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terça-feira, 30 de setembro de 2014

O horror do politicamente correcto

Por Roger Scruton

Uma história de abuso sexual  desenfreado - ignorada e encorajada pela polícia - está a emergir d povoação Britânica de Rotherham. Até hoje, a sua dimensão e alcance seriam impensáveis num país civilizado, e os seus detalhes irão causar a que os vossos cabelos fiquem de pé.

Imaginem o seguinte caso: uma rapariga é levada para os cuidados dos serviços sociais da sua área porque os seus pais são tóxico-dependentes e porque ela tem sido negligenciada e tem faltado à escola.

Ela é uma de muitas, visto que isto é normal na Inglaterra actual. E as entidades governamentais locais - Concílios - podem ser ordenados pelos tribunais a ocupar o lugar dos pais perante a criança negligenciada. O Concílio coloca  rapariga numa casa, onde ela é mantida sob supervisão do departamento dos serviços sociais.

A casa é frequentemente visitada por homens jovens que tentam seduzir a jovem rapariga para dentro dos seus carros como forma de lhes dar drogas, álcool, e levá-las a ter sexo com elas. A rapariga, que se encontra solitária e sem ninguém que se preocupe com ela, encontra-se com os homens no exterior, que lhe prometem idas ao cinema e a festas onde estão crianças da sua idade.

Ela cai na armadilha.

Depois de ter sido repetidamente abusada sexualmente por um grupo de cinco homens, é-lhe dito que, se ela disser a alguém o que ocorreu com ela, ela será retirada da casa e espancada. Quando, depois da repetição do episódio, ela ameaça ir à polícia, ela é levada para o campo, regada com gasolina, e ameaçada com fogo até que ela promete não ir para a polícia.

Entretanto, ela tem que aceitar ser abusada semanalmente em troca de drogas e álcool. Rapidamente ela dá por si a ser levada para outras áreas da povoação, e contratada para propósitos sexuais por parte de outros homens. Ela sente-se atormentada e deprimida, e quando chega ao ponto de já não conseguir mais aguentar, ela dirigi-se à polícia. Ela só consegue dizer atabalhoadamente algumas palavras e não consegue acusar alguém em especial. A sua queixa é rejeitada com base de que qualquer contacto sexual que tenha ocorrido foi consensual.

A assistente social a cargo do seu caso ouve a sua queixa, mas diz que ela nada pode fazer até que a rapariga identifica os abusadores. Mas quando a rapariga os identifica, a  assistente social rejeita as suas palavras e diz que ela nada pode fazer. O seu pai, apesar do vício das drogas, tentou manter o contacto com a filha e suspeita que algo está a acontecer. Mas quando ele se dirige à polícia, ele é preso por "obstrução de justiça" e acusado de fazer a polícia  perder o seu tempo.

Durante os dois anos que se seguem, por várias vezes ela tenta acabar com a sua vida, mas eventualmente acaba abandonada e sem-abrigo, sem uma educação formar e sem perspectiva de algum dia vir a ter uma vida normal.

"É Impossível", dirão vocês, "que tal coisa possa ocorrer na Grã-Bretanha". Na verdade, este é apenas um de 1,400 casos, todos eles materializados durante os últimos 15 anos na povoação South Yorkshire de Rotherham, e todos ele envolvendo raparigas vulneráveis que se encontravam ao cuidado do Concílio ou sem protecção adequada por parte da sua família (e totalmente à mercê de gangues de predadores sexuais).

Quase ninguém foi preso, nenhuma assistente social ou membro da polícia foi repreendido, e até recentemente, o assunto foi ignorado por todos os responsáveis e classificado de "insignificante". No entanto, um aumento do conhecimento público em relação ao caso levou a queixas, despoletando uma série de relatórios oficiais. O mais recente, do Professor Alexis Jay - antigo inspector-chefe de trabalho social na Escócia - e com 153 perturbadoras páginas, revela a verdade pela primeira vez. Um facto torna-se bem óbvio, e ele é que as vítimas eram brancas e os violadores eram Paquistaneses.

Os sociólogos convenceram o governo de que a polícia era racista.

Há quinze anos atrás, quando estes crimes estavam a começar, o Stephen Lawrence Inquiry na conduta da polícia Britânica foi feito pelo Sir William Macpherson - Juiz do Tribunal Supremo. A ocasião imediata havia sido o assassinato  onde a vítima era negra, os assassinos brancos, e o comportamento da polícia de investigação havia sido negligente e provavelmente preconceituoso. O relatório acusou a polícia - não só aqueles envolvidos no caso, mas toda a força policial do país - de "racismo institucionalizado". Esta propaganda sociológica foi, na altura, muito popular entre os sociólogos esquerdistas visto que fazia uma acusação que não poderia ser refutada por alguém que tivesse o azar de ser acusada dela.

Independentemente da forma como alguém se comportasse e da forma como alguém tratava as pessoas de raças distintas (sem levar em conta a sua identidade étnica ou a cor da sua pele), essa pessoa seria acusada de "racismo institucionalizado" pura e simplesmente devido a facto de se pertencer a uma dada instituição, e em nome de quem se falava. Sem surpresa alguma, os sociólogos e as assistentes sociais, maioritariamente dispostos a acreditar que a classe média é incuravelmente racista, agarrou-se à expressão.

Também MacPherson se juntou ao vagão na altura visto que, na altura, era a forma mais fácil e segura de lavar as mãos em público, e dizer que eu, pelo menos, não sou culpado do único crime que é universalmente reconhecido e cujas evidências estão por todo o lado.

A polícia estava mais preocupada com o politicamente correcto do que com o crime.

A consequência disto tem sido que as forças policiais têm-se desdobrado como forma de evitarem a acusação de racismo, ao mesmo tempo que as assistentes sociais  hesitam em intervir em casos onde podem ser acusadas de discriminação contra uma minoria étnica. As coisas ficam ainda piores com o aumento do islão militante, que acrescentou ao antigo crime de racismo um novo crime: a "islamofobia".

Actualmente, nenhuma assistente irá arriscar er acusada dum crime. Em Rotherham, uma assistente social teria que ser maluca, e a polícia ainda mais, para dar início a uma investigação de abuso sexual quando os criminosos são muçulmanos Asiáticos e as vítimas etnicamente Inglesas.  O melhor é varrer tudo isto para debaixo do tapete, encontrar formas de acusar as vítimas ou os seus pais (ou a cultura existente) de "racismo institucionalizado", e focar a atenção em assuntos muitos mais importantes tais como habitação para os recém-imigrantes, ou as infracções de trânsito cometidas pelos racistas da classe média.

Também os Americanos conhecem este síndrome. O politicamente correcto deriva de convicções sociológicas e das já-gastas teorias que as produziram, mas para as pessoas normais, ela deriva do medo. As pessoas de Rotherham sabem que não é seguro uma rapariga [branca] entrar num táxi com alguém com traços Asiáticos [ed: muçulmanos] eles sabem que, com relativa frequência, os muçulmanos não tratam as raparigas brancas com o mesmo respeito com que tratam as raparigas da sua comunidade. Eles sabem, e já sabem há 15 anos, que existem gangues de predadores que buscam raparigas vulneráveis, e que esses gangues são na sua maioria jovens homens Asiáticos que, na sua maioria, olham para a sociedade Inglesa não como uma comunidade a que pertencem, mas sim como uma campo de caça sexual.

Mas os habitantes de Rotherham não se atrevem a expressar este conhecimento - quer seja em palavras ou em actos. Menos ainda eles se atrevem a fazer isso se o seu emprego é o de uma assistente social ou um oficial da polícia. Se deixarem escapar a sugestão de que muçulmanos Paquistaneses são mais susceptíveis que os homens Ingleses  de levar a cabo crimes sexuais, serão classificados de racistas islamofóbicos, e serão ostracizados no local de trabalho e, de agora em diante, colocados sob monitorização.

Ninguém perderá o emprego

Isto seria menos importante se não houvessem consequências. Infelizmente, o politicamente correcto causa a que as pessoas não só disfarcem as suas crenças, mas se recusem a agir de acordo com elas, acusem os outros que confessam essas crenças, e, de modo geral, agir de acordo com as políticas que têm sido forçadas aos Ingleses por parte duma minoria de activistas.

O propósito dos activistas é perturbar e desmantelar as antigas formas de ordem social. Eles acreditam que a nossa sociedade não só é racista, como demasiado confortável, demasiado desigual, demasiado limitada a uma forma de estar antiquada que é tida pelas pessoas na base da nossa sociedade - a classe operária, os imigrantes, os sem-abrigo, os imigrantes ilegais - como opressiva e exigente. Eles [os activistas] propagam de modo entusiasta doutrinas do politicamente correcto como uma forma de vingança contra a nossa ordem social (da qual eles se sentem alienados).

As pessoas normais encontram-se tão intimidadas com isto que repetem estas doutrinas, como se elas fossem mantras religiosos com os quais eles esperam ficar protegidos dentro dum território hostil. Consequentemente, as pessoas Britânicas aceitaram sem resistência a enorme transformação com a qual foram afligidos durante os últimos 30 anos - transformação essa levada a cabo maioritariamente por activistas a operar através do Partido Trabalhista. Eles aceitaram políticas de imigração que encheram as nossas cidades com muçulmanos descontentes, muitos dos quais foram agora lutar contra nós na Síria e no Iraque.

Eles aceitaram o crescimento de escolas islâmicas dentro das quais as crianças são ensinadas a ficarem prontas para a jihad contra a ordem que os rodeia. Eles aceitaram a constante difamação do seu país, das suas instituições e da sua religião herdada, pelo simples motivo de que estas coisas são delas e, portanto, manchadas com lealdades proibidas [ed: Deus, patriotismo e família].

E quando finalmente a verdade é expressa, ninguém perde o seu emprego, ninguém é preso, e a Polícia eleita e o Comissário Comunitário para Rotherham, embora forçado a sair do Partido Trabalhista, recusa-se a apresentar a sua demissão. Depois de algumas semanas, tudo isto estará sob a tapete, e o trabalho de destruição poderá prosseguir como normal.

Fonte: http://onforb.es/Y2QcsA


quarta-feira, 30 de julho de 2014

Como Maomé se torno no último profeta

É crença ortodoxa islãmica de que Maomé é o último profeta - mas esta posição demorou muitos anos até  se tornar ortodoxa visto que por altura de Maomé existiam outras pessoas que também eles alegavam terem sido comissionados com uma missão profética (o mesmo que Maomé alegou de si). Esta é a lista de pessoas que alegaram ser profetas essencialmente durante o mesmo período em que Maomé alegou ser profeta:

    Talhah bin Khuwailid Al-Asadi
    Malik bin Nuwairah
    Al-Mundhir bin An-Numan
    Al-Yamamah Musailamah
    Dhu At-Taj
    Muhammad bin Abdullah
    Laqit bin Malik Al-Azdi
    Iyas bin Abdullah bin Abd Yalil
    Al-Ashath bin Qais Al-Kindy
    Qais bin Makshuh
    Al-Aswad Al-Ansi -
  
    (Fonte: Dr. Shawqi Abu Khalil, "Atlas on the Prophet’s Biography", Riyadh: Darussalam, 2003, p. 254)


Este "profetas" eram monoteístas e alguns eram conhecidos por terem alegado ter recebido de Deus palavras que eles ensinaram aos seus seguidores. Este é o contexto onde Maomé levou a cabo a sua actividade, mostrando que ele não estava sozinho.

Quando algumas das tribos Árabes "aceitaram" o islão, elas aceitaram Maomé como profeta, mas continuaram a manter que o seu próprio profeta era também ele enviado de Deus; isto significa que eles tinham pelo menos dois profetas. Isto leva-nos a notar como Maomé não era visto como o último profeta por parte destes muçulmanos primitivos.

De que forma é que a crença de que Maomé era o último profeta se tornou a visão ortodoxa?

Imediatamente após a morte de Maomé, a situação que Abu Bakr enfrentou após assumir o califado foi muito complicada. Muitas tribos abandonaram o islão e recusaram-se a pagar o Zakat. Muitos falsos profetas por toda a Arábia, e muitas pessoas, ofereceram-lhes alianças. O argumento que pesou para o seu lado foi o de que um profeta vivo era preferível a um profeta morto. (Prof. Masud ul Hasan, "History of Islam", 2002, vol. 1, p. 97)

E podemos ver portanto que depois da morte de Maomé, estes outros profetas continuaram com as suas actividades. A resposta de Abu Bakr foi a de declarar guerra a todos estes muçulmanos e uni-los todos em redor de Maomé - e só dele.

A norte de Medina encontrava-se a tribo de Asad, e eles seguiam um profeta com o nome de Talhah. Os seguidores de Maomé marcharam contra eles e derrotaram-nos em Buzakha. A tribo de Hanifa era liderada pelo profeta Musailamah. Os seguidores de Maomé lutaram de forma dura contra esta tribo e finalmente mataram Musailamah. Em Oman, Laquit b Malik era o profeta local. Foi enviado contra ele um exército, o que levou a que Laquit e 10,000 dos seus seguidores fossem mortos. No Iémen existia um profeta chamado Aswad Ansi, que tinha uma larga massa de apoiantes. O exército de Maomé derrotou-o e e matou-o.

Foi desta forma que Maomé se tornou no último profeta; os seus companheiros mais chegados mataram todos os outros profetas e forçaram estas tribos Árabes a converterem-se ao islão "oficial".

Reflexões e Aplicações

1. Não era universalmente reconhecido pelos muçulmanos  primitivos que Maomé era o último profeta.

Esta crença demorou tempo até se estabelecer, e ela foi violentamente forçada sobre a comunidade islâmica primordial. Se estas distintas comunidades islâmicas tivessem tido a permissão para continuar a seguir os seus próprios profetas, então a sua crença de que Maomé não era o último profeta de Deus teria continuado até aos dias de hoje, e o islão teria sido totalmente distinto.

2. Maomé e os seus companheiros não introduziram o monoteísmo na Arábia mas ao matarem todos os outros profetas, introduziram o Maometanismo na região.

O islão destas comunidades iniciais que tinham outros profetas ao lado de Maomé, teve agora, que se conformar ao Maometanismo.

3. A matança destes profetas, e o impedimento da continuação de material parecido com o Alcorão que eles (os maometanos) podem ter destruído, é evidência importante para o contexto do Alcorão de Maomé.

De que forma é que o que Maomé recitou se relacionava com o que estes outros profetas recitaram?  Será que existia material comum entre eles? Será que algum desse material foi incluindo no Alcorão de Maomé ou era o Alcorão de Maomé totalmente diferente da revelação destes outros profetas?

É uma suposição dizer que não havia qualquer ligação entre eles e Maomé. Alegar que o que Maomé recitou era completamente único e distinto é alegar com base no silêncio, silêncio esse criado através do assassinato destes outros profetas e do término das suas palavras.

Logo, tudo o que pensamos do Alcorão tem que ser analisado à luz do seu contexto. Mesmo que não sejamos capazes de responder a certas questões em torno destes profetas e das suas palavras, podemos ao menos saber que as alegações islâmicas modernas nada mais são que suposições e argumentos com base no silêncio.

4. “Como Maomé se tornou no último profeta” seria um bom título para um livro, visto existir bastante material  nas fontes islâmicas sobre as quais operar. Eu digo isto porque existem alguns livros com títulos como "Como Jesus Se Tornou Deus", e os maometanos parecem gostar destes livros.

No entanto, os maometanos não podem afirmar que, como os Cristãos batalharam com a ideia do Senhor Jesus como Deus, isso significa que a Sua Divindade é uma invenção posterior. Será que os maometanos diriam o mesmo em torno da forma como Maomé se tornou no último profeta? Algumas questões demoram tempo até serem resolvidas.

O que interessa reter nesta discussão entre Cristãos e maometanos é que ambos devem aprender mais sobre a sua história e uma forma correcta e não depender de clichés e de exageros.

Fonte: http://bit.ly/Vyg2Ua.

domingo, 20 de abril de 2014

Os terroristas ateus

A Arábia Saudita deu entrada a uma série de novas leis que definem os ateus como terroristas, segundo um relatório da "Human Rights Watch".

Numa série de decretos reais, e após uma porção de legislação com um alcance amplo ter sido feita para lidar com o terrorismo no geral, o rei Saudita  Abdullah limitou todas as formas de dissidência política que podem "prejudicar a ordem pública".

As novas leis foram largamente instaladas para combater o crescente número de Sauditas que viaja para tomar parte da guerra civil na Síria, e regressa com treino recém adquirido e com ideias de derrubar a monarquia.

Como forma de combater isso, o Rei Abdullah emitiu o Decreto Real 44 que criminaliza a "participação em hostilidades fora do Reino" com penas de prisão que variam dos 3 aos 20 anos. No entanto, no mês passado mais normas foram emitidas pelo Ministério do Interior, identificando uma extensa lista de grupos que o governo qualifica de organização terrorista - incluindo a Irmandade Muçulmana.

O primeiro artigo das novas provisões definem o terrorismo como "apelar ao pensamento ateu de alguma forma, ou colocar em causa os fundamentos da religião islâmica sobre os quais este país foi fundado".

Joe Stork, (Human Rights Watch) firmou:
As autoridades Sauditas nunca toleraram qualquer tipo de crítica às suas políticas, mas estas leis e normas recentes quase que tornam qualquer expressão crítica ou associação independente num crime de terrorismo. Estes regulamentos cortam qualquer esperança que o Rei Abdullah tencione abrir o espaço para vozes dissidentes e grupos independentes.
A "Human Rights Watch" afirmou que estes novos regulamentos eram também um retrocesso às campanhas levadas a cabo para a protecção e liberdade de um certo número de activistas pelos direitos humanos que se encontram actualmente presos na Arábia Saudita. A organização disse ainda que Waleed Abu al-Khair e Mikhlif al-Shammari perderam recentemente os seus recursos legais, e irão dentro em breve dar início a penas de 3 meses e 5 anos (respectivamente) por terem criticado as autoridades Sauditas.

A organização disse que as novas provisões em torno do "terrorismo" tem dentro de si linguagem que o Ministério Público e os juízes já estão a usar para processar e condenar activistas independentes e dissidentes pacíficos.


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Se estas medidas tivesse sido implementadas no Vaticano ou num país declaradamente Cristão, os grupos ateus de todo o mundo fariam manifestação atrás de manifestação como forma de acabar com a discriminação.

Mas como este tipo de combate não pode ser instrumentalizado contra o Cristianismo, os militantes ateus do mundo inteiro deixam que os ateus Sauditas sejam vítimas de discriminação.
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quarta-feira, 12 de março de 2014

Os versos perdidos do Alcorão

Quase todos os maometanos do mundo dirão que o Alcorão foi preservado de um forma perfeita (e milagrosa) desde o momento da sua "revelação" até aos dias de hoje. A maior dificuldade com esta alegação é que as fontes islâmicas estão cheias de histórias em torno da forma como o Alcorão foi alterado (sem falar nas histórias do desentendimento dos companheiros de Maomé em torno dos capítulos que supostamente deveriam estar no Alcorão, histórias de Uthman a queimar manuscritos como forma de encobrir as diferenças textuais, etc). Então porque é que os maometanos concluem que o Alcorão foi preservado de forma perfeita quando as suas fontes dizem exactamente o contrário?

A resposta a este dilema encontra-se na metodologia islâmica. Essencialmente, o "método" islâmico para a análise da preservação textual do Alcorão é este:

(1) Concluir, antes de analisar as evidências, que o Alcorão foi perfeitamente preservado.
(2) Rejeitar todas as evidências que demonstram que o Alcorão foi alterado.
(3) Depois de rejeitar todas as evidências de que o Alcorão foi alterado, concluir que o mesmo foi preservado na perfeição.

Pode-se pensar que há aqui algum tipo de exagero, mas não há. Para ilustrar isso, levemos em conta esta breve conversa que recentemente tive com um muçulmano através do Facebook, onde era alegado por ele e por outros maometanos que o Alcorão havia sido perfeitamente preservado enquanto que a Bíblia havia sido corrompida. Eu apresentei uma tradição onde Aisha se refere a dois versos do Alcorão que foram comidos por ovelhas. Uma vez que estes versos não se encontram no Alcorão actual, podemos ter a certeza de que se perderam:


Aqui vemos a própria Aisha (a "Mãe dos Crentes") a afirmar que versos do Alcorão foram perdidos. Como é que os maometanos responde a estas evidências?


E pronto. Se por acaso um dado não está de acordo com o Alcorão, o mesmo é rejeitado.

Esta metodologia é confusa para os não-iniciados visto que se queremos saber mais sobre a história do Alcorão, não nos dirigimos ao Alcorão em si, mas sim para a Tradição (Hadith) e para outras fontes que discutem a preservação do Alcorão. Mas são essas próprias fontes que revelam que o Alcorão foi alterado, e como tal, esse dado é rejeitado (tal como Uthman queimou os manuscritos do Alcorão visto que eles divergiam entre si). Anikh pura e simplesmente irá rejeitar qualquer evidência que entre em conflito com o mito islâmico da preservação perfeita:


Anikh confirmou que todos os maometanos usam este método:


Bem vindos ao mundo maravilhoso e selvagem do islão. Os maometanos acreditam em coisas que são factualmente e demonstradamente falsas, mas rejeitam todas as evidências - mesmo provenientes das suas fontes - que refutam as suas crenças. Como é que uma religião que exige aos seus seguidores que adoptem este tipo de metodologia ser verdadeira? 
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domingo, 9 de março de 2014

Seguidores de Maomé matam família Cristã no Egipto

Família Cristã composta por 4 membros e a viver em Alexandria (Egipto) foi barbaramente esfaqueada até à morte no Domingo quando se encontravam na sua casa em  al-Ibrahamya. A família era composta pelo pai, de 44 anos, a esposa, 35, o seu filho de 6 anos e o irmão da esposa.

Depois do assassinato, a casa, onde a família já vivia há alguns anos, foi incendiada pelos assassinos como forma de esconder o crime, mas a polícia controlou e apagou o fogo. Todos os corpos foram encontrados contendo marcas de esfaqueamento e outros sinais de violência extrema. A esposa e a criança tiveram os seus pescoços cortados enquanto que o pai foi esfaqueado até  à morte - com marcas de esfaqueamento por todo o seu corpo.

O crime não foi motivado por roubo, visto que a casa não foi roubada, e os relatórios preliminares dizem que a família foi assassinada por dar o seu apoio ao governo de Bashar Assad na Síria. Segundo se sabe, a esposa era uma apoiante bastante vocal, chegando a discutir assuntos políticos.

Os islamitas por todo o Médio Oriente, e especialmente no Egipto, são contra Assad e apoiam de forma  vigorosa a jihad contra o moderado governo de Assad numa tentativa de o remover do poder, e instalar um estado sharia na Síria.

A maior parte das minorias religiosas, incluindo os Cristãos, apoiam o regime secular de Assad, havendo visto a enorme violência feita contra outros Cristãos por parte dos rebeldes islamitas

Fonte

 "vem mesmo a hora em que, qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus."
João 16:2

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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

A tragédia dos hospitais Sírios

As lutas que estão a ocorrer entre os rebeldes Sírios colocou em xeque a segurança dum hospital na cidade nortenha de Aleppo, forçando os médicos a esconder os pacientes à medida que os confrontos entre os islamitas e o "Free Syrian Army" aumentavam.

Uma fonte local, que pediu anonimato por medo de represálias, disse que, "Os médicos fazem o seu trabalho de uma forma neutra, cuidando dos feridos de ambos os lados."

À medida que os médicos tratam os feridos, os combatentes do FSA e do grupo ligado à al-Qaeda "Islamic State of Iraq and Syria", ou ISIS, lutam no exterior do hospital e planeiam atacar-se mutuamente no interior. Os confrontos chegam depois do FSA ter dado um ultimato de 24 horas ao ISIS para se render e abandonar o país, e depois de ter prendido 200 membros ligados ao grupo com conexões com a al-Qaeda. O porta-voz do FSA, Loauy Mokdad, disse o seguinte à CNN:

Repetimos que não queremos combatentes estrangeiros na Síria. Não queremos grupos terroristas na Síria, e nós não deixaremos que eles façam bases na Síria.

Durante alguns meses, os grupos mantiveram uma aliança nervosa à medida que lutavam para derrubar o governo do Presidente Bashar al-Assad. Mas agora, as lutas entre ambos os grupos ameaça alterar o equilíbrio entre as forças rebeldes em favor dos grupos militantes e para longe dos grupos mais seculares.

O FSA acusou o ISIS de matar oficiais do FSA e de cometer crimes contra civis. Mokdad afirma:

Depois de seis meses a tentar raptar a nossa revolução e depois de terem controlado algumas zonas libertadas e depois de terem começado a forçar o nosso povo a agir como se estivessemos num estado islâmico, lançamos o aviso de que isso é algo inaceitável para nós.

O ISIS emitiu o seu próprio ultimato no Sábado, dando 24 horas aos membros do FSA para libertar os prisioneiros, ou então eles irão abandonar os seus pontos de comando comuns em Aleppo.

Entretanto, segundo uma fonte, o tempo está a escoar-se para os hospitais de áreas afligidas pela violência, onde o combustível necessário para os geradores e para as ambulâncias está escasso, e pode acabar no espaço de dias. A mesma fonte acrescenta que os médicos enfrentam perigos por todos os lados, e que as forças governamentais estão a ganhar vantagem em três lados da cidade.

A equipa médica em Aleppo será vitimizada pelo ISIS se este grupo vier a saber que o hospital está a tratar pacientes do FSA, e pelo FSA se eles souberem que os feridos do ISIS estão a receber ajuda médica, e pelos ataques aéreos do regime se eles souberem que a equipa médica trata membros de ambos os grupos.

Fonte

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Muçulmanos matam dois jornalistas franceses


Ministro dos Negócios Estrangeiros Francês reportou que os radio-jornalistas Ghislaine Dupont e Claude Verlon foram encontrados mortos no norte do Mali. Os dois repórteres da "Radio France International" foram raptados no Sábado de manhã depois de terem feito uma entrevista a um rebelde Tuareg perto da povoação nortenha de Kidal, afirmou um governador local segundo a rede-irmã da RFI (a France Info).

Verlon e Dupont "foram raptados por 4 homens para dentro dum Toyota," afirmou o governador de Kidal Adama Kamissoko enquanto se encontrava em Bamako.

Kidal era um dos pontos fortes da revolta dos militantes islâmicos Tuareg que ocorreu no ano passado e que mergulhou o Mali no caos depois dum golpe de estado dos militares. Depois do golpe de estado, os rebeldes do Tuareg, com ligações à al Qaeda, ocuparam o parte norte do país.

No princípio deste ano, e como parte da intervenção francesa para expulsar os islamistas do Mali, os militares franceses apoderaram-se da área ao redor de Kidal, a última povoação de dimensões consideráveis que ainda se encontrava sob o controlo dos rebeldes no norte do Mali.

A RFI reportou que os dois repórteres foram raptados em frente à casa dum dos membros dos rebeldes de Tuareg pertencente ao grupo "Grupo Nacional de Libertação de Azawad". Segundo o seu condutor, pôde-se ouvir os dois jornalistas resistir ao rapto antes de serem forçados pelos homens armados a deitarem-se no chão.

O presidente francês Francois Hollande condenou as mortes, qualificando-as de "desprezíveis".

O rapto e as mortes chegam na mesma semana em que 4 reféns franceses há muito retidos foram libertos. Eles haviam sido raptados pela al-Qaeda no Magreb Islâmico, no Níger, e encontravam-se presos desde 2010.

(Fonte)

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Mais mortes que, obviamente, em nada estão relacionadas com o islão, apesar dos grupos que as levam a cabo serem bem explícitos em associar os seus actos aos ensinamentos islâmicos.
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