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domingo, 3 de janeiro de 2016

Democracia em perigo

Telegraph View: O ataque na Tunísia foi um ataque em uma democracia fragilizada.  O ocidente precisa estar atento


Fonte

O ataque mortal dos terroristas no famoso museu Bardo na Tunísia, o qual tirou a vida de 18 turistas, mostra que os militantes islâmicos continuam a ser uma ameaça enorme as tentativas da Tunísia de estabelecer um governo democrático no despertar da primavera árabe. Sendo o berço das ondas de protesto anti-governo que varreram o mundo árabe durante os últimos quatro anos, a Tunísia surgiu como um dos raros casos de sucesso da região. Seguindo a queda de Zine AL-Abidine Ben Ali, um ditador de longa data, o país foi governado brevemente pelo movimento islâmico moderado Ennahda. Mas é preocupante o Ennahda ter pegado leve no combate aos grupos jihadistas militantes impulsionando a eleição do secularista veterano Beji Caid Essebsi no ano passado a presidência, daí a resultar na Tunísia a se tornar o único dos países afetados pelos protestos da primavera árabe a se aproximar de um governo democrático de orientação secular.

Como era esperado, o sucesso da Tunísia em fazer a difícil transição de uma autocracia para um governo democrático é combatido ferozmente por legiões de extremistas islâmicos que se fixaram na África Setentrional, particularmente na Líbia e outra partes do Maghreb que se tornou uma terra sem lei devido aos eventos passados nos últimos quatro anos. As modestas forças armadas da Tunísia estão correntemente ocupadas em operações contra os militantes islâmicos ao longo de suas fronteiras, um estado de coisas que sem dúvida contribuíram para o ataque no Bardo, do qual as autoridades da Tunísia acusam o Estado Islâmico.

Em uma época onde a resistência armada de grupos terroristas islâmicos está desestabilizando muitas partes do território do mundo árabe, é vital que o admirável experimento da Tunísia com a democracia supere os projetos malignos dos extremistas islâmicos. Caso contrário todos os sacrifícios feitos durante a primavera árabe terão sido em vão.



terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Os 4 estágios da conquista islâmica

Por Civilus Defendus

Fonte


ESTÁGIO 1: INVASÃO

Muçulmanos começam a imigrar para países não-muçulmanos frequentemente, e o início dos conflitos culturais já são visíveis, mesmo que na maior parte das vezes esses sejam sutis.
  • Primeira onda de imigração no país não-muçulmano.
  • Apelos para uma tolerância humanitária por parte da sociedade local.
  • Tentativas de descrever o islã como uma religião pacífica, e os muçulmanos como vítimas da ignorância e do racismo (mesmo o islã não sendo uma “raça”)
  • Alta taxa de natalidade nas famílias muçulmanas residentes no país que as recebeu causa o crescimento da população muçulmana.
  • Mesquitas são usadas para disseminar o islã e desmoralizar o país onde residem e sua cultura.
  • Pressões para a criminalização da “islamofobia” como discurso de ódio.
  • Apontamento de todo tipo de ação legal contra muçulmanos como uma suposta discriminação
  • São propostos “diálogos interreligiosos” para indoutrinar os não-muçulmanos.
Quantos países estão hoje sofrendo uma invasão muçulmana? Um? Cinco? Praticamente todos? As “lideranças” islâmicas da Irmandade Muçulmana e de outras organizações desejam acabar com a soberania de todos os países e substituí-las com a imposição global da Sharia, a lei islâmica. A Sharia, baseada no Alcorão, na Sira e no Hádice, condena a liberdade e o estado democrático de direito, sendo portanto incompatível com as leis de todos os países ocidentais, como o autor e historiador Serge Trifkovic afirma:

“A recusa das elites ocidentais em proteger seus países da invasão jihadista é a maior traição da história”.


ESTÁGIO 2: CONSOLIDAÇÃO DO PODER

Muçulmanos imigrantes e nativos convertidos continuam a exigir mais e mais assistência estatal: emprego, educação, serviços sociais, financiamentos e benefícios legais.
  • O proselitismo cresce: estabelecimento e admissão de células jihadistas.
  • Dedicação na conversão dos segmentos alienados da sociedade para o islã.
  • Esforços revisionistas são empregados para islamizar a história.
  • Empenho na destruição das evidências históricas que revelam a verdade sobre o islã.
  • Intensificação da propaganda anti-ocidental e da guerra psicológica.
  • Busca por alianças com os que compartilham dos mesmos objetivos (comunistas, anarquistas).
  • Tentativas de indoutrinar as crianças com a cosmovisão islâmica.
  • Intensificação dos esforços para intimidar, calar e eliminar os não-muçulmanos.
  • Pressão para a criação de leis contra a “islamofobia” e a blasfêmia para calar os críticos.
  • Foco contínuo no crescimento da população muçulmana via reprodução e imigração.
  • Uso de ONG's para atrair patrocinadores e financiar a jihad.
  • Esforços são empregados para converter os cidadãos nativos e assim causar a destruição da sociedade local a partir de dentro.
  • Criação de bases políticas muçulmanas na sociedade não-muçulmana.
  • Redes islâmicas de financiamento sustentam o crescimento político e financiam a aquisição de terras.
  • Ostensivos assassinatos de críticos, com objetivo de intimidar oposição.
  • Tolerância com os não-muçulmanos diminui.
  • Aumento das reivindicações para adoção de condutas estritamente islâmicas
  • Criação de arsenais clandestinos reunindo armas e explosivos
  • Ostensiva rejeição e desconsideração da cultura e do sistema legal do país não-muçulmano
  • Esforços voltados para o enfraquecimento e para a destruição dos pilares de sustentação das religiões não-muçulmanas, em especial os do judaísmo e do cristianismo.
Não é óbvio que existe uma tendência aqui? Theo van Gogh assassinado na Holanda por “insultar” o islã; apelos por parte da Organização das Conferências Islâmicas para a criação de leis “anti-blasfêmia” nos países da ONU; França volta e meia atacada por “jovens” (leia-se muçulmanos); ódio perpetrado contra cristãos, judeus, hindus e budistas; aumento do número de assassinatos em nome da (des-)honra… negação do holocausto… anti-semitismo… a fraude é um dos princípios do islã. A tendência que vemos em tudo isso é ascensão da intolerância islâmica e da jihad cultural silenciosa para a recriação das sociedades locais conforme a Sharia, as destituindo de sua soberania e substituindo-a pela lei islâmica, que condena todo o tipo de liberdade terrena e individual, rejeitando por extensão o convívio pacífico entre as religiões, a igualdade entre os sexos e ideia de soberania nacional fora da esfera de influência islâmica (doutrina Dar al-islam).


ESTÁGIO 3: GUERRA ABERTA CONTRA AS LIDERANÇAS E A CULTURA

A violência é usada como instrumento para imposição da Sharia e das restrições culturais associadas a ela; cresce a rejeição ao governo local e a subjugação das outras religiões e costumes.
  • Ações intencionais para o enfraquecimento do governo e da cultura local.
  • Atos de barbaridade para intimidar os cidadãos e fomentar o medo e a subserviência.
  • Esforços, tanto visíveis como secretos, para causar o colapso econômico da sociedade.
  • Toda a oposição é confrontada e, então, erradicada ou calada.
  • Execução em massa de não-muçulmanos.
  • Limpeza étnica generalizada por parte das milícias islâmicas.
  • Rejeição e provocações à cultura e às leis seculares da sociedade local.
  • Assassinato dos intelectuais muçulmanos “moderados” que não apoiam a islamização.
  • Destruição de igrejas, sinagogas e outras instituições não-muçulmanas.
  • Mulheres têm seus direitos restringidos, de acordo com a Sharia.
  • Extermínio populacional em grande escala, assassinatos e bombardeios.
  • Deposição do governo e usurpação do poder político.
  • Imposição da Sharia.
O site  www.thereligionofpeace.com  mantém um registro do número de ataques violentos dos jihadistas da melhor forma que pode. O site lista mais de 14.000 ataques desde setembro de 2001, vale a visita. No entanto, acontece que é praticamente impossível estimar o número de ocorrências onde muçulmanos são ameaçados pelos seus próprios correligionários por não serem “muçulmanos o suficiente”, onde não-muçulmanos são intimidados e forçados a fazer o que os muçulmanos desejam, onde o restante da população está numa espiral de mortes pelo simples fato de não ser muçulmana em uma área predominantemente muçulmana. Cristãos, judeus, hindus, budistas, animistas e ateus convivem diariamente com a iminência da morte, com o confisco e a destruição de suas propriedades, com estupros, conversões forçadas, excessiva taxação (a jizya), escravidão, multidões furiosas e várias outras formas de (in-)justiças islâmicas nas mãos dos muçulmanos no Sudão, nas Filipinas, no Quênia, na Malásia, na Índia e em outros países, isso sem contar a “morte aos apóstatas” em todo o mundo.

ESTÁGIO 4: “TEOCRACIA” TOTALITÁRIA ISLÂMICA

O Islã se torna a única ideologia religiosa/política/judicial/cultural.
  • A Sharia se torna a “lei da terra”.
  • Todos os direitos humanos são anulados.
  • Escravidão e genocídio da população não-muçulmana.
  • A liberdade de expressão e a imprensa são erradicadas.
  • Todas as religiões, exceto o islã, são proibidas e aniquiladas.
  • Destruição de todas as evidências que apontem para a existência dos povos não-muçulmanos, sua cultura e seus símbolos (budas, casas de culto, obras de arte, etc).
A “Casa do Islã” (“paz”), ou Dar al-Islam, inclui aqueles países que se submeteram aos princípios islâmicos, e, portanto, à discriminatória lei Sharia, que condena a liberdade e desintegra a alma. O resto do mundo está na Casa da Guerra, Dar al-harb, pois esse não se submete a Sharia, e vive em uma condição de rebelião ou guerra com a vontade de “Alá”. Nenhum país não-muçulmano e seus cidadãos é “inocente”, sendo possíveis alvos de ataques enquanto não acreditarem em “Alá”. As pessoas cristãs, judias, coptas, hindus e zoroastrianas de todo o mundo tem sofrido subjugação por séculos. Os Dhimmis (súditos não-muçulmanos de um estado muçulmano) são proibidos de construir casas de culto e reparar as já existentes e, além de serem economicamente incapacitados pelos pesados impostos (jizya) e socialmente humilhados, sofrem com a discriminação legalizada, são tidos como alvos das autoridades que os consideram criminosos e geralmente são mantidos num permanente estado de fraqueza, medo e vulnerabilidade pelos governos islâmicos.

Aterrador, não?
Deve-se destacar que as conversões forçadas (Egito) e a escravidão (Sudão) ainda são denunciadas. Homossexuais enforcados em praça pública no Irã, adolescentes forçadas a casar com homens mais velhos, apóstatas ameaçados de morte, rotineiros assassinatos em nome da “honra”, mulheres legalmente tratadas como cidadãs de segunda classe, ainda que os homens muçulmanos insistam em dizer que elas são “mais bem tratadas” em seus países do que no ocidente… Estas manifestações mais óbvias acabam tirando o foco de outras menos evidentes como a ausência de investigação intelectual nas ciências, reduzido âmbito de escrita, artes e música praticamente inexistentes, uso e abuso sexual de jovens e mulheres, e um descaso para com a satisfação pessoal, a busca pela felicidade e a admiração da realidade. Olhe nos olhos de uma menina de 12 anos recém-casada e veja a consequência da depravação moral gerada pelo islã.



terça-feira, 24 de novembro de 2015

Chame o islã pelo seu verdadeiro nome

Por Bosch Fawstin


Os intelectuais e comentaristas políticos do ocidente se referem à ideologia do inimigo como:

“Fundamentalismo Islâmico”, “Extremismo Islâmico”, “Islã Totalitário”, “Islamofascismo”, “Islã Político”, “Islã Militante”, “Bin Ladenismo”, “Islamonazismo”, “Islã Radical”, “Islamismo”, etc…

O inimigo a chama de “Islã”.

Imagine se, durante as guerras passadas, nós usássemos termos como “nazismo radical”, “xintoísmo extremista” e “comunismo militante”. Aqueles que usam termos que não o “islã” dão a impressão de que o que está por trás do inimigo que estamos enfrentando é apenas uma variante do islã. Uma expressão como “islã militante” é redundante, mas os políticos ocidentais continuam a enaltecer o islã como se esse fosse sua própria religião. Bush uma vez disse: “Islã é paz” - depois de 2.996 americanos terem sido assassinados em nome dele, continuando com essa ilusão durante os seus dois mandatos e nunca dando carta branca para os soldados americanos derrotarem o inimigo. Agora Obama ocupa a Casa Branca, e durante uma visita ao Egito, disse: “Eu considero como parte das minhas responsabilidades como Presidente dos Estados Unidos da América lutar contra estereótipos negativos do islã, onde quer que eles apareçam.” Essa defesa do islã por parte de Washington tem impedido a proteção da própria América, e a negligência dos governantes ocidentais em geral no cumprimento de seu dever bem poderia ser chamada de “a porta para o islã”.

O islã é uma religião política; a ideia da separação entre a religião e o estado é inconcebível no mundo islâmico. Ele possui uma doutrina de guerra, a Jihad, lutada com o objetivo de estabelecer a Sharia, a lei islâmica, que é, em sua essência, totalitária. Algumas das imposições da Sharia são, entre outras: a desumanização das mulheres; o açoitamento, o apedrejamento e a execução de adúlteros; e também a execução de homossexuais, apóstatas e críticos do islã. Tudo isso faz parte do islã ortodoxo, e não de alguma interpretação “extremista” de sua doutrina. Se os jihadistas estivessem mesmo “pervertendo a grande religião”, os muçulmanos bem poderiam se posicionar contra eles, com base no próprio islã, e eles estariam o fazendo agora. No entanto, eles não podem fazê-lo, pelo simples fato de que as ações praticadas pelos jihadistas estão de pleno acordo com as palavras de Alá, o deus muçulmano. Veja essas passagens do Alcorão (grifos do tradutor em negrito):

“E, quando os meses sagrados passarem, matai os idólatras, onde quer que os encontreis, e apanhai-os e sediai-os, e ficai a sua espreita, onde quer que estejam. Então, se voltam arrependidos e cumprem a oração e concedem az-zakãh, deixei-lhes livre o caminho. Por certo, Allah é Perdoador, Misericordiador.” Surata 9:5

“Então, quando deparardes, em combate, os que renegam a Fé, golpeia-lhes o pescoço, até quando os dizimardes, então, acorrentai-os firmemente. Depois, ou fazer-lhes mercê, ou aceitar-lhes resgate, até que a guerra deponha seus fardos. Essa é a determinação. E, se Allah quisesse, defender-Se-ia deles, mas Ele vos ordenou a guerra, para pôr-vos à prova, uns com outros. E aos que são mortos, no caminho de Allah, Ele não lhe fará sumir as boas obras.” Surata 47:4

Por trás da doutrina, existe a figura histórica do profeta Maomé, quem, mais do qualquer outra personalidade, define o islã. Como você avaliaria um homem que tinha a mentira, a traição, o roubo, o estupro e a matança como estilo de vida? Esse homem maldoso é Maomé, o ser humano ideal e exemplo a ser seguido no islã. O que quer que ele tenha dito e feito durante sua vida é considerado moral pelo simples fato de que ele disse e fez tal coisa. Não é coincidência que a única moralidade que poderia consentir seu comportamento era a sua própria, nem tampouco também o é o fato de que os muçulmanos que seguem o seu modelo de moralidade são os mais violentos. Durante os treze anos em que Maomé falhou em sua tentativa de promover o islã por meios não-violentos, ele não era tão pacífico quanto era sem poder e influência. Foi apenas através de atividades criminosas que ele conseguiu se tornar mais influente e angariar uma gangue de seguidores. No entanto, ele queria ter também o pretexto moral para tais ações e, por esse motivo, modificou o islã para justificar sua tese de que a única forma pela qual a religião poderia sobreviver seria através da força. De tal modo, foi agindo pela conveniente “revelação divina” de que o islã pode e deve ser promovido através da espada que Maomé liderou um exército de muçulmanos pela Arábia durante a primeira jihad. A partir de então, a violência se tornou a forma padrão do islã de lidar com o mundo. Atualmente, os muçulmanos, justificando-se nas palavras de Maomé, “Guerra é engano”, usam os versos “pacíficos” do Alcorão como uma arma contra a ignorância e a boa vontade de suas vítimas. Essas passagens “pacíficas” do livro sagrado do islã foram anuladas (através da ab-rogação) pelas passagens adicionadas posteriormente, que clamam pela eterna guerra contra aqueles que não se submetem ao islã. Desse modo, a forma pela qual Maomé promoveu o islã, influenciado por essa doutrina, nos mostra exatamente o que o islã sugere.

Note também que a única razão pela qual estamos falando sobre o islã reside no fato de termos sido forçados a isso por sua jihad. E onde estão os “objetores de consciência” do islã? Simplesmente não se encontra muçulmanos assim, pois mesmo os mais flexíveis ficam em silêncio a respeito da jihad. Não obstante, isso não faz com que os ocidentais, desesperados, parem de se referir a eles como representantes do “islã moderado”. Longe de ser uma fé pessoal, o islã é, antes de qualquer coisa, uma ideologia coletivista que rejeita a convivência pacífica com não-muçulmanos, e mesmo que os jihadistas não representem todos os muçulmanos, eles representam sim o islã. No final, a maioria dos muçulmanos apenas servem como meras ovelhas para seus lobos jihadistas, sendo aliados irrelevantes nesta guerra. Ex-muçulmanos se referem à ideologia do inimigo pelo seu verdadeiro nome, “islã”, e repudiam a ideia de “islã moderado” da mesma forma que repudiariam a ideia de um “mal moderado”. Quando, baseado em suas ações, Maomé for descrito como um “extremista islâmico”, então os muçulmanos não-violentos deverão condenar seu profeta e sua religião, em vez daqueles que os alertam quanto a isso, pois estes apenas apontam para os fatos como eles são.

O islã é a ideologia do inimigo, e evitar falar nesses termos apenas lhes concede suporte moral para continuarem com a matança, e num volume maior do que seria caso contrário. Os políticos do ocidente têm tentado dar nossas cabeças de presente para o inimigo, sendo assim é nosso dever defender a cultura ocidental, entendendo o islã e dizendo a verdade sobre ele sempre que possível. Se não pudermos chamar o islã pelo seu nome, como iremos nos defender de seus verdadeiros fiéis? Alguém poderia argumentar que estaríamos em melhor situação se o ocidente simplesmente escolhesse um dos muitos termos que são usados atualmente para se referir à ideologia inimiga. De minha parte, chamo os inimigos pelo que eles são, “Jihadistas”, e nossa resposta de “A guerra contra a Jihad”, mas por trás de tudo isso, é o islã que faz o inimigo se tornar mais forte.

A despeito de minhas frustrações com a recusa de muitas pessoas em chamar o islã de “islã”, eu sei que aqueles que militam contra jihad se colocam em situações de perigo, e respeito a coragem dessas pessoas, mas é importante que nós reconheçamos o papel do islã como parte da ameaça que estamos enfrentando e que o chamemos assertivamente pelo nome. Deixar de fazer isso os ajuda e nos prejudica. Portanto, vamos começar a chamar a ideologia do inimigo pelo seu nome. Vamos começar a chamar o islã de “islã”.




domingo, 31 de maio de 2015

American Sniper: A guerra do Iraque vista através dos olhos do cidadão comum



Sniper Americano (2014)
Finalmente consegui assistir ao filme American Sniper e descobri do que todo aquele burburinho se tratava. Enquanto escrevo isso, o filme já arrecadou mais de 200 milhões de dólares na sua segunda semana de estréia, tornando-o o maior lançamento de janeiro de todos os tempos, e o mais badalado filme de guerra de todos os tempos.

O cinema estava lotado quando estive lá na matinê. Em termos de mobilizar adultos para se acomodar em um cinema lotado para assistir um filme – e não apenas acompanhar crianças – a última vez que me lembro de um filme ter conseguido tal feito de lotar os cinemas continuamente foi quando A Paixão de Cristo teve seu lançamento mundial.

Inquestionavelmente o filme está agradando o público. A razão é óbvia, uma vez que você o tenha isto. American Sniper nos mostra a Guerra do Iraque pelo ponto de vista dos americanos que a lutaram. Os soldados que foram a guerra e as famílias que os enviaram, as quais ficaram com os corações no limbo durante um ano – é nessa realidade que somos convidados a entrar. Vemos as pessoas não como vítimas, não como predadores cegos, não como peões sem substância num entretenimento moralizador, mas simplesmente como eles são.

Nós os vemos de fato, como eles são. Esses são os americanos como os conhecemos. Na vida real, nós reconhecemos o que há de ordinário em cada um. Conhecemos os arquétipos que nos são apresentados, e não consideramos de mau gosto; consideramo-os normais – até mesmo ótimos.

A reação histérica da esquerda ao filme é explicada pelo modo como American Sniper valida o ponto de vista do cidadão americano comum sobre o ocorrido. Considere a parte inicial do filme, quando assistimos Chris Kyle ainda criança aprendendo com o pai: aprendendo a atirar, aprendendo a ética do chamado protetor. Clint Eastwood [o diretor] mostra essa passagem brevemente, indo direto ao ponto, propositadamente mas sem sentimentalismo. Ele deixa as coisas como são – como foram na vida de Chris Kyle – contando com o espectador para absorver e interpretá-la a vontade.

Essa é a quintessência do modo masculino de comunicação. O pacote inteiro – o conteúdo e o método de apresentá-lo – são o que a esquerda tem se empenhado em diminuir, distorcer e vilanizar nos últimos 100 anos. Esquerdistas são levados a atacar esse tipo de coisa; quando estão escrevendo histórias ou fazendo filmes, eles tem de “contextualizar” e desnaturalizar isso, com ironia e cinismo, imputando hipocrisia ou moralismo ideológico. Eles mal podem deixar tal coisa passar em branco.

Isso se deve, em parte, por que quando este tipo de coisa é deixado a própria sorte, apresentado como nada mais ou nada menos do que é de fato, os americanos respondem a isso com um entusiasmo assertivo.

Um número de coisas me impressionaram durante o filme, mas vou mencionar apenas algumas. Assista ao filme. Isso mesmo: Vá, assista. Bradley Cooper está impecável como Chris Kyle. Eu dúvido que você ache um gesto ou entonação fora do contexto. Não tenho certeza se eu escalaria Sienna Miller como Taya Kyle, mas ela me convenceu no papel. Sammy Sheik como Mustafa, o atirador olímpico e sniper adversário, está excelente em um papel quase sem falas. Eastwood fez um ótimo trabalho com os sets de filmagem e a produção; o ambiente de combate no Iraque parece realista, ao invés de algo esquisito e fantasioso (um conceito de cinematografia do qual estou de saco cheio). O resultado é impressionante, o que já é um alto prêmio.

A guerra do Iraque como a vimos

Vamos direto ao ponto. Primeiro, como o título sugere pareceu-me ao assistir American Sniper que esse filme é sobre a Guerra do Iraque e que trata justamente disto, como foi percebida e vivida pelos Americanos. A guerra do Iraque era sobre combater a ameaça terrorista na nascente, impedindo-a de chegar até a América. Essa é a narrativa básica passada na cabeça do americano mediano. Essa era a narrativa que se passava na cabeça de Chris Kyle.

Clint Eastwood não precisou elaborar o ocorrido no filme. Ele compreendia que isto já estava dentro da mente do seu público. O vilipêndio da esquerda sobre o conceito de guerra, forjado em muitos outros filmes sobre a Guerra do Iraque, é desagradável e continuará sendo. Ninguém quer assistir a um filme apesar dos horrores da guerra sem deixar os soldados estarem lá sem uma boa razão. Até o heroísmo tem seus limites, isso não se dá por nada.

O grande segredo desse filme é que a audiência que lotou as salas de cinema continuamente, dia após dia, sabe que houve um motivo para a guerra. Minha opinião é de que maioria das pessoas foi ambivalente nos importantes aspectos da guerra: algo relevante, como sua constitucionalidade, ou o Iraque como a prioridade da vez, ou os distúrbios precedentes de uma invasão e na mudança de regime de tal escala. Não é um jingoismo descerebrado ocorrendo. É uma questão de decisões difíceis de se tomar em face de tamanha ameaça, ambivalência e incerteza.

O papel de Chris Kyle lá é o papel pelo qual passamos durante o nosso ciclo de vida. Ele foi um jovem recrutado e enviado para a Guerra. Ele foi também, um jovem que optou por ir porque – na concepção de seu pai – ele não era uma ovelha ou um lobo, mas um cão de guarda. Ele estava lá para proteger.

A guerra como um rito de passagem

Isso me leva a segunda coisa que me impressionou enquanto a trama se desenvolvia. Cada pessoa teve de decidir – se a escolha fica sendo dela – quando sua vigília como cão de guarda é completada. A guerra, a necessidade dela, o estado de espírito para tal, é parte da vida; e não o contrário. Clint Eastwood apresenta a realidade como ela de fato é, ao invés de tentar editar a história para fazê-la parecer um abismo mítico: algo do qual ninguém consegue retornar.

Nós vemos os horrores da Guerra nesse filme. Nós vemos os erros táticos que prejudicaram nossas operações no meado dos anos 2000. Eastwood não as maqueia. O telespectador se lembra, ao se deparar com essas coisas, a qual é uma história da vida, e não haverá um milagre de última hora com uma música tema.

Mas Eastwood não tenta nos empurrar um pacote ideológico moralizador sobre a Guerra. Os homens de fato planejam e conduzem a Guerra. Eles vem e voltam dela. A historia verdadeira do nosso envolvimento no Iraque reflete isso, assim como Chris Kyle reflete isso. Eastwod assim o permite no filme.

Quando um homem sabe que a sua parte no trauma humano da guerra especializada e visceral terminou? A realidade é que maioria dos nossos voluntários não encaram o ponto de transição como vitimas indefesas. Eles o encaram como homens ou mulheres carregando feridas, mas fazendo decisões de uma complexidade que compreende o passado e o futuro da humanidade. Eastwood retrata isso como o é de fato: não uma patologia mas uma passagem que requer sabedoria, busca e talvez uma consulta com Deus. (Complementando, os diálogos de Chris Kyle com os veteranos de guerra com quem serviu depois do seu retorno pra casa são umas das melhores cenas do filme, sem afetações mas marcantes.)

Definindo a perícia do sniper

Mais uma coisa que mencionarei aqui. Talvez isso tenha me escapado por eu conhecer muitas pessoas que atualmente estão se familiarizando com armas de fogo e a atirar. Bem cedo no filme, o pai de Chris Kyle recita o provérbio, “mire pequeno, erre pequeno.” Aqueles que aprenderam a atirar sabem que isso é mais do que uma forma de encorajamento; isso é o “diferencial.” Quando você tem a sua arma empunhada de forma correta e a conhece bem, então quanto menor o alvo que você têm em mira, menor a margem de erro, com todas as coisas dentro das proporções.

Considero a escolha de Eastwood de esclarecer isso brevemente, numa cena onde o alcance da arma é rápido o suficiente para evitar algo tipo um “documentário,” é uma tacada de mestre. Faz sentido esclarecer esse ponto em um filme sobre um sniper, é óbvio. Recordo-me de Mel Gibson em The Patriot, em que seu personagem de guerra revolucionário, Benjamin Martin ouve seus filhos recitando o mesmo adágio antes de prepararem uma armadilha para as tropas britânicas. O filme de Gibson confiou na capacidade de compreensão dos espectadores. Mas o Sniper o explica, e ajuda aos espectadores leigos em tiro a notar que há uma certa técnica aqui: uma disciplina real, cultivada com um propósito.

Ao fazer isso, o pequeno trecho preenche a lacuna entre a realidade e a lenda. American Sniper não é um filme sobre tiros impossíveis. Deixando o público a par da técnica é um jeito sutil de estabelecer parâmetros. American Sniper é um filme sobre “vigilância.” No nível a que se refere aos detalhes táticos que homens como Kyle e ele próprio foram designados a fazer durante várias semanas a fio, dando suporte aos fuzileiros navais na patrulha de infantaria com um rifle e uma mira. Mas Kyle e os seus companheiros de guerra reconhecem, assim como sua família e sua nação, que vigiar tem um significado distinto. Vigiar é uma ética, um modo de vida, para o cidadão/soldado.

Deve ser duro ter tentado furiosamente por tantos anos, assim como os esquerdistas do ocidente o fizeram, desconstruir e desvalorizar a realidade, e então encontrar tantos americanos rejeitando o trabalho de sua vida como se este nunca tivese existido. Mas milhões de americanos o fizeram.

* * * * *
Qual a motivação da campanha feita pela esquerda a favor da retirada das tropas americanas do Iraque? Houve a proliferação do terrorismo no Ocidente após o atentado de 11 de setembro?


domingo, 20 de abril de 2014

Os terroristas ateus

A Arábia Saudita deu entrada a uma série de novas leis que definem os ateus como terroristas, segundo um relatório da "Human Rights Watch".

Numa série de decretos reais, e após uma porção de legislação com um alcance amplo ter sido feita para lidar com o terrorismo no geral, o rei Saudita  Abdullah limitou todas as formas de dissidência política que podem "prejudicar a ordem pública".

As novas leis foram largamente instaladas para combater o crescente número de Sauditas que viaja para tomar parte da guerra civil na Síria, e regressa com treino recém adquirido e com ideias de derrubar a monarquia.

Como forma de combater isso, o Rei Abdullah emitiu o Decreto Real 44 que criminaliza a "participação em hostilidades fora do Reino" com penas de prisão que variam dos 3 aos 20 anos. No entanto, no mês passado mais normas foram emitidas pelo Ministério do Interior, identificando uma extensa lista de grupos que o governo qualifica de organização terrorista - incluindo a Irmandade Muçulmana.

O primeiro artigo das novas provisões definem o terrorismo como "apelar ao pensamento ateu de alguma forma, ou colocar em causa os fundamentos da religião islâmica sobre os quais este país foi fundado".

Joe Stork, (Human Rights Watch) firmou:
As autoridades Sauditas nunca toleraram qualquer tipo de crítica às suas políticas, mas estas leis e normas recentes quase que tornam qualquer expressão crítica ou associação independente num crime de terrorismo. Estes regulamentos cortam qualquer esperança que o Rei Abdullah tencione abrir o espaço para vozes dissidentes e grupos independentes.
A "Human Rights Watch" afirmou que estes novos regulamentos eram também um retrocesso às campanhas levadas a cabo para a protecção e liberdade de um certo número de activistas pelos direitos humanos que se encontram actualmente presos na Arábia Saudita. A organização disse ainda que Waleed Abu al-Khair e Mikhlif al-Shammari perderam recentemente os seus recursos legais, e irão dentro em breve dar início a penas de 3 meses e 5 anos (respectivamente) por terem criticado as autoridades Sauditas.

A organização disse que as novas provisões em torno do "terrorismo" tem dentro de si linguagem que o Ministério Público e os juízes já estão a usar para processar e condenar activistas independentes e dissidentes pacíficos.


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Se estas medidas tivesse sido implementadas no Vaticano ou num país declaradamente Cristão, os grupos ateus de todo o mundo fariam manifestação atrás de manifestação como forma de acabar com a discriminação.

Mas como este tipo de combate não pode ser instrumentalizado contra o Cristianismo, os militantes ateus do mundo inteiro deixam que os ateus Sauditas sejam vítimas de discriminação.
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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

A tragédia dos hospitais Sírios

As lutas que estão a ocorrer entre os rebeldes Sírios colocou em xeque a segurança dum hospital na cidade nortenha de Aleppo, forçando os médicos a esconder os pacientes à medida que os confrontos entre os islamitas e o "Free Syrian Army" aumentavam.

Uma fonte local, que pediu anonimato por medo de represálias, disse que, "Os médicos fazem o seu trabalho de uma forma neutra, cuidando dos feridos de ambos os lados."

À medida que os médicos tratam os feridos, os combatentes do FSA e do grupo ligado à al-Qaeda "Islamic State of Iraq and Syria", ou ISIS, lutam no exterior do hospital e planeiam atacar-se mutuamente no interior. Os confrontos chegam depois do FSA ter dado um ultimato de 24 horas ao ISIS para se render e abandonar o país, e depois de ter prendido 200 membros ligados ao grupo com conexões com a al-Qaeda. O porta-voz do FSA, Loauy Mokdad, disse o seguinte à CNN:

Repetimos que não queremos combatentes estrangeiros na Síria. Não queremos grupos terroristas na Síria, e nós não deixaremos que eles façam bases na Síria.

Durante alguns meses, os grupos mantiveram uma aliança nervosa à medida que lutavam para derrubar o governo do Presidente Bashar al-Assad. Mas agora, as lutas entre ambos os grupos ameaça alterar o equilíbrio entre as forças rebeldes em favor dos grupos militantes e para longe dos grupos mais seculares.

O FSA acusou o ISIS de matar oficiais do FSA e de cometer crimes contra civis. Mokdad afirma:

Depois de seis meses a tentar raptar a nossa revolução e depois de terem controlado algumas zonas libertadas e depois de terem começado a forçar o nosso povo a agir como se estivessemos num estado islâmico, lançamos o aviso de que isso é algo inaceitável para nós.

O ISIS emitiu o seu próprio ultimato no Sábado, dando 24 horas aos membros do FSA para libertar os prisioneiros, ou então eles irão abandonar os seus pontos de comando comuns em Aleppo.

Entretanto, segundo uma fonte, o tempo está a escoar-se para os hospitais de áreas afligidas pela violência, onde o combustível necessário para os geradores e para as ambulâncias está escasso, e pode acabar no espaço de dias. A mesma fonte acrescenta que os médicos enfrentam perigos por todos os lados, e que as forças governamentais estão a ganhar vantagem em três lados da cidade.

A equipa médica em Aleppo será vitimizada pelo ISIS se este grupo vier a saber que o hospital está a tratar pacientes do FSA, e pelo FSA se eles souberem que os feridos do ISIS estão a receber ajuda médica, e pelos ataques aéreos do regime se eles souberem que a equipa médica trata membros de ambos os grupos.

Fonte

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Muçulmanos matam dois jornalistas franceses


Ministro dos Negócios Estrangeiros Francês reportou que os radio-jornalistas Ghislaine Dupont e Claude Verlon foram encontrados mortos no norte do Mali. Os dois repórteres da "Radio France International" foram raptados no Sábado de manhã depois de terem feito uma entrevista a um rebelde Tuareg perto da povoação nortenha de Kidal, afirmou um governador local segundo a rede-irmã da RFI (a France Info).

Verlon e Dupont "foram raptados por 4 homens para dentro dum Toyota," afirmou o governador de Kidal Adama Kamissoko enquanto se encontrava em Bamako.

Kidal era um dos pontos fortes da revolta dos militantes islâmicos Tuareg que ocorreu no ano passado e que mergulhou o Mali no caos depois dum golpe de estado dos militares. Depois do golpe de estado, os rebeldes do Tuareg, com ligações à al Qaeda, ocuparam o parte norte do país.

No princípio deste ano, e como parte da intervenção francesa para expulsar os islamistas do Mali, os militares franceses apoderaram-se da área ao redor de Kidal, a última povoação de dimensões consideráveis que ainda se encontrava sob o controlo dos rebeldes no norte do Mali.

A RFI reportou que os dois repórteres foram raptados em frente à casa dum dos membros dos rebeldes de Tuareg pertencente ao grupo "Grupo Nacional de Libertação de Azawad". Segundo o seu condutor, pôde-se ouvir os dois jornalistas resistir ao rapto antes de serem forçados pelos homens armados a deitarem-se no chão.

O presidente francês Francois Hollande condenou as mortes, qualificando-as de "desprezíveis".

O rapto e as mortes chegam na mesma semana em que 4 reféns franceses há muito retidos foram libertos. Eles haviam sido raptados pela al-Qaeda no Magreb Islâmico, no Níger, e encontravam-se presos desde 2010.

(Fonte)

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Mais mortes que, obviamente, em nada estão relacionadas com o islão, apesar dos grupos que as levam a cabo serem bem explícitos em associar os seus actos aos ensinamentos islâmicos.
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