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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

O porquê do homossexualismo ser insustentável

Por Joseph Sciambra

Segundo um estudo em torno homossexuais masculinos sexualmente activos e residentes em Ontário (Canadá), de todos os novos casos de infecções com o HIV, “51%  foram através do sexo anal com o uso do preservativo e16%  através do sexo oral.” (1). O mesmo relatório apurou que “O falhanço do preservativo é frequentemente devido à rotura e à derrapagem, e por vezes (mas nem sempre) devido ao uso não-óptimo.”

Esta é a triste situação em que estamos porque os preservativos são mais susceptíveis de se romperem quando são usados analmente em oposição ao uso vaginal. De facto, a FDA nunca chegou a "esclarecer ou aprovar qualquer tipo de preservativo para uso especifico no sexo anal”. Isto é o que o site da FDA diz (2):

É mais provável que os preservativos se rompam durante o sexo anal do que durante qualquer outro tipo de actividade sexual devido à maior quantidade de fricção e de outro tipo de stress envolvido.

Para além disso, devido a  natureza frequentemente agressiva e até violenta do sexo homossexual masculino, o trauma anal, não só o rompimento do preservativo, é passível de ocorrer . Num estudo similar ao estudo Canadiano, pesquisadores Suíços apuraram que 28% dos homens homossexuais reportaram terem "trauma sexual passivo". (3)

Apesar disto, um argumento crucial em favor do "casamento" homossexual tem sido o de que a estabilidade dos emparelhamentos monogâmicos legalmente reconhecidos entre os homens homossexuais terá o efeito de baixar as taxas de contágio junto da população homossexual masculina. No entanto, outro estudo subverte por completo este argumento:. Numa pesquisa levada a cabo junto de duplas homossexuais, os pesquisadores apuraram que:

A maioria das duplas [homossexuais masculinas] permitia o sexo com parceiros externos. De modo geral, 65% dos homossexuais da amostra envolveu-se em
UAI [="unprotected anal intercourse"] com o parceiro primário.... Entretanto, 22% da amostra envolveu-se em pelo menos um episódio de UAI com um parceiro sexual externo, metade dos quais parceiros externos com um estatuto discordante ou desconhecido em relação ao HIV. (4)

Portanto, a psique dos homens homossexuais, que está pré-disposta para a promiscuidade, irá reduzir ou anular qualquer suposto benefício do "casamento" homossexual.

Mas porque é que isto acontece? Eis o que posso afirmar tendo como base a minha [do Joseph] experiência: Especialmente durante os dias iniciais do meu estilo de vida homossexual, sempre tive atracção por aqueles homens que representavam, ou pareciam projectar, uma qualidade ou uma característica que eu acreditava não ter. Na maior parte das vezes, eu senti isto como uma força claramente indefinível de confiança, estabilidade e masculinidade.

Houve um homem em particular que - pensava eu - encapsulava as três. No entanto, o facto de ter estado com ele, ter tido relações sexuais com ele, não mudou a minha auto-percepção visto que o meu sentimento de inadequação (que levou à minha incomum necessidade de afirmação masculina) não estava de maneira alguma relacionada com ele; ele não me poderia fazer no homem que eu pensava que não era.

Creio que o rapaz perdido que se encontrava dentro de mim queria um pai, mas como alguém que tentava passar a ser um homem, eu não queria um pai. Provavelmente se esta tivesse sido uma relação heterossexual as coisas teriam funcionado visto que a natureza complementar entre o homem e a mulher satisfaz e preenche ambas as partes da biologia e da experiência humana.

Mas nós fomos atraídos um para o outro numa falsa atracção magnética apenas para nos apercebermos que, tal como dois pólos [iguais], nós repelíamo-nos. O novelista homossexual Andrew Holleran provavelmente explicou este drama trágico quando escreveu:

Com dois egos masculinos é muito complicado. Os homens pura e simplesmente não foram criados para se prostrarem perante outros homens.

Em conclusão, o homossexualismo masculino é totalmente insustentável, até mesmo dentro do contexto "sexo-seguro" profilático, porque as forças naturais em operação geram um situação física onde a lesão, mesmo as menores, é sempre uma possibilidade distinta e, desde logo, deixa ambos os parceiros abertos à infecção e à doença.

Para além disso, uma vez que a sexualidade homossexual masculina é inerentemente impulsiva, ascendendo e caindo tão rapidamente como uma erecção, o impulso para executar estes cenários, mesmo quando estão cientes dos riscos físicos, por vezes está significativamente para além do controle dos participantes.

No entanto, esta mesma sexualidade homossexual masculina está tão enraizada e é patologicamente motivada por desejos infantis tão distantes que muitos homossexuais masculinos podem até nem ter lembrança de alguma vez terem outro tipo de sentimentos; devido a isto é que muitas vezes eles acreditam de modo firme que eles nasceram assim.

Dois estudos mostram que traços de personalidade, associados a papéis sexuais infantis confusos, frequentemente determinam a participação em certos actos e hábitos homossexuais quando se chega à idade adulta:

...... o FGI [Freund Feminine Gender Identity Scale] (e muitos dos seus factores e items) está significativamente associado a preferência por sexo anal receptivo.” (5)

Dito de outra forma, rapazes que cresceram a exibir características femininas frequentemente passam a ser adultos que preferem sexo anal receptivo.

Num outro estudo parecido, “MIPs [male insertive partners] desejavam sexo onde eles eram dominantes e no controle, ao mesmo tempo que MRPs [male receptive partners] desejavam sexo onde eles eram dominados ou 'tomados'. O desejado diferencial de poder era evidenciado através do tipo de comportamento sexual e através do tipo de parceiros desejados. Estes dados salientam a importância do poder como motivador sexual." (6)

Consequentemente, os homens homossexuais estão constantemente a reencenar o enredo dominante-submisso - uma perversão da relação pai-filho - numa tentativa de lidar com as memórias dolorosas. Então, quando invariavelmente se envelhece, ocorre esta bizarra reversão: o rapaz passa a ser o pai e tem agora que assumir o papel contrário. O problema é que nunca se passa a ser um homem, mas tu tentas provar o teu ténue entendimento da masculinidade dominando os jovens e os sem-experiência.

Este é um ciclo vicioso horrível. Do ponto de vista fisiológico, os homens homossexuais não podem continuar neste caminho; a sua única esperança para uma saúde, paz e cura genuínas é através dum programa de vida onde inicialmente abraçam a castidade, e posteriormente o aconselhamento espiritual e psicológico seguido de terapia reparativa.

~ http://bit.ly/1UfWJrA

Referências:

1. “HIV Transmission among Men Who Have Sex with Men due to Condom Failure”
Robert S. Remis, Michel Alary, Juan Liu, Rupert Kaul, Robert W. H. Palmer
Published: September 11, 2014DOI: 10.1371/journal.pone.0107540

2. http://www.fda.gov/ForPatients/Illness/HIVAIDS/ucm126372.htm

3. “Over Half of MSM in Swiss Study Group Don't Know About HCV Infection”
ICAAC 2014 54th Interscience Conference on Antimicrobial Agents and Chemotherapy
September 5-9, 2014, Washington, DC

4. “Relationship characteristics associated with sexual risk behavior among MSM in committed relationships.”
Hoff CC1, Chakravarty D, Beougher SC, Neilands TB, Darbes LA.
AIDS Patient Care STDS. 2012 Dec;26(12):738-45. doi: 10.1089/apc.2012.0198.

5. “Effects of recalled childhood gender nonconformity on adult genitoerotic role and AIDS exposure. HNRC Group.”
Weinrich JD1, Grant I, Jacobson DL, Robinson SR, McCutchan JA.
Arch Sex Behav. 1992 Dec;21(6):559-85.

6. Damon, Will (2001). “The relations of power and intimacy motives to genitoerotic role preferences in gay men: A pilot study.” Canadian Journal of Human Sexuality. 2000 Vol 9(1) 15-30.

terça-feira, 14 de abril de 2015

CEO da Apple proclama que sua homossexualidade é um dom de Deus

por Kyle butt, M. A.
Traduzido por Hugues de Payens, original aqui.


Em outubro de 2014 Tim Cook, CEO da Apple, anunciou ao mundo que é homossexual. Admitidamente milionários em posição de destaque, CEOs, atletas e estrelas do cinema e da TV, regularmente “saem do armário” e declaram-se homossexuais, logo esta declaração não é uma surpresa. Cook fez uma declaração, entretanto, que é tão estranha e incorreta, que simplesmente não pode ficar sem resposta. Ele disse: “Então deixe-me ser claro: estou orgulhoso de ser gay, e considero ser gay um dos maiores dons que Deus me deu” (2014, emp. Added). De acordo com Tim Cook, sua homossexualidade é uma benção de Deus.
A compreensão equivocada de Tim, sobre Deus e Sua Palavra, não poderia estar mais distante da verdade. Temos discutido em inúmeros outros lugares o fato de que a homossexualidade é um pecado, tal como outros pecados sexuais: adultério, fornicação, zoofilia e pedofilia. E temos mostrado que não há nenhuma relação entre genética e homossexualidade (Miller and Harrub, 2004). É uma escolha, uma forma de vida pecaminosa, Não é algo que uma pessoa seja, é algo que uma pessoa escolhe fazer.
Como analogia, suponha que uma pessoa praticante de zoofilia (sexo com animais) estivesse afirmando que sua escolha sexual é um dom de Deus. Sua zoofilia o (a) colocou numa minoria e permitiu a ele (a) perceber as coisas da perspectiva de uma minoria. Sua zoofilia ajudou-o (a) a desenvolver sua resistência e fez dele (a) uma pessoa mais forte. Além disso, ele (a) espera pelo dia em que nosso país reconheça o direito das pessoas legalmente desposarem animais.
Embora aqueles que praticam a homossexualidade não apreciem tais comparações, os mesmos argumentos podem ser construídos tanto a favor da zoofilia como da homossexualidade. Uma pessoa poderia proclamar que não há nada que ela possa fazer em relação a sua preferência sexual por animais. Ela foi feita deste jeito. Ela ama animais, e esta é sua maneira de demonstrar este amor. Ele (a) não pode acreditar que pessoas sejam tão críticas e desafeiçoadas para proclamar que suas escolhas sejam pecaminosas ou erradas. Ele (a) está sendo perseguido por “intolerantes” que odeiam minorias tais como as que praticam zoofilia,
Alguém poderia fazer a mesma defesa para a pedofilia. A pessoa que se dedica a esta prática sexual poderia proclamar que não se pode ajudá-la. Deus a criou como pedófila. Ele (a) está feliz por Deus tê-lo (a) feito deste jeito, porque isto o (a) ajuda a compreender outras minorias tais como aquelas que praticam zoofilia ou homossexualidade. Isto deu-lhe resistência e ajudou a aprender a ser ele (ela) mesmo (a). Que espera pelo dia em que nosso país compreenda que alguém de 12 anos sabe o que quer e que deveria ser permitido à criança dar este consentimento.
Espero que você possa ver meu problema com a afirmação de Tom Cook. Uma coisa é viver uma vida espalhafatosamente pecadora de rebelião contra Deus. Uma outra coisa é proclamar que Deus “está te abençoando” por te dotar com um comportamento pecaminoso. Isto é o equivalente a um ladrão proclamar que “ser” um ladrão é a maior coisa que Deus já fez por ele, ou um mentiroso habitual proclamar que é grato por Deus tê-lo feito um mentiroso, ou um adúltero proclamar que Deus o abençoou com três namoradas além de sua esposa, ou um rapaz adolescente agradecendo a Deus por tê-lo feito promíscuo e dado a ele chance de ter sexo com uma fila de garotas.
Terá nossa nação Cristã desviado-se tanto do que Deus verdadeiramente diz na Bíblia que pode tolerar a declaração de que o estilo de vida de uma pessoa homossexual é um dom de Deus? Os Cristãos do Novo Testamento têm vivido tão distantes da Palavra de Deus que eles não podem reconhecer tal afirmação blasfema como a torção da verdade que ela é? A homossexualidade é um pecado, como o são outros pecados como mentira, adultério, trapaça, roubo, fraude, falatório malicioso, etc. Deus ama a todos os pecadores e deseja que todos sejam salvos. “É um dito fidedigno e digno de aceitação, que Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores” (Timóteo). Jesus Cristo morreu na cruz para salvar Tim Cook de sua escolha de ser homossexual, tal como Jesus morreu para salvar a cada um de nós de nossos pecados. Mas Jesus ordena, sim exige, que reconheçamos que somos pecadores e detenhamo-nos, que nos arrependamos de nossos pecados. Jesus claramente disse “... mas se não se arrependerem, todos vós perecerão” (Lucas 13:3).
Pode ser verdade que nossa cultura não mais reconheça o sexo antes do casamento como pecado, ou que o adultério seja pecaminoso, ou que a homossexualidade seja uma violação da lei de Deus. Mas proclamar, não apenas que estas ações não são pecaminosas, mas, que elas são dons de Deus, demonstra uma ignorância alarmante da natureza de Deus e Sua Vontade. Como escreveu o apóstolo João: “Se afirmamos que não temos cometido pecado, fazemos de Deus um mentiroso, e Sua palavra não está em nós” (1 João 1:10). As assombrosas palavras do profeta Isaías, escritas há mais de 2.700 anos, lembram-nos que a tática de Cook não é nada nova: “Ai daqueles que chamam o mal de bem, e o bem de mal, que mudam as trevas em luz e a luz em trevas, que tornam doce o que é amargo e amargo o que é doce. Ai dos que são sábios aos seus próprios olhos, e inteligentes em sua própria opinião” (Isaías 5:20-21).

Hugues de Payens

(Non nobis, Domine, non nobis, sed Nomini Tuo ad Gloriam)


Referências:

Miller, Dave and Brad Harrub (2004), “An Investigation of the Biblical Evidence Against Homosexuality,” Apologetics Press, http://www.apologeticspress.org/APContent.aspx?category=7&article=1401&topic=36.

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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Confissões dum homossexual recuperado

Num das maiores pesquisas levadas a cabo junto dos homossexuais Ingleses, os pesquisadores da Cambridge University apuraram que 12% das lésbicas e quase 19% das mulheres bissexuais reportaram problemas mentais, comparado aos 6% das mulheres heterossexuais.  Enquanto isso, 11% dos homens homossexuais e 15% dos homens bissexuais reportaram problemas, comparados aos 5% dos homens heterossexuais.

Segundo o estudo que foi publicado no Journal of General Internal Medicine, as lésbicas, os homens homossexuais e os homens e as mulheres bissexuais são 50% mais susceptíveis de reportar experiências negativas junto dos serviços de cuidados primários. O Professor Martin Roland, director do Cambridge Centre for Health Services Research, e que levou a cabo a pesquisa parcialmente financiada pela NHS juntamente com académicos da Rand Corporation e da Harvard Medical School.

Temos que garantir, ao mesmo tempo, que os médicos reconheçam as necessidades das minorias sexuais, e também que essas minorias tenham a experiência de tratamento que os outros pacientes.

Fonte

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Um homossexual que leu a notícia noutro blogue, comentou com as palavras que se seguem.
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Vivi como um homem homossexual durante 20 anos. Sim, essa vida é extremamente disfuncional. Deixei a sub-cultura homossexual e deixei de buscar homens porque me apercebi que isso não "ajudava" o meu estado mental, mas só o tornava drasticamente pior. Existe de facto uma desordem subjacente que o homossexuais tentam resolver. Os seus esforços, no entanto, estão condenados ao fracasso.

Colocando as coisas e forma simples. eles nunca chegaram a desenvolver a sua personalidade masculina. A atracção sexual é sempre em direcção a alguém do sexo oposto. Os homens homossexuais têm uma auto-identidade feminina porque eles não conseguiram criar uma divisão com as suas mães. Uma identidade distinta é formada muito provavelmente por volta dos dois anos e um pai ausente, distante ou indiferente é um pai que não permite que o filho forme uma identidade masculina.

As estatísticas confirmam esta ideia uma vez que houve um aumento considerável o número de homossexuais na Alemanha por volta de 20 anos depois da 2ª Guerra. Os rapazes criados por lésbicas são muito mais  susceptíveis de se identificaram mais tarde como homossexuais do que os rapazes que crescem em lares tradicionais, ao mesmo tempo que a taxa de homossexualismo em rapazes criados por dois homens homossexuais não é diferente do seu número na população geral.

O que a minha experiência no mundo homossexual me diz é que as pessoas mais saudáveis são aqueles que são novos nesse estilo de vida; o estilo de vida homossexual não produz felicidade e nem o prometido bem-estar. Quanto mais o homem se encontra nele, ou/e quanto mais activo ele é, maiores são as probabilidades de ter maiores problemas mentais. Esses problemas são o alcoolismo, o uso de substâncias, relacionamentos abusivos, comportamento de risco, depressão e pensamentos suicidas.

A degeneração parece aumentar nas vidas dos homens que entram nesse mundo. Eles rapidamente ficam desapontados e ficam em busca de excitações mais arriscadas e mais degeneradas. Não existem relacionamentos monogâmicos; em vez disso, os "parceiros" são parceiros na busca de outros parceiros sexuais, ou de drogas ou na execução de papéis ["role playing"]

Independentemente do que experimentam, nada parece reparar o que se encontra de errado neles; consequentemente, eles forçam ainda mais os limites. A morte e a violência parecem sempre ser o tema no final do caminho. Se a atracção sexual é a atracção para alguém do sexo oposto, e ela sempre é, então a excitação dessa atracção significa a morte do indivíduo.

A união com alguém do sexo oposto implica uma aniquilação. Os homens homossexuais vêem uma masculinidade superficial nos outros homossexuais, mas quando eles ficam a saber o real objecto da sua atracção, ficam revoltados com a natureza feminina - a verdadeira pessoa que eles não haviam visto previamente.

A vida dos homens homossexuais é uma série de desilusões ou, se eles são aqueles que inicialmente têm uma aparência feminina, uma série de rejeições. A desesperança da sua busca começa a pesar-lhes na alma, e o desespero leva a um aumento de problemas mentais. Contrariamente ao que diz a propaganda dos activistas homossexuais, "sair do armário" é o pior erro que um homem homossexual pode fazer.

Poucos homens homossexuais vivem até uma idade avançada. Aqueles que vivem são aqueles que, como Quentin Crisp, escolhem viver uma vida celibatária e deixam de se identificar como homossexuais. Alguns homens homossexuais não tomam esta decisão de um modo consciente, mas apenas abandonam esse estilo de vida. Alguns, devido às dificuldades da vida, e após descobrirem uma masculinidade interior que eles nunca haviam conhecido, uma forma diferente de lidar com o conflicto, as negociações e as amizades masculinas, desenvolvem uma identidade masculina num ponto mais avançado das suas vidas.

Eles descobrem também que não já não têm as antigas fixações e as antigas compulsões. Eles descobrem que, durante a maior parte das suas vidas, eles estiverem dentro dum tipo de stress pós-traumático. A maior parte dos homens homossexuais são homens que vivem num estado de histeria. Eles estão a tentar uma auto-reparação consumindo a masculinidade dos outros. Eles vivem vidas de profunda solidão.

Poucas palavras são partilhadas com os seus parceiros sexuais visto ser entendido a um nível subconsciente que eles não querem a ilusão da masculina dos outros destruída. A experiência já lhes ensinou que eles sentirão repulsa ou serão rejeitados, e como tal, as suas vidas têm que ser sempre fantasias solitárias.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Homossexualismo e o declive escorregadio

Por Bill Muehlenberg

Um disco riscado pode, sem dúvida, tornar-se enfadonho, e eu confesso que o fluir constante de evidências que eu ofereço em torno do declive escorregadio pode-se tornar cansativo com o passar do tempo. Mas a verdade importa, e enquanto os activistas continuarem a mentir em torno destes assuntos, continuarei a tomar uma posição pública de modo a fazer com que a verdade se propague.

Parece que foi há cerca de dois dias que ressalvei mais casos em torno dos direitos da pedofilia a serem defendidos como consequência do sucesso dos direitos da homossexualidade. Bem, foi mesmo há dois dias atrás. Depois disso, falei dos académicos Ingleses que estão a tentar avançar com a pedofilia como consequência das vitórias homossexuais do passado, e agora tenho que falar dos juízes Australianos que estão também a fazer a ligação entre o sucesso dos direitos do homossexualismo com a agenda da pedofilia.

Juiz Australiano correctamente ligou os pontos e disse que se o homossexualismo é hoje totalmente aceite, então porque é que o incesto e a pedofilia não são? Sim, ele realmente disse isso. Parece que o declive escorregadio que eu e outros temos estado a avisar está a ganhar forma bem em frente aos nossos olhos diariamente.

Eis aqui a forma como a história se desenvolveu:

Juiz de Sidney comparou o incesto e a pedofilia com o homossexualismo, afirmando que a comunidade pode deixar de ver o contacto sexual entre irmãos e entre adultos e crianças como "anti-natural" ou "tabu".

O juiz de Tribunal Distrital Garry Neilson disse que, da mesma forma que o sexo homossexual era inaceitável e criminoso nos anos 50 e 60 e é hoje amplamente aceite, "o júri pode não encontrar nada de sinistro no avanço dum irmão sobre a sua irmã mal ela esteja sexualmente madura, tenha tido relacionamentos com outros homens e esteja agora "disponível", não tendo um parceiro sexual".

Ele disse ainda que o único motivo devido ao qual o incesto ainda é crime prende-se com o facto dos elevados riscos de anormalidades genéticas nas crianças nascidas de relacionamentos consanguíneo, "mas até isso é colocado de parte devido à facilidade de acesso aos contraceptivos e ao aborto".

Os seus comentários atraíram muita atenção, mas por uma variedade de motivos. Algumas pessoas ficaram zangadas por ele se ter atrevido a comparar o homossexualismo com o incesto e a pedofilia. Aos seus olhos, não há nada de mal com o homossexualismo, mas os outros dois não estão correctos. Mas eles não estão a ver o ponto principal.

O juiz não estava assim tanto a comparar estas coisas afirmando - correctamente e logicamente, creio eu - que se nós, como sociedade, normalizarmos o homossexualismo, então os mesmos argumentos podem ser usados para normalizar as outras duas coisas. Ele apenas está a dizer como é que as coisas sâo neste sentido. Existe, de facto, um declive escorregadio em operação, e é difícil criminalizar estas outras duas prácticas quando já "progredimos" em assuntos como o homossexualismo.

Ele está apenas a revelar as coisas, e a dizer o que muitos de nós temos estado a avisar há décadas: mal nós normalizamos, legalizamos e conferimos direitos especiais a um tipo de comportamento sexual aberrante, é difícil dizer não fazer o mesmo para as outras formas de desvio sexual. Não é claro se este juiz na verdade quer ver o incesto e a pedofilia aceites como normais e totalmente legais, mas o que é claro é que ele correctamente vê a ligação que muitos outros recusam-se a aceitar.

Quando nós avisamos sobre o que aconteceria se fossem conferidos direitos especiais aos homossexuais, incluindo direitos de "casamento", e como isso iria abrir ainda mais a porta, os activistas despejaram sobre nós o seu desdém e o seu menosprezo. Acusaram-nos de alarmismo e de sermos mentirosos. Ora bem, quantos mais juízes Australianos e académicos Ingleses, e muitos outros, a dizer exactamente o mesmo será necessário antes de nos apercebermos que a porta está totalmente aberta, e muito provavelmente é impossível voltar a fechar a Caixa de Pandora?

O meu próximo livro terá dezenas de exemplos de tais coisas: o porco inteiro da sexualidade já foi defendido, seja ele o incesto ou o bestialismo ou o casamento em grupo ou a pedofilia.

E tudo isto está a acontecer porque os militantes homossexuais foram muito bem sucedidos em promover a sua guerra à sexualidade, à moralidade, ao casamento e à família.

O seu movimento foi o primeiro dominó a cair, e o resto parece estar a caminho. Quando até juízes e professores promovem a normalização destas coisas, então já não podemos ignorar as pessoas que nos avisam destas coisas, e chamá-los de malucos e mercadores do pânico.

Tudo o que podemos dizer é: "Nós bem vos avisamos".


* * * * * * *

Sempre bom levar em conta notícias como esta sempre que alguém alegar que o "declive escorregadio é uma falácia". Convém também levar em conta que o propósito final desta revolução sexual não é ajudar os homossexuais mas sim usá-los como pedra de apoio rumo ao domínio total da Esquerda..

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Porque é que as duplas homoeróticas se "divorciam" mais que os casais?

Por Jason Richwine

No blogue Power Line blog, o meu antigo colega na AEI, Steve Hayward, ressalva que o primeiro "divórcio" homossexual do estado do Indiana ocorreu há algumas semanas atrás. Será que as duplas homossexuais acabarão por se "divorciar" mais que os casais?

Steve justificadamente pondera que os cientistas sociais Americanos estarão dispostos a estudar a durabilidade dos relacionamentos homoeróticos, dada à caça às bruxas levada a cabo contra Mark Regnerus e contra outros que publicaram dados que colocam sob péssima luz tais relacionamentos.

Uma vez que Steve cita também a comoção em torno da minha pesquisa politicamente incorrecta (em torno da imigração), posso também apontar para alguns estudos em relação aos "divórcios" homossexuais que ocorrem no norte da Europa, onde as uniões homossexuais foram legalmente reconhecidas há mais tempo que nos Estados Unidos. Embora a pesquisa seja preliminar, os dados gerais demonstram que, sim, as duplas homoeróticas são mais susceptíveis de se "divorciarem" que os casais.

O melhor estudo que já vi focava-se na Escandinávia, onde as uniões civis homossexuais - essencialmente, são casamentos em tudo menos no nome - já são legais há cerca de 20 anos. Os autores tiveram acesso a dados administrativos ao nível da população que geraram uma amostra com mais de 1500 uniões homossexuais.

Depois de se controlar a idade, a região, o país, o local de nascimento, a educação, e a duração da parceira, as duplas homossexuais masculinas na Suécia eram 35% mais prováveis de se "divorciarem" do que os casais, e as duplas lésbicas eram 200% mais prováveis de se divorciarem. O facto de terem ou não terem filhos não fazia qualquer tipo de diferença nos dados relativos.

Estudos em torno das duplas coabitantes são menos informativas - não estou convencido de que os colegas de quarto platónicos tenham sido adequadamente excluídos da categoria de "duplas" - mas os resultados apontam na mesma direcção.

Na Holanda, por exemplo, os pesquisadores examinaram os registos fiscais bem como os registos populacionais como forma de localizar o estatuto da relação das pessoas que davam entrada a declarações fiscais, incluindo 731 duplas homossexuais. A taxa de dissolução para as duplas homossexuais não-casadas era mais de o dobro da taxa dos casais em regime de coabitação.

Um pequeno estudo levado a cabo junto dos coabitantes Britânicos apurou que, quando comparados com os heterossexuais casados, os coabitantes heterossexuais eram 2.7 vezes mais susceptíveis de se separarem no espaço de 5 anos, enquanto que os coabitantes homossexuais eram 5.25 vezes mas susceptíveis de terminar o relacionamento no mesmo espaço de tempo.

Na literatura Americana, normalmente por baixo das manchetes de estudos levados a cabo junto de amostras pequenas, existem alguns indícios de resultados semelhantes. Mas, de modo geral, será que os pesquisadores irão produzir estudos em larga escala aqui nos EUA?

E será que eles irão sugerir que os seus estudos podem ter implicações nas políticas levadas a cabo? Infelizmente, neste clima politico, tudo pode depender do tipo de resultados que forem apurados.

Fonte.

sábado, 7 de junho de 2014

Como o movimento homossexual ofende os negros


No dia 21 de Março de 2014 o Juiz Bernard Friedman (United States District Court for the Eastern District of Michigan) anulou e qualificou de "inconstitucional" a emenda de 2004 à Constituição do Michigan (aprovada por votação popular) que definia o casamento como a união entre um homem e uma mulher. O Juíz Friedman concluiu que manter os direitos de 2,7 milhões de votantes que votaram em favor da protecção do casamento não é "racional".

Cem pastores negros de Detroit afirmaram que esta decisão foi feita sobre a falsa aparência de que as pessoas de Michigan estão a discriminar contra os direitos civis dos homossexuais devido à sua"orientação" ou preferência sexual.

O Procurador-Geral de Michigan Bill Schuette já apelou da decisão de Friedman junto do "United States Court of Appeals" para o 6º Circuito, pedindo de forma bem sucedida ao 6º Circuito que mantivesse a votação de 2004 (com o nome de "Marriage Protection Amendment") temporariamente em efeito, esperando a decisão do tribunal de apelação.

Os pastores negros de Detroit sentem-se insultados com a decisão de Friedman e disponibilizaram-se para vocalizar a sua oposição junto do "U.S. Court of Appeals". De modo particular, os pastores sentem-se ofendidos com a comparação feita à redefinição do casamento com a luta pelos direitos civis dos negros. Stacy Swimp, fundador do "Revive Alive Missional Ministry", afirmou:

Quando foi que um membro da demografia lgbt sofreu um linchamento público, foi especificamente excluído de se movimentar em algumas vizinhanças, foi proibido de se sentar num júri e viu negado o seu direito de processar outra pessoa devido à sua preferência sexual?

O Pastor James Crowder ("St. Galilee Baptist Church" e presidente da "Westside Minister's Alliance"), deu também a sua opinião em relação à narrativa da orientação sexual ser um direito civil:

O Juíz Friedman está a sancionar a encenação duma história falsa. No palco, encontram-se vários actores que fingem que redefinir o casamento tradicional é algo tão válido como os negros que lutaram contra a escravidão e contra a humilhação das leis Jim Crow. Nunca fui tão insultado. A cortina tem que descer sobre esta encenação de má-informação.

Vários clérigos ordenados (das mais variadas denominações) já vieram a público revelar o seu apoio às lésbicas e aos sodomitas, alegando que a Bíblia nada ensina contra o homossexualismo e que Deus é amor e como tal não pode condenar um "acto de amor". O grupo de pastores negros de Detroit discorda de forma inflexivel. O Dr. Randolph Thomas, pastor-sénior da "Greater Bethlehem Church" e presidente da "Westside Minister's Alliance" afirmou:

Não seguiremos homens que preferem acreditar numa mentira do que na verdade. Não podemos e nem iremos apoiar pessoas que blasfemam de forma bem óbvia a Palavra de Deus e conduzem outras pessoas na direcção errada.

O grupo de pastores e líderes Cristãos negros de Detroit está a apelar aos Cristãos de todos os estados sob a jurisdição do Tribunal de Apelação de 6º Circuito a permanecerem com eles ao aproveitarem a decisão judicial, que lhes permite dar entrada a um amicus curiae. O Apóstolo Lennell Caldwell, pastor da "First Baptist World Changers International Church" em Detroit afirma:

Quem quer que se encontre em Michigan, Ohio, Kentucky ou Tennessee e quer que a sua voz seja representada, pedimos que aproveite esta oportunidade para lutar em favor do seu direito de liberdade religiosa e em favor da verdade de Deus.

(...)

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Ninguém nasce homossexual, afirmam psiquiatras

Uma declaração feita pelo "Royal College of Psychiatrists", de que as pessoas não nascem homossexuais, tem sido recebida por uma organização de caridade Cristã que ajuda os homens e as mulheres com atracção homossexual indesejada como uma "enorme admissão".

A organização "Core Issues Trust" (CIT), que está a fazer uma campanha contra a proibição à terapia que é oferecida às pessoas que voluntariamente queiram abandonar o estilo de vida homossexual,, afirma que a declaração mais recente do "Royal College" admite o que havia sido previamente negado. O director da CIT, Mike Davidson, afirma:

Eles afirmam agora que as causas do homossexualismo giram em volta duma combinação de "factores ambientais biológicos e pós-natais". Portanto, se a criança não tiver tal experiências pós-natal, ela irá crescer heterossexual.

Davidson afirma que não acredita que apesar desta admissão, de que ser homossexual não está fixo à nascença, o Royal College continue a apoiar a proibição da terapia de alteração da preferência sexual:

O "Royal College" modificou também a sua visão sobre a orientação sexual [sic] pode ser alterada, afirmando que, 'Não se dá o caso da orientação sexual [sic] ser imutável ou não possa variar ao longa da vida da pessoa'. Portanto, como é que estas declarações podem ser consistentes com uma proibição a pessoas que voluntariamente busquem aconselhamento profissional para alterar os seus indesejados sentimentos homossexuais?

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Mais um duro golpe para os engenheiros sociais que visam reduzir a natalidade promovendo o auto-destrutivo comportamento homoerótico.




quinta-feira, 29 de maio de 2014

As ameaças de morte feitas ao Dr Keith Ablow

Kirsten Andersen

O Dr. Keith Ablow tem sido o alvo de ameaças de morte devido à sua posição de que o assim chamado "transgenerismo" é algo sem fundamento científico que coloca crianças vulneráveis em risco devido a procedimentos cirúrgicos desnecessários e uma vida inteira de confusão. Mas o psiquiatra sediado em Massachusetts disse à LifeSiteNews numa entrevista exclusiva que ele continuará a falar a verdade, apesar dos perigos:

Tive que escolher entre dizer o que eu penso e ser empático para com todos, apesar das ameaças e apesar dos apelos provenientes de muitas pessoas exigindo que eu perca as minhas credenciais académicas. É importante continuar a falar deste tópico porque aparentemente, nos EUA existem milhares de crianças que estão a ser preparadas para serem submetidas a cirurgias plásticas extensivas que elas podem ou não precisar delas.

Ablow disse que o que causa a que uma pessoa sinta que está "presa no corpo errado" é uma questão que tem que ser "reaberta" pela comunidade psiquiátrica.

Como psiquiatras, nós não sabemos de onde as crenças fixas e falsas se originam... E se ficarmos a saber que as pessoas que pensam que estão presas no corpo sexual errado podem ser abordadas com algo mais que um bisturi, então nós, como disciplina, seremos responsáveis por não termos sido mais diligentes na busca das respostas em torno de onde isto vem.

No início deste mês, pouco depois da controversa lei da Califórnia permitir que os estudantes das escolas públicas escolham o seu género [sic] - independentemente da biologia -, e de permitir a livre escolha das equipas desportivas na qual se quer competir, para além de dar "liberdade" para escolher o género em qualquer outro tipo de actividade, inclusive as instalações sanitárias que se quer usar, Ablow atraiu atenção nacional com um editorial para a Fox News onde ele chamou a lei de "profundamente destrutiva" para as crianças.

A partir do dia 1 de Janeiro, os estudantes das escolas públicas da Califórnia poderão escolher qual das instalações sanitárias eles querem usar, bem como o balneário feminino ou o masculino que querem usar, tendo como base no que se sente no momento (fémea ou macho), quer se seja anatomicamente macho ou fémea.

Sei que outros psiquiatras podem não concordar, e sei que os activistas lgbt me irão criticar, mas eu acredito que permitir esta "escolha" é psicologicamente profundamente destrutivo, para todos os estudantes, incluindo aqueles que se identificam como transgéneros.

Sei que vou continuar a receber ameaças de morte e apelos para que eu seja despedido da minha posição de ensino por dizer o que disse visto que já suportei ambas.

Eu acredito que as crianças já têm que lidar com o suficiente, à medida que lutam para se sentirem confortáveis com os seus corpos, bem como com a noção da privacidade e as alterações finais em torno da sua puberdade, sem terem que lidar com a noção das suas almas terem nascido no corpo errado. Na
história do mundo não existem evidências suficientes em favor duma alma masculina ou feminina a nascer no género anatómico errado.

A LifeSiteNews entrou em contacto com o Dr. Ablow para lhe perguntar sobre as respostas às suas declarações, bem como para saber do porquê ele achar que foi necessário dar a sua opinião, independentemente das consequências. "A resposta [ao artigo] tem sido tremendamente positiva em várias formas" disse o Dr Ablow à LifeSiteNews, acrescentando que numerosas pessoas "expressaram o seu desalento em torno das implicações da lei."

Mas mesmo assim, disse o Dr Ablow, "uma minoria vocal tem sido extremamente negativa e ameaçadora, o que eu aprendi a esperar sempre que tento falar de questões em torno do comportamento transgénero duma forma que eu considero ser objectiva." Muitas dessas ameaças, disse Ablow, são graficamente violentas, "dizendo o que me fariam e de que forma isso deveria ser feito."

Ele disse à LifeSiteNews que, como psiquiatra, ele acha que tal reacção violenta a qualquer iniciativa que vise questionar a politica da identidade transgénera tem fundamento no medo.

Acho que estamos tão imersos neste assunto que as pessoas são muito avessas a re-examinar as implicações de fazer coisas tais como injectar crianças de 12 anos com doses maciças de hormonas como forma de parar a puberdade. Se viermos a descobrir que este trajecto não era defensível do ponto de vista científico, então isso terá implicações enormes para a medicina, para os pais, que conduziram as crianças para este caminho - e para a psiquiatria, por não ter sido mais vigorosa a exigir evidências científicas de que as pessoas podem nascer nos corpos errados.

Segundo Ablow, as implicações são também perturbadoras "para os próprios transgéneros."

Mal um médico - neste caso, penso eu, um médico equivocado - te diz que todo o teu sofrimento pode ser psicologicamente explicado porque nasceste num corpo que tem o sexo errado, dar essa perspectiva é quase uma questão de vida ou de morte. Logo, o abrigo desta explicação simplista - que estes pensamentos de que te encontras preso ao corpo errado realmente significa que estás no corpo errado - torna-se numa defesa contra questões mais profundas que precisam de mais análise, e as pessoas não querem enveredar por esse nível de auto-examinação.

Questionado se ele sente que está a colocar a sua segurança em risco por falar deste tópico altamente controverso, Ablow respondeu:

Eu levo a sério todas as ameaças à minha vida, e tomo algumas precauções. ... Mas sinto algum conforto em pensar que, estatisticamente, as pessoas que fazem barulho na internet são menos susceptíveis de levar a cabo algum tipo de acção.

Ablow fica preocupado com "as inúmeras crianças americanas a quem está a ser dito que eles devem questionar se o seu género [sic] está para sempre estabelecido, quando na minha opinião está."
Existem muitos psiquiatras bem intencionados, e bem credenciados, que discordam, e eu percebo isso. Mas eu não entendo o porque deles não me entenderem. Dito de outra forma, eles deveriam estar mais abertos a mais diálogo. A noção de que, se tu sugeres isso, algumas pessoas dirão que tu deves morrer, e outras dirão que tu não deverias estar a ensinar numa universidade, e que tu deverias sentir como se tivesses que escolher entre ser ostracizado ou falar o que pensas, é uma tragédia.
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domingo, 18 de maio de 2014

A vida duma criança com duas "mães"


Dito de forma simples, crescer com pais homossexuais foi muito difícil para mim, e não devido ao preconceito dos vizinhos. ... Quando a tua casa é tão drasticamente diferente das casas à tua volta, e duma forma fundamental que incide nas relações físicas básicas, tu cresces duma forma estranha. Não tenho qualquer tipo de desordem mental ou qualquer problema biológico; eu apenas cresci numa casa tão fora do comum que eu estava destinado a crescer como um pária social.

Robert Lopez
Os meus semelhantes aprenderam as regras de conduta implícitas e a linguagem corporal dentro das suas casas; eles entenderam o que era apropriado em certas situações e o que não era; eles aprenderam tanto os mecanismos sociais tradicionais masculinos como os femininos. Mesmo que os pais dos meus pares se tivessem divorciado, e muitos tinham, mesmo assim eles cresceram a observar modelos sociais masculinos e femininos. Eles aprenderam, de forma típica, como ser corajoso e inabalável por parte das figuras masculinas, e como escrever cartões de agradecimento e ser sensível por parte das figuras femininas.

Claro que isto são estereótipos, mas eles são úteis quando inevitavelmente se abandona o conforto do casa-reboque da mãe lésbica, e se tem que trabalhar para sobreviver num mundo onde toda as pessoas pensam duma forma estereotipada - até os homossexuais.

Eu nunca tive uma figura masculina a quem seguir, e a minha mãe bem como a sua parceira eram ambas totalmente diferentes dos pais tradicionais ou das mães tradicionais. Como resultado, eu tive muito poucas dicas sociais reconhecíveis a oferecer aos potenciais amigos e às potenciais amigas visto que eu nem era confiante nem sensível aos outros.

Sem surpresa alguma, eu raramente fazia amigos, e facilmente alienava os outros. Os homossexuais que crescem em casas com pais heterossexuais podem ter problemas com a sua orientação sexual, mas no que toca ao vasto universo social de adaptações não relacionadas com a sexualidade - como agir, como falar, como se comportar - eles têm a vantagem de aprender em casa. Muitos homossexuais não se apercebem da bênção que é ser criado numa família tradicional.

A minha casa não era tradicional e nem convencional. Devido a isso, eu sofri de formas que é difícil para os psicólogos classificar. Tanto nervoso mas frontal, mais tarde eu seria considerado estranho mesmo aos olhos dos homossexuais e bissexuais adultos que tinham pouca paciência para alguém como eu. Eu era demasiado estranho para eles, como o era para os heterossexuais.

A vida é difícil quando se é estranho. Mesmo agora, eu tenho muito poucos amigos e frequentemente sinto-me como se não entendesse as pessoas devido as dicas sexuais não-mencionadas que todas as pessoas à minha volta, mesmo os homossexuais criados em lares tradicionais, tomam por certo. Embora eu seja trabalhador e seja uma pessoa que aprende depressa, tenho problemas dentro dos ambientes profissionais porque os colegas de trabalho acham que eu sou bizarro.

Em termos de sexualidade, os homossexuais que cresceram em lares tradicionais beneficiaram do facto de pelo menos observarem alguns rituais de cortejamento à sua volta. Eu não sabia como me tornar mais atraente para as raparigas. Sempre que saia da casa-reboque da minha mãe, eu era imediatamente classificado como um pária devido aos meus maneirismos femininos, roupas estranhas, pronúncia defeituosa, e estranheza. Sem surpresa alguma, eu acabei a escola secundária sendo ainda virgem, nucna tendo tido uma namorada, e em vez disso, tendo ido a 4 bailes de formatura como um amigo próximo contador de piadas que apenas queria alguém que lhe ajudasse a obter uma limusine.

Quando entrei para a universidade, eu rapidamente activei os detectores de homossexuais (inglês: "gaydar") de todos, e o grupo lgbt da faculdade rapidamente caiu sobre mim, afirmando que estavam 100% certos que eu era homossexual. Quando eu me assumi como bissexual, eles disseram que eu estava a mentir e que eu apenas ainda não estava pronto para me assumir como homossexual.

O SUBMUNDO HOMOSSEXUAL

Assustado e traumatizado com a morte da minha mãe, deixei a faculdade em 1990 e caí no que só pode ser classificado de submundo homossexual. Coisas terríveis aconteceram comigo por lá.

Só quando tinha 28 anos é que subitamente dei por mim numa relação com uma mulher... Eu identifico-me como bissexual porqur seriam necessárias várias novelas para explicar o porque de ter acabado como "heterossexual" depois de quase 30 anos como homem homossexual. Não tenho vontade de lidar com activistas homossexuais a investigar-me da mesma forma que eles se envolvem e missões de "busca-e-destruição" contra os ex-homossexuais, "enrustidos", ou "homocons" [conservadores homossexuais].

Mark Regnerus
Embora eu tenha uma biografia particularmente relevante para os assuntos homossexuais, a primeira pessoa a entrar em contacto comigo, agradecendo-me por partilhar a minha perspectiva dos assuntos lgbt, foi Mark Regnerus num email com a data do dia 17 de Julho de 2012. Eu não fiz parte do seu estudo gigantesco, mas ele reparou num comentário que eu deixei num site em torno do estudo, e tomou a iniciativa de dar início a correspondência por email.

Já vivi 41 anos e ninguém - muito menos os activistas homossexuais - quis falar comigo de forma honesta acerca dos complicados tópicos homossexuais da minha vida. Só por esta razão, Mark Regnerus merece créditos - e a comunidade homossexual deveria agradecê-lo em vez de tentar silenciá-lo.

O estudo de Regnerus identificou 248 adultos que haviam sido educados por duplas homossexuais. Levados a dar uma resposta franca com a vantagem de já serem adultos, eles deram testemunhos pouco favoráveis em favor da agenda da igualdade do casamento [sic] homossexual. No entanto, os resultados tem o apoio duma coisa importante na vida chamada de senso comum: crescer duma forma diferente das outras pessoas é complicado e as dificuldades aumentam o risco da criança desenvolver desajustes  ou o risco de se auto-medicar com álcool e outros comportamentos perigosos. Sem dúvida que cada uma das 248 histórias humanas tinha muitas complexidades.

Tal como a minha história, a história destas 248 pessoas merece ser contada. O movimento homossexual está a fazer de tudo para que ninguém oiça estas histórias, mas eu preocupo-me mais com as histórias do que com os números (especialmente como professor de Inglês), e, sem ser a sua vontade, Regnerus deparou-se com uma narrativa preciosa como uma arca de tesouro.

Porquê, então, o código de silêncio por parte dos lideres lgbt? De onde me encontro, só posso especular. Valorizo muito a memória da minha mãe, mas não poupo palavras quando descrevo o quão duro foi crescer num lar homossexual. Estudos prévios examinaram crianças que ainda viviam com os seus pais [sic] homossexuais, e desde logo, eles não eram livres para falar, governados que estavam (tal como todas as crianças) por sentimentos de piedade paterna, culpa e medo de perder as suas mesadas. Por tentar falar de forma honesta, eu fui literalmente reprimido durante décadas.

SEXO DOENTIO LEVA A DOENÇAS

Especialmente prejudicial é a atitude liberal [esquerdista] de que não deveríamos fazer juízos de valor em relação ao sexo. No mundo homossexual de Bronx, eu limpei apartamentos suficientes de homens que morreram de SIDA para entender que resistir a tentação sexual é central para qualquer tipo de sociedade humana. O sexo pode ser prejudicial não só devido às infecções médicas, mas também porque nos deixa mais vulneráveis e mais susceptíveis de prendermo-nos emocionalmente a pessoas que não nos amam, de chorar aqueles que nos deixam, e de não saber como fugir daqueles que precisam de nós mas que nós não amamos. A esquerda política não entende nada sobre isto. É por isso que eu sou conservador.

As nossas crianças não chegam até nós com uma ficha limpa de imunidade legal. Embora eu seja bissexual, eu não posso lançar fora a mãe da minha criança como se ela fosse um incubadora usada. Eu tive que ajudar a minha esposa durante as dificuldades da gravidez e durante as dificuldades da depressão pós-parto. Quando ela batalha contra a discriminação contra as mães ou contra as mulheres nos locais de trabalho sexistas, eu tenho que ser paciente e escutar. Eu tenho que satisfazer as suas necessidades sexuais.

Mal eu passei  ser um pai, eu coloquei de lado o meu passado homossexual e fiz um compromisso de nunca me divorciar da minha esposa ou tomar outra pessoa - homem ou mulher - até morrer. Escolhi esse compromisso como forma de proteger a minha criança de lidar com drama prejudicial, até mesmo quando crescem e passam a ser adultos. Quando se é um pai, as questões éticas giram em volta da criança, e nós colocamos o nosso interesse próprio fora dos nossos planos . . . . para sempre.

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O facto dos líderes lgbt quererem censurar as pessoas que revelam a verdadeira natureza dos relacionamentos homoeróticos diz muito sobre a sua verdadeira agenda. Nenhuma ideologia do lado da verdade teme a livre circulação de informação.
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quinta-feira, 15 de maio de 2014

Homossexual condenado a 30 anos de cadeia

Ex-líder de escuteiros foi condenado a 30 anos de prisão depois de se declarar culpado de ter abusado sexualmente de 3 rapazes durante o tempo em que servia como líder dos Escuteiros de Keswick. No princípio deste anot, David Brian Watkins, de 50 anos, aceitou um acordo legal depois de ter sido processado por 70 acusações de contacto impróprio com alguns escuteiros. Ele declarou-se culpado de 36 acusações em Janeiro, evitando um julgamento com júri, o que poderia ter resultado em múltiplas sentenças de prisão perpétua.

Watkins, que liderou a Keswick Troop 1028 desde 2002 até 2008, admitiu ter abusado sexualmente de rapazes escuteiros durante o período de 2006 a 2009. Ele foi preso em Novembro de 2012 quando um escuteiro, que tinha 13 anos na altura mas que hoje é adulto, o reportou à polícia. Na Quinta-Feira, a Juíza Cheryl Higgins sentenciou Watkins a 10 anos de prisão por cada uma das acusações de conhecimento carnal com uma criança com idade compreendida entre os 13 aos 15. Ela suspendeu as outras 33 acusações, que o iriam colocar por trás das grades por mais 165 anos.

Antes da sua sentença, Watkins pediu clemência ao tribunal, mas a Acusação, na pessoa de Darby Lowe, leu segmentos dum relatório ao tribunal onde Watkins havia dito à policia que havia sido o rapaz a iniciar o contacto sexual. Segundo o Charlottesville Daily Progress, Watkins declarou que havia sido ele quem havia sentido como se o tivessem violado. A advogada de defesa de Watkins, Andre Hakes, disse também que os rapazes envolvidos aceitaram ter contacto sexual com o ex-líder de escuteiros:

Estes relacionamentos sexuais foram contínuos, e embora eles tenham sido com crianças com menos de 18 anos, os mesmos foram consensuais. David Watkins não é só estes crimes. Ele é responsável por eles, mas eles não são tudo o que ele é.

Antes de emitir a sua sentença, a Juíza expressou a sua preocupação com o facto de Watkins e a sua defesa terem errado ao não terem tido qualquer tipo de contrição em torno do comportamento de Watkins:

O que é especialmente preocupante para o tribunal neste caso é falta de reconhecimento por parte do acusado.

Depois da sua prisão, há 2 anos atrás, Kelly Clark, advogada de Portland que venceu um processo legal apresentado por um antigo escuteiro que alegou ter sido abusado pelo líder de escuteiros assistente, disse aos repórteres que o caso de Watkins reforça as suas preocupações em torno da organização:

Isto diz-nos duas coisas em relação aos Escuteiros: primeiro, que há um problema sério em relação ao abuso sexual dentro dos Escuteiros. Segundo, muitas organizações [tais como os Escuteiros] colocam os seus interesses à frente dos interesses das crianças.

Tal como reportado previamente, milhares de documentos foram tornados públicos em 2012, revelando evidências de abusos duradouros e difundidos entre os Escuteiros da América. Os documentos, que os Escuteiros tentaram manter em segredo, continham informação recolhida desde o seu início (1910) incluindo cartas das vítimas e dos pais, bem como memorandos e notas manuscritas. Algumas das alegações foram confirmadas enquanto que outras ainda não.

No seu todo, 14,500 páginas de evidências foram tornadas públicas.


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Se os Escuteiros realmente tentaram manter os abusos sexuais em segredo, então eles têm que ser legalmente responsabilizados por isso. Mas o "curioso" desta notícia, e sem surpresa alguma, é que a advogada Kelly Clark não tenha tido a coragem de falar no elefante dentro da sala: quem practica os abusos sexuais de jovens Escuteiros são homens que têm atracção por jovens do mesmo sexo, isto é, os violadores são todos homossexuais.

Levando isto em conta, torna-se mais claro o porquê dos Escuteiros batalharem tanto para impedir que líderes de escuteiros assumidamente homossexuais façam parte dos seus quadros. Para os mentalmente desafiados, convém ressalvar uma coisa bem óbvia: nem todos os homossexuais são pedófilos, mas os homossexuais estão desproporcionalmente representados nos casos de abuso de menores. Por exemplo, se os homossexuais são 2% da população total, eles são responsáveis por 30% ou 35% dos casos de abuso de menores. Ou seja, a sua representação no crime é bem maior que a sua representação na sociedade.

Se o propósito da advogada Kelly Clark fosse o bem estar das crianças, sem dúvida que ela não deixaria de falar neste ponto politicamente incorrecto; mas como o seu propósito nâo é o bem estar das crianças, então ela nem chega a mencionar o dado que poderia aumentar ainda mais a segurança das crianças, por mais que os activistas homoeróticos não gostem do que os dados revelam.

Portanto, existe um problema sério sim, mas não é com os Escuteiros, mas sim com o comportamento homoerótico.
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terça-feira, 15 de abril de 2014

Activistas homossexuais atiram fezes sobre crianças e seus pais

O "Observatory on Intolerance and Discrimination against Christians", que documenta os incidentes anti-Cristãos na Europa, informou que nos momentos em que os pais Alemães protestam contra o novo curriculo da "diversidade sexual" pró-homossexual, os activistas homossexuais têm lançado fezes contra eles e destruído as suas propriedades. Uma declaração feita pelo Observatory, descrevendo os incidentes nos comícios recentes em Baden-Württemberg e Colónia reportou:

Os protestantes foram agredidos fisicamente e a sensação que ficou foi a de que a polícia falhou ao não conseguir proteger o direito que os pais têm de se reunir.

Segundo algumas testemunhas, diz o Observatory, "Os pais Cristãos foram atacados com obscenidades”:

Eles foram cuspidos, atiraram-lhes ovos, bem como sacos com fezes ou cores. Cabos de altifalantes foram arrancados. Foram rasgadas páginas da Bíblia e usadas para limpar traseiros, e depois feitas em bolas e atiradas aos pais Cristãos. Durante este processo, os Cristãos foram profundamente magoados. Pelo menos um cartaz foi arrancado das mãos e destruído à frente dum dos pais. Chefes de protocolo foram atacados com sprays. Os gritos feitos pelos contra-manifestantes tornou o discurso público impossível.

O Observatory reporta que muitos pais ficaram "chocados com a quantidade de ódio e com a inactividade da polícia, e com o facto da sua liberdade religiosa ter sido severamente prejudicada." Ainda segundo o Observatory, uma demonstração levada a cabo por pais e que deveria ter ocorrido em Fevereiro último, em Estugarda, foi perturbada e teve que terminar mais cedo devido a uma contra-demonstração levada a cabo pelos homossexualistas:

Mais de 1000 pais, muitos com os seus filhos, vieram expressar a sua irritação com a sexualização dos seus filhos.

O protesto, que estava autorizado e que foi levado a cabo por vários pais que se revoltaram contra o novo plano de educação sexual promovido pelos partidos governamentais "Os Verdes" e pelos Socialistas, era suposto ocorrer na Schlossplatz de Estugarda:

Era suposto o comício decorrer através de Estugarda por um via autorizada, mas uma turba agressiva composta por grupos de jovens esquerdistas e ANTIFA formaram uma contra-demonstração, insultando os pais, atirando bombas coloridas e atacando fisicamente o pacífico grupo de pais.

Testemunhas oculares afirmaram que muitos pais juntamente com os filhos e apoiantes, rapidamente abandonaram a área uma vez que não se sentiam seguros.

A polícia apelou aos organizadores que dissolvessem o ajuntamento como forma de evitar o "agravamento". Os organizadores da demonstração expressaram a sua desilusão com a falta de apoio por parte da polícia, e com o facto dum direito básico - o direito à reunião - não ter sido protegido.

Um dos pais afirmou que, "Aparentemente eles [a polícia ] não esperava uma contra-demonstração embora nós tenhamos expressado antecipadamente as nossas preocupações nesse sentido." Segundo uma reportagem levada a cabo pela agência noticiosa "The Local", os apoiantes do programa de educação sexual, iniciado pela coligação governante Verdes/Socialistas de Baden-Württemberg, afirmam que "irão promover tolerância de lésbicas, gays, bissexuais, transgénros, transsexuais e pessoas interssexuais."

No entanto, segundo os críticos, o programa de educação sexual "irá mais além do que simplesmente prevenir a discriminação" e irá defender "a ideologia do arco-iris."

Uma petição iniciada por pais e professores que são contra o ensino do homossexualismo às crianças já recolheu quase 200,000 assinaturas. A petição, que segundo o The Local foi iniciada por um professor, afirma que o currículo promotor do homossexualismo irá causar "uma re-educação educacional, moral e ideológica do sistema escolar no seu todo."

Fonte

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Está a ficar cada vez mais óbvio que a esquerda militante (os Verdes e os Socialistas, etc) está cada vez mais corajosa nas suas iniciativas de tentar ilegalizar a moral Cristã do Ocidente. Seria interessante saber se este currículo pró-homossexualismo será também forçado nas escolas com larga presença de alunos muçulmanos; e se por acaso os pais destas crianças se revoltarem, será que estes mesmos activistas da extrema-esquerda estão dispostos a arrancar páginas do Alcorão e arremessá-las aos maometanos?
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quarta-feira, 19 de março de 2014

Existe Cura para o Homossexualismo?




Dr. Douglas McIntyre é o que se poderia chamar de ex-gay. Um senhor de 68 anos nascido no Texas, EUA, que passou por um processo de conversão ou terapia reparativa, que começou aos 14 anos quando foi preso e acusado de prostituição infantil.

A terapia, diz ele, fez sua transição do estilo de vida gay para [o estilo de vida] heterossexual. Ele tem vivido como tal, desde que o processo terminou quando ele tinha 28 anos de idade. Ele está casado com a mesma mulher há mais de 45 anos. Eles têm três filhos e seis netos.

“Eu tenho tudo o que eles alegaram que eu nunca poderia ter”, disse McIntyre ao [Jornal] Star durante uma entrevista pelo Skype. O “eles” a que se refere é a comunidade gay. McIntyre acusa líderes gays de perpetuar a “mentira” de que os homossexuais não podem mudar.

“O mundo tem permitido a comunidade gay de propor mudanças, porém eles nunca fizeram isso. Eles disseram que é impossível mudar quando é absolutamente possível”, diz ele.

Depois de sua própria experiência, McIntyre e um grupo de amigos fundaram Homossexuais Anônimos (HA), em 1977. A organização, que é um dos maiores e mais antigos de seu tipo nos Estados Unidos, oferece terapia reparativa para pessoas que lutam com sua orientação sexual. Um dos pilares fundamentais do programa é que ninguém nasce homossexual. McIntyre diz que a HA e suas afiliadas acreditam que a homossexualidade é aprendida e decorre de experiências traumáticas na vida precoce. Isso, diz ele, é evidente em sua própria infância traumática.

McIntyre foi molestado sexualmente desde os 4 anos de idade até os 14 anos. O abuso começou quando um vizinho o encontrou escondido sob as escadas fora de sua casa com seu pai alcoólatra que tinha tentado bater nele com um cabo de machado. O vizinho disse ao menino de quatro anos de idade, que ele deveria buscar refúgio em sua casa na próxima vez que o pai chegasse em casa bêbado.

“Então, da próxima vez que meu pai chegou em casa bêbado, fui à casa dele e ele me apresentou a vários homens. Vou resumir te poupando de detalhes; ele tinha um círculo de amigos que usavam crianças constantemente para fins sexuais. Então, ele me iniciou nesse mundo e disse que iria matar a minha mãe se eu contasse a alguém. Eu não tinha ninguém para conversar, nem um pai para dizer porque ele já tinha tentado me machucar e eu não podia dizer a minha mãe. Assim, durante 10 anos, este homem me vendeu regularmente para o seu grupo de amigos. Isso continuou até eu completar 14 anos. Os homens para quem eu era vendido tinham fantasias e eu tinha que satisfazer aquelas fantasias. Muitas [fantasias] tinham a ver com as meninas e outras coisas que eu não vou mencionar”, diz ele.

McIntyre chegou ao seu ponto de ruptura, 10 anos depois, quando o estresse de viver a vida dupla de um estudante heterossexual, menino igreja exemplar e escoteiro de um lado e uma prostituta infantil do outro tornou-se demasiado para ele.

“Aos 14 anos cheguei a um estágio, onde eu encontrei o revólver do meu pai. Sentei-me na minha cama e gritei com Deus ‘Eu odeio você e lhe dou um dia para me tirar dessa bagunça ou eu vou me matar.’ E eu quis dizer cada palavra. Naquela noite, eu cheguei em casa, havia uma pessoa na minha sala de estar fazendo um estudo bíblico. Ela leu as informações que eu precisava no texto da escritura na esperança de que eu poderia me tornar diferente.”

Ele foi preso no dia seguinte por prostituição infantil. Durante a audição, o juiz condenou-o a quatro anos em uma instituição de correção para jovens rapazes. Mas antes da audiência terminar a mesma senhora que tinha feito o estudo da Bíblia entrou e disse ao juiz que ela tinha uma escola cristã e pediu ao juiz para internar McIntyre lá.

“O juiz disse que sim, mas com a condição de que eles me testassem com um psiquiatra e se eu puder ser mudado, e se eu pudesse encontrar uma escola que me aceitasse, em seguida, ele iria mudar a minha sentença. Fui levado para a escola onde fui testado por um psiquiatra da igreja. Ele me disse que meu pensamento estava completamente invertido e acreditava que eu era 100% do sexo feminino. Então ele me deu um abraço e me disse que ele veio de um inferno pior do que eu. Ele era um judeu da Alemanha, que quando menino viu a sua família assassinada pelos nazistas no campo de concentração. Em seguida, ele assinou os papéis. No dia seguinte, fui internado no colégio interno,” explica.

Depois, McIntyre passou por 10 anos de terapia para ajudá-lo na lutas com sua sexualidade.
Robert Gollwitzer, fundador do International Ex-Gay Ministry, uma organização associada à HA, diz que o programa envolve 14-passos — parte deles é baseada nos 12 passos formulados pelos Alcoólicos Anônimos.

“Os passos foram adaptados às necessidades especiais das pessoas com atração indesejada pelo mesmo sexo. As outras etapas foram desenvolvidas a partir da experiência e da história de sucesso de nossos dois fundadores; Colin Cook e Dr. Douglas McIntyre. Também utilizamos técnicas e recursos de vários psicoterapeutas que trabalhavam neste campo. Alguns de nós também possui treinamento especial em psicoterapia, aconselhamento cristão, ou teologia,” Gollwitzer explica.

Embora Gollwitzer e McIntyre digam que seu programa tem sido muito bem sucedido, há um debate feroz sobre se a terapia reparativa realmente funciona e quais os efeitos sobre os pacientes, seja benéfico ou não.
A Associação Psiquiátrica Americana decidiu condenar a terapia que geralmente é praticado por grupos cristãos nos Estados Unidos.

Na sua resolução, a APA disse que o homossexualismo não é uma doença mental. Eles se opõem a todas as referências de lésbicas, gays e bissexuais pessoas como doentes mentais e que necessitam de tratamento, devido à sua orientação sexual. A Organização Pan-americana de Saúde, a divisão norte-americana e sul-americana da Organização Mundial de Saúde, também afirmam que os serviços que pretendem curar o homossexualismo não têm justificação médica e representam uma séria ameaça para o bem-estar das pessoas afetadas. A OMS também havia retirado o homossexualismo da sua lista de transtornos mentais mais de 20 anos atrás.

Além da condenação da prática por parte das organizações de saúde, a terapia reparativa tem sido assolada por alegações de abuso. O psicólogo Douglas Haldeman diz que a prática também envolve eletrocussão dos órgãos genitais e mãos, bem como o uso de drogas que induzem a náusea simultaneamente com estímulos homoeróticos.[1] Alguns estados, incluindo a Califórnia  também proibiram a prática.

Além disso, o fundador da maior organização que oferece o tratamento, a Exodus International, fechou o seu próprio programa e seu fundador Alan Chambers pediu desculpas aos pacientes e seus familiares pela vergonha e culpa que sentiu quando sua atração sexual por homens não se alterou, apesar do tratamento.
Em sua própria história a HA tem enfrentado acusações de sexo e outros escândalos. Rumores de má conduta sexual por Collins Cook, co-fundador da HA, bem como um centro separado - Quest International - primeiro veio à tona em 1986, quando Ron Lawson, um adventista gay e Professor no Queen’s College, começou a investigar os antigos clientes de Cook. Lawson entrevistou 14 indivíduos aconselhados por Cook e descobriu que nenhum havia mudado sua orientação sexual após a terapia, enquanto 2 dos 14 afirmaram que tinham feito sexo com Cook.

McIntyre admite que houve alguns abusos na terapia reparativa, mas frisa que esses abusos foram poucos e distantes entre si, dizendo que para cada um incidente mencionado, existem mais de 20.000 programas sem qualquer caso de abuso.

McIntyre rejeita afirmações de Haldeman sobre o que o programa envolve, reiterando que de 20 a 40 anos atrás a terapia de eletrochoque era usada para tratar doenças mentais, mas não é mais. Ele diz que talvez alguns terapeutas com excesso de zelo pudessem usar este tipo de tratamento, mas ele aconselha os pacientes a simplesmente mudar de terapeuta ou conselheiro. Ele diz que proibir a prática é restringir a liberdade de quem quer obter ajuda.

Sobre o fundador do Exodus, McIntyre diz que as opiniões expressas são pessoais dele, dizendo que há várias outras organizações Exodus menores que surgiram para tomar o lugar da organização maior.

Sobre os escândalos que assolam a HA, McIntyre admite que houve transgressões envolvendo Cook e alguns pacientes, mas diz que estes aconteceram nos primeiros dias da HA e, além disso não envolveu diretamente a HA mas a Quest International dirigida por Cook. Ele acrescenta que Lawson teve sua vingança pessoal contra Cook e tem republicado a história ao longo dos anos para continuar o escândalo. Ele acrescenta que existem algumas falhas e sucessos no tratamento, dizendo apenas que Lawson entrevistou alguns casos fracassados​​, ignorando as muitas histórias de sucesso que a HA teve ao longo dos anos. Ele diz que a Quest International, desde então, fechou e que Cook deixou de se envolver em todas as terapias desde quando os escândalos vieram à luz.

O Pastor Kyama Mugambi de Mavuno diz que enquanto seu ponto de vista sobre as relações [entre pessoas] do mesmo sexo não é a visão de Deus para a sexualidade de acordo com a escritura, ele enfatiza que Deus não julga as pessoas com base em sua sexualidade ou com quem preferem fazer sexo. No entanto, ele diz que Deus pode operar na vida de alguém lutando com atração sexual por pessoas do mesmo sexo, mas Ele não se limita a um programa de 14 passos.

“Se alguém chega e diz: eu olhei para a minha vida e ela não é compatível com a visão de Deus para mim e me pede para mostrar-lhe como fazer isso de uma forma divina, Deus vai trabalhar em uma variedade de maneiras. Para algumas pessoas a mesma atração sexual negativa ou indesejada vai embora imediatamente, mas para os outros, torna-se algo contra o qual eles lutam pelo resto de suas vidas”, diz o Pastor Kyama.

Ele diz que Mavuno tem ajudado as pessoas que lutam com sua sexualidade, mas que ele não se concentra na sexualidade deles em sua abordagem.

“A ajuda não é específica para a sexualidade deles. A primeira coisa que a pessoa que experimenta este desafio precisa entender é que quando eles vêm até nós, eles estão procurando uma solução espiritual e como igreja o nosso compromisso é oferecer essa solução espiritual. O que pretendemos fazer é ajudar essa pessoa no processo de procura de Deus, da comunidade e propósito”, o Pastor Kyama explica.

Ele diz que aqueles que continuam a lutar com a atração sexual por pessoas do mesmo sexo ainda não estão impedidos de viver suas vidas de uma forma divina. Pastor Kyama diz que aqueles que ainda lutam podem fazer a escolha pessoal de se abster do sexo. No entanto, ele salienta que para que isso aconteça à igreja deve fornecer um ambiente onde as pessoas podem encontrar uma solução para estes problemas.

“O objetivo da igreja é fornecer uma comunidade onde os pecadores podem encontrar soluções para o seu relacionamento com Deus. Muitas vezes a igreja tem sido vilipendiada e fomos informados de que estamos lidando com isso da maneira errada. Concordo que, no passado, a igreja ou melhor, as pessoas dentro da igreja estivessem erradas. Mas há muitas boas igrejas em Nairobi que estão abertas e podem suprir esta necessidade”, diz o Pastor Kyama.

Reverendo Michael Kimindu que lidera a Other Sheep East Africa, uma organização cristã que abraçou as minorias sexuais da região, diz que é errado dizer que os gays nunca tentam mudar. Pelo contrário, diz ele, a maioria dos gays acha difícil aceitar quem elas são e tentam vários meios de adaptar-se devido à estigmatização.

“Pelo tempo que passei com a comunidade gay eu sei que muitos deles querem mudar a qualquer custo, mas não tem oportunidade. Seja por meio da oração, psiquiatria, através de aconselhamento... muitos tentam tudo isso. E a razão pela qual eles tentam é por seu estilo de vida ser odiado, seus direitos serem negados pela sociedade, eles são estigmatizados, eles são chamados por todos os tipos de nomes, e muitos estão sendo mortos. Se estivéssemos juntos e eu visse que você se matou por causa do que somos o que será que eu não irei fazer para mudar? Que quantia eu não pagarei?” Rev Kimindu pondera.

Ele desafia McIntyre a fornecer evidências de que as pessoas não podem ter nascido gay e provar o sucesso da sua organização. Ele disse que as afirmações de McIntyre são semelhantes aos pastores que afirmam que podem curar os doentes, mas eles nunca tentaram visitar hospitais, onde as pessoas estão morrendo. Kimindu acrescenta que o que a maioria das igrejas faz é convidar as pessoas homossexuais em sua congregação, enquanto eles podem suprimir seus desejos sexuais através da abstinência, algo que ele diz que é como dizer para pessoa voltar para o armário.

Kimindu diz que a Other Sheep não tenta mudar a sexualidade de seus membros, mas sim oferecer aconselhamento para que possam aceitar-se e ajudá-los a voltar para as suas famílias e comunidades religiosas, para que possam ser pastoreados a gostar de todo mundo, mas com o especial conhecimento de quem eles são. A Other Sheep também aconselha os pais e responsáveis ​​para que consigam entender que não é sua culpa a orientação sexual de seu filho(a) ou [que isso seja] alguma tragédia familiar.

“Nós fornecemos este aconselhamento para que os membros da comunidade LGBT possam aceitar-se e levar uma vida decente. Para que eles não entrem nas drogas por causa da depressão, ou entrem no alcoolismo, cometam suicídio e, para que possam evitar o sexo inseguro que leva ao HIV-Aids e outras DSTs”, explica Kimindu.

David Kuria, um ativista gay, é uma dessas pessoas que tentaram mudar a sua orientação sexual, sem sucesso por meio de uma série de sessões com um psicólogo devido ao estigma. “O médico foi muito compreensivo e me perguntou se eu já tinha pensado que talvez seja a sociedade que esteja errada. O que eu estava vivenciando com a terapia era a realidade, que é lidar com as coisas como elas são. Por exemplo, se você tem um parceiro doente você tem que passar pelo processo de luto e depois de ter entristecido, a aceitação vem e você seguir em frente.”

Kuria abandonou a terapia, porque o que ele queria era largar do homossexualismo e viver a heterossexualidade, algo que o psiquiatra não estava fornecendo a ele.

Kuria diz que nos próximos dias os quenianos contemplarão mais histórias de ex-gays e de pessoas que afirmam que possuem uma cura para a homossexualidade.

“Minha esperança é a comunidade científica do Quênia, especialmente o Kenya Psychiatry Association, vir com orientações sobre como esse processo é gerenciado ou teremos uma indústria de psicólogos e psicoterapeutas charlatães tirando proveito dos pais que queiram mudar seus filhos.[2] Porque eu vou te dizer que o futuro será difícil para os homossexuais e haverá um monte de estresse e as crianças que não queriam se assumir vão sair [do armário] por causa do stress e você terá os pais que querem mudar os seus filhos,” diz Kuria.

Dr. John Mburu, um psiquiatra situado em Nairobi, diz ainda que o “gene” que o presidente Yoweri Museveni exigiu ao assinar o projeto de lei Anti-Homossexualismo de Uganda [transformando-a em lei] não foi identificado, ainda existem muitos estudos que mostram que fatores biológicos levam à homossexualidade.

“É importante notar que a orientação sexual é um fenômeno complexo e que o elo genético, caso exista, representa apenas a ponta do iceberg. Outros fatores biológicos são os papéis de influências hormonais pré-natais que podem afetar o desenvolvimento do cérebro fetal que, posteriormente, determina a orientação sexual. Estudos têm sido feitos, mostrando como os níveis hormonais maternos durante a gestação influenciam a diferenciação sexual e a orientação sexual posterior,” diz o Dr. Mburu.

Sobre o “tratamento” do homossexualismo, ele diz que os médicos no Quênia geralmente lidam com transtornos de identidade de gênero, em vez de questões relacionadas com a orientação sexual. No entanto, ele diz que os pesquisadores não vêem o homossexualismo como uma doença mental.

“O homossexualismo tornou-se aceito pelos pesquisadores como variação sexual normal, devemos, portanto, desviar a atenção para compreender a natureza da relação gay e o lesbianismo,” aconselha.

[1] Don Daunis disse nos comentários do artigo original:
A caracterização da terapia reparativa como a utilização de técnicas de aversão, como choques nos genitais ou o uso de terapia de eletrochoque ou outras práticas bárbaras não é uma mentira, mas é um engano intencional. Este tipo de técnica foi usada há décadas, mas há décadas atrás esses tipos de técnicas foram sendo usadas ​​para tratar de tudo, desde depressão e TOC até a esquizofrenia. A implicação de que estas técnicas são características da terapia reparativa moderna seria tão falso como se eu dissesse que a psicologia trata a depressão com lobotomia. Isso foi utilizado no passado, mas não tem quase ninguém utilizando isso hoje. Mentiras por parte da comunidade gay são uma coisa, mas esse tipo de engano por parte da comunidade profissional é ridículo. Ou o autor deste artigo precisa verificar suas fontes ou ele precisa falar com um terapeuta reparador legítimo antes que ele repita esta conversa mole.

Fiz terapia reparativa por cerca de três anos. Ela salvou minha vida. Eu estava no que é chamado de terapia afirmativa gay por cerca de dez anos e eu nunca poderia ganhar qualquer tipo de congruência com o meu eu interior e com o que estavam me dizendo. Minha depressão e minha auto-aversão só cresceu junto com meus encontros sexuais compulsivos e perigosos. Eu finalmente encontrei alguns homens que tinham passado por terapia reparativa e eles me deram o contato de um homem na Califórnia com uma clínica lá e em cerca de seis meses, eu tinha tido mais melhorias do que nos últimos dez anos. Houve várias mudanças concretas. Todas as minhas amizades antes tinham sido altamente co-dependentes. Com os homens homossexuais tinham sido voláteis e explosivas. Com homens heterossexuais foram muito dolorosas e estes homens tinham de tudo e me deram um basta e deixaram-me. Eu aprendi na minha terapia o que estava acontecendo, trabalhei nas feridas da infância que me compeliram a agir dessa forma e comecei a ter amizades saudáveis pela primeira vez na minha vida. Foi quando eu finalmente comecei a sentir que o aspecto compulsivo do sexo gay se foi.

Eu ainda fico as vezes atraído por alguns homens, mas é muito mais raro. Isso quase nunca acontece com um homem de verdade em pessoa. Isso geralmente acontece com alguma foto cheia de photoshop de um modelo masculino em uma revista ou um macho perfeito em um comercial de TV, mas homens atraentes comuns que uma vez fizeram sentir-me altamente atraído não têm mais nenhuma carga sexual em mim. Agora eu posso fazer amizade com eles, as minhas expectativas com eles são saudáveis ​​e eu consigo manter fronteiras internas saudáveis porque estou começando a conhecê-los, em vez de fazer as projeções e transferências que eu costumava a colocar sobre eles. Sim, terapia reparativa funciona.

[2] Um tratamento polêmico para crianças com disforia de gênero é a administração de medicamentos chamados bloqueadores de hormônios para retardar a puberdade. A prática está ganhando força, sem qualquer prova científica de que é apropriada ou eficaz, e, apesar da evidência de que ela pode ser prejudicial:
  1. A maioria das crianças com disforia de gênero não permanecerá disfórica após a puberdade.[*]
  2. A FDA não aprovou bloqueadores hormonais para uso em crianças transexuais, nem mesmo para uso experimental.
  3. Uma busca por um bloqueador hormonal, Lupron, revela que as pessoas estão a reportar efeitos duradouros, sérios, e desabilitadores por usarem esta droga.
Diante destes fatos, por que alguém iria injetar essas drogas em crianças?

Médicos e pais querem ajudar a criança a lidar com a angústia que ela está experimentando. Será que o alívio da angústia adolescente realmente vale o risco?

A maioria avançará para além da disforia. Não existe alguma maneira de trabalhar com a angústia ao invés de fazer experimentos em nossos filhos?
[*] J Am Acad Child Adolesc Psychiatry. 2008 Dec;47(12):1413-23. doi: 10.1097/CHI.0b013e31818956b9., “Psychosexual outcome of gender-dysphoric children”, Wallien MS, Cohen-Kettenis PT., Department of Medical Psychology, Graduate School of Neurosciences, VU University Medical Center, Amsterdam, The Netherlands

 
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