sábado, 28 de dezembro de 2013

Tribunal Supremo Australiano defende casamento natural

O Tribunal Supremo Australiano anulou a legislação em torno do "casamento" homossexual que, por um breve período de tempo, permitiu que cerimónias homoeróticas ocorressem no "Australian Capital Territory" (ACT). Esta pequeno território aprovou a sua "Marriage Equality (Same Sex) Act 2013" em Outubro deste ano, mas os tribunais anularam a lei recentemente aprovada numa decisão unânime, determinando que ela é inconsistente com a lei federal. 

O "Australian Christian Lobby", pela voz do seu director Lyle Shelton, aprovou a decisão do Tribunal Supremo, acrescentando:

Esta decisão legal demonstra que não é faz parte da jurisdição dos estados legislarem em torno do casamento. É importante que as leis em torno do casamento continuem a ser geridas federalmente - foi por isso que o "Marriage Act" foi aprovado em 1961 para existir leis uniformes.

O Tribunal Supremo Australiano afirmou que "mantinha que o parlamento federal tem poder, segundo a Constituição Australiana, para legislar em torno do casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo." A decisão legal irá afectar 27 duplas que entretanto se "casaram" depois da lei ter sido aprovada em Novembro.

O director nacional da "Marriage Equality" Australiana, Rodney Croome, descreveu a decisão como uma "derrota temporária".

A lei federal "Marriage Act" foi revista em 2004 e ela especifica que o casamento é a união entre um homem e uma mulher.

Shelton acrescenta:

O debate em torno da modificação da definição de casamento recebeu tempo de suficiente durante os últimos três anos, com 9 tentativas parlamentares para a modificar. Tal como o debate republicano, o público e os parlamentares tiveram tempo suficiente para avaliar as alegações e agora é tempo de avançar.

Recentemente, a Croácia deu início à proibição do pseudo-casamento homoerótico depois dum referendo nacional ter determinado que 2/3 dos votantes apoia a definição de casamento como sendo a união entre um homem e uma mulher.

Fonte
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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Estrangulado até à morte por uma cobra

Hoje, 27 de Dezembro, o segurança de um restaurante na ilha indonésia de Bali foi estrangulado até à morte por uma cobra pitão junto ao luxuoso hotel Bali Hyatt. 

De acordo com um agente de segurança do hotel, o réptil atravessava a estrada, quando o guarda o agarrou pela cabeça e cauda para o afastar. No entanto, o pitão, de quase cinco metros de comprimento, conseguiu enrolar-se em seu corpo e estrangular o homem até à morte.

As pessoas que se encontravam no local estavam tão assustadas que não foram capazes de ajudar a vítima. A polícia chegou rápido, mas o réptil escondeu-se no mato, e os policiais não conseguiram encontrá-lo.


Oposição à ideologia gayzista

Jargão e Obscurantismo

A aparente ininteligibilidade da ideologia de gênero é, muitas vezes, perdoada por ser apenas mais outro exemplo de conceitos e linguagem difíceis, estes necessariamente empregados por pensamentos de alto nível de abstração. Por exemplo, um membro da lista QSTUDIES escreveu: “Há uma tendência entre os teóricos de todos os tipos de se perderem na meta-discussão. Cobrar esta autocrítica especificamente dos teóricos de gênero é receber nada em troca.” Outro colaborador escreveu: “Você não tem que ser anti-teoria, todavia, para ser crítico de uma teoria que é obscura e desnecessariamente recheada de jargões”. Outro escreveu: “A sugestão a ser feita é a de que seja realizado o trabalho de “traduzir” a ideologia de gênero, despindo-a do academicismo, e eu aplaudo esse esforço, porque isso ajudará qualquer homossexual a dar sentido à sua condição.” E outro escreveu: “Se [Daniel Harris, que infligiu uma fraude à Lista] queria criticar ‘a ideologia de gênero’ pelo uso de termos complicados que causam confusão, ele poderia ter redigido um artigo mais perspicaz acerca de como explorar as questões que estavam a surgir, na tentativa de traduzir-se a ideologia de gênero em um vocabulário mais acessível.”

Eu simpatizo com qualquer apelo por uma maior clareza, mas inquiro-me se a abstração em si mesma caracteriza com precisão a natureza do discurso da ideologia de gênero. Parece-me que há uma diferença marcante entre a tradição analítica da filosofia tradicional e da postura "teórica" do discurso da ideologia de gênero pós-moderna. Livros de elevado nível sobre filosofia, economia e sociologia, muitas vezes são de fato sem substância, e com frequência fazem uso de jargões. Mas eles também têm um grande cuidado para definir seus termos da forma mais precisa quanto possível. Muitos dos termos técnicos que eles empregam - por exemplo, instanciação ou explanação - podem ser encontrados normalmente em um dicionário decente e, geralmente, são usados na forma precisamente definida no dicionário. Estritamente falando, o discurso filosófico tende a ser difícil, ao invés de ser ininteligível.

Este não é o caso do discurso da ideologia de gênero. O discurso pós-moderno da ideologia de gênero é repleto de termos que significam quase o exatamente oposto do que eles normalmente significam (por exemplo, “genealógico” no sentido não-genealógico de Foucault, ou “imaginário” no sentido não-imaginário de Lacan), e, muito frequentemente, o uso especializado de tais palavras aparentemente comuns é deixado indefinido, ou a fonte utilizada não é mencionada. O problema de o jargão ser especialmente difícil na ideologia de gênero não é porque nós nunca ouvimos falar nessas palavras antes, pois muitas das palavras são comuns, mas a forma como elas são empregadas é excessivamente esquisita.

O discurso da ideologia de gênero desestabiliza regularmente a gramática, por exemplo, usando os verbos e adjetivos como substantivos, e substantivos como verbos. Um exemplo comum é a frase “blacks are othered by whites.” Esta técnica é frequentemente combinada com truques tipográficos e de ortografia estranha. Por exemplo, uma discussão sobre interpretar a mãe como Other resultando na palavra “(m)othered”. Não é de estranhar que este tipo de prática tem sido criticado como desempenho virtuosístico, em vez de uma análise cuidadosa.

Às vezes me pergunto se o repertório de sapateado que parece abranger a ideologia de gênero tem realmente qualquer conteúdo intelectual. É a teoria genuína - ou é apenas a práxis sem teoria? Elizabeth Meese em um artigo intitulado “Theorizing Lesbian: Writing — A Love Letter” (de seu livro (Sem)erotics: Theorizing Lesbian Writing) escreve assim:

    “Por que é que a lésbica parece uma sombra - uma sombra com/na mulher, com/por escrito... Uma sombra de quem eu sou que atesta a minha existência estar lá, eu nunca estou com/fora esta lésbica. E estamos sempre transformando, desta maneira e daquela, em um lugar e no outro...o que poderia ser a auto-bio-grafia desta figura, deste escrito “lésbica”? A palavra, a letra L, e a lésbica desta auto-biografia, este autó-grafo? gosto da letra L, que contém a sua própria sombra, faz e é composta de sombra, de modo que não pode de-cifrar a coisa a partir de sua reflexão...Como então começar a dizer que lésbicas: a escrita é, para escrever a sua história, para falar da letra da carta?” 

Como é que é? Qual é a diferença entre as palavras “auto-bio-grafia” e “auto-biografia”? Como é que eles diferem da palavra "autobiografia"? Será que Meese usa os hífens, porque ela não acha que não somos inteligentes o suficiente para entender a etimologia da palavra? Se assim for, por que ela coloca hífen na palavra diferentemente, aparentemente no mesmo contexto? Existe alguma maneira possível no qual nós poderíamos imaginar que a palavra “de-cifrar” pode ter um significado diferente da palavra “decifrar”? Será que a letra L tem uma sombra? Se assim for, ela tem mais sombra do que a letra S? Será que isso importa? Será que uma Safista têm menos sombra do que uma lésbica? Será que o substantivo composto “lésbica: escrita” tem um significado particular, porque o cólon é separado por espaços entre os seus elementos? Se isso acontecer, porque Meese não nos diz?

Se você não parar de ler depois dos primeiros parágrafos deste tipo de coisa (não é uma brincadeira - embora certamente se pareça com uma), você acabará por vir ao ponto central da questão sobre lésbicas serem semanticamente subjugados pelo sistema falo-logo-centrico, uma teoria apoiada por citações de Derrida, Lacan, Luce Irigary e Monique Wittig: o tipo habitual de coisa que é simultaneamente a premissa e a conclusão da teoria de gênero.

Este exemplo de Meese é um exemplo extremo desse discurso, mas não é de forma alguma um caso isolado. É parte de uma tendência geral na ideologia de gênero atribuir à mera tipografia um significado e um poder que ela realmente não possui.

Meese continua, em uma passagem especialmente relevante para a compreensão da natureza da “teorização” da ideologia de gênero:

    “Teorização lésbica é sempre ao mesmo tempo teórica e ‘pré’-teórica: o escritor se comporta como se soubesse o que a lésbica é, no que implica teorizar sobre o lesbianismo, apesar do que Mary Daly e Jane Caputi denominam ‘selvageria’, o que ‘não é contabilizado por quaisquer teorias conhecidas’. O ‘pré’-teórico da teorização lésbica é e não é um ‘pré’ - no seu caminho para se tornar algo em si mesmo, é e não é uma etapa de antecipação antes da letra – um ‘pré’-, à espera de ser ‘pós’ -. a escritora lésbica apresenta seu tema como (o) Único, na ausência de outros.”

Que tipo de escrita pré-pós-púbere é esta? Se usarmos isso como um exemplo, então considero que podemos perceber que não há como reescrever isso de uma maneira menos rarefeita ou mais inteligível e acessível: se isso fosse “traduzido”, isso simplesmente deixaria de ser ideologia de gênero. Simplesmente não há meios de se sentar com Meese e dizer, “deixe me ajuda-la a editar isso para que fique mais claro.” Ela jamais permitiria que alguém desatasse seu nó. O ponto que quero enfatizar é que reinvindicações justas por esclarecimentos só podem ser aplicadas a analises convencionais – e ideologia de gênero é uma categoria completamente diferente. A teoria da ideologia de gênero não é nem uma ánalise e nem uma atitude. Sempre que alguém disser que vai “re-teorizar” algo, você já sabe que tem problema à vista. “Teorizar” significa basicamente “deixar as coisas mais obscuras”.

O que muitos apologistas da teorização da ideologia de gênero falham em reconhecer é que a obscuridade dessa teoria não é o resultado da falta de habilidade de escrita, mas uma estratégia deliberada para (A) confundir o oponente para supera-lo, (B) para simbolizar seu status e solidariedade com o grupo, e (C) minar a fé na linguística “representando” o que se diz ser uma característica do patriarcado tradicional. A denominação “obscurantista” parece apropriada: teorias da ideologia de gênero não são apenas obscuras, mas deliberadamente obscuras.

Apelar para a acessibilidade e a clareza é perder o foco: o teórico da ideologia de gênero escolhe deliberadamente a complexidade em vez da clareza em seu discurso, na crença equivocada de que a clareza perpetua reducionismo/essencialismo/idealismo. Devemos ter em mente que não estamos falando sobre o velho problema do jargão acadêmico, mas sobre o recente surgimento específico da escola franco-americana de desconstrucionismo/estruturalismo/construcionismo social. Teóricos da ideologia de gênero pertencem à escola da teoria do discurso (Derrida, Foucault et al. ). Ao contrário de grandes pensadores do passado (e do presente), os membros desta escola não só empregam neologismos, mas abstém-se regularmente de defini-los. Dada a escolha entre duas palavras, o teórico da ideologia de gênero vai sempre escolher a palavra que não está no dicionário. O maior elogio que um teórico gayzista pode desejar é que o seu discurso ilustra uma “pirotecnia verbal”, por neologismos e palavras criadas apenas para uma única ocasião são o nome do jogo (eu quase chamaria isso de “lúdico”).

O princípio fundamental da teoria da ideologia de gênero é “teorizar”, em vez de comunicar o conhecimento. Seu objetivo não é descobrir verdades e realidades e todo aquele lixo essencialista/empirista (“conhecimento inexistente”), mas desconstruir o discurso, transformando todas as dúvidas sobre questões concretas em uma dúvida sobre questões estratégicas. A teoria gayzista é mais um exercício de ideologia do que comunicação propriamente dita; muitos praticantes vão admitir que é uma estratégia na luta de classes pela hegemonia: o objetivo não é a análise em si, mas a análise como uma ferramenta para a mudança social.

Teóricos gayzistas e teóricos culturais passaram a dominar os departamentos acadêmicos outrora conservadores, e eles não são susceptíveis a atender às solicitações para que escrevam de forma mais inteligível para não-acadêmicos e colegas que não sejam teóricos do gayzismo. A teoria gayzista vai perder o seu poder se cair nos antigos e chatos “Estudos Gays e Lésbicos” e no empirismo maçante que lida apenas com fatos. Eu não estou completamente certo de que teóricos gayzistas percebam que a auto-imitação tornou-se auto-paródia, e que mais e mais pessoas tem uma suspeita de que todo o brilho com que descrevem a roupa do imperador não nos cegará de sua nudez.

O Binário Homossexual/Heterossexual

Teóricos gayzistas muitas vezes afirmam que “a homossexualidade exclusiva é uma margem conceitualmente necessária para qualquer noção de heterossexualidade compulsória. É o “outro” culturalmente necessário, isso existe como um foco de resistência nas relações de poder que produzem tanto a si mesmo e a heterossexualidade.” Isto soa muito bem e teórico, mas eu acho que isso nunca foi verdade.

A posição psicológica/sociológica que o “eu” cria o “outro”, a fim de definir-se pode ser verdade de maneira genérica, mas a exatidão de como isso funciona em relação ao “homossexual” é problemática. A visão de que as pessoas heterossexuais se definem em relação aos homossexuais é uma afirmação teórica sem qualquer evidência histórica. Embora George Chauncey em Gay New York (1994) afirma que “em seu policiamento da subcultura gay a cultura dominante procurou acima de tudo policiar suas próprias fronteiras”, na verdade todo o seu livro é um amplo testemunho do fato de que a grande maioria das pessoas comuns ou eram indiferentes ou apenas curiosas sobre a teoria gayzista. A maior parte do policiamento ele cita quase não teve qualquer efeito sobre homossexuais, muito menos sobre heterossexuais. A grande maioria das pessoas comuns no passado (e ainda hoje) eram indiferentes ou apenas curiosas sobre o gayzismo: elas certamente jamais os obrigaram a criar suas próprias identidades sexuais. No caso das mulheres, há realidades fisiológicas, tais como a menstruação e a gravidez, que muitos têm usado como base para a definição de sua sexualidade sem recorrer à existência de lésbicas, a fim de se definir.

Os registos judiciais e da literatura médica antiga demonstram diversas vezes que a existência de gayzistas vem como uma grande revelação para a maioria das pessoas, a maioria dos quais nunca tinha ouvido falar de tais coisas, e nem mesmo pensava sobre a possibilidade de tais coisas. A sociedade heterossexual na maior parte da história dificilmente saberia qualquer coisa sobre a sociedade gayzista se não fosse por escândalos ocasionais expostos em jornais e tribunais - e ainda assim eles conseguiram viver felizes (ou infelizes) na vida conjugal e ter famílias sem tal conhecimento do “outro”. Na verdade, ao invés de explorar o “outro”- definindo o potencial de escândalos gayzistas, as autoridades muitas vezes tentou abafa-los quando eles percebem quantas pessoas, alguns de destaque, seriam implicados neles. O “policiamento das fronteiras” consiste principalmente de repressão esporádica no vício quando se corre o risco de ficar fora de controle ou de denegrir a imagem pública de uma cidade quando esta se prepara para patrocinar jogos atléticos internacionais ou feiras. Ao longo da história as pessoas e subculturas gayzistas foram ativamente escondidas de vista, de modo a não comprometer a definição das pessoas normais e da cultura.

Mecanismos de controle social e de estruturas de poder existiram tranquilamente ao longo da história, sem o modelo de uma estrita dicotomia ou binário heterossexual/homossexual. Os binários adulto/criança e masculino/feminino, para não mencionar senhor/escravo e binários de classe, são relações de poder suficientes para a construção da heterossexualidade sem trazer o conceito de homossexualidade.

A noção simplória de que alguém deve criar homossexuais a fim de se ter uma fronteira que é parte integrante da construção de heterossexuais, ignora completamente a longa história da repressão e da censura do conhecimento sobre o crimen nefandum ou peccatum mutum, o pecado mudo. A prática jurídica no início do século XVIII em Amsterdam é típica de muitos períodos e culturas: julgamento para os sodomitas eram assuntos secretos; quando sodomitas foram executados os documentos do estudo foram, por vezes destruídos para que nenhum registro permanecesse, a maioria dos sodomitas foi executada sigilosamente, ao invés de publicamente, assim como com outros criminosos; sodomitas que foram presos, foram mantidos escondidos em confinamento solitário nos porões das prisões, e não foram autorizados a misturar-se com outros prisioneiros ou de participar de trabalho penitenciário. Por exemplo, Jan Jansz, condenado em 1741 com a idade de dezessete anos, passou os seus 57 anos restantes sozinho em sua cela, sua existência é praticamente desconhecida, exceto para os estudiosos modernos. Como Jan Jansz serve de “exemplo negativo” para definir ou reforçar a normalidade?


quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Uganda no caminho certo

O parlamento do Uganda aprovou uma lei que impõe penas mais duras para quem levar a cabo actos homossexuais, incluindo a prisão perpétua para alguns transgressores.

David Bahati, o legislador responsável pela lei, louvou a adopção da lei como uma vitória contra o "mal" no Uganda, um país profundamente religioso que adoptou o Cristianismo evangélico ao estilo Americano.

A lei não inclui a pena de morte, tal como o tinha para "actos homossexuais agravados" quando ela foi inicialmente posta em discussão, em 2009. Em vez disso, aqueles apanhados envolvidos em actos homossexuais pela segunda vez, bem como actos homossexuais onde um dos parceiros é menor ou se encontre infectado com o HIV, enfrentará uma prisão perpétua. Uma proposta que visava uma pena reduzida de 14 anos foi rejeitada pelos MP (Membros do Parlamento), que em vez disso mantiveram a pena de prisão perpétua.

Esta lei, que o Presidente Obama (defensor do gayzismo) qualificou de "odiosa", tem agora que receber a aprovação final por parte de Yoweri Museveni, o presidente do Uganda.

Tal como em muitos países africanos, os actos homossexuais são universalmente rejeitados e olhados com repugnância. Para além disso, os activistas homossexuais alegam que os "homossexuais do Uganda enfrentam assédio, violência e ameaças de morte". Frank Mugisha, um dos activistas homossexuais mais proeminentes do Uganda, disse ao The Telegraph que existe "pânico" dentro da comunidade gay e lésbica do país.

Sinto-me ofendido pelo facto dos membros do parlamento terem aprovado esta lei de uma forma tão ignorante. Ela foi apressada e não foi alvo de escrutínio. Estou preocupado com o que pode acontecer com a minha comunidade.

O homossexualismo já era ilegal no Uganda durante o período colonial, mas o sr. Bahati alegou que penas mais duras eram necessárias como forma de conter a influência dos homossexuais provenientes dos países Ocidentais.

Isto é uma vitória para o Uganda e eu fico satisfeito com o facto do parlamento ter votado contra este mal. Uma vez que somos uma nação que teme a Deus, valorizamos a vida de uma forma holística. E foi precisamente por isso que os membros do parlamento aprovaram esta lei, independentemente do que o mundo externo pensa.

Rebecca Kadaga, a porta-voz do parlamento, prometeu durante o ano passado que a lei seria aprovada como um "presente de Natal" para os Ugandenses.

O Tribunal Europeu da Justiça determinou em Novembro deste ano que o medo do aprisionamento por motivos de homossexualismo nos países Africanos, incluindo o Uganda, era motivo suficiente para pedir asilo aos países Europeus.

No ano de 2011 um proeminente activista homossexual chamado David Kato foi espancado até à morte na sua casa depois dum jornal ter publicado fotos e nomes de homossexuais ugandenses sob o título "Enforquem-nos". Veio-se a saber mais tarde que David Kato foi assassinado pelo seu parceiro homossexual, um prostituto cujos "serviços sexuais" Kato havia requisitado. Aparentemente, Kato recusou-se a pagar pelos "serviços" e o prostituto matou-o.

Fonte: The Telegraph.
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sábado, 21 de dezembro de 2013

Michael Glatze: "O homossexualismo é morte"

Um proeminente ex-homossexual e antigo editor duma revista dedicada aos jovens homossexuais escreveu uma carta aberta acerca do seu recente casamento, dirigida aos "homossexuais raivosos" que lhe criticaram por deixar a sua vida de homossexualismo e por ter encontrado Deus.

Em 2007 Michael Glatze abandonou o seu lugar como co-fundador da revista "XY Magazine" deixando uma nota no seu computador onde se lia "O homossexualismo é morte e eu escolho a vida." A sua transformação de homossexual para heterossexual começou depois dele ter começado a questionar o seu estilo de vida depois de ter apanhado um susto com a sua saúde, e, não tendo ninguém a quem recorrer, ter decidido buscar a Deus.

Hoje, ele vive a sua vida como homem sexualmente natural, e casou-se recentemente com uma mulher de nome Rebekah, que os activistas homossexuais identificam como "adereço". Escrevendo para o WND.com, Glatze afirmou:

Quero dar uma resposta mais "sonora" aos homossexuais zangados do nosso país que actualmente espalham todo o tipo de ódio e palavras agressivas nos blogues pró-homossexualismo. Reparem numa coisa: eu não estou interessado em me defender porque não preciso de o fazer. Entendo o vosso sofrimento e o vosso ponto de vista. Entendo o vosso desejo de quererem que eu esteja maluco, ou mentalmente perdido ou confuso. Entendo que para vocês seria muito mais fácil se eu não existisse ou se rastejasse para um buraco qualquer e morresse, mas eu não vou fazer isso.

Glatze afirma que o seu propósito não é o de esfregar o seu casamento na cara de alguém, mas sim fazer com que os seus críticos entendem o seu ponto de vista e a sua opinião de que o homossexualismo é um estilo de vida errado, e que ele tem o direito de ter o seu ponto de vista de mesma forma que eles têm.

Entendo que este ponto de vista se encontre em oposição às decisões pessoais dos outros, bem como em oposição a algumas políticas bem populares neste mundo. Adicionalmente, estou bem ciente que este ponto de vista me confere o estatuto de "fanático de Direita" que deveria ser "removido". Todos os dias oro a Deus pela minha segurança.

A sua decisão de colocar um fim na sua relação de 10 anos com o seu ex-parceiro, e dedicar a sua vida CRISTO, causou a que Glatze passa-se a temer pela sua vida, e pela vida da sua nova esposa, uma vez que ele afirma que existem pessoas para quem a sua vida e a sua existência são uma ofensa para as suas sensibilidades.

O blogue homossexual Truth Wins Out tem sido um dos mais críticos a Glatze e num dos mais recentes posts, a sua esposa Rebekah foi o alvo dum artigo, bem como a sua decisão de abandonar o homossexualismo. Wayne Besen, o homossexual fundador do site escreveu:

Ninguém pode ser uma estrela de rock "ex-gay" oficial até que soem os sinos de casamento. ... A vítima [sic] é atraente e parece ser bastante doce. Espero que ela saiba no que se está a meter. ... Parece que esta falsa "transformação"  passou a recrutar vítimas inocentes como adereços como forma de dar mais crédito à sua mentira [sic]. O meu coração encontra-se partido por causa da pobre Rebekah.

Besen publicou também fotos dos recém-casados, que Glatze disse terem sido postadas na sua conta pessoal do Google para serem partilhadas apenas com amigos e membros da família. Ele defendeu também o seu casamento e esclareceu equívocos avançados pelos seus críticos que afirmam que o seu casamento faz parte duma agenda oculta.

Não somos um casal interessado em ser peões políticos. Nunca me identifiquei como "ex-gay", embora outras pessoas assim me tenham chamado. Mas, também, as pessoas já me chamaram de muitas coisas devido a facto de eu ter abandonado o homossexualismo há alguns anos, e ter decidido que me sentia mais confortável vivendo a heterossexualidade. Isto aconteceu como consequência da orientação de Deus, e tem sido a melhor escolha que Deus faz na minha vida.

Amo o meu Deus, amo a mina vida. Estou grato por todos os sopros de vida. Estou grato a Deus pela Humanidade. E estou muito grato à Rebekah. ... Não estou aqui para "forçar a minha agenda" ou o meu "estilo de vida" a alguém. Estou aqui para viver uma vida que honre a Deus.

Fonte

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Mais uma vez se confirma que o estilo de vida homossexualista não é genético nem "imutável". Mesmo que amanhã Michael Glatze volte para o homossexualismo, a realidade dos factos é que isso só confirmará que ser homossexual é uma escolha ou preferência pessoal (e nada que esteja embutido na nossa genética).

Curioso também que os activistas vejam "agendas ocultas" junto de todos que resistem ao gayzismo, mas eles mesmos não se apercebam que eles são soldados rasos duma agenda bem maior que eles..
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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

O gayzismo é uma imposição da elite e não um "progresso" natural da sociedade

No Tawai, cerca de 200,000 pessoas marcharam em frente às instalações do Presidente, protestando contra a lei que iria permitir às duplas homoeróticas "casar" e adoptar.

Ann Huang, de 40 anos e falando para a Focus Taiwan, disse, "Deus criou o ser humano como macho e fêmea. Apenas a união entre o homem e a mulher pode criar a próxima geração, e a habilidade de gerar descendência é uma função importante da família."

Os protestantes, que eram maioritariamente de famílias com os seus filhos, tinham consigo sinais onde se podia ler coisas tais como "Feito pelo Paizinho e pela Mãezinha", "Defendam o Casamento", e "Oponham-se à emenda ao Código Civil Artigo 972" (a lei actual que afirma que o casamento é entre um homem e um mulher).

O evento foi organizado pela "Coligação para a Felicidade da Nossa Próxima Geração", e um dos fundadores, Yu Yen-hung, disse:

Estamos preocupados que esta ideia da formação familiar alternativa confuda as crianças em termos de educação e identidade sexual.... Como tal, decidimos levantar oposição e lutar contra esta proposta de lei que irá afectar a próxima geração.

A organização disse que qualquer alteração à definição de casamento deve vir das pessoas através dum referendo, mas o grupo "Taiwan Alliance to Promote Civil Partnership Rights" - o grupo responsável por avançar com a proposta duma modificação à definição de casamento - disse que não quer que a emenda seja alvo dum referendo uma vez que a lei actual envolve "a restrição e negação de direitos básicos às minorias".

O presidente do Partido Control, Wang Chien-shien, marchou silenciosamente com os protestantes, afirmando que embora ele "respeite e apoie os homossexuais," ele teme que a emenda às leis do casamento "afectem o saudável sistema de casamento e as famílias saudáveis, que são os fundamentos dum país estável," reportou o The China Post.

No dia 29 de Novembro o partido Kuomintang (KMT), que se encontra no poder, deu uma conferência de imprensa apelando a um adiamento a revisão da emenda. O porta-voz do KMT, Lin Te-fu, reportou o seguinte ao Want China Times:

O KMT não se opõe aos gays e às lésbicas e nós queremos que eles sejam tratados de forma legal e que os seus direitos humanos sejam protegidos. Mas temos que ser mais cuidadosos quando se trata das nossas virtudes tradicionais que se centram nas nossas famílias.

O Taiwan é o último duma série de nações e estados que se têm tornado alvos por parte dos activistas homossexuais tendo em vista a alteração social radical, pese embora o facto de tais planos sempre encontrarem forte oposição e resistência por parte da sociedade. Há bem pouco tempo, a legislatura do Hawai forçou a proposta de lei tendo em vista a redefinição do casamento, embora cerca de 10,000 pessoas se tenham manifestado contra isso - uma das maiores manifestações alguma vez registadas na política estatal - enviando uma  mensagem clara de oposição poucos dias antes, na capital de Oahu.

Brian Camenker, presidente do grupo pró-família MassResistence e falando da situação do Hawai, declarou:

Raras vezes uma tal oposição pública a uma proposta de lei foi tão flagrantemente ignorada pelos políticos.... Foi preciso muita arrogância por parte da classe politica para ignorar estas pessoas.

Em Abril último a Assembleia Nacional Francesa - com o apoio dos Socialistas do presidente François Hollande - votou para legalizar o pseudo-casamento homoerótico apesar dos enormes protestos levados a cabo por centenas de milhares de cidadãos. Em Janeiro o governo ignorou cerca de 1 milhão de pessoas que demonstraram em Paris contra a redefinição de casamento.

O Reino Unido aprovou a sua lei em torno do pseudo-casamento homoerótico em Julho último sob o Partido Conservador de David Cameron. A lei foi forçada e imposta no país apesar duma petição com 500,000assinaturas e apesar das divisões internas que ocorreram no partido de Cameron, que os críticos qualificaram de “ a maior rebelião Tory dos tempos modernos”.

Histórias semelhantes em torno da imposição governamental do "casamento" homoerótico na sociedade ocorreram na EscóciaTasmâniaNova Zelândia, e Estónia.

LifeSite News

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Notícias como esta demonstram que o "casamento" homerótico não é "inevitável" e nem é um desenvolvimento natural da sociedade, mas sim algo que a elite governamental (com o apoio do Grande Capital) impõe nos países e nas sociedades.

Quando uma pessoa se opõe ao pseudo-casamento homoerótico, ela não está a atacar as liberdades individuais dos homossexuais, mas sim a lutar em favor da sobrevivência da sua civilização.
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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

A mentira da garçonete lésbica

Aparentemente, a garçonete de New Jersey que se tornou numa celebridade menor depois de ter alegado que um dos clientes se recusou a dar-lhe gorjeta devido ao facto dela (a garçonete) ser lésbica, foi despedida ou despediu-se depois de terem sido produzidas evidêncidas que demonstram que ela inventou a história toda.

No Sábado à tarde, o restaurante onde ela trabalhava - Gallop Asian Bistro - colocou uma nota na sua página do Facebook afirmando que eles haviam levado a cabo uma investigação e que após a sua conclusão, e numa "decisão comum", a garçonete Dayna Morales "não continuará a trabalhar no restaurante."

O post recusou-se a declarar de modo definitivo se Dayna tinha inventado todo o incidente, caracterizando o que foi apurado de "inconclusivo".

Os problemas tiveram início no mês passado, numa página do Facebook de temática homoerótica, quando a empregada colocou uma foto dum recibo de restaurante que tinha a mensagem supostamente escrita pelo cliente que ela serviu:

"Sinto muito, mas não lhe posso dar qualquer tipo de gorjeta porque não concordo com o seu estilo de vida e nem com a forma como você vive."


A história da Dayna quase que imediatamente recebeu uma quantidade enorme de cobertura mediática. A CNN, as estações locais de televisão e numeros sites e jornais dedicaram bastante tempo a este evento. Pessoas simpatéticas com o seu alegado "sofrimento" começaram a enviar donaticos para a compensar.

Mas as coisas começaram a se desembaraçar quando a estação de televisão WNBC (de Nova Yorque) falou com o homem e a mulher que alegaram ser o casal em questão e que eles tinham, de facto, deixado gorjeta. 

Eles apresentaram também uma cópia do recibo e uma declaração do cartão de credito indicando que eles tinham deixado uma gorjeta de $18 na sua refeição de $93.55.


A reportagem da WNBC levou a que o restaurante Gallop Asian Bistro desse inicio à sua investigação que, por fim, levou a que Dayna Morales abandonasse o restaurante.

Fonte

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Quando um grupo "oprimido" vê-se constantemente na contingência de inventar casos de "opressão", é seguro afirmar que esse mesmo grupo não sofre a "opressão" que serve de base para o seu vitimismo militante. A lésbica mentiu porque ela sabe que a cultura, no seu todo, se colocará do seu lado, mas o próprio acto dela ter que mentir para ganhar a simpatia social demonstra que ela não a merece.

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