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sábado, 28 de dezembro de 2013

Refutando a Agenda Gayzista

“Resposta religiosa conservadora a Agenda Gayzista”
por Dr. Patrick Johnston

Definindo a Agenda Gayzista

Os principais argumentos da Agenda Gayzista
1. Direitos iguais - Gays são seres humanos, e merecem ter os mesmos direitos que os heterossexuais
2. A homossexualidade é algo involuntário e não uma escolha - Gays não conseguem sentir atração pelo sexo oposto. Isso é algo inato e involuntário e não uma opção. Quem escolheria ser gay do jeito que estes são descriminados pela sociedade!
3. A Homossexualidade é natural - Animais se envolvem em relações homossexuais, então nós não devemos ficar supresos em ver esse comportamento em pessoas.
4.Intolerância e homofobia são os culpados pelo mal que os gays enfrentam - É verdade que os gays são mais propensos a depressão e ao suicídio, mas isso se deve as dificuldades que enfrentam devido a homofobia, e não por causa de algum problema íntriseco ligado a sua preferencia sexual.
5. Casais que adotam devem ser capazes de se casar - Alguns estados tem permitido a adoção a gays por 20 anos, e negar-lhes o casamento prejudica o desenvolvimento de seus filhos.
6. Moralidade relativista - Se você não gosta de sexo homossexual, então não faça! Não existe nenhum padrão de certo e errado que se aplique a todas as pessoas. Sabemos o que é melhor para nós.
7. Separação entre igreja e Estado - O estado deve se livrar de restrições religiosas de qualquer igreja anti-gay, e deve tratar todas as pessoas igualmente.
8. É cada vez mais comum ouvir argumentos biblícos de tolerância para com a homossexualidade: A Bíblia incentiva o amor e a tolerância e proíbe que julguemos o próximo.

1. Respondendo ao argumento de Direitos Iguais:

*O argumento é uma falácia lógica chamada “falácia de acidente”,que é quando uma regra geral é aplicada errôneamente. Igualdade é uma regra geral, e não se aplica direitos iguais a muitas coisas na sociedade. Aqueles que não estão qualificados não tem nenhum direito ao casamento assim como não tem direito a uma licença de piloto de avião se não sabem pilotar, ou licença de físico se não tem formação na área.

*Homossexuais tem direito de se casar. Homossexuais tem o direito de se casar assim como os heterossexuais. Por exemplo, um gay pode se casar com uma mulher – ninguém está proibindo isso. Heterossexuais e homossexuais estão igualmente proibidos de redefinir o casamento. Um heterossexual não pode se casar com sua filha, e um homem homossexual não pode se casar com um homem. Eles estão igualmente regidos pela definição de casamento caso desejem se casar com alguém. Eles estão igualmente proibidos de redefinir o casamento para acomodar suas perversões sexuais.

*O Tribunal de Justiça de Washington disse, “Homossexuais do mesmo sexo estão proibidos de se casar “pela própria concepção de casamento”.

*O Tribunal Federal do Kentucky disse, homossexuais estão desqualificados para o casamento “pela própria incapacidade de se casar nos termos definidos pela palavra casamento”.

2. Respondendo ao argumento de que a “Homossexualidade é involuntária”

*Esse é um argumento muito importante para a Agenda Gayzista, porque é dificil se vitimizar a não ser que a homossexualidade seja involuntária.

*Antes de continuarmos devemos estar atentos ao equívoco do termo “homossexualidade (destingui-lo entre tentação e conduta)

*Há um problema psiquiátrico chamado desordem de identidade de gênero, que se dá quando crianças tem confusão sobre seu genero em idade precoce. Esse problema pode aumentar a probabilidade de tentações homossexuais, mas isso não torna a homossexualidade inevitável.

*Alguns fatores sociais aumentam a probabilidade de ser gay. Por exemplo, se uma mulher é molestada por um homem, ela tem estatisticamente mais probabilidade de se tornar lésbica. Como médico, eu vi essa conexão repetidamente. Se um jovem tem um pai separado que ele não vê como um modelo e uma mãe superprotetora, ou se ele é molestado quando criança por um homossexual, ele tem mais chances de se tornar um homossexual. Essas experiências podem tornar as tentações homossexuais mais prováveis, mas esses impulsos ainda podem ser resistidos. Continuemos a exercer o livre arbítrio com o poder da escolha oposta.

Deus te fez gay?

Aqui estão alguns estudos famosos que têm sido aclamados pela mídia e pela propaganda gay como “prova” de que a homossexualidade é inata.

Dr. Simon LaVay; Drs. Simon & Rice; Drs. Bailey & Pillard - Os autores de cada um desses badalados fiascos. Eles não provaram o que se tentaram demonstrar, e admitem isso.

* O concenso da Associação Americana de Psiquiatria é o seguinte: “Muitos cientistas compartilham a visão de que a orientação sexual se forma na maioria das pessoas em tenra idade através de complexas interações de fatores biológicos, psicológicos e sociais.”

* Não há provas de que a homossexualidade é algo inato e involuntário, e há muitas evidências de que não é. Por exemplo, o número crescente de homossexuais que abandonaram a prática homossexual e se tornaram héteros e que afirmam estarem felizes casados e com filhos. Essa é uma evidência de que a homossexualidade é uma escolha, mas é ignorada completamente pelo lobby gay.

*Eclesiastes 7:29: Deus fez o homem justo, mas eles tem buscado muitos propósitos malignos. Deus não fez o homem moralmete corrompido. Ele fez o homem justo, e o mal surgiu atravéz das escolhas do homem.

Homossexuais tem o formato biológico de um héterossexual. Você não precisa ler a Biblia para saber que a homossexualidade não é natural, você precisa apenas abrir um livro sobre fisiologia humana para aprender a utilidade de seus órgão genitais. Nós temos um propósito e quando o cumprimos, desfrutamos da longevidade e da felicidade duradoura. Se transgredirmos esse propósito abusando de nossos corpos, teremos resultados prejudiciais.

* Quando um objeto não é utilizado para o propósito para o qual foi concebido, temos resultados desastrosos... Se fossemos comer pudim com uma pá e cavar um buraco com uma colher, o que aconteceria? Prejuízo! O que se espera quando nossa natureza sexual, algo pessoal e tão intrincadamente anexado a nossa psique, fosse molestado contrariando seu propósito para satisfazer um apetite patológico? A evidência mostra que um amontoado de miséria psicológica desordenada é o resultado final.

* Arquivos da Psiquiatria Geral – concluiram que gays, lésbicas, e bissexuais tem maiores propensões a doenças mentais, especificamente seis vezes mais chances de tentativas de suicídio, quatro vezes maior propensão a depressão intensa, 5 vezes mais chances de abusarem de entorpecentes, três vezes mais propensão a terem transtorno de ansiedade, e seis vezes maior as chances de terem vários transtornos. O que há na homossexualidade que leva homens e mulheres a abusar de drogas ilícitas e à miséria psicológica? Se a homofobia fosse a culpada, os índices de depressão e suícidio em sociedades pró-gay como a Holanda não seriam baixos? Mas não são!


 * Outro estudo mostrou que homens que mantém relações com parceiros do mesmo sexo tem 6 ½ mais chances que seus irmãos gêmeos de cometer suícidio.

* Drs. Bell and Weinberg - “Em mais de 50% dos casos estudados, foram descobertas tendências homossexuais.”

*A homossexualidade é a perversão da natureza fisiológica, é de se esperar uma doença psicológica quando o apetite sexual é radicalmente contrário ao propósito para o qual nossos corpos foram concebidos.

Por que a Agenda Gayzista quer amordaçar os ex-gays?

Exemplo de James Hartline, um cristão ex-gay e soropositivo de San Diego.

*Dr. Robert Spitzer é um dos médicos que foi de importância fundamental em persuadir a Associação Americana de Psiquiatria a alterar os critérios que designavam a homossexualidade como um comportamento sexual patológico em 1973. Suas opiniões foram por trinta anos tão sagradas quanto a Bíblia para a Agenda Gayzista. No entanto, ele fez um artigo no jornal acadêmico Archives of Sexual Behavior cerca de dois anos atrás, em um estudo no qual ele concluiu: “Estou convencido a partir das pessoas que entrevistei, que muitos deles, fizeram mudanças apreciáveis na direção de tornarem-se heterossexuais...acho que isso é novidade...cheguei a esta conclusão sendo cético. Eu afirmo agora que essas mudanças podem ser duradouras.”

* NARTH (Associação Nacional para Pesquisa e Terapia da Homossexualidade) & Exodus International oferecem muita ajuda e conselhos as pessoas que lutam contra a atração homossexual indesejada, e ambos tem uma lista longa e crescente de centenas de homens e mulheres que eram gays e agora são heterossexuais.

*Dr. Satinover relatou uma taxa de sucesso de 52% no tratamento da atração sexual indesejada.

*Masters and Johnson, Os famosos pesquisadores sexuais, relataram uma taxa de 65% de sucesso depois de cinco anos de acompanhamento.

*Michael Glatze, fundador da Young Gay America, fundou a Gay-Straight Alliances, em escolas públicas, saiu do ármario a dois anos e declarou estar abandonando o estilo de vida gay e se tornando hétero.

*Ele disse que não nasceu gay, mas que se tornou gay quando seu pai, na tentativa de castiga-lo por ter tomado partido de sua mãe durante o processo de custódia, tolerou seu amigo sodomiza-lo.

*Glatze disse, “Para mim, a homossexualidade foi a morte espiritual e psicológica.” Os gayzistas dizem que Michael Glatze sempre será gay, mesmo que ele afirme ter mudado. No entanto, se ele é gay, então por que a Agenda Gayzistas põe uma mordaça nele? Por que a Agenda Gayzista descrimina gays que afirmam terem mudado?

3. Respondendo ao argumento: “A homosexualidade ocorre na natureza”. É divertido para refutar, porque é um argumento besta. Este argumento é uma falácia local chamada generalização precipitada, que é quando as conclusões não seguem de uma dada premissa. Só porque os animais fazem coisas estranhas com outros animais, isso não torna alguém normal por comportar-se da mesma forma.

Alguns animais:
Comem seu companheiro depois do sexo
Fazem sexo com seus filhotes
Fazem sexo sem o consentimento do parceiro (estupro)
Espancam seu parceiro durante o sexo
Comem seus filhotes quando se sentem ameaçados
Isso justifica este comportamento nos seres humanos?

4.Respondendo ao argumento de que “a culpa é da homofobia” para todas as coisas negativas que os homossexuais enfrentam na vida.

*Aqueles que desaprovam o comportamento homossexual são constantemente acusados de atos de violência contra gays, quando os fatos revelam que, na verdade, os gays são os maiores agressores de homossexuais.

*Jornal da Violência Interpessoal: conflito e violência nas relações lésbicas: 31% relataram um ou mais casos de abuso físico, o que é muito maior do que em ralacionamentos heterossexuais. Em uma pesquisa com 1.099 lésbicas, “mais da metade relataram que haviam sido abusadas por uma ex-amante do sexo feminino ou parceira”

*O Jornal de Consultoria e Psicologia Clínica descobriu que 37% haviam sido agredidos fisicamente e que 32% haviam sido estuprados ou sexualmente atacados. A incidência de violência doméstica entre homossexuais é quase o dobro do que na população heterossexual

*O que diria o lobby gayzista se cristãos renascidos fossem os principais serial killers do país? Você acha que talvez isso seria considerado uma evidência de que há algo intrisecamente errado com o cristianismo que crê na Bíblia?

*Bem, os principais serial killers não são “homofóbicos” mas todos são homossexuais: Donald Harvey (37 assassinatos), John Wayne Gacy (33), Patrick Wayne Kearney (32), Bruce Davis (28), Dean Corli, Elmer Wayne Henley, David Owen Brooks (27), Juan Corona (25), Jeffrey Dahmer (17), Stephen Kraft (16), William Bonin (14).

*Um estudo de 518 assassinatos em massa ralacionados ao sexo nos Estados Unidos em um intervalo de 17 anos determinou que 68% das vítimas foram mortas por homossexuais. Eles representam 2-3% da população, cerca de 10% de acordo com algumas estimativas de esquerdistas, e ainda assim eles representam 68% dos assassinatos em massa relacionados ao sexo. Você acha que talvez, isso nos diga que há algo íntrinsecamente de errado com o comportamento homossexual?

Depressão, alta taxa de suícidio e alta taxa de abuso de entorpecentes na comunidade homossexual é culpa da homofobia

*Eu não vou te aborrecer com todos os estudos que comprovam as altas taxas, porque eles são bem aceitos de ambos os lados. No entanto, em alguns desses estudos, se as razões para a tentativa de suicídio estavam ligados à homossexualidade, 2/3 dessas tentativas de suicídio foram devido ao término do relacionamento (e não da pressão de heterossexuais que desaprovam o comportamento homossexual)

* Drs. Bell & Weinberg descobriram que o término do relacionamento é o responsável pela maioria das tentativas de suícidio.

* Se ser um cristão renascido fizesse você estar mais propenso a cometer suícidio, seria razoável culpar os homossexuais ou nossos críticos esquerdistas, ou seria mais prudente assumir os altos índices de suícidio como um apontamento de que há algo de errado relacionado ao Cristianismo?
Homofobia é uma sociedade culpada pelos altos índices de DSTs entre os Gays porque se a sociedade permitisse o casamento gay, haveria menos promíscuidade.


*Dados da Holanda põe em dúvida esta afirmação - lá o casamento gay esteve legalizado por quase 15 anos. É a sociedade mais pró-gay no mundo. No entanto, eles atestatam em documentos uma promiscuidade extrema e persistente na população homossexual comparada com a população heterossexual (de acordo com um artigo de 2003 na revista médica AIDS). A duração média de relacionamentos estáveis é de dois anos, e estes tem uma média de 8 parceiros sexuais casuais anualmente (aqueles sem um parceiro fixo tiveram uma média de 22 parceiros sexuais casuais por ano)

*Drs. Bell & Weinberg, em um estudo clássico sobre a homossexualidade, descobriram que 43% dos homens brancos homossexuais tiveram relações sexuais com 500 parceiros ou mais, e que 28% tiveram 1000 ou mais parceiros sexuais.

*Agora, se você é um fornicador heterossexual que está tendo relações sexuais com centenas de parceiros diferentes a cada ano, você realmente acha que, se nós lhe dermos uma certidão de casamento, você de repente de uma hora pra outra, vai ser fiel e ter auto-controle? Os lobistas gayzistas estão se enganando ao pensar que, se dermos a dois gays a certidão de casamento, eles vão ser menos promíscuos. Por uma questão de fato, em um livro chamado The Male Couple, os autores McWhirter e Mattison relatam que em um estudo de 156 homens em relações homossexuais, todos os casais com um relacionamento que durou mais de cinco anos, incorporaram algumas condições para o sexo fora do relacionamento.

*Se previnir a promiscuidade gay é um argumento para o casamento homossexual, esse também é um argumento para banir a legislação homossexual porque isso previne a promiscuidade muito mais efetivamente do que o casamento gay (a Árabia Saudita, afinal, não tem nenhuma epidemia de AIDS).

5. Respondendo o argumento de que “Se gays podem adotar crianças, eles também devem poder se casar.”

* Falácia naturalista: só porque a adoção feita por gays é permitida, isso não significa que ela deveria ser feita.

* A legalização de um tipo de abuso infantil não justifica o outro.

*Uma das razões pela quais gays não deveriam poder adotar crianças é porque isso prejudica muitas dessas crianças.

*Seria negligência não dar ouvidos para as estatísticas chocantes de abuso infantil perpetrado por homossexuais, porque eu acho que é uma das mais fortes evidências de que a homossexualidade é um estilo de vida perigoso e auto-depreciativo.

*The Journal of Sex and Marital Therapy, 1992: metade das crianças molestadas sexualmente foram molestadas por homossexuais

* Archives of Sexual Behavior, 2001: 46% dos homossexuais masculinos e 22% das lésbicas relataram terem sido molestados sexualmente por homossexuais na infância

* Filhos de pais homossexuais têm um risco 50 vezes maior de sofrer incesto

*Homossexuais são responsáveis por cada agressor que molesta sexualmente em média 150 meninos em comparação com a média de 19 meninas molestadas por cada agressores heterosexual

*No Archives of Sexual Behavior, 86% dos crimes sexuais contra homens são feitos por homossexuais ou bissexuais assumidos.

Lidando com o argumento padrão da Agenda Gayzista

A tática padrão de debate da Agenda Gayzista: “Quando tudo falhar, aja como uma criancinha e xingue-os.”

Falácia lógica chamada “ad hominen abusivo”

Estúpido

Ilógico

6. Respondendo o argumento de que “toda moralidade é relativa” e “nós temos que separar a igreja do estado”

Refutação

Se a moralidade é relativa, como podemos condenar
1. A queima de bruxas
2. A Escravidão
3. O espancamento de gays
4. A remoção do clitóris de menininhas árabes
5. O Homicídio de médicos que fazem abortos???

Para se ter algo como direitos humanos, o mal, e a justiça, devemos ter:
¨ Critério Universal – transcende o tempo e as fronteiras
¨ Critério Objetivo - não apenas interno, mas internalizado
¨ Revelação natural (auto-evidente) - agentes morais sadios devem ter a consciência de certo e errado internalizada (consciência funcional)
¨ Transcendencia - Deus é uma pré-condição necessária para a moralidade

O melhor argumento para a verdade do cristianismo é que sem o cristianismo, não pode haver a verdade moral absoluta - a moralidade e a justiça seriam relativas. No entanto, ninguém é mais dogmático e preconceituoso que o ativista homossexual que protesta quando gays tem o emprego negado, quando o casamento gay é proibido, ou quando gays tem o direito de adotar crianças negado ou de guiar escoteiros na floresta em acampamentos. O ativista gay deve assumir que ele está argumentando contra: a verdade moral absoluta, a fim de tentar derrubar o cristianismo, sem o qual não pode haver nenhuma verdade moral absoluta. Existe um critério de certo e errado que transcende as nossas opiniões pessoais, e este é eterno, critério objetivo que o nosso Criador nos responsabilizará no dia do Juízo Final. (Veja http://rightremedy.org/booklets/47 para apresentação mais detalhada desse argumento.)

7. Refutando o argumento de que “A Biblia justifica a homossexualidade.”

Vamos abordar este argumento bíblico que os ativistas gays estão ajustando as suas críticas, uma vez que está se tornando cada vez mais comum: “A Bíblia prega o amor e a tolerância.”

- “Deus aceita aqueles que O temem, e praticam o bem.” Atos 10

- A Bíblia condena a homossexualidade toda vez em que é mencionada.

¨ Razão apresentada para a destruição de Sodoma e Gomorra. Comentário de Judas, versículo 7: “Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregue à fornicação como aqueles, e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno.”

¨ I Coríntios 6 "Homossexuais não herdarão o reino de Deus ... E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus.

*Romanos 1 - Atos homossexuais são chamados de “paixões infames ... até as suas mulheres mudaram o uso natural no que é contrário à natureza, e do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua luxúria uns com os outros, homens com homens fazendo o que é totalmente inadequado, e recebendo em si mesmos as conseqüências que merecem.”

Os gayzistas refutam com: “Você é um hipócrita, se você condena gays com Levítico e come camarão?”

(Levítico 18 e 20) Os mandamentos cerimoniais e alimentares revelados no Monte Sinai eram para os judeus. Estes se tornaram opcionais no Novo Testamento considerando que a lei moral existia antes do Monte Sinai e foi reiterada no Novo Testamento

Refutação do argumento: “Não julgueis, para que não sejais julgados”

*Mateus 7:1-5 proíbe o julgamento hipócrita “Não julgueis, para que não sejais julgados, porque com o juízo com que julgardes sereis julgados. … Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão.”

*Cristãos são guiados pelo “julgai segundo a reta justiça” em João 7:24, I Corintíos 2:15 e 6:2-3

* Os homossexuais são igualmente taxativos, apenas se diferem nos critérios que são contraditórios e auto-refutáveis

*O conflito é, no final das contas, o conflito de Adão e Eva no Jardim do Éden: "Qual critério devemos seguir?" A Palavra de Deus ou as mentiras do diabo.

* Submissão a Deus vs Rebelião, tanto individualmente e como nação. “Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor”, mas “os ímpios serão lançados no inferno, e todas as nações que se esquecem de Deus.”

*Propaganda é como a escuridão, e não pode suportar a luz. Na minha experiência, os defensores da propaganda homossexual são covardes habituais e não estão dispostos a debater abertamente o assunto. É muito mais fácil simplesmente xingar-lhes a distância.

Fonte: http://rightremedy.org/tracts/376

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Oposição à ideologia gayzista

Jargão e Obscurantismo

A aparente ininteligibilidade da ideologia de gênero é, muitas vezes, perdoada por ser apenas mais outro exemplo de conceitos e linguagem difíceis, estes necessariamente empregados por pensamentos de alto nível de abstração. Por exemplo, um membro da lista QSTUDIES escreveu: “Há uma tendência entre os teóricos de todos os tipos de se perderem na meta-discussão. Cobrar esta autocrítica especificamente dos teóricos de gênero é receber nada em troca.” Outro colaborador escreveu: “Você não tem que ser anti-teoria, todavia, para ser crítico de uma teoria que é obscura e desnecessariamente recheada de jargões”. Outro escreveu: “A sugestão a ser feita é a de que seja realizado o trabalho de “traduzir” a ideologia de gênero, despindo-a do academicismo, e eu aplaudo esse esforço, porque isso ajudará qualquer homossexual a dar sentido à sua condição.” E outro escreveu: “Se [Daniel Harris, que infligiu uma fraude à Lista] queria criticar ‘a ideologia de gênero’ pelo uso de termos complicados que causam confusão, ele poderia ter redigido um artigo mais perspicaz acerca de como explorar as questões que estavam a surgir, na tentativa de traduzir-se a ideologia de gênero em um vocabulário mais acessível.”

Eu simpatizo com qualquer apelo por uma maior clareza, mas inquiro-me se a abstração em si mesma caracteriza com precisão a natureza do discurso da ideologia de gênero. Parece-me que há uma diferença marcante entre a tradição analítica da filosofia tradicional e da postura "teórica" do discurso da ideologia de gênero pós-moderna. Livros de elevado nível sobre filosofia, economia e sociologia, muitas vezes são de fato sem substância, e com frequência fazem uso de jargões. Mas eles também têm um grande cuidado para definir seus termos da forma mais precisa quanto possível. Muitos dos termos técnicos que eles empregam - por exemplo, instanciação ou explanação - podem ser encontrados normalmente em um dicionário decente e, geralmente, são usados na forma precisamente definida no dicionário. Estritamente falando, o discurso filosófico tende a ser difícil, ao invés de ser ininteligível.

Este não é o caso do discurso da ideologia de gênero. O discurso pós-moderno da ideologia de gênero é repleto de termos que significam quase o exatamente oposto do que eles normalmente significam (por exemplo, “genealógico” no sentido não-genealógico de Foucault, ou “imaginário” no sentido não-imaginário de Lacan), e, muito frequentemente, o uso especializado de tais palavras aparentemente comuns é deixado indefinido, ou a fonte utilizada não é mencionada. O problema de o jargão ser especialmente difícil na ideologia de gênero não é porque nós nunca ouvimos falar nessas palavras antes, pois muitas das palavras são comuns, mas a forma como elas são empregadas é excessivamente esquisita.

O discurso da ideologia de gênero desestabiliza regularmente a gramática, por exemplo, usando os verbos e adjetivos como substantivos, e substantivos como verbos. Um exemplo comum é a frase “blacks are othered by whites.” Esta técnica é frequentemente combinada com truques tipográficos e de ortografia estranha. Por exemplo, uma discussão sobre interpretar a mãe como Other resultando na palavra “(m)othered”. Não é de estranhar que este tipo de prática tem sido criticado como desempenho virtuosístico, em vez de uma análise cuidadosa.

Às vezes me pergunto se o repertório de sapateado que parece abranger a ideologia de gênero tem realmente qualquer conteúdo intelectual. É a teoria genuína - ou é apenas a práxis sem teoria? Elizabeth Meese em um artigo intitulado “Theorizing Lesbian: Writing — A Love Letter” (de seu livro (Sem)erotics: Theorizing Lesbian Writing) escreve assim:

    “Por que é que a lésbica parece uma sombra - uma sombra com/na mulher, com/por escrito... Uma sombra de quem eu sou que atesta a minha existência estar lá, eu nunca estou com/fora esta lésbica. E estamos sempre transformando, desta maneira e daquela, em um lugar e no outro...o que poderia ser a auto-bio-grafia desta figura, deste escrito “lésbica”? A palavra, a letra L, e a lésbica desta auto-biografia, este autó-grafo? gosto da letra L, que contém a sua própria sombra, faz e é composta de sombra, de modo que não pode de-cifrar a coisa a partir de sua reflexão...Como então começar a dizer que lésbicas: a escrita é, para escrever a sua história, para falar da letra da carta?” 

Como é que é? Qual é a diferença entre as palavras “auto-bio-grafia” e “auto-biografia”? Como é que eles diferem da palavra "autobiografia"? Será que Meese usa os hífens, porque ela não acha que não somos inteligentes o suficiente para entender a etimologia da palavra? Se assim for, por que ela coloca hífen na palavra diferentemente, aparentemente no mesmo contexto? Existe alguma maneira possível no qual nós poderíamos imaginar que a palavra “de-cifrar” pode ter um significado diferente da palavra “decifrar”? Será que a letra L tem uma sombra? Se assim for, ela tem mais sombra do que a letra S? Será que isso importa? Será que uma Safista têm menos sombra do que uma lésbica? Será que o substantivo composto “lésbica: escrita” tem um significado particular, porque o cólon é separado por espaços entre os seus elementos? Se isso acontecer, porque Meese não nos diz?

Se você não parar de ler depois dos primeiros parágrafos deste tipo de coisa (não é uma brincadeira - embora certamente se pareça com uma), você acabará por vir ao ponto central da questão sobre lésbicas serem semanticamente subjugados pelo sistema falo-logo-centrico, uma teoria apoiada por citações de Derrida, Lacan, Luce Irigary e Monique Wittig: o tipo habitual de coisa que é simultaneamente a premissa e a conclusão da teoria de gênero.

Este exemplo de Meese é um exemplo extremo desse discurso, mas não é de forma alguma um caso isolado. É parte de uma tendência geral na ideologia de gênero atribuir à mera tipografia um significado e um poder que ela realmente não possui.

Meese continua, em uma passagem especialmente relevante para a compreensão da natureza da “teorização” da ideologia de gênero:

    “Teorização lésbica é sempre ao mesmo tempo teórica e ‘pré’-teórica: o escritor se comporta como se soubesse o que a lésbica é, no que implica teorizar sobre o lesbianismo, apesar do que Mary Daly e Jane Caputi denominam ‘selvageria’, o que ‘não é contabilizado por quaisquer teorias conhecidas’. O ‘pré’-teórico da teorização lésbica é e não é um ‘pré’ - no seu caminho para se tornar algo em si mesmo, é e não é uma etapa de antecipação antes da letra – um ‘pré’-, à espera de ser ‘pós’ -. a escritora lésbica apresenta seu tema como (o) Único, na ausência de outros.”

Que tipo de escrita pré-pós-púbere é esta? Se usarmos isso como um exemplo, então considero que podemos perceber que não há como reescrever isso de uma maneira menos rarefeita ou mais inteligível e acessível: se isso fosse “traduzido”, isso simplesmente deixaria de ser ideologia de gênero. Simplesmente não há meios de se sentar com Meese e dizer, “deixe me ajuda-la a editar isso para que fique mais claro.” Ela jamais permitiria que alguém desatasse seu nó. O ponto que quero enfatizar é que reinvindicações justas por esclarecimentos só podem ser aplicadas a analises convencionais – e ideologia de gênero é uma categoria completamente diferente. A teoria da ideologia de gênero não é nem uma ánalise e nem uma atitude. Sempre que alguém disser que vai “re-teorizar” algo, você já sabe que tem problema à vista. “Teorizar” significa basicamente “deixar as coisas mais obscuras”.

O que muitos apologistas da teorização da ideologia de gênero falham em reconhecer é que a obscuridade dessa teoria não é o resultado da falta de habilidade de escrita, mas uma estratégia deliberada para (A) confundir o oponente para supera-lo, (B) para simbolizar seu status e solidariedade com o grupo, e (C) minar a fé na linguística “representando” o que se diz ser uma característica do patriarcado tradicional. A denominação “obscurantista” parece apropriada: teorias da ideologia de gênero não são apenas obscuras, mas deliberadamente obscuras.

Apelar para a acessibilidade e a clareza é perder o foco: o teórico da ideologia de gênero escolhe deliberadamente a complexidade em vez da clareza em seu discurso, na crença equivocada de que a clareza perpetua reducionismo/essencialismo/idealismo. Devemos ter em mente que não estamos falando sobre o velho problema do jargão acadêmico, mas sobre o recente surgimento específico da escola franco-americana de desconstrucionismo/estruturalismo/construcionismo social. Teóricos da ideologia de gênero pertencem à escola da teoria do discurso (Derrida, Foucault et al. ). Ao contrário de grandes pensadores do passado (e do presente), os membros desta escola não só empregam neologismos, mas abstém-se regularmente de defini-los. Dada a escolha entre duas palavras, o teórico da ideologia de gênero vai sempre escolher a palavra que não está no dicionário. O maior elogio que um teórico gayzista pode desejar é que o seu discurso ilustra uma “pirotecnia verbal”, por neologismos e palavras criadas apenas para uma única ocasião são o nome do jogo (eu quase chamaria isso de “lúdico”).

O princípio fundamental da teoria da ideologia de gênero é “teorizar”, em vez de comunicar o conhecimento. Seu objetivo não é descobrir verdades e realidades e todo aquele lixo essencialista/empirista (“conhecimento inexistente”), mas desconstruir o discurso, transformando todas as dúvidas sobre questões concretas em uma dúvida sobre questões estratégicas. A teoria gayzista é mais um exercício de ideologia do que comunicação propriamente dita; muitos praticantes vão admitir que é uma estratégia na luta de classes pela hegemonia: o objetivo não é a análise em si, mas a análise como uma ferramenta para a mudança social.

Teóricos gayzistas e teóricos culturais passaram a dominar os departamentos acadêmicos outrora conservadores, e eles não são susceptíveis a atender às solicitações para que escrevam de forma mais inteligível para não-acadêmicos e colegas que não sejam teóricos do gayzismo. A teoria gayzista vai perder o seu poder se cair nos antigos e chatos “Estudos Gays e Lésbicos” e no empirismo maçante que lida apenas com fatos. Eu não estou completamente certo de que teóricos gayzistas percebam que a auto-imitação tornou-se auto-paródia, e que mais e mais pessoas tem uma suspeita de que todo o brilho com que descrevem a roupa do imperador não nos cegará de sua nudez.

O Binário Homossexual/Heterossexual

Teóricos gayzistas muitas vezes afirmam que “a homossexualidade exclusiva é uma margem conceitualmente necessária para qualquer noção de heterossexualidade compulsória. É o “outro” culturalmente necessário, isso existe como um foco de resistência nas relações de poder que produzem tanto a si mesmo e a heterossexualidade.” Isto soa muito bem e teórico, mas eu acho que isso nunca foi verdade.

A posição psicológica/sociológica que o “eu” cria o “outro”, a fim de definir-se pode ser verdade de maneira genérica, mas a exatidão de como isso funciona em relação ao “homossexual” é problemática. A visão de que as pessoas heterossexuais se definem em relação aos homossexuais é uma afirmação teórica sem qualquer evidência histórica. Embora George Chauncey em Gay New York (1994) afirma que “em seu policiamento da subcultura gay a cultura dominante procurou acima de tudo policiar suas próprias fronteiras”, na verdade todo o seu livro é um amplo testemunho do fato de que a grande maioria das pessoas comuns ou eram indiferentes ou apenas curiosas sobre a teoria gayzista. A maior parte do policiamento ele cita quase não teve qualquer efeito sobre homossexuais, muito menos sobre heterossexuais. A grande maioria das pessoas comuns no passado (e ainda hoje) eram indiferentes ou apenas curiosas sobre o gayzismo: elas certamente jamais os obrigaram a criar suas próprias identidades sexuais. No caso das mulheres, há realidades fisiológicas, tais como a menstruação e a gravidez, que muitos têm usado como base para a definição de sua sexualidade sem recorrer à existência de lésbicas, a fim de se definir.

Os registos judiciais e da literatura médica antiga demonstram diversas vezes que a existência de gayzistas vem como uma grande revelação para a maioria das pessoas, a maioria dos quais nunca tinha ouvido falar de tais coisas, e nem mesmo pensava sobre a possibilidade de tais coisas. A sociedade heterossexual na maior parte da história dificilmente saberia qualquer coisa sobre a sociedade gayzista se não fosse por escândalos ocasionais expostos em jornais e tribunais - e ainda assim eles conseguiram viver felizes (ou infelizes) na vida conjugal e ter famílias sem tal conhecimento do “outro”. Na verdade, ao invés de explorar o “outro”- definindo o potencial de escândalos gayzistas, as autoridades muitas vezes tentou abafa-los quando eles percebem quantas pessoas, alguns de destaque, seriam implicados neles. O “policiamento das fronteiras” consiste principalmente de repressão esporádica no vício quando se corre o risco de ficar fora de controle ou de denegrir a imagem pública de uma cidade quando esta se prepara para patrocinar jogos atléticos internacionais ou feiras. Ao longo da história as pessoas e subculturas gayzistas foram ativamente escondidas de vista, de modo a não comprometer a definição das pessoas normais e da cultura.

Mecanismos de controle social e de estruturas de poder existiram tranquilamente ao longo da história, sem o modelo de uma estrita dicotomia ou binário heterossexual/homossexual. Os binários adulto/criança e masculino/feminino, para não mencionar senhor/escravo e binários de classe, são relações de poder suficientes para a construção da heterossexualidade sem trazer o conceito de homossexualidade.

A noção simplória de que alguém deve criar homossexuais a fim de se ter uma fronteira que é parte integrante da construção de heterossexuais, ignora completamente a longa história da repressão e da censura do conhecimento sobre o crimen nefandum ou peccatum mutum, o pecado mudo. A prática jurídica no início do século XVIII em Amsterdam é típica de muitos períodos e culturas: julgamento para os sodomitas eram assuntos secretos; quando sodomitas foram executados os documentos do estudo foram, por vezes destruídos para que nenhum registro permanecesse, a maioria dos sodomitas foi executada sigilosamente, ao invés de publicamente, assim como com outros criminosos; sodomitas que foram presos, foram mantidos escondidos em confinamento solitário nos porões das prisões, e não foram autorizados a misturar-se com outros prisioneiros ou de participar de trabalho penitenciário. Por exemplo, Jan Jansz, condenado em 1741 com a idade de dezessete anos, passou os seus 57 anos restantes sozinho em sua cela, sua existência é praticamente desconhecida, exceto para os estudiosos modernos. Como Jan Jansz serve de “exemplo negativo” para definir ou reforçar a normalidade?


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