses e dos pequenos proprietários, e que, mesmo sob o socialismo, a chamada igualdade absoluta não pode existir de modo algum, pois a repartição dos bens materiais há-de fazer-se segundo o princípio: "de cada um segundo as suas capacidades e a cada um segundo o seu trabalho", e conformemente às necessidades do trabalho. (…) Contudo, o igualitarismo absoluto, que não considera razões, quaisquer que sejam elas, deve ser combatido, pois não responde às necessidades da luta mas, pelo contrário, estorva-a.”

Sobre o chororô da minoria Mao diz:

“Uma das exigências da disciplina do Partido é a submissão da minoria à maioria. Uma vez que o seu ponto de vista seja rejeitado, a minoria deve apoiar a decisão adoptada pela maioria. A não ser em casos de necessidade, em que ela poderá trazer de novo o problema para consideração em reunião posterior, a minoria não deve, de modo algum, agir contrariamente à decisão já adoptada.”

O interessante é que os auto-proclamados pacifistas pregam a luta de classes, e sobre esta Trotsky [**] diz o seguinte:

“A guerra civil, a forma mais violenta da luta de classes, rebenta no ar todos os vínculos morais entre as classes adversas.”

Portanto quando um justiceiro social usar a igualdade como pretexto, esfregue esse texto do Mao na cara dele e peça-o para aplicá-la primeiro em seu movimento ou partido político antes de querer fazer isso a despeito da vontade da maioria do povo brasileiro. Se ele quer submeter a maioria a vontade de uma minoria histérica que faça isso dentro de seu movimento ou partido político. O justiceiro social que deseja a paz deve largar a luta de classes ou se preferir uma guerra civil que se mude para o Sudão do Sul.

[*] http://bit.ly/1LElZkr
[**] http://bit.ly/1G0IMuN

terça-feira, 14 de abril de 2015

CEO da Apple proclama que sua homossexualidade é um dom de Deus

por Kyle butt, M. A.
Traduzido por Hugues de Payens, original aqui.


Em outubro de 2014 Tim Cook, CEO da Apple, anunciou ao mundo que é homossexual. Admitidamente milionários em posição de destaque, CEOs, atletas e estrelas do cinema e da TV, regularmente “saem do armário” e declaram-se homossexuais, logo esta declaração não é uma surpresa. Cook fez uma declaração, entretanto, que é tão estranha e incorreta, que simplesmente não pode ficar sem resposta. Ele disse: “Então deixe-me ser claro: estou orgulhoso de ser gay, e considero ser gay um dos maiores dons que Deus me deu” (2014, emp. Added). De acordo com Tim Cook, sua homossexualidade é uma benção de Deus.
A compreensão equivocada de Tim, sobre Deus e Sua Palavra, não poderia estar mais distante da verdade. Temos discutido em inúmeros outros lugares o fato de que a homossexualidade é um pecado, tal como outros pecados sexuais: adultério, fornicação, zoofilia e pedofilia. E temos mostrado que não há nenhuma relação entre genética e homossexualidade (Miller and Harrub, 2004). É uma escolha, uma forma de vida pecaminosa, Não é algo que uma pessoa seja, é algo que uma pessoa escolhe fazer.
Como analogia, suponha que uma pessoa praticante de zoofilia (sexo com animais) estivesse afirmando que sua escolha sexual é um dom de Deus. Sua zoofilia o (a) colocou numa minoria e permitiu a ele (a) perceber as coisas da perspectiva de uma minoria. Sua zoofilia ajudou-o (a) a desenvolver sua resistência e fez dele (a) uma pessoa mais forte. Além disso, ele (a) espera pelo dia em que nosso país reconheça o direito das pessoas legalmente desposarem animais.
Embora aqueles que praticam a homossexualidade não apreciem tais comparações, os mesmos argumentos podem ser construídos tanto a favor da zoofilia como da homossexualidade. Uma pessoa poderia proclamar que não há nada que ela possa fazer em relação a sua preferência sexual por animais. Ela foi feita deste jeito. Ela ama animais, e esta é sua maneira de demonstrar este amor. Ele (a) não pode acreditar que pessoas sejam tão críticas e desafeiçoadas para proclamar que suas escolhas sejam pecaminosas ou erradas. Ele (a) está sendo perseguido por “intolerantes” que odeiam minorias tais como as que praticam zoofilia,
Alguém poderia fazer a mesma defesa para a pedofilia. A pessoa que se dedica a esta prática sexual poderia proclamar que não se pode ajudá-la. Deus a criou como pedófila. Ele (a) está feliz por Deus tê-lo (a) feito deste jeito, porque isto o (a) ajuda a compreender outras minorias tais como aquelas que praticam zoofilia ou homossexualidade. Isto deu-lhe resistência e ajudou a aprender a ser ele (ela) mesmo (a). Que espera pelo dia em que nosso país compreenda que alguém de 12 anos sabe o que quer e que deveria ser permitido à criança dar este consentimento.
Espero que você possa ver meu problema com a afirmação de Tom Cook. Uma coisa é viver uma vida espalhafatosamente pecadora de rebelião contra Deus. Uma outra coisa é proclamar que Deus “está te abençoando” por te dotar com um comportamento pecaminoso. Isto é o equivalente a um ladrão proclamar que “ser” um ladrão é a maior coisa que Deus já fez por ele, ou um mentiroso habitual proclamar que é grato por Deus tê-lo feito um mentiroso, ou um adúltero proclamar que Deus o abençoou com três namoradas além de sua esposa, ou um rapaz adolescente agradecendo a Deus por tê-lo feito promíscuo e dado a ele chance de ter sexo com uma fila de garotas.
Terá nossa nação Cristã desviado-se tanto do que Deus verdadeiramente diz na Bíblia que pode tolerar a declaração de que o estilo de vida de uma pessoa homossexual é um dom de Deus? Os Cristãos do Novo Testamento têm vivido tão distantes da Palavra de Deus que eles não podem reconhecer tal afirmação blasfema como a torção da verdade que ela é? A homossexualidade é um pecado, como o são outros pecados como mentira, adultério, trapaça, roubo, fraude, falatório malicioso, etc. Deus ama a todos os pecadores e deseja que todos sejam salvos. “É um dito fidedigno e digno de aceitação, que Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores” (Timóteo). Jesus Cristo morreu na cruz para salvar Tim Cook de sua escolha de ser homossexual, tal como Jesus morreu para salvar a cada um de nós de nossos pecados. Mas Jesus ordena, sim exige, que reconheçamos que somos pecadores e detenhamo-nos, que nos arrependamos de nossos pecados. Jesus claramente disse “... mas se não se arrependerem, todos vós perecerão” (Lucas 13:3).
Pode ser verdade que nossa cultura não mais reconheça o sexo antes do casamento como pecado, ou que o adultério seja pecaminoso, ou que a homossexualidade seja uma violação da lei de Deus. Mas proclamar, não apenas que estas ações não são pecaminosas, mas, que elas são dons de Deus, demonstra uma ignorância alarmante da natureza de Deus e Sua Vontade. Como escreveu o apóstolo João: “Se afirmamos que não temos cometido pecado, fazemos de Deus um mentiroso, e Sua palavra não está em nós” (1 João 1:10). As assombrosas palavras do profeta Isaías, escritas há mais de 2.700 anos, lembram-nos que a tática de Cook não é nada nova: “Ai daqueles que chamam o mal de bem, e o bem de mal, que mudam as trevas em luz e a luz em trevas, que tornam doce o que é amargo e amargo o que é doce. Ai dos que são sábios aos seus próprios olhos, e inteligentes em sua própria opinião” (Isaías 5:20-21).

Hugues de Payens

(Non nobis, Domine, non nobis, sed Nomini Tuo ad Gloriam)


Referências:

Miller, Dave and Brad Harrub (2004), “An Investigation of the Biblical Evidence Against Homosexuality,” Apologetics Press, http://www.apologeticspress.org/APContent.aspx?category=7&article=1401&topic=36.

Copyright © 2014 Apologetics Press, Inc. All rights reserved.

terça-feira, 11 de março de 2014

Os 10 Mitos Feministas Mais Comuns

Fonte [*]

1. Uma em cada quatro mulheres na universidade foram vitimas de estupro ou de tentativa de estupro.

Fato: A mãe de todos os factóides é baseada em um estudo feminista falacioso encomendado pela Ms. magazine. A pesquisadora, Mary Koss, escolhida a dedo pela feminista radical Gloria Steinem, reconhece que 73% das mulheres jovens que ela contou como vítimas de estupro não tinham conhecimento que haviam sido estupradas. 43% por cento delas estavam namorando seu “agressor” novamente.

Estupro é um crime exclusivamente horrível. É por isso que precisamos de sobriedade e responsabilidade na pesquisa. As mulheres não serão ajudadas por hipérboles e histeria. A verdade não é inimiga da compaixão, e a falsidade não é amiga.

(Nara Schoenberg and Sam Roe, “The Making of an Epidemic,” Toledo Blade, October 10, 1993; and Neil Gilbert, “Examining the Facts: Advocacy Research Overstates the Incidence of Data and Acquaintance Rape,” Current Controversies in Family Violence eds. Richard Gelles and Donileen Loseke, Newbury Park, CA.: Sage Publications, 1993, pp.120-132; and Campus Crime and Security, Washington, D.C.: U.S. Department of Education, 1997. *According to this study, campus police reported 1,310 forcible sex offenses on U.S. campuses in one year. That works out to an average of fewer than one rape per campus.)

2. Mito: As mulheres ganham 75 centavos para cada dólar que um homem ganha.

Fato: A idéia dos 75 centavos é terrivelmente enganosa. Esta estatística é uma breve estimativa de todos os atuais trabalhadores de tempo integral. Ela não considera fatores importantes, como período de tempo no local de trabalho, educação, ocupação e número de horas trabalhadas por semana. (A diferença de experiência é particularmente grande entre homens e mulheres mais velhos no local de trabalho.) Quando os economistas fazem o controle adequado, a chamada ‘diferença salarial’ entre homens e mulheres se estreita a ponto de desaparecer.

(Essential reading: Women’s Figures: An Illustrated Guide to the Economic Progress of Women in America, by Diana Furchtgott-Roth and Christine Stolba, published by the Independent Women’s Forum and the American Enterprise Institute, Washington, D.C. 2000.)

3. Mito: 30% dos atendimentos de emergência por ano a mulheres são o resultado de lesões causadas por violência doméstica.

Fato: Esta estatística alarmante é promovida pelas feministas radicais, cujo principal objetivo parece ser impugnar os homens. Dois estudos governamentais confiáveis informam que essa situação de âmbito nacional está mais perto de 1%. Embora estes estudos possam ter omitido alguns casos de violência doméstica, a porcentagem de 30% é um grande exagero.

(National Center for Health Statistics, National Hospital Ambulatory Medical Care Survey: 1992 Emergency Department Summary , Hyattsville, Maryland, March 1997; and U.S. Bureau of Justice Statistics, Violence-Related Injuries Treated in Hospital Emergency Departments: Washington, D.C., August 1997.)

4. Mito: A “regra do polegar”[1] se originou no direito de um homem bater em sua esposa, desde que a largura do porrete não fosse maior do que o seu polegar.


Fato: Isso é uma lenda urbana que ainda é levada a sério por ativistas [professores de direito e palestrantes de seminários sobre assédio sexual]. O Dicionário Oxford de Inglês tem mais de vinte citações de “regra do polegar” (o mais antigo de 1692), e nenhuma única menção de espancamentos, porretes, ou esposas e maridos.

(For a definitive debunking of the hoax see Henry Ansgar Kelly, “Rule of Thumb and the Folklaw of the Husband’s Stick,” The Journal of Legal Education, September 1994.)

5. Mito: As mulheres têm sido enganadas em pesquisas médicas.

Fato: O Instituto Nacional de Saúde (NIH) e as indústrias farmacêuticas rotineiramente incluem as mulheres em ensaios clínicos de testes para a eficácia de medicamentos. Em 1979, mais de 90% de todos os testes financiados pelo NIH incluía mulheres. No início de 1985, quando o Centro Nacional de Câncer do NIH começou a manter um controle financeiro sobre os gastos com o câncer, soube-se que foi gasto anualmente mais dinheiro com o câncer de mama do que com qualquer outro tipo de câncer. Atualmente, a temática ‘mulheres’ representa mais de 60% de todos os ensaios clínicos financiados pelo NIH.

(Essential reading: Cathy Young and Sally Satel, “The Myth of Gender Bias in Medicine,” Washington, D.C.: The Women’s Freedom Network, 1997.)

6. Mito: Garotas têm sido prejudicadas nas nossas escolas devido ao preconceito de gênero.

Fato: Nenhuma pessoa imparcial pode rever os dados sobre educação e concluir que as meninas estão em desvantagem. Os meninos estão um pouco à frente das meninas em matemática e ciências; meninas estão dramaticamente à frente na leitura e escrita. (A escrita de garotos de 17 anos está no mesmo nível que a das garotas de 14 anos.) Garotas tiram melhores notas, mas os meninos têm aspirações mais altas, e eles são mais propensos a ir para a faculdade.

(See: Trends in Educational Equity of Girls & Women, Washington, D. C.: U.S. Department of Education, June 2000.)

7. Mito: “Nossas escolas são campos de treinamento do assédio sexual (...) os meninos raramente são punidos, enquanto as meninas são ensinadas que é o seu papel de tolerar esta conduta humilhante”

(National Organization of Women, “Issue Report: Sexual Harassment,” April 1998.)

Fato: “Hostile Hallways” é o estudo mais conhecido de assédio nas classes da 8ª série até as da 3ª série do ensino médio. Foi encomendado pela Associação Americana de Mulheres Universitárias (AAUW) em 1993, e é o favorito de muitos especialistas em assédio sexual. Mas esta pesquisa revelou que as meninas estão cometendo quase tanto assédio quanto os meninos. Segundo o estudo, “85% das meninas e 76 % dos meninos entrevistados disseram que experimentaram indesejados e desagradáveis comportamentos sexuais que interferem em suas vidas.”

(Quatro estudiosos da Universidade de Michigan fizeram um estudo complementar meticuloso dos dados da AAUW e concluíram: “A maioria de ambos os sexos (53%) se descreveram como tendo sido vítima e autor de assédio - ou seja, a maioria dos alunos tinha sido assediado e estiveram assediando outros.” E estes pesquisadores chegaram à conclusão certa: “Nossos resultados nos levaram a questionar o modelo simplório de agressor-vítima...”)

(See: American Education Research Journal, Summer 1996.)

8. Mito: As meninas sofrem uma perda dramática de auto-estima durante a adolescência.

Fato: Este mito da Incrível Menina que Encolheu[2] foi iniciado por Carol Gilligan, professora de estudos de gênero na Harvard Graduate School of Education. Gilligan sempre gozou de maior prestígio entre as ativistas feministas e jornalistas do que entre os pesquisadores acadêmicos em psicologia. Estudiosos que seguem os protocolos da ciência social rejeitam a realidade de uma “crise” de confiança na adolescente e uma “perda da voz”. Em 1993, uma psicóloga americana relatou o novo consenso entre os pesquisadores no desenvolvimento do adolescente: “Sabe-se agora que a maioria dos adolescentes de ambos os sexos adaptam-se com sucesso a este período de desenvolvimento, sem qualquer distúrbio psicológico ou emocional grande e desenvolvem um senso positivo de identidade pessoal.”

(Anne C. Petersen et al. “Depression in Adolescence,” American Psychologist February 1993; see also, Daniel Offer, and Kimberly Schonert-Reichl, “Debunking the Myths of Adolescence: Findings from Recent Research,” Journal of the American Academy of Child and Adolescent Psychiatry, November 1992.)

9. Mito: O gênero é uma construção social.

Fato: Embora o ambiente e a socialização desempenhem um papel significativo na vida humana, um volume cada vez maior de pesquisas em neurociência, endocrinologia e psicologia nos últimos 40 anos sugere que há uma base biológica para as diferenças sexuais em muitas aptidões e preferências. Em geral, os machos têm melhor capacidade de raciocínio espacial; fêmeas melhores habilidades verbais. Os machos assumem mais riscos; fêmeas são mais carinhosas.

É óbvio que isso não significa que as mulheres devem ser impedidas de buscar seus objetivos em qualquer área que escolher; o que ela sugere é que não devemos esperar que haja paridade em todos os campos. Mais mulheres do que homens continuarão a querer ficar em casa com crianças pequenas e seguir carreiras em áreas como educação infantil ou psicologia; homens continuarão a ser maioria em áreas como mecânica de helicóptero e de engenharia hidráulica.

Aviso: A maioria dos estudiosos de gênero em nossas universidades têm títulos acadêmicos em áreas como Inglês ou literatura comparativa e não em biologia ou neurociência. Estes peritos auto-intitulados em sexualidade são cientificamente analfabetos. Eles substituem o estudo fundamentado por dogmas e propaganda.

(For a review of recent findings on sex differences see a special issue of The Scientific American “Men: The Scientific Truth,” Fall 2000.)

10. Mito: O Departamento de Estudos Feministas deu poder e voz às mulheres na academia.

Fato: O Departamento de Estudos Feministas delegou poderes a um pequeno grupo de carreiristas unidas por convicções comuns. Elas criaram um ‘Clube da Luluzinha’ mais elitista, inflexível e fechado que qualquer grupo masculino que elas criticam intensamente. Um grande número de mulheres acadêmicas [moderadas ou dissidentes] tem sido marginalizadas, excluídas e silenciadas.

(Essential reading: everything by Camille Paglia; Daphne Patai and Noretta Koertge–Professing Feminism: Cautionary Tales from the Strange World of Women’s Studies; and Christina Hoff Sommers–Who Stole Feminism? How Women have Betrayed Women)

[*] Tradução revisada a partir do texto original em inglês disponível aqui
[1] “Regra do polegar” é uma tradução literal da expressão idiomática “Rule of Thumb” que significa tomar uma decisão baseada no empirismo, prática e/ou experiência própria ao invés de se adotar métodos respaldados pela ciência ou baseados em alguma teoria.
[2] Carol Gilligan causou uma histeria generalizada quando espalhou sem qualquer evidência plausível que as meninas americanas estavam sendo psicologicamente esgotadas, socialmente “silenciadas” e academicamente “enganadas”.
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