Entre
certas feministas do meio acadêmico, a definição de estupro está
sendo ampliada ao ponto do absurdo, demonizando os homens e
banalizando as experiências das vítimas de estupro. Este artigo
aborda várias dessas definições. É importante entender essa
tendência, porque quando começamos a discutir as estatísticas de
estupro, vamos descobrir que muitas das metodologias que as
professoras [ideologicamente orientadas] usam quando encontram uma
alta incidência de estupro empregam definições amplas que as
pessoas mais razoáveis jamais classificariam como estupro.
Na página 60 do livro The
Female Fear, as professoras Margaret
Gordon e Stephanie Reiger definem estupro da seguinte maneira: “O
sistema de namoro americano, que constitui a principal fonte de
contatos heterossexuais, legitima a compra consensual das mulheres
como objetos sexuais e oblitera a distinção crucial entre
consentimento e não-consentimento.”
Espero que para a maioria de nós, nenhum
argumento seja necessário para refutar tal afirmação. Mas vamos
fazê-lo para afiar nossas habilidades de pensamento crítico: ao
contrário do que estas professoras presumem, quando se trata de
namoro, não há nenhuma garantia de serviços sexuais em troca de
pagamento por parte do homem. Não é como entrar em uma loja e dar
uma gorjeta ao caixa, em troca de um bem ou de um serviço pelo qual
um homem pode entrar com um processo jurídico se não recebê-lo. E
se um homem e uma mulher entraram em um acordo para trocar sexo por
dinheiro, este ainda seria o caso de que ambas as partes ainda têm
uma escolha.
Mas e se as professoras Margaret Gordon e
Stephanie Reiger estiverem corretas? O que deve ser dito das mulheres
que preferem pagar por homens? São essas mulheres apologistas e
defensoras do estupro? E se uma lésbica paga um por encontro com uma
mulher para depois fazer sexo com ela? Ela é também uma
estupradora? De acordo com essas professoras, não; este conceito só
se aplica ao namoro heterossexual.
As
professoras também dizem na página 6, “Depois, há os assovios,
abraços indesejados e beliscões – o que as autoras de outro livro
chamam de 'mini-estupros' – que lembram continuamente as mulheres o
quanto são vulneráveis, vítimas sexuais.”
As autoras as quais
elas estão se referindo são as professoras feministas Andra Medea e
Kathleen Thompson, ambas são autoras do livro Against
Rape. Para esclarecer, se você ler o
livro irá descobrir que elas não os descrevem, por si só, como
“mini-estupros” mas sim como “pequenos estupros.” Medea e
Thompson interpretam coisas como vaias definindo-as como “pequenos
estupros” ao dizer na página 50, “Nós definimos como estupro a
intimidade sexual forçada.”
Esta é uma definição bastante ampla, e não é
a definição jurídica. Intimidade, é claro, pode significar
intimidade não apenas física provocada através do toque, mas
também a intimidade emocional provocada através de palavras. Sob
esta definição, a mulher que foi estuprada por homens armados agora
está classificado na mesma categoria de vitimização de uma mulher
que experimentou um breve desconforto de ter ouvido que ela era
atraente, de forma indecorosa.
A ideia de
“mini-estupro” no entanto não termina com as autoras préviamente
mencionadas. Em uma entrevista de 1994 entre Dr. Christina
Hoff-Sommers e Camille Paglia e Ben Wattenberg, que era o anfitrião
de um programa chamado “Think Tank” na PBS. A Dr.
Hoff-Sommers diz,
Eu entrevistei uma mulher jovem, na University
of Pennsylvania, que veio com uma saia
curta e ela estava no Women's Center,
e acho que ela pensou que eu fazia parte da irmandade [feminista]. E
ela disse, 'Oh, eu acabei de sofrer um mini-estupro.' E eu disse: 'O
que aconteceu?' E ela disse: 'Um menino passou por mim e disse:
'Belas pernas'. Entendeu? Ou seja -- esta jovem considera isso uma
forma de estupro!
Estas não são as únicas acadêmicas feministas
desesperadas para demonizar os homens e banalizar as experiências
das vítimas genuínas de estupro, ampliando radicalmente a definição
de estupro. Segundo a professora feminista Liz Kelly da London
Metropolitan University que diz na
página 41 do seu livro Surviving Sexual
Violence:
A violência sexual inclui qualquer ato físico,
visual, verbal ou sexual que seja vivenciado pela mulher ou menina,
no momento ou mais tarde, como uma ameaça, invasão ou agressão que
tem o efeito de machucá-la ou humilhá-la e/ou que retire dela a
capacidade de controlar o contato íntimo.
O que é estupro?
Aparentemente para a professora Kelly tudo é estupro. Ela deixa isso
mais claro na pág 350 de seu livro The Hidden Gender of Law,
dizendo:
Não há distinção clara entre o sexo consensual
e o estupro, mas um continuum
de pressão, ameaça, coerção e da força. O conceito de um
continuum
valida a sensação de abuso que as mulheres sentem quando não
consentem livremente ao sexo.
Dr Kelly é uma
feminista extremista. Mas será que ela é insignificante? De acordo
com o website da Northumbia University, ela
é diretora do Child and Woman Abuse Studies Unit
na London Metropolitan University,
do Roddick Chair of Violence Against Women, comissária
no Women’s National Commission e
uma das duas especialistas indicadas pelo parlamento europeu para o
European Union’s Gender Centre.”
Ela também é, obviamente, professora. Ela também é autora de um
estudo no qual se achou uma alta incidência de estupros –
surpreso? Iremos discutir mais tarde como a influencia dela tornou
esse estudo tendencioso.
Uma declaração similar é feita pelas
professoras Carol Bohmer e Andrea Parrot na página 3 do livro Sexual
Assault on Campus, onde elas esclarecem
os termos que vão usar ao longo do livro: “A agressão sexual é
um termo geral que descreve todas as formas de atividade sexual
indesejada.”
Há dois problemas
gravissímos nessa declaração. Consegue adivinhar quais sejam? O
primeiro é: todas as formas? Que formas são essas que caem na
categoria geral de atividade sexual? Delito sexual no meio acadêmico,
por exemplo, é um termo amplo que engloba agressão sexual e assédio
sexual, sendo que o assédio não envolve agressão física, mas algo
tão simples como palavras e expressões faciais. No meio acadêmico,
tudo isso pode ser classificado como formas de atividade sexual.
O segundo problema, que facilmente pode passar
despercebido da primeira vez – e peço a sua paciência se a sua
reação inicial for discordar – é a palavra “indesejada.” Na
minha experiência pessoal eu mesmo já fiz sexo quando não queria
por estar preocupado com alguma coisa no momento, assim como houve
tipos de sexo que eu particularmente não quis ter, mas mesmo assim
eu fiz para agradar minha parceira. Agressão sexual nada tem haver
com sexo indesejável, por si só, e sim com o sexo não-consensual.
Há uma diferença fundamental entre as duas coisas.

Consentimento é também um elemento do dia-a-dia de nossas vidas a
parte do sexo. Será que as pessoas sempre fazem coisas pelos seus
parceiros que não estavam afim de fazer, mas depois acabaram fazendo
porque isso faria o seu parceiro feliz? Um parceiro pode não
“querer” cortar a grama ou ir ver a sogra em seu dia de folga,
mas pode fazê-lo de qualquer maneira. Uma pessoa pode não “querer”
fazer doações para instituições de caridade, mas pode fazê-lo
depois que um pedido persuasivo é feito. Isso não significa que o
dinheiro da pessoa foi roubado. Não querer fazer algo e não
consentir em fazer algo, por vezes – mas nem sempre – são a
mesma coisa.
Questões linguísticas importam, e as professoras
Bohmer e Parrot precisam ser mais cuidadosas sobre como elas se
utilizam das palavras, especialmente na seção de um livro dedicado
a esclarecer os termos que irão ser usados durante o restante do
livro.
Uma
declaração que é difícil de ler sem se espantar é de autoria
da professora Carol Sanger da Columbia
University School of Law. Ela diz em
seu artigo “New Perspectives on Rape”
no Los Angeles Times
(25 de abril de 1991, p. B7):
Consentimento – concordar com alguma coisa –
geralmente não é um conceito difícil de entender. À primeira
vista pode parecer mais complexo no contexto do estupro. Uma razão é
simplesmente a sua presença inesperada. Não há nenhum outro crime
definido em termos de consentimento. Somente no estupro a vítima é
questionada: 'Você concorda com isso?' Compare: “Você concorda em
levar um soco no rosto?” “Você concorda em ser assaltado?”
É exatamente isso que
você leu: a professora Carol Sanger realmente
acredita que a relação sexual normal é estupro. Mas talvez eu
esteja sendo severo demais com ela; talvez, como professoras Margaret
Gordon e Stephanie Reiger, ela só considere a relação sexual
heterossexual um estupro, ao invés de considerar todas as relações
dessa maneira, e que só os homens são estupradores. Infelizmente,
ela não esclarece.
Mas quão influente uma mulher como Carol Sanger
pode se tornar no meio acadêmico? Segundo o currículo dela, que
muitos de vocês podem encontrar online, a professora Carol Sanger
tem feito parte do Executive Committee
at the Institute for Research on Women and Gender
de 2001 até a presente data, assim como ela faz parte do
Presidential Advisory Committee on
Diversity Initiatives. Em outras
palavras, ela é a guardiã que julga se uma pesquisa que ela
considera aceitável será ou não publicada, assim como se os
administradores devem prestar atenção ou não nas desigualdades do
nível educacional entre os alunos do sexo masculino.
Um número expressivo
de professoras feministas acreditam e agem como se
o estupro (ou o desejo de estupro) fosse uma parte normal da
psicologia masculina. Por exemplo, a professora feminista Mary Koss
da Kent State University
diz: “O estupro é de fato uma forma extrema de comportamento, mas
que existe em um continuum
com o comportamento masculino normal dentro da cultura.” A
professora Koss é a autora da estatística infame “1-a-cada-4,” que será abordada em um próximo artigo.
No livro Professing
Feminism, as professoras
feministas dissidentes Daphne Patai e Noretta Koertge sintetizaram a
perspectiva da professora feminista Catharine MacKinnon sobre o
estupro ao dizer na página 129, “Em uma sociedade patriarcal toda
a relação heterossexual é estupro porque as mulheres, como um
grupo, não são fortes o suficiente para consentir
significativamente.”
Embora esta citação seja, por vezes, atribuída
erroneamente a MacKinnon, que é professora do curso de direito da
Universidade de Michigan, se examinarmos o seu trabalho, descobrimos
que esta descrição tem semelhança notável com os pontos de vista
dela. Primeiro, em Toward a Feminist
Theory of the State (página 176),
MacKinnon disse: “Esta abordagem reflete a experiência dos homens
de que as mulheres que os conhecem devem consentir em fazer sexo com
eles (...) homens e mulheres estão socialmente situados de modo
desigual no que diz respeito à experiência de estupro.”
Mais tarde, ela elabora na página 178: “Sob
condições de dominação masculina, se o sexo é algo que os homens
normalmente fazem com as mulheres, a questão não é se foi forçado
pois o consentimento é um conceito significativo”
Quando se trata de decidir se um estupro ocorreu,
se o consentimento não é um conceito significativo, e se a força
não é um conceito significativo, então o que é significativo?
Alguém poderia imaginar, em que termos uma feminista determina se um
estupro ocorreu? Podemos triangular isso nos baseando em outras
declarações de a MacKinnon. Em seu livro Feminism
Unmodified, ela diz: “Politicamente,
eu chamo de estupro qualquer ocasião em que uma mulher faça sexo e
se sinta violada” (página 82).
Essa
declaração é completamente desprezível em qualquer tipo de
contexto. Alguém poderia perguntar: quando este “sentimento” de
“violação” deve ocorrer para que se torne estupro? E o que
“violação” significa exatamente? A professora MacKinnon
concorda com a professora Liz Kelly que isso poderia ser “qualquer
ato físico, visual, verbal ou sexual, que é vivido por uma mulher
ou menina?” As pessoas podem sentir-se “violadas” por qualquer
tipo de coisa – tanto por ações quanto palavras. E com a
tendência das feministas para definir palavras subjetivamente como
um equivalente de agressão física, não podemos assumir que seus
significados sejam tão verossímeis quanto porderiamos ser levados a
acreditar em outro contexto.
A professora
MacKinnon também diz na página 5 do mesmo livro, “O feminismo é
construído acreditando-se no relato de mulheres sobre o uso e abuso
sexual cometido por homens.” Então, nós sabemos que, segundo a
professora MacKinnon, há duas condições necessárias para uma
mulher ter sido estuprada. Uma condição é que uma mulher se sinta
violada – e novamente, não sabemos o que “sentimento” e
“violação” significam exatamente e a outra condição é que,
se ela apenas disser que foi estuprada, então ela definitivamente
foi.
A declaração de MacKinnon que o consentimento
não é um conceito significativo é bastante interessante,
considerando a política feminista. Se, de acordo com o feminismo,
“não sempre significa não,” um sim deveria significar sempre
sim? Considere esta declaração, que é parecidissima com a da
professora MacKinnon, feita pela feminista professora de direito
Susan Estrich diz em seu livro [que foi um marco histórico
feminista] Real Rape,
“Muitas feministas argumentam que enquanto as mulheres forem
impotentes em relação aos homens, ver “sim” como um sinal do
verdadeiro consentimento é um equívoco” (página 318).
Da mesma forma, a professora Carol Pateman da UCLA
diz em “Women and Consent,”
publicado em Political Theory,
volume 8, página 149:
Consentimento como ideologia não pode ser
distinguido da aquiescência habitual, do parecer favorável, da
dissidência em silêncio, da submissão, ou até mesmo da submissão
imposta. A menos que a recusa ou consentimento ou a retirada do
consentimento sejam possibilidades reais, não podemos mais falar de
“consentimento” em qualquer sentido genuíno.
É um elemento fundamental do dogma feminista que
o “não” de uma mulher sempre, inflexivelmente e absolutamente
significa “não,” mesmo se é dito como uma provocação em tom
sarcástico por uma mulher que está ao mesmo tempo puxando o pênis
de um homem para dentro dela. Mas quando uma mulher diz “sim,” as
professoras feministas fazem um giro de 180 graus e dizem, sem mais
nem menos, que há condições e exceções para tratar dos sexos
igualmente – mas aqui está o problema: apenas quando estas colocam
homens e meninos em desvantagem. Eu não vou lhe dizer no que
acreditar a este respeito – se um “não” e um “sim” sempre
devem ser interpretados como tal. Mas eu vou defender uma coisa que
muitas feministas na academia não defendem: o tratamento consistente
entre os sexos. Se colocarmos um sexo em um padrão determinado,
devemos colocar o sexo oposto no mesmo padrão. E essa essência de
consistência é o que a verdadeira igualdade é de fato.
Neste artigo há um número significante de
citações. E enquanto algumas citações isoladas são alarmantes,
devemos estar atentos ao panorama geral nesta série misândrica que
temos que manter à vista, que é o seguinte: o problema não é
tanto as declarações questionavelmente singulares ou ocasionais por
parte de algumas professoras, diretoras e, por vezes,
estudantes. O verdadeiro problema é a atitude por trás disso.

Por
exemplo, as professoras Medea e Kathleen Thompson declaram no livro
Against Rape que
“O estupro é, talvez, a fantasia masculina mais importante na
nossa sociedade” (página 14). E isso lá é afirmação válida? É
isso que é reconhecer a humanidade e a dignidade de homens e
meninos? Segundo essas autoras, a fantasia masculina mais importante
não é ter uma família – o sonho de muitos jovens. Isso não é
inventar algo que mudará o mundo, um sonho que muitos homens possuem
quando começaram a brincar de Lego quando criança. Isso não é
salvar o mundo, um tema que é destaque em tantos programas
televisivos que homens e meninos gostam de assistir; não, de acordo
com estas feministas acadêmicas, a fantasia masculina principal é o
estupro. É mais provável ou menos provável que a forma como essas
professoras feministas se compadecem pelos homens e meninos, como um
grupo, irá influenciar em que grau elas tratam homens e meninos
honestamente em um nível pessoal?
Quando uma universidade realiza uma audiência a
respeito de uma acusação de estupro ou assédio sexual, as
acusações são por vezes julgadas por um júri de professores e
administradores. Pergunte-se: relembrando as pessoas e as histórias
abordadas neste artigo, se você fosse um estudante regularmente
matriculado em uma universidade e fosse falsamente acusado, ou se
você tivesse um filho ou outro parente do sexo masculino [cursando
uma universidade] que fosse falsamente acusado de estupro, você
aprovaria pessoas com uma postura igual as descritas anteriormente
neste artigo no júri para decidir se você ou seu ente querido é
inocente ou culpado? Alguém em sã consciência aprovaria?
As
professoras citadas neste artigo são proeminentes [para além do
meio acadêmico]. Ocupam cargos de alto escalão na academia. Suas
obras são influentes e ensinadas a nível universitário. Sentam-se
em comitês onde elas decidem quais perspectivas sobre homens e
meninos serão publicadas, que programas serão financiados, quem
será contratado e quem será demitido. Elas escrevem cartas de
recomendação para trazer para o rebanho acadêmico aqueles cujos
pontos de vista em relação aos homens e meninos sejam semelhantes
aos seus. Elas organizam e presidem conferências, onde se decide
quais trabalhos são apresentados e quem será promovido em sua
carreira. Suas obras estão presentes em antologias e outras
publicações acadêmicas; elas fazem recomendações para as
políticas públicas e são ouvidas por muitos administradores,
comitês, meios de comunicação, e alguns funcionários do governo.
E
por último mas não menos importante, elas ensinam a próxima
geração a adotar suas atitudes com homens e meninos.
* * * * * * *
A bibliografia feminista sobre cultura do estupro, violência doméstica e outros assuntos abordados pelas feministas radicais partem da premissa que a masculinidade [que elas rotulam de tradicional] é uma psicopatia. De acordo com as feministas a única forma de dar um fim a estas questões seria redefinir a masculinidade e substitui-la por um placebo chamado “nova masculinidade.”
Após a revolução sexual, modelos de masculinidade em filmes são poucos e espaçados. Quando estão presentes são forçados, quase uma paródia. Isso se dá por esses modelos serem feitos mantendo a proporção entre os sexos; o politicamente correto nos filmes reforça o papel do ideal feminista, da mulher masculinizada, por consequencia teremos um modelo masculino do nível do Kratos do God of War. Se o modelo masculino é feito tomando por referencial o ideal feminista de mulher, teremos uma masculinidade deturpada que valida tal ideal [o que é péssimo], por outro lado se adotam o modelo de masculinidade desejado pelas feministas teremos um personagem emasculado [que é a cara da “nova masculinidade”].
Hoje para se ver um modelo de masculinidade é necessário recorrer aos filmes do passado. Um bom referencial é Clark Gable que simbolizou o ideal americano de masculinidade e virilidade por quase três décadas.
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